Resposta padrão para qualquer problema de relacionamento amoroso

por Gustavo Gitti 13 julho 2009 79 comentários

Sem foco, você sente náusea só de olhar para seus problemas. Avança seguindo as direções da sua aflição até perceber que as placas não levam a lugar algum. Era melhor ter limpado os olhos antes de ter andado tanto!

“Gustavo, sei que você não se coloca como conselheiro, mas me senti à vontade para contar o que vem acontecendo comigo. Sou casada, tenho dois filhos, mas atualmente perdi totalmente o tesão pelo meu marido e sinto que ele não me deseja mais. Conheci outro homem que me olha de um jeito… Estou completamente apaixonada e excitada. Sei que basta um sinal meu para transarmos igual loucos. Estou confusa. O que faço?”

“Gustavo, vou ser direto: minha mulher deu pra outro cara, me contou, se arrependeu, estou confuso, sei que ela é a mulher da minha vida, mas não consigo mais confiar nela. Sinto-me obrigado a terminar, mas estou sofrendo muito.”

“Gitti, estava bastante feliz com um menino que conheci ano passado. A gente se dá muito bem, só que ultimamente estou cada vez mais insatisfeita pois ele não assume o namoro. Sua postura “não fode nem sai de cima”, pura indecisão imatura, nos afasta cada vez mais. Penso em não aceitar isso e terminar, ou você acha que devo esperar mais um pouco? Estou aflita!”

Eis algumas citações inventadas com base nos longos emails que recebo. Não são bem invenções: apenas cortei todo o bla-bla-blá e o excesso de reticências e pontos de interrogação de 3 deles.

A origem da resposta padrão

Eu não acredito em manuais de auto-ajuda, respostas definitivas, verdades últimas. Não há critério absoluto para apontar qual é o melhor caminho. Se você sabe que alguém está indo de ônibus de São Paulo para Natal e tenta ser generoso oferecendo uma passagem de avião, nada impede que o avião caia e faça de sua ação um desastre nada compassivo. Se a mulher trai o marido, quem pode afirmar que isso é ruim para o casamento ao ver a relação deles melhorar?

Aos primeiros pedidos de conselho que recebi, respondi indicando passagens de avião e rejeitando traição. Ou seja, adentrava a situação, visualizava uma saída e sugeria um caminho que poderia ser benéfico. Como não sou psicólogo, xamã, guru, padre ou lama, deixava claro que estava respondendo como um amigo qualquer. Ainda assim, fiz o voto de não emitir opiniões pessoais correndo o risco de piorar ainda mais o problema. A cada novo email, olhava com mais cuidado e tentava visualizar um caminho cada vez mais amplo de modo que não envolvesse nenhuma preferência pessoal.

Se não há caminho melhor que outro, o que responder para alguém que pede por algum direcionamento? Ora, a própria percepção de que não há saída – de que pode surgir dor e insatisfação em qualquer posição – é feita de uma perspectiva transcendental, de um olhar que pode ser mantido em qualquer caminho, e que revela igualmente que pode surgir felicidade e liberdade em qualquer posição!

As respostas progressivamente se transformaram de “Faça dança de salão” ou “Exija direcionamento e estabilidade de seu homem, não aceite sua mediocridade” para algo assim: “Você pode sofrer e ficar insatisfeito com ou sem sua namorada, assim como pode ser feliz e livre com ou sem sua namorada. O ponto não é continuar ou terminar, mas ser livre e construir relações positivas em todas as direções”.

Tal postura evoluiu até que há uns dois meses escrevi uma mensagem para uma mulher e no dia seguinte a encaminhei para outra e depois para um homem e depois para uma menina… Só alterava o nome e uma frase ou outra. Não sei bem se fiz isso com a motivação de não perder tempo ou se queria de fato trazer algum benefício. ;-)

De qualquer modo, escrevi com toda a sinceridade, como se a pessoa fosse meu filho ou uma grande amiga. Escrevi aquilo que eu mesmo gostaria de ler quando imerso em situações complicadas e doloridas.

A cada email idêntico que enviava, me questionava sobre a universalidade de nossa dor: quanto mais específico e particular o problema, mais ele se aproxima das aflições de nosso vizinho, de nosso colega de trabalho, de nossos pais, netos, ex-namorados, primos de segundo grau, de estranhos na rua, franceses, japoneses… Como ensinava Guimarães Rosa, o mais particular não é senão o mais universal: “O sertão é do tamanho do mundo”.

Qual é o nosso verdadeiro problema?

Visão embaçada: nenhum caminho é a saída. Apenas o sinal STOP não está proibido. Parar é a única saída.Lama Padma Samten conta que recebe emails gigantes ou escuta alunos falarem por quase uma hora. História detalhada, problema justificado. O discurso dá solidez e um caráter de ineditismo e singularidade ao problema. É como se disséssemos: “Lama, o senhor dá instruções que valem para todos, menos para mim”.

Ainda que nossa mente saiba do absurdo de tais crenças, nosso coração e nossos pulmões afirmam com toda a ingenuidade: “Isso nunca aconteceu antes com ninguém, essa história toda é inédita, eu não sei e ninguém saberia o que fazer, por isso dói tanto!”.

Durante uma confusão, ao enviarmos um email pedindo conselhos, o que mais desejamos é reconfigurar a situação. O homem traído deseja, antes de tudo, que possa voltar ao passado e desfazer o evento, ou, pensando mais realisticamente, que sua mulher se arrependa e corte o envolvimento com o outro, ou que ele mesmo deixe de amá-la. Queremos uma resposta para a pergunta que fizemos e assim nunca percebemos que o problema se esconde na própria pergunta!

A esposa insatisfeita não sabe se trai ou não o marido, a mulher aflita pergunta como voltar com o marido e a garota que se sente carente arruma um parceiro atrás do outro… Elas todas enviam emails perguntando o que fazer, buscam alterar as situações ao redor, e sequer desconfiam de seus verdadeiros problemas: insatisfação, aflição, carência. Ora, elas não estão sofrendo porque desejam trair, querem voltar ou fazem sexo sem parar… Elas estão sofrendo porque estão oprimidas pela carência, se movem por insatisfação e estão afogadas em emoções perturbadoras.

Achamos que nosso problema é o namorado que foi embora, a mulher que traiu, o parceiro indeciso, a falta de sexo, a comunicação confusa,  a ausência de diversão, grana ou tesão. Mas não é. Nosso problema é a insatisfação gerada por colocarmos nossa felicidade, nossa alegria, nossa energia, nossa respiração, nossa vida em cima de bases instáveis como um namorado, uma mulher, um apartamento, um emprego, uma conta bancária, uma identidade, um pensamento, uma religião…

Diante de um longo email ou depois de um discurso todo enrolado no qual a pessoa se esforça para explicar sua situação (“Vou dar os detalhes para o senhor entender bem por que estou sofrendo”), um mestre de meditação, que obviamente já sabe por que a pessoa está sofrendo antes mesmo de ela começar a falar, enxuga e reduz a complicação com uma simples pergunta: “Como está sua mente? O que você está sentindo? O que está sofrendo?”. A pessoa tenta explicar por que e como está sofrendo. Então o mestre pergunta novamente: “O que você está sentindo?”.

Ela não entende qual a relevância disso, afinal tem uma situação a resolver. Por um instante acha que o mestre não entendeu o problema, mas enfim responde: “Estou sentindo raiva” ou “Estou ansiosa” ou “Estou deprimida”. E então o mestre sorri: “Ótimo, então descobrimos o problema! Pratique meditação com a motivação de se liberar da raiva e também com o desejo de que nenhuma outra pessoa seja arrastada por isso”. Ou “Temos bastante trabalho a fazer aqui na comunidade, eu soube que você é médico, então comece amanhã a atender as pessoas que não podem pagar. Isso vai curar sua depressão”. Para a ansiedade, além da meditação, talvez ele ensine alguma arte como thangka ou sumi-ê.

Curiosamente, o mestre ignorou toda a situação, não falou como agir com o ex-marido, o que falar para a namorada, o que fazer, qual direção seguir. Se o aluno seguir a instrução, transformar sua mente e se liberar da aflição, o sofrimento pode não desaparecer por completo, mas ele não exigirá uma decisão. O desconforto será visto como tal em vez de agir por trás impelindo mil ações precipitadas. Restará uma situação a ser vivida como qualquer outra, seja o fim ou a reconstrução de uma relação, a mudança ou a permanência no trabalho, na cidade ou no casamento.

Sem um mestre desses, fazemos tudo ao contrário. Assim que surge a insatisfação, a raiva, a carência, a ansiedade ou qualquer forma de perturbação, sentimos um desconforto, uma necessidade de se mover, mudar, tomar uma decisão. Em nenhum momento desconfiamos que estamos sendo comandados pela aflição. Pelo contrário, ela vira nosso líder, mestre, guru, nossa intuição mais sábia: “Estou sofrendo muito, acho que é o momento de acabar com ela!”.

Nós sofremos porque vivemos sob a ilusão de que alguns caminhos são mais seguros do que outros, que uma identidade é melhor que outra, que a estabilidade pode ser encontrada em alguns pontos e não em outros, que seremos felizes com algumas pessoas e não com outras. Sem perceber, passamos a vida inteira buscando tais posições, identidades, locais e pessoas. O fim da história nós já sabemos e teimamos em ignorar: todos morrem antes de conseguir encontrar o Santo Graal.

Tomando essa ilusão como referencial, sempre que surge algum sofrimento, interpretamos a situação como um alerta: “O príncipe não é ele, o paraíso não é aqui, o Santo Graal deve estar em outro lugar!”. Desconforto, insatisfação, vontade de se mover, decisões calculadas, consulta com o psicólogo, longo email para o Contardo Calligaris, para o amigo sábio, para o lama ou para o moleque do blog lilás.

Enfim, depois de acertarmos o diagnóstico, é fácil entender a resposta padrão. Vou imaginar uma mulher, mas funciona bem com um interlocutor masculino (basta mudar pouca coisa).

Simples e curta, aqui vai…

A resposta padrão para qualquer problema de relacionamento

O curinga é a carta que vale como qualquer uma, a resposta para qualquer pergunta, a saída para qualquer problema

“Oi, Nome-da-pessoa-confusa,

Situação linda essa, não? Olha, vou ser sincero, mas talvez não seja a resposta que você esteja esperando.

Pode ser que você trepe com ele insanamente, se libere e melhore sua relação com seu marido, descobrindo modos de ter prazer. Ou pode ser que você e se envolva e construa uma nova relação, dando fim ao seu casamento.

Ir ou ficar, ter outro homem ou não, ambos geram aflições. A saída não é ir ou ficar mas superar as aflições (ansiedade, carência, medo, raiva, inveja, orgulho etc). Como a gente não entende isso, melhor ir e ficar para se foder de todo jeito e então sacar que o caminho é outro.

Se você não se relacionar com outros homens, vai ficar sempre com algo intocado dentro de você e algo não vivido esperando lá fora. Mesmo se esquecer esse cara, surgirão outros. O processo será o mesmo. Same old song.

Se você der pra ele, vai deixar coisas que não quer deixar, vai fazer esforço em uma direção e depois vai se arrepender – assim como se arrependerá se não viver a paixão.

Se tentar ir por disciplina e repressão, vai se segurar o resto da vida, com um certo amargor. Por outro lado, se você se soltar totalmente, vai fazer outros sofrer e gerar constante tensão interna.

Essa constante insatisfação é nosso grande problema. Quando você perceber isso 100% com mente e corpo, quando entender que não temos saída alguma tentando acertar dentro desse processo cíclico, indico um site e 5 livros:

Centro de Estudos Budistas Bodisatva
Centros de meditação sob orientação do Lama Padma Samten: São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Salvador, Florianópolis, Joinville, Campinas, Niterói, Curitiba… Procure o centro mais próximo e experimente sentar em silêncio.

Lama Padma Samten A Alegria de Viver Sakyong Mipham Rinpoche Pema Chodron Pema Chodron

Desejo que você supere isso tudo direto na raiz, que é a mesma para todos nós: você, seu marido, os dois caras, eu, minha namorada…

Sem as aflições, tanto faz com quem esteja. Solteira, casada, divorciada, com um, com dois, com três, sem ninguém, só com amigas, sozinha, não importa. Sem as aflições, não há um caminho melhor que o outro. Você será feliz e fará outros felizes em qualquer condição.

Enfim, o que eu desejo é que você seja feliz e possa ter a habilidade de fazer os outros felizes, seja seu marido, amante, ex-marido, ex-mulher, filho, filha, prima, primo, ficante, casinho, amigo, chefe, prostituta, avó, uma desconhecida ou o mendigo que você ignorou hoje pela manhã.

Um abraço,

Nome-da-pessoa-que-se-acha-o-conselheiro-amoroso-guru-dos-relacionamentos”

P.S.: Coloquei um link para esse texto na página de contato do site. De agora em diante, só aceito emails puxando conversa ou com qualquer outro propósito que não pedir conselho. O que eu tinha para oferecer está aí em cima. Espero que todos nós possamos cultivar estabilidade, leveza e liberdade para ajudar todos ao nosso redor a fazer o mesmo.

P.S. 2: Indiquei o CEBB porque é onde pratico e os 5 livros porque já li e são de pessoas que praticaram meditação e investigaram processos cognitivos e emocionais por mais de 30 anos dentro de um método estruturado. É claro que há outros centros e outros livros que focam no treinamento de uma mente livre. Enriqueça a lista nos comentários.

P.S. 3: Se você usar o email padrão com algum conhecido, deixe um comentário mostrando se alterou muita coisa ou se ficou praticamente igual. Assim podemos destilar a resposta e torná-la mais abrangente. ;-)

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79 comentários »

  • Nati

    Bom começar a semana com esta lucidez e este entendimento.

    Apesar deste pensamento ser mais ideológico do que prático na minha vida, concordo com cada letra. Não consigo não me afligir com minhas carências e egoísmos, mas pelo menos já sei esperar até a angústia se acalmar para decidir qualquer coisa. E quase sempre, não há nada a ser decidido. Está tudo perfeito. O problema é sempre eu mesma, com minha vida que escolhi e amo.

    Vai entender!

    Acho o máximo isso. Coisas que me fazem imensamente felizes, sem mudar nada me deixam insatisfeita e depois felizes de novo..
    E nestes momentos eu tenho dó dos meus amigos, que me escutam, que me lêem via net, porque escutam blá-blá-blá sem fim..

    Cest la vie!

  • Martinha

    Que todos sejam felizes!!!

  • Anderson A

    Cara, conheci o Trungpa através do seu blog e por essa via iluminada, a meditação. Obrigado por isso que, vc sabe bem, não é pouco.

  • Katy

    Olha, valeu a pena esperar mais de um mês por um post novo do “moleque do blog lilás”…rsrs.
    Porque falou tudo que eu queria ouvir…já tinha me falado por e-mail, né? Mas eu ignorei…sempre queremos uma resposta fácil, imediatista…
    Eu procuro manter em mente que a minha felicidade deve depender única e exclusivamente de mim, mas as vezes, me pego pensando/sentindo: ‘meu marido não me faz feliz’…como se ele tivesse tal obrigação, ou não estivesse se empenhando nisso.
    Por isso digo que não acredito em amor, porque buscamos alguém para nos completar, nos fazer feliz…
    E sempre nos frustramos. Vou deixar de amá-lo só porque ele ficou com outra pessoa? E se ele souber que eu também o traí, vai deixar de me amar?
    Esse amor que dizemos sentir é puro interesse egoísta…Interesse em satisfazer meu ego, minhas necessidades, mesquinharias…
    Amor seria algo mais sublime, sabe. Eu desejaria o bem daquela pessoa, de todo o coração, ela estando comigo ou não, eu faria de tudo para agradá-la, para vê-la feliz…..enfim, é diferente!
    Eu estou num momento bem complicado (inédito!rsrs) e dessa vez vou olhar o site e os livros que você indicou…

    Excelente post, você é sensacional, Gitti e o lilás é a cor mais linda que existe!!! (até rimou!)
    Beijinhos.

  • Isso aí G!
    Já chega de consultas, pois agora é a sua vez! Vc merece!
    Bjusss

  • Claudia Chow

    Lindo e perfeito, como sempre! ;)

  • Michele

    Espero que este link e estes livros me ajudem a melhorar minha corrosão interior… Minha imensa ‘maldade’ em não conseguir ‘engolir’ o filho do meu marido e principalmente, o dinheiro dispensado fora do casamento… (me odeio por isso).
    Ainda bem que li antes de enviar um e-mail-pedido-de-conselho… hehe

  • Giovanna

    Já estava sentindo falta dos teus textos… mas a espera valeu. Falou muito do que se passava na minha mente. Compreender que a insatisfação é sempre interna é difícil no meio de tudo, mas você conseguiu elucidar isso mt bem!

    Amoooo seu blog! Continue escrevendo, tenho certeza que faz a diferença!

    Bjos

    ps. seu txt no PdH sobre homens mimados está ótemo! Amei

  • Xana

    realmente esse texto é a resposta pra tudo.
    :)

  • O Mundo de Léo

    “”"Enfim, o que eu desejo é que você seja feliz e possa ter a habilidade de fazer os outros felizes, seja seu marido, amante, ex-marido, ex-mulher, filho, filha, prima, primo, ficante, casinho, amigo, chefe, prostituta, avó, uma desconhecida ou o mendigo que você ignorou hoje pela manhã.”"”"”

    Sensacional essa parte do texto, até me lembrou daquele texto ” Oferecer” (para homens)

    quando conseguimos realizar algo de bom pras pessoas, nos sentimos vivos e satisfeitos.

    desde que botei em prática algumas coisas que li aqui, tenho evoluído como pessoa

  • Lívia

    obrigada por, com seu texto, fazer a nati comentar algo tão útil pra mim…
    bjos!

  • Gustavo Gitti (autor)

    “Cara, conheci o Trungpa através do seu blog e por essa via iluminada, a meditação. Obrigado por isso que, vc sabe bem, não é pouco.”

    Sim, não é pouco. Fico muito feliz, cara!

  • Nathalia Cristine

    É surpreendente o modo como as pessoas não enxergam o óbvio. Sempre que alguma amiga me fala “Poxa, ele cansou de mim”, eu falo “É, cansou mesmo!” Mas não pelo fato de ele ter realmente cansado, e sim porque ela não percebe que ela está criando complicações na própria cabeça. Ela quer alguma explicação pro que está acontecendo e esquece de se analisar. É tudo o que você disse aí em cima…
    A gente sempre quer culpados pros nossos problemas, sempre fica pensando o que fez de errado, e é uma coisa tão simples. É tudo uma questão de auto-conhecimento.

    “Se você se conhece e conhece o inimigo, não precisa temer o resultado de 100 batalhas.”
    Sun Tzu, A Arte da Guerra.

    Muito legal o texto, como sempre. Adoro seus textos!

  • Fábio Reynol

    Olá,

    Uma dica de leitura para quem encontra dificuldade na meditação:
    “A arte da atenção” de Jean Yves Leloup, para quem quer dar os primeiros passos na concentração. Me ajudou bastante no começo dos mergulhos interiores.
    Vou atrás de suas dicas de leitura, Gustavo. Obrigado!

    Namastê,

    Fábio Reynol

  • Samuel Carnero

    Sábio Gustavo, ao invés de responder vários emails, fez um padrão. Você não precisa mais responder aquele meu email lamurioso com um texto de 6 páginas em anexo. -:) As respostas estão nesse seu novo post. Carência, ansiedade, projeção, dependência do outro, arquétipos que crio em minha mente, entorpecida por maya. Meditação, silêncio e riso. É o caminho. Já sei disso há tempos, agora preciso aplicar. Ficar em paz comigo mesmo, não depender de nada externo, nada. Já fui numa quarta lá no CEBB e gostei. Prometo tentar ir nesse domingo às 09:30 ao seu encontro. “Leva-se muito tempo para ser o que se deseja ser”. Abração!

  • Gustavo Gitti (autor)

    Grande Samuel!

    É, cara, é por aí mesmo.

    Quando a coisa aperta, ninguém quer mudar. É impressionante! Tudo o que a gente quer é parar de sofrer, resolver, ter algo de novo, se livrar de algo, acertar, conseguir, se dar bem.

    Mudar a mente? Que nada! Isso dá trabalho. Muito melhor perder um puta tempo tentando encontrar uma nova solução pra cada novo problema.

    Trocamos um problema por outro que AINDA não parece problema. ;-)

    Abração!

  • Pedro

    Venho aqui dar um testemunho de vida.

    Por uma recomendação do próprio Gustavo, comprei e li o primeiro livro que ele recomendou aí, Meditando a Vida.

    Esse livro têm mudado minha forma de pensar, elucidando o meu maior problema que é a constante necessidade de referenciais externos e impernamentes para minha felicidade. O livro ensina a necessidade de transformar nosso contidiano em prática espiritual, para que nos tornemos pessoas mais livres, espontâneas e felizes.

    Enfim, assino embaixo as sugestões. E o único conselho que tenho é: não se acomode, procure saídas para seus problemas que elas existem.

  • Lara

    Êêêê Gustavo! Que beleza! :))

    Libertemos o Gitti desta repetitiva missão!

    Libertemos-nos todos!

    Acho que chegar nesse nível de discussão é um dos grandes ápices do blog. Poxa vida, esse lance é bem profundo, é mto RICO. Espero que todos nós possamos viver nesse caminho.

  • @cristalk

    caro gu

    este foi o melhor texto que já li aqui. obrigada. mesmo.

    beijo

    da @cristalk

  • Ana Carolina

    Achamos que nosso problema é o namorado que foi embora, a mulher que traiu, o parceiro indeciso, a falta de sexo, a comunicação confusa, a ausência de diversão, grana ou tesão. Mas não é. Nosso problema é a insatisfação gerada por colocarmos nossa felicidade, nossa alegria, nossa energia, nossa respiração, nossa vida em cima de bases instáveis como um namorado, uma mulher, um apartamento, um emprego, uma conta bancária, uma identidade, um pensamento, uma religião…

    Perfeito Gitti.

    Se percebessemos isso como tornaríamos a nossa vida mais positiva. Vira um tipo de auto-sabotagem, nos machucamos e concentramos o esforço no problema errado.

    E sim, mais de um mês para um post maravilhoso” *Quase todo dia vinha aqui pra ver se tinha novo post*

    Bjo

  • Silvia K.

    Gustavo, te descobrí esses dias, tudo aquí é mto ótimo, sou sua seguidora lá noutras bandas pois não quis perdê-lo de vista, hj voltei prá me apresentar e deixar oizinho… aos poucos vou conhecendo tudo melhor, embora já possa dizer que foi um achado e um grande prazer!

    Bjos de foca!

  • Marília

    Gustavo, mais uma vez você impressionou. Concordo plenamente com a Nati, acho que eu já conhecia esse método, só faltou a esquematização de algo sentido que você fez (mais uma vez) geniosamente. (assim como no texto sobre tapa na cara)

    Aplico isso em todos os ambitos da vida e facilita muito a convivencia diaria com pessoas complicadas e não complicadas. Acho que a minha maior aflição no momento eh, mesmo depois de passar a angustia, perceber que minha vontade não muda (fim d 3 anos e 6 meses).

    Não estou pedindo conselhos, só me questiono simplesmente como uma pessoa tão decidida do que quer da vida simplesmente não consegue colocar 100% em prática o que deseja? (tenho saído com meu ex e ele persiste em tentar me reconquistar) Pela minha calma excecissa eu deixo que ele tome conta da minha vida, mesmo sabendo que não devo, e ainda não consegui sair de vez dessa relação, apesar de ter quase certeza de que o fim eh inevitável.

    O pior eh ver ele se magoando com toda essa situação. Outra coisa pior eh enxergar que eu quero dar uma ultima oportunidade a esse relacionamento, depois de 6 anos e meio 6 meses numa breve tentativa, parece ser um tempo razoável para tentar uma ultima vez, meu medo eh perder uma boa oportunidade d novo relacionamento, mas fazer oq?

    Mais uma vez agradeço pelos textos, pelo menos tenho certeza de que tenho feito certo todos esses anos, e que agora estou nas decisões certas…

    Parabens mais uma vez pelo seu blog, ele me tem feito crescer ainda mais como mulher!

  • Aprendiz de Afrodite

    Querido Gustavo

    Imagina só a minha cara começando a ler este post, e, claro que desde o começo eu já sabia no que ia dar!
    Minha boca não consegue fechar… é, estou rindo sim!

    Achei inclusive que iria encontrar minha carta mais específica no post, mais como você mesmo disse, no final é tudo a mesma história, com algumas variantes.
    Acabo de ler sua resposta pra mim aí em cima, e fico imaginando se recebeu algum feedback como o meu. Como você mesmo disse, é a mesma história com algumas variantes, apenas temos necessidade de nos identificarmos uns dos outros.
    Pena que na sua resposta pra mim você excluiu o primeiro parágrafo, com a parte do “trepar insanamente”, hahaha!!!!

    Enfim, eu fiquei de te escrever sempre, contando como estava,e já faz tempo que não escrevo, então diante deste post acho que devo fazê-lo aqui mesmo, que foi o lugar aonde tudo começou prá mim. Assim como as pessoas das outras cartas, também te encontrei aqui.

    Sempre achei que todo grande conflito está ligado a uma grande mudança, e quando descobri esta verdade da primeira vez eu estava passando por um “grande conflito”, entretanto, na época em que ele aconteceu, não tinha os elementos necessários para provocar a mudança que precisava, aliás, eu sequer consegui enxergar aonde eu precisava fazer a mudança, e muito menos como. E, acredite-me, eu tentei encontrar, muito!!!!!!!
    É como o fogo, para acontecer precisa de combustível e comburente, na ausência de alguns desses, ele não acontece, ou ainda pode até apagar-se.

    Não digo que não tenha encontrado nada, hoje vejo claramente que toda a busca que fiz naquela época preparou minha mente e meu coração para este momento que estou passando agora.
    Do contrário, teria passado por mais este “conflito” e sequer teria desconfiado de outro caminho. Ou ainda que ele me fosse colocado diante dos meus olhos, eu ainda assim não o teria enxergado, e teria ido por outro caminho que fatalmente me levasse de novo ao conflito, que me levaria à busca, e que me levaria a procurar algum caminho, ou não. Como num ciclo. É o carma, não tem jeito !!!!!!
    Hoje vejo inclusive que todos os ditos “conflitos” dos quais falo aqui, no fundo tinham a mesma motivação e posso dizer até que tinham e tem um certo padrão bem conhecido. É, sinto-me como o ratinho girando na sua rodinha sem poder sair.
    Mais o legal, é que agora eu sei disso! Pude ver !! e estebelecer relações em meus próprios padrões de comportamento.No início fiquei meio chocada comigo mesma, mais agora, chego até a achar engraçado !!!

    Irei te contar uma história que é para que veja o quanto todas as coisas estão relacionadas, e também para que perceba o que talvez já saiba ,que todas as pessoas tem ação umas sobre as outras, e você teve, e tem tido muita importância no caminho de muita gente!!!
    Cada carta-resposta que você enviou, ainda que “iguais”, tiveram algum grau de importância na vida de cada pessoa que a recebeu. E este grau de importância e até mesmo de ajuda que a pessoa atingiu, aí já não depende mais de você, porque depende muito de quais histórias cada pessoa viveu, de cada experiência vivida por elas, e, claro, se elas tinham os elementos necessários para provocar a mudança necessária. Porque arrisco dizer até, que algumas das respostas recebidas de você, talvez nem tenham sido sequer completamente entendidas.

    Lembro-me agora que você excluiu algumas outras coisas na minha resposta também!!!
    Você não me falou da parte da aflição, ou da carência … E, que bom!!!!!
    Porque na minha tentativa de encontrar essas respostas, eu além de ter encontrado essas que acabo de mencionar, encontrei ainda muiiiiitas outras!!
    Além do que, todo o meu processo na busca pelas respostas a respeito de mim mesma, me deram um grande prazer e uma enorme alegria!!!!!!!
    Então no fundo tenho que te agradecer porque na verdade, você não me deu resposta nenhuma, mais incitou-me a buscar a minha própria resposta, e encontrar meu próprio caminho, como poderia ter sido melhor????

    Há!!! a história né!!!
    Olha só, esta história aconteceu mesmo, e quem me conhece, sabe que é super normal que isso tenha acontecido porque, eu sou mesmo um “pouquinho” distraída! Você sabe que é verdadeira porque acompanhou até quase o final minha busca, eu mesma te contava por e-mail, só não tinha contado a última parte, e isso me dá a chance de contar a história toda agora.

    A HISTÓRIA:

    Depois de ter me colocado “inconscientemente-de-propósito”, na minha “situação de conflito” da vez, só mudando o cara em questão, surtei e escrevi para “o menino do blog lilás”.
    Aparti daí, fui para outra cidade e tentei por várias vezes ir a alguma prática do CEBB. Como já sabe, não consegui na época.
    Li um montão de livros, fucei a internet inteira, consegui finalmente ir à palestra do A.W. Ufa!…mandei e-mail para o CEBB desta outra cidade na tentativa de encontrar pessoas que praticassem meditação e budismo aqui na minha cidade, e, consegui encontrar !

    Então, saio da garagem de casa no meio de um temporal e atrasada para ir finalmente a minha primeira prática de meditação.
    Quando acabo de dobrar a rua…Nossa!! Que estranho!!!!!!! o endereço que eu tinha na mão do centro de estudos ficava na rua de trás da minha casa!!!!!!!!!! Como eu não tinha percebido???
    Deve ser longe, pensei comigo, porque nunca reparei em nenhum centro aqui perto! eu teria visto!!!!!!!!
    Dirijo o carro e, mais uma surpresa! os números estão decrescendo, não pode ser pra este lado! Faço a volta com o carro, e dirijo na direção da minha casa de novo, estaciono o carro na garagem de casa…e vou a pé.
    O centro de estudos, acredite-me, fica na rua de trás do meu prédio. Posso ver quando as primeiras pessoas chegam porque vejo quando as luzes são acesas lá. Ninguém no centro deve ter entendido de início porque eu ria tanto !!

    Não é incrível! Esta insignificante história pode nos dizer que, às vezes as respostas estão “na rua de trás”, bem pertinho da gente, o que acontece é que nem sempre podemos enxergá-las, porque simplesmente talvez não estejamos preparados para elas. No momento certo, com o combustível certo, podemos acender o fogo. Nosso próprio fogo interno.

    Então, termino o meu e-mail plagiando uma parte do meu próprio e-mail que enviei pra você, há dois meses atrás????

    Aqui vai:

    “O caminho tava errado mesmo, e, no fundo já sabia, só não queria que fosse.

    Mais aprendi muitas coisas a meu respeito até chegar aqui. E, ainda estou em processo de assimilação de todas essas verdades.

    O mais importante, queria que soubesse que você teve parte importante na busca pelas minhas verdades, especialmente através dos seus textos.

    Fico aqui pensando em quantas pessoas que assim como eu, também acabam de alguma forma encontrando alguma coisa, ou muitas coisas através de você e do que escreve. Embora teus textos pareçam despreocupados, descompromissados e desvínculados de qualquer coisa, isso não é verdade, porque se vê que na essência de tudo que te representa, existe sim um grande compromisso com a vida, com a alegria de viver, e um grande respeito e amor para com todas as pessoas.

    Existem ainda muitas coisas por descobrir, mais algumas eu já tenho a pista, e estou atrás.

    Entendo que tudo isso que me aconteceu, foi parte de algo muito maior e que tem muito mais a ver comigo mesma do que com o próprio fato em si. E me possibilitou um monte de outros caminhos que nem imaginava antes percorrer.

    Então, obrigada de novo! e

    Desejos de mais sucesso de novo também!
    beijos”

    Só mais uma coisinha !

    Também coloquei isto no primeiro e-mail que te enviei, lembra?

    “Mi abuela tenía una teoría muy interesante, decía que si bien todos nacemos con una caja de cerillas en nuestro interior, no las podemos encender solos, necesitamos oxígeno y la ayuda de una vela. Sólo que en este caso el oxígeno tiene que provenir, por ejemplo, del aliento de la persona amada; la vela puede ser cualquier tipo de alimento, música, caricia, palabra o sonido que haga disparar el detonador y así encender una de las cerillas. Por un momento, nos sentiremos deslumbrados por una intensa emoción.”

    Quando coloquei este texto aí em cima, achava que a “chama” fosse “o outro” em questão, agora vejo claramente, que, na verdade, era você.
    Mais a minha chama mesmo, só irá continuar brilhando enquanto eu mesma me dispuser a mantê-la acesa.

    Obrigada de novo, e de novo…
    Afrodite

  • maria

    nossa, PARABENS!!
    EU apenas olhei por alto, acabei de descobri seu blog
    e estou com vontade de ficar aqui lendo…lendo
    mas tenho que ir trabalhar…
    Como praticamente nao tenho amigos homens, gosto
    de ler coisas que homens escrevem…
    que bom que descobri este blog…sucesso
    bjus, bjus
    maria

  • alexbs

    Excelente texto.

    Como livro para aprendermos a trabalhar melhor com o que a vida nos oferece, recomendo, para quem está de fato disposto a se esforçar nesse aperfeiçoamento,”Mente Zen, Mente de Principiante”, de Shunryu Suzuki (obra sobre a qual o Gustavo já falou aqui no blog).

    Abraços, Alex.

  • Jazz

    vai fazer outros sofrer e gerar constante tensão interna

    não seria fazer outros sofrerem? ;-)

    ótimo texto. bises.

  • Marcia

    “…Trocamos um problema por outro que AINDA não parece problema. ;-)”

    A melhor parte do texto é a sua resposta ao comentário de alguém. É isso aí, dá mais trabalho manter uma conquista do que conquistar alguém novo. Até esse algo novo se transformar em problema e trocarmos por um outro, por um outro, por um outro…

    Não há fórmulas certas, não há verdade absoluta,… para cada um existe um caminho, se é certo ou errado, só a pessoa pode saber experimentando.

  • Gabriela Morena

    Esse blog lilás mudou tanta coisa na minha forma de ver os relacionamentos….
    Nós sempre queremos tudo, amar, ser amado, ser mimado, ter tesão 365 dias por ano, viver um lindo romance a todo momento e depositamos tudo isso em cima do outro. É bom ter alguém que saiba dizer com as palavras certas que se não resolvermos certas coisas dentro de nós mesmos nunca relacionamento nenhum nos satisfará.
    Explendido esse post!!!!!

  • Amei este trecho…

    …Se você der pra ele, vai deixar coisas que não quer deixar, vai fazer esforço em uma direção e depois vai se arrepender – assim como se arrependerá se não viver a paixão.

    Para conquistar alguma “coisa” nesta vida temos muito trabalho, e todo esforço quase sempre não tem resultado imediato.
    Creio que a necessidade deste resultado imediato é que gera a insatisfação.
    Ultimamente venho refletindo assim, só sabemos se a história deu certo por seu final feliz, mas o que adianta ser feliz se foi o final?
    Então é melhor considerar o caminho, fazê-lo agradável e deixar de se preocupar onde se quer chegar.

    Grande beijo muito obrigada e felicidades mil!!

  • Paulo

    Distancia… Vo contar minha história com ela:
    Nos encontramos pela internet. Fiquei muito tempo pensando, estudando, lendo seus posts e tentando entender o que fazer, mas não sei…
    Ela surgiu quando eu tinha aceitado por dentro a vida como ela estava, com tudo dando errado, tinha aceitado e decidido mudar, transformar. Ela é o ponto de passagem da minha maturidade sentimental, tudo aquilo que eu era parece não afetar quando estou com ela (pela internet). Tenho medo de descrever muito, ficar muito grande e você não querer ler, então vou deixar simples, se quizer + detalhe me peça que te explicarei +.
    O importante é que eu me envolvi e gosto de saber que ela existe, só que moramos longe, faço faculdade e não tenho tempo para trabalhar e no momento não tenho condições para visitá-la. Então gostaria de sua opinião, o que você acha de duas pessoas que nunca se viram, começarem a se amar? É possivel que dê certo? Tem algo que possamos fazer há distância para não deixar que isto se enfraqueça?

  • Isa

    Gustavo, fico impressionada com a sua capacidade para entender de almas e verbalizar o que não sabemos explicar.

    Sou fascinada por todas essas questões que vc aborda no blog e por sua competência em elencar as idéias tão bem. Não estou jogando confetes (acho isso um saco) mas é realmente impressionante a dimensão que as suas palavras adquirem.

    Me considero uma pessoa “bem analisada” (rs), que busca ser coerente e madura nas atitudes, decisões, evitando surtar na maior parte do tempo.

    But, estou vivendo uma situação que, até a leitura deste post, estava me incomodando muito: a necessidade de encontrar uma definição para uma questão a dois.

    Agora me pergunto: preciso de uma definição? por quê? não posso deixar a vida seguir o fluxo, ler os livrinhos que vc indicou, meditar e ver o que o Universo vai me reservar?

    Enfim, um novo ponto de vista surge a partir de um texto do garoto do blog lilás.

    Você tem noção do dom que possui? E da responsabilidade que o acompanha?

    Um grande abraço

    PS: Aprendiz de Afrodite, adorei sua história e a coragem de se abrir em público assim. Só um toque: você escreve bem, mas coloca “mais” quando o correto é “mas”. Bjão

  • Os Melhores da semana (Parte 7) | Os Amorais

    [...] Didi, Sarney, criolos, bonecas e corruptos. O Banquinho – Catarse ha ha ha Não dois, não um – Resposta padrão para qualquer problema de relacionamento amoroso Diário de um Bobo da Corte – Masturbação é pecado Sítio do Júnior – Ah, a famosa objetividade [...]

  • mariana

    Oi, gostaria que saber uma coisa. Me senti atraida por um cara q teve um passado complicado. Ele foi caso de outro homem, que é parente. Hoje em dia,ele mora na mesma casa q esse cara, e eu fiquei com ele, transamos e eu gostei muito!!!!Será q estou entrando numa fria, o momento presente, parece q ele não tem mais nada a ver com esse outro cara!!! Ouço q eles só tem grau de parentesco. Nosso Lance foi muito engraçado, porque ficamos juntos depois de sairmos correndo na chuva, rolou um beijo de depois de vários telefonemas e contatos pela net, ficamos e rolou sexo, desejo e muita coisa boa, fiquei pensando nas pessoas, sinceramente, gostaria q fosse diferente, ele é muito bonito, e agora o que eu faço? Será q devo prestar atençao no presente, e deixar o passado, minhas amigas são muito preconceituosas e falam q sou meiolouca, me fale com sinceridade, estou errada em gostar dessa situação?

  • Luan

    Desde que comecei a ler seus textos, às vezes trocar e-mails e também o tempo que frequentei a cabana já percebi aonde você quer chegar, qual a mensagem que você passa, que, por experiência própria, se botada em prática, resolve qualquer problema. Por tudo que entendi, o drama não está nos “problemas da vida”, mas sim em nossos sentimentos, no que sentimos, em nossos focos. À partir do momento em que algo que te faz sofrer se torna indiferente, você para de sofrer.
    É aí que a meditação entra.

    Agora, mesmo que você tenha consciência disso, caso acomode, e acabe esquecendo certos princípios, seus problemas virarão aflições novamente.

    Acho que o segredo está nas práticas, que, requer, nada mais que inteligência e boa vontade.

    Belo texto, melhora a qualidade de vida de quem ler.
    Um agradecimento extra ao texto sobre homens mimados no papodehomem.com.br , a gente fica mimado sem nem perceber.

  • Rafa

    realm3ente é um padrao.
    adorei

  • MARGARET

    AII QUE PAZ AOS LER SEUS TEXTOS…

    AGRADEÇO A EXISTÊNCIA POR TER ENCONTRADO ESTE BLOG…VICIEI!!! NUNCA MAIS SAI DAQUI NESSE TEMPO DE UM MÊS, DESDE QUE O DESCOBRI…..ME ABRIU TANTAS JANELAS… PORTAS…MUROS..AIAI…PROSSIGO RESPIRANDO MELHOR…

    OBRIGADA…

    OBRIGADA POR ME LIVRAR DE MIM MESMA…

  • myla fonseca

    só li esse texto hoje já q ando meio desplugada, ficando muito mais off-line q d costume. rs

    minha primeira reação foi um puta orgulho – vc, como sempre, em meio a uma liguagem simples, remexe questões super profundas e, ao fim, sempre nos faz pensar – seja quem seja o leitor. homem, mulher, papagaio ou peixinho d estimação. :)

    e assim vc vai tocando as pessoas por esse brasilzão a fora…

    segundo, pra agradecer: qdo conheci seu blog há mais d dois anos, conheci vc, o budismo, o trungpa, o deida, a pema, o lama, o wallace, o fábio, e mil outras coisas q a gente foi apresentando um pro outro e desvelando novas descobertas.

    sem falar nas conversas – muitas delas impagáveis!!!!!!

    e agora estamos aí, a dois dias do seu niver.

    e meu desejo é q vc se torne um puta mestre d taketina – tenho certeza d q é mera questão d tempo apenas – e ministrar oficinas pelo país inteiro até o dia em q vc venha a BH pra poder me ensinar essa coisa da qual nem tenho ideia mas q inteira sei q é fina, q tem coração!!!!!!

    qdo tinha 13 anos, nunca me esqueci disso, a mãe da minha melhor amiga me disse assim, “daqui a 10 anos, quero q me diga o q tem feito”. pra vc, é mais simples ainda, daqui a 100, 50, 10, 1 ano, quero saber das coisas q anda aprontando: quero, em suma, q continuemos amigos.

    amizade com vc é sempre coisa única!

    beijos,

    myla

  • Daniel

    :)

    Ahhh… essas minhas conterrâneas!

  • Gustavo Gitti (autor)

    Myla! Poxa, e eu pensando que foi você que me apresentou o David Deida! ;-) Você fala tanto dele…

    Sorri hoje, no meio do trabalho, quando seu comentário me chegou por email. É sempre uma delícia saber que, em Praga ou Belo Horizonte, você está com os olhos abertos.

    Quem me dera se sua visualização de futuro se realizar…

    A gente vai seguir, tu não te preocupes com isso. A gente segue.

    Abração!

  • Eterna Aprendiz

    Olá amigão, demais,

    Se me permite, vou complementar este seu belo esforço que nos mostra o significado trancendente da nossa dor e sofrimento: após identificar “o nosso verdadeiro problema”, sugiro que nos lembremos deste pequeno poema de Juan Ramón Jiménez

    Não corras,
    não tenhas pressa.
    Aonde tens que ir
    é só a ti…

    Felicidades para todos!

  • Eterna Aprendiz

    Hahahahahaha…eu também sou de Belzonte, uai!!!!

  • Katy

    Gustavo, comprei hoje o livro “Quando tudo se desfaz” (Pema Chodron), e já comecei a ler. Tenho o hábito de ler rápido, mas este, quero ler bem devagar, saboreando cada capítulo e fazendo ‘conexões’ com a minha vida.
    Pensei em vir aqui te contar e deixar escrito dois trechos interessantes:
    “Quando tudo balança e nada funciona, é possível perceber que estamos à beira de algo” [...] (p.9)
    “[...]o sofrimento será inevitável para nós, seres humanos, enquanto acreditarmos que as coisas permanecem – que nãos e desintegram e que podemos contar com elas para SATISFAZER nossa ânsia de SEGURANÇA. (p.11).
    Aí já surgiram muitas indagações e muitas coisas passaram a fazer sentido. Parece que o livro foi escrito para mim…rs
    Ah, o livro “Os lugares que nos assunstam”, não tinha na livraria. O vendedor disse que nem está sendo mais publicado. talvez eu encontre em algum sebo.

    Beijos Gustavo e obrigada por enquanto.
    (Por indicar um caminho…)

  • Maria

    Ótimo texto. É tão dificil não se deixar dominar pelas aflições. O que fazer quando parece que o mundo desaba e que desabaremos junto? Sei que o detalhe não é fazer ou deixar de fazer. Mas as aflições doem.Doem muito mesmo.Seu texto fez com que eu repensasse mais minha vida tão caótica.
    Abraços

  • Khandinho

    Gustavo, eu acho que não sou o único que liga a tv na hora do programado jô e espera ver vc dando uma entrevista…
    Cara nãosou profetamas costumo acertar minhas”profecias”, você vai sentar na cadeira do jô, logo depois de lançar o seu livro, eu já posso até vislumbrar a platéia fazendo aquele “ahhhhhhhhhhhhhh” quando termina a entrevista.

    Não te conheço, conheço seus textos, eles são grandiosos, dignos! my dignos!

    Abraço de um pseudo amigo de Juiz de Fora.

  • Vinicius

    Muito melhor que ler 100 páginas de um livro de auto-conhecimento.
    Muito melhor que passar 1 hora sentado na poltrona do psicólogo.
    Ou talvez, 15 minutos de meditação.
    Precisamos de um gatilho para o nosso despertar de consciência.

    Sua filosofia é bela.
    Te agradeço pelas palavras certas e concisas.

  • Khandinho

    Grande Gustavo, to lendo a Arte de ser Feliz e to gostando muito,valeu a dica!
    Depois do Deida que eu descobri por aqui! mais um grande Livro!

  • Luiza

    Caramba! concordo plenamente com o profeta,digo Khandinho…rs
    Gustavo, adorei simplesmente tuas palavras! melhores que livro de auto-ajuda? orra! estou muito ocupada lendo suas filosofias, ou seja, elas ajudam a muito (eu inclusa) , fiquei feliz como os demais!
    forte abraço e espero ver (breve de fato) teu comentario falando a respeito de tua ida ao programa do Jô e do gosto do café de la. =]

  • Gustavo Gitti (autor)

    Eliana, você chegou a ler o texto inteiro?

    Pergunto sem ironia pois acredito que ele descreve exatamente esse processo de estar infeliz, insatisfeita, em conflito, esperando algo de alguém, sentindo emoções contraditórias, felicidades impermanentes e com a necessidade de tomar uma decisão.

    Por incrível que pareça (afinal eu não conheço você!), creio que a resposta acima vale para seu caso também.

    Abração.

  • Gisele

    Gustavo, parabéns! Adorei, maravilhoso… concordo que vincular felicidade a uma pessoa seja namprado, marido, amigo, pai ,mãe é atribuir um ônus de responsabilidade a alguém que não tem o controle sobre isso, mas confesso ter dificuldade em não relacionar minha própria felicidade com algumas conquistas como um bom emprego, um bom salário por exemplo… rsr como se livrar disso?
    Bjs

  • Gustavo Gitti (autor)

    Gisele, eis o que já ouvi diversas vezes:

    Não precisamos nos livrar do emprego (nem do marido, por exemplo) e muito menos precisamos descartar as felicidades condicionadas que as coisas nos proporcionam. Ou seja, nada do nosso funcionamento condicionado precisa ser alterado. Não raspamos a cabeça, não largamos o trabalho, não acabamos com o casamento que não vai tão bem assim, nada disso.

    Porém, em meio a isso tudo, junto com as felicidades condicionadas, começamos a desenvolver outro tipo de alegria, fonte de energia, prazer e felicidade. Por exemplo, a que vem da generosidade.

    Cultivamos essas qualidades até que a felicidade permanente que vem de uma mente saudável seja MAIOR e mais satisfatória do que as felicidades condicionadas a grana, poder, fama, sexo ou a elementos mais sutis, como a visão que temos de nós mesmos ou ao nosso próprio corpo (coisas que achamos que são eternas).

    Treinamos tudo isso em paralelo.

    A namorada faz uma massagem, o sexo é sensacional, no dia seguinte ganhamos grana fácil em um projeto perfeito, ótimