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	<title>Comentários sobre: Você deseja mesmo a liberdade?</title>
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	<description>Um blog sobre relacionamentos lúcidos</description>
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		<title>Por: Juliana</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-6743</link>
		<dc:creator>Juliana</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 19:13:01 +0000</pubDate>
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		<description>Depois de tudo o que foi dito, concluo que o que precisamos -apesar de paradoxal-, é das duas &quot;coisas&quot;, das duas situações. Liberdade e servidão. 
Isso acho que já sabia meio que intuitivamente.

Aliás, falando em intuição, nos livros que o Gitti recomenda tem Mulheres que correm com lobos. Perfeito. Só tem que saber ler, e depois digerir. Porque é paulda o livro!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de tudo o que foi dito, concluo que o que precisamos -apesar de paradoxal-, é das duas &#8220;coisas&#8221;, das duas situações. Liberdade e servidão.<br />
Isso acho que já sabia meio que intuitivamente.</p>
<p>Aliás, falando em intuição, nos livros que o Gitti recomenda tem Mulheres que correm com lobos. Perfeito. Só tem que saber ler, e depois digerir. Porque é paulda o livro!</p>
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		<title>Por: Valk.</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-5739</link>
		<dc:creator>Valk.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 18:03:43 +0000</pubDate>
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		<description>Acredito que somos, ao mesmo tempo, homem e pássaro. Não é o outro que nos aprisiona, somos nós mesmos. Aquilo que achamos que somos - homem, inteligente, phd em alguma coisa, grande amante, filósofo da própria vida - é na verdade apenas a prisão daquilo que gostaríamos de ser - pássaros, livres, soltos, sem amarras sociais, sem expectativas, sem papéis. Um dia aprisionamos o pássaro com tanta veemência que ele deixa de existir. Ou se recria, com mais força, com mais intensidade, como cão barulhento, na tentativa de que o incômodo causado pela sua própria prisão lhe traga liberdade. 

Hoje foi a primeira vez que entrei nesse blog, e certamente não será a última, Gustavo. Se suas palavras escritas são essas, imagino a magnitude de seus pensamentos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Acredito que somos, ao mesmo tempo, homem e pássaro. Não é o outro que nos aprisiona, somos nós mesmos. Aquilo que achamos que somos &#8211; homem, inteligente, phd em alguma coisa, grande amante, filósofo da própria vida &#8211; é na verdade apenas a prisão daquilo que gostaríamos de ser &#8211; pássaros, livres, soltos, sem amarras sociais, sem expectativas, sem papéis. Um dia aprisionamos o pássaro com tanta veemência que ele deixa de existir. Ou se recria, com mais força, com mais intensidade, como cão barulhento, na tentativa de que o incômodo causado pela sua própria prisão lhe traga liberdade. </p>
<p>Hoje foi a primeira vez que entrei nesse blog, e certamente não será a última, Gustavo. Se suas palavras escritas são essas, imagino a magnitude de seus pensamentos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Jazz</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-5675</link>
		<dc:creator>Jazz</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 00:44:13 +0000</pubDate>
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		<description>coração preso espírito livre. já me conquistaram com esse clichê de nietzsche... e é exatamente assim.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>coração preso espírito livre. já me conquistaram com esse clichê de nietzsche&#8230; e é exatamente assim.</p>
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		<title>Por: Felipe</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-5661</link>
		<dc:creator>Felipe</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 05:40:35 +0000</pubDate>
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		<description>Pessoas, muito boas reflexões, acabo de conhecer o blog e gostei muito.
Mas quero trazer uma reflexão diferente... 

Um pouco da maneira como penso.

Acho que estamos dando em voltas aceitando o que me parecem ser simplesmente razões para sofrer, &quot;sofrer por que somos humanos e somos assim mesmo&quot; ou algo do gênero.

Podemos imaginar como nossas relações podem ser fora de nossa cultura, de nosso modo de vida, nossa civilização? 

Recomendo: 
http://www.continuum-concept.org/
http://www.continuum-concept.org/cc_defined.html 
Links sobre o livro e o conceito de uma psicóloga que parece ter encontrado uma das principais causas para nossas &quot;inerentes&quot; carências. Para nossa &quot;inerente&quot; necessidade de segurança. Tem a ver com o que vivemos ainda como bebês, e costumamos esquecer. (o conceito no segundo link está em inglês, mas é curto e simples)

Mas ela não completa o quadro, não como vejo...

Lembremos que o questionamento de La Boétie parte da percepção (e da vivência) do PRAZER DA LIBERDADE, que segundo ele não se compara ao CONFORTO da servidão. Sim, a Liberdade é a total falta de segurança - mas a vivência desta &quot;falta de segurança&quot; é tranformadora por si só. Por isso que se coloca que só aceitamos a ilusória segurança porque não chegamos a vivenciar O QUE É a falta dessa ilusão. Afinal, tudo que temos a perder é uma ilusão. (Ou várias...)

(Atenção, ainda não estou me referindo em liberdade e servidão em relação a relacionamentos entre apenas duas pessoas... refiro-me mais a grupos, ou ao relacionamento de um indivíduo com a sua vida como um todo, por enquanto)

Aceitar a liberdade - e a falta de segurança - é intensamente prazeirozo, um prazer vivo, saudável, forte, autoperpetuante. Somem as dúvidas do que é a vida, do porque estamos aqui, qual nosso papel, nossa justificativa, enfim. A vida basta em si.

Quanto às nossas formas de nos relacionar em casais modernos. Atentem que essa &quot;invenção&quot; -casais modernos em vidas modernas- é muito recente, perto dos modos de viver e de se relacionar com os quais nossos corpos se adaptaram ao longo dos milhões de anos em que estamos por aqui (como humanos, sim). Precisamos de grupos com os quais vivermos juntos, como animais verdadeiramente sociais que somos, não precisamos de &quot;meu plano de vida&quot; + &quot;colegas de trabalho&quot; + &quot;namorad@s&quot; + &quot;família&quot; + &quot;psicólogo&quot;(diversas pessoas-fragmentos). 

Somos preparados, biológicamente, para viver em grupos pequenos, próximos, de grande contato, onde relacionamentos &quot;amorosos&quot; entre duas pessoas podem brotar de maneira saudável, espontaneamente e segundo regras e vontades muito distintas das que vemos no contexto atual.

(Quando falo sobre o que somos &quot;biológicamente&quot;... bom, penso primeiro em como as emoções, os sonhos, as ações, as formas do célebro funcionar, os desejos, os tiques-nervosos, a fala... tudo são coisas do corpo, deste corpo que geralmente mal se conhece, mal se entende, mal se ouve. Corpo que não surge apenas quando nascemos - nele trazemos heranças antiquíssimas, muito &quot;sábias&quot;, preparadas para muitas coisas, ainda que não para tudo. Corpo que muitas vezes ignoramos, sobre nossos &quot;egos&quot; ultraconstruídos pela sociedade moderna)

O grupo unido, que vive junto, resolve problemas junto, sobrevive junto, é conforto suficiente, embora eu não diria nada sobre segurança - se iludirão com formas de &quot;segurança&quot; apenas de acordo com o modo de vida com que venham a optar. 
Lembrando que o comentado acima se aplica: o grupo será sobretudo &quot;livre&quot;, como discutimos, assim como cada indivíduo do grupo é também &quot;livre&quot;(sim!), como também foi discutido, inclusive para abandonar o grupo e para negar suas escolhas a qualquer momento.
(Sobre isso recomendo principalmente os livros de Daniel Quinn, se incitou alguma curiosidade, são boas leituras.)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Pessoas, muito boas reflexões, acabo de conhecer o blog e gostei muito.<br />
Mas quero trazer uma reflexão diferente&#8230; </p>
<p>Um pouco da maneira como penso.</p>
<p>Acho que estamos dando em voltas aceitando o que me parecem ser simplesmente razões para sofrer, &#8220;sofrer por que somos humanos e somos assim mesmo&#8221; ou algo do gênero.</p>
<p>Podemos imaginar como nossas relações podem ser fora de nossa cultura, de nosso modo de vida, nossa civilização? </p>
<p>Recomendo:<br />
<a href="http://www.continuum-concept.org/" rel="nofollow">http://www.continuum-concept.org/</a><br />
<a href="http://www.continuum-concept.org/cc_defined.html" rel="nofollow">http://www.continuum-concept.org/cc_defined.html</a><br />
Links sobre o livro e o conceito de uma psicóloga que parece ter encontrado uma das principais causas para nossas &#8220;inerentes&#8221; carências. Para nossa &#8220;inerente&#8221; necessidade de segurança. Tem a ver com o que vivemos ainda como bebês, e costumamos esquecer. (o conceito no segundo link está em inglês, mas é curto e simples)</p>
<p>Mas ela não completa o quadro, não como vejo&#8230;</p>
<p>Lembremos que o questionamento de La Boétie parte da percepção (e da vivência) do PRAZER DA LIBERDADE, que segundo ele não se compara ao CONFORTO da servidão. Sim, a Liberdade é a total falta de segurança &#8211; mas a vivência desta &#8220;falta de segurança&#8221; é tranformadora por si só. Por isso que se coloca que só aceitamos a ilusória segurança porque não chegamos a vivenciar O QUE É a falta dessa ilusão. Afinal, tudo que temos a perder é uma ilusão. (Ou várias&#8230;)</p>
<p>(Atenção, ainda não estou me referindo em liberdade e servidão em relação a relacionamentos entre apenas duas pessoas&#8230; refiro-me mais a grupos, ou ao relacionamento de um indivíduo com a sua vida como um todo, por enquanto)</p>
<p>Aceitar a liberdade &#8211; e a falta de segurança &#8211; é intensamente prazeirozo, um prazer vivo, saudável, forte, autoperpetuante. Somem as dúvidas do que é a vida, do porque estamos aqui, qual nosso papel, nossa justificativa, enfim. A vida basta em si.</p>
<p>Quanto às nossas formas de nos relacionar em casais modernos. Atentem que essa &#8220;invenção&#8221; -casais modernos em vidas modernas- é muito recente, perto dos modos de viver e de se relacionar com os quais nossos corpos se adaptaram ao longo dos milhões de anos em que estamos por aqui (como humanos, sim). Precisamos de grupos com os quais vivermos juntos, como animais verdadeiramente sociais que somos, não precisamos de &#8220;meu plano de vida&#8221; + &#8220;colegas de trabalho&#8221; + &#8220;namorad@s&#8221; + &#8220;família&#8221; + &#8220;psicólogo&#8221;(diversas pessoas-fragmentos). </p>
<p>Somos preparados, biológicamente, para viver em grupos pequenos, próximos, de grande contato, onde relacionamentos &#8220;amorosos&#8221; entre duas pessoas podem brotar de maneira saudável, espontaneamente e segundo regras e vontades muito distintas das que vemos no contexto atual.</p>
<p>(Quando falo sobre o que somos &#8220;biológicamente&#8221;&#8230; bom, penso primeiro em como as emoções, os sonhos, as ações, as formas do célebro funcionar, os desejos, os tiques-nervosos, a fala&#8230; tudo são coisas do corpo, deste corpo que geralmente mal se conhece, mal se entende, mal se ouve. Corpo que não surge apenas quando nascemos &#8211; nele trazemos heranças antiquíssimas, muito &#8220;sábias&#8221;, preparadas para muitas coisas, ainda que não para tudo. Corpo que muitas vezes ignoramos, sobre nossos &#8220;egos&#8221; ultraconstruídos pela sociedade moderna)</p>
<p>O grupo unido, que vive junto, resolve problemas junto, sobrevive junto, é conforto suficiente, embora eu não diria nada sobre segurança &#8211; se iludirão com formas de &#8220;segurança&#8221; apenas de acordo com o modo de vida com que venham a optar.<br />
Lembrando que o comentado acima se aplica: o grupo será sobretudo &#8220;livre&#8221;, como discutimos, assim como cada indivíduo do grupo é também &#8220;livre&#8221;(sim!), como também foi discutido, inclusive para abandonar o grupo e para negar suas escolhas a qualquer momento.<br />
(Sobre isso recomendo principalmente os livros de Daniel Quinn, se incitou alguma curiosidade, são boas leituras.)</p>
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	<item>
		<title>Por: Lorena</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-5660</link>
		<dc:creator>Lorena</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 03:40:55 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Gustavo

Não concordo com o seu conceito de liberdade. Acho muito relativo. Liberdade, no meu entendimento, é você com vc mesmo. Não depende do outro. Se vc está num relacionamento por ter medo de ficar sozinho, vença o medo que vc será livre. Quer esteja namorando ou não. Vença aquilo que te prende, e vc será livre.

A liberdade é plena em si só. Também nem daria para ela estar presa a algo, pq negaria o seu significado.

Uma coisa que se vê muito por aí é que as pessoas confundem liberdade com libertinagem. Agora pago minha contas, moro sozinha então sou livre. Posso fazer o que quiser, com quer quiser. Errado. Isso é libertinagem e nada tem a ver com liberdade.

No exemplo citado acima, quem está mais preso, o homem ou o pássaro? O homem está preso a ter algo preso à ele. Já o pássaro, apesar de viver preso na gaveta, é preso pela angústia de viver desta forma. Mas, vencido isso, ele pode ser livre, mesmo preso. 

No caso do relacionamento, muitos não expõe sua opinião, com medo do que o parceiro irá pensar. Ou então, não são eles mesmos, com medo de desagradar o parceiro(a). Que tipo de relacionamento é esse? Será que não é por isso que temos tantos casos de divórcios? Justamente pq fingimos ser algo que não somos e, como não é possível fingir o tempo todo, aos poucos nossas máscaras vão caindo e vamos revelando quem realmente somos? 

Será que vale a pena se abnegar tanto assim em nome da falsa segurança?  Porque o outro pode querer mais e te deixar sozinho. E vc? Deixou de existir em nome de outra pessoa que agora não está nem aí para você. 

Eu reparo muito no que está a minha volta e pude perceber que várias pessoas que tiveram/têm câncer, se abnegaram. Fingiram não ver os casos do outro, para não perder a segurança do que chamam de lar. Não seguiram seus rumos, porque acreditavam que tinham que seguir a vida de seus pais. Não estou condenando ninguém que faça isso, mas faça conscientemente. Tenha consciência do que está fazendo, e não faça por medo. Mas se sentir que o peso é grande demais, caia fora. É a sua vida que está em questão.

Também percebo que muitas pessoas têm medo de tomar uma atitude, porque acham que não vão aguentar as consequências. Acham que são mais fracas do que realmente são. Acredito que nunca virá algo que não podemos aguentar. Todas as experiências que passamos, é porque aguentamos. Por isso, não precisamos temer. 

Bjs!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Gustavo</p>
<p>Não concordo com o seu conceito de liberdade. Acho muito relativo. Liberdade, no meu entendimento, é você com vc mesmo. Não depende do outro. Se vc está num relacionamento por ter medo de ficar sozinho, vença o medo que vc será livre. Quer esteja namorando ou não. Vença aquilo que te prende, e vc será livre.</p>
<p>A liberdade é plena em si só. Também nem daria para ela estar presa a algo, pq negaria o seu significado.</p>
<p>Uma coisa que se vê muito por aí é que as pessoas confundem liberdade com libertinagem. Agora pago minha contas, moro sozinha então sou livre. Posso fazer o que quiser, com quer quiser. Errado. Isso é libertinagem e nada tem a ver com liberdade.</p>
<p>No exemplo citado acima, quem está mais preso, o homem ou o pássaro? O homem está preso a ter algo preso à ele. Já o pássaro, apesar de viver preso na gaveta, é preso pela angústia de viver desta forma. Mas, vencido isso, ele pode ser livre, mesmo preso. </p>
<p>No caso do relacionamento, muitos não expõe sua opinião, com medo do que o parceiro irá pensar. Ou então, não são eles mesmos, com medo de desagradar o parceiro(a). Que tipo de relacionamento é esse? Será que não é por isso que temos tantos casos de divórcios? Justamente pq fingimos ser algo que não somos e, como não é possível fingir o tempo todo, aos poucos nossas máscaras vão caindo e vamos revelando quem realmente somos? </p>
<p>Será que vale a pena se abnegar tanto assim em nome da falsa segurança?  Porque o outro pode querer mais e te deixar sozinho. E vc? Deixou de existir em nome de outra pessoa que agora não está nem aí para você. </p>
<p>Eu reparo muito no que está a minha volta e pude perceber que várias pessoas que tiveram/têm câncer, se abnegaram. Fingiram não ver os casos do outro, para não perder a segurança do que chamam de lar. Não seguiram seus rumos, porque acreditavam que tinham que seguir a vida de seus pais. Não estou condenando ninguém que faça isso, mas faça conscientemente. Tenha consciência do que está fazendo, e não faça por medo. Mas se sentir que o peso é grande demais, caia fora. É a sua vida que está em questão.</p>
<p>Também percebo que muitas pessoas têm medo de tomar uma atitude, porque acham que não vão aguentar as consequências. Acham que são mais fracas do que realmente são. Acredito que nunca virá algo que não podemos aguentar. Todas as experiências que passamos, é porque aguentamos. Por isso, não precisamos temer. </p>
<p>Bjs!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Elisa</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-5650</link>
		<dc:creator>Elisa</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 18:25:13 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://nao2nao1.com.br/voce-deseja-mesmo-a-liberdade/#comment-5650</guid>
		<description>Eu tenho a tendência de querer evitar situações em que me sinto presa. No início de fevereiro decidi morar com o meu namorado e acabei entrando em crise. Seu texto explica bem os fatores que me fizeram parar de me sentir encurralada.

Cheguei aqui pelo seu post no twitter. Gostei tanto que até fiz um post sobre isso no meu blog hoje.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu tenho a tendência de querer evitar situações em que me sinto presa. No início de fevereiro decidi morar com o meu namorado e acabei entrando em crise. Seu texto explica bem os fatores que me fizeram parar de me sentir encurralada.</p>
<p>Cheguei aqui pelo seu post no twitter. Gostei tanto que até fiz um post sobre isso no meu blog hoje.</p>
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