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	<title>Comentários sobre: Vacuidade e impermanência nas relações</title>
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	<description>Um blog sobre relacionamentos lúcidos</description>
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		<title>Por: Paula A.</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/vacuidade-e-impermanencia-nas-relacoes/#comment-4288</link>
		<dc:creator>Paula A.</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Dec 2008 20:18:18 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigada Gutti.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada Gutti.</p>
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		<title>Por: Gustavo Gitti</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/vacuidade-e-impermanencia-nas-relacoes/#comment-4274</link>
		<dc:creator>Gustavo Gitti</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 21:29:26 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;se a vida não pregar nenhuma surpresa que nos faça realmente olhar a fundo as coisas para identificar como elas realmente são e verificar a sua verdadeira natureza, não estamos todos fadados a viver de uma maneira condicionada por identidades temporárias, como você diz, e de uma maneira ou de outra em relacionamentos não virtuosos?&quot;

Daniel, sim, aparentemente, sim. ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;se a vida não pregar nenhuma surpresa que nos faça realmente olhar a fundo as coisas para identificar como elas realmente são e verificar a sua verdadeira natureza, não estamos todos fadados a viver de uma maneira condicionada por identidades temporárias, como você diz, e de uma maneira ou de outra em relacionamentos não virtuosos?&#8221;</p>
<p>Daniel, sim, aparentemente, sim. ;-)</p>
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		<title>Por: Daniel</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/vacuidade-e-impermanencia-nas-relacoes/#comment-4273</link>
		<dc:creator>Daniel</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 21:25:17 +0000</pubDate>
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		<description>Belo artigo Gitti, muito bem escrito, articulado e fundamentado.

Anyway, é difícil chegar a esse nível de profundidade não é não?

Até mesmo, se a vida não pregar nenhuma surpresa que nos faça realmente olhar a fundo as coisas para identificar como elas realmente são e verificar a sua verdadeira natureza, não estamos todos fadados a viver de uma maneira condicionada por identidades temporárias, como você diz, e de uma maneira ou de outra em relacionamentos não virtuosos?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Belo artigo Gitti, muito bem escrito, articulado e fundamentado.</p>
<p>Anyway, é difícil chegar a esse nível de profundidade não é não?</p>
<p>Até mesmo, se a vida não pregar nenhuma surpresa que nos faça realmente olhar a fundo as coisas para identificar como elas realmente são e verificar a sua verdadeira natureza, não estamos todos fadados a viver de uma maneira condicionada por identidades temporárias, como você diz, e de uma maneira ou de outra em relacionamentos não virtuosos?</p>
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		<title>Por: Ju</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/vacuidade-e-impermanencia-nas-relacoes/#comment-4270</link>
		<dc:creator>Ju</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 19:56:07 +0000</pubDate>
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		<description>Fato: ainda vou ler algumas vezes este texto antes de considerá-lo compreendido por inteiro.

O que me veio a mente ao ler o texto foi uma coisa que sempre penso diante dos términos de relação causados pelo medo: &quot;será que se a relação tivesse data de validade/ prazo pra expirar, certo e definido...será que as pessoas se jogariam mais ou cascariam fora mais rápido???

Gosto da idéia de que, não é o simples oposto que nos atrai, mas sim é &quot;o nosso vir a ser&quot; ou seja, aquilo que gostaríamos de ser.

Sim, é uma reafirmação da atração pelo que nos diferencia, mas não é uma diferença qualquer, é uma atração conjunta com a idéia de mobilização interna, nesse sentido,  dá &quot;errado&quot; quando nos num relacionamento um caminha no tal sentido e o outro &quot;permanece&quot;.

Os tempos são diferentes, os caminhos nem sempre se mantém lado a lado, então, fico pensando se aqui vc não crê muito na existência de &quot;uma&quot; possibilidade de relação, a ser cuidada, compreendida, louvada, sentida... ao invés de vivenciar a própria impermanência (ainda vou ter que entender melhor a tal vacuidade) de si mesmo, das coisas e dos fatos. Vivenciar a aceitação de que nem sempre é possível &quot;continuar&quot;, mesmo que mudando, transformando...

Às vezes uma situação serve pra gente ser melhor em outra e não pra ficar sempre tentando melhorar aquela mesma relação...eternamente...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fato: ainda vou ler algumas vezes este texto antes de considerá-lo compreendido por inteiro.</p>
<p>O que me veio a mente ao ler o texto foi uma coisa que sempre penso diante dos términos de relação causados pelo medo: &#8220;será que se a relação tivesse data de validade/ prazo pra expirar, certo e definido&#8230;será que as pessoas se jogariam mais ou cascariam fora mais rápido???</p>
<p>Gosto da idéia de que, não é o simples oposto que nos atrai, mas sim é &#8220;o nosso vir a ser&#8221; ou seja, aquilo que gostaríamos de ser.</p>
<p>Sim, é uma reafirmação da atração pelo que nos diferencia, mas não é uma diferença qualquer, é uma atração conjunta com a idéia de mobilização interna, nesse sentido,  dá &#8220;errado&#8221; quando nos num relacionamento um caminha no tal sentido e o outro &#8220;permanece&#8221;.</p>
<p>Os tempos são diferentes, os caminhos nem sempre se mantém lado a lado, então, fico pensando se aqui vc não crê muito na existência de &#8220;uma&#8221; possibilidade de relação, a ser cuidada, compreendida, louvada, sentida&#8230; ao invés de vivenciar a própria impermanência (ainda vou ter que entender melhor a tal vacuidade) de si mesmo, das coisas e dos fatos. Vivenciar a aceitação de que nem sempre é possível &#8220;continuar&#8221;, mesmo que mudando, transformando&#8230;</p>
<p>Às vezes uma situação serve pra gente ser melhor em outra e não pra ficar sempre tentando melhorar aquela mesma relação&#8230;eternamente&#8230;</p>
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		<title>Por: abraao</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/vacuidade-e-impermanencia-nas-relacoes/#comment-4269</link>
		<dc:creator>abraao</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:03:53 +0000</pubDate>
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		<description>se um grande amigo meu lê-se tal texto, ele o definiria com apenas uma palavra: FOdÁSTICO!!!


pra q levar tudo tão a sério?problemas, quando aprendemos a olha-las de cima, de um ponto mais alto do que ele é, logo acharemos a solução. 
O tempo traz consigo o comodismo, esse comodismo traz a monotonia, e ela por sua vez traz nos torna seres fúteis. Que saibamos subir alto, tao alto que possamos enxergar o problema e de imediato a sua soluçao.  Viva a renovação, viva o novo. 

parabéns Gustavo
sou seu fã man...

P.S. divulgo sempre teu blog...o mundo precisa de pessoas INTELIGENTES!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>se um grande amigo meu lê-se tal texto, ele o definiria com apenas uma palavra: FOdÁSTICO!!!</p>
<p>pra q levar tudo tão a sério?problemas, quando aprendemos a olha-las de cima, de um ponto mais alto do que ele é, logo acharemos a solução.<br />
O tempo traz consigo o comodismo, esse comodismo traz a monotonia, e ela por sua vez traz nos torna seres fúteis. Que saibamos subir alto, tao alto que possamos enxergar o problema e de imediato a sua soluçao.  Viva a renovação, viva o novo. </p>
<p>parabéns Gustavo<br />
sou seu fã man&#8230;</p>
<p>P.S. divulgo sempre teu blog&#8230;o mundo precisa de pessoas INTELIGENTES!!</p>
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		<title>Por: Bia Amorim</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/vacuidade-e-impermanencia-nas-relacoes/#comment-4268</link>
		<dc:creator>Bia Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 15:05:15 +0000</pubDate>
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		<description>As vezes, tudo o que alguem espera é que em determinado momento, vc simplesmente sorria para mudar tudo novamente....</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>As vezes, tudo o que alguem espera é que em determinado momento, vc simplesmente sorria para mudar tudo novamente&#8230;.</p>
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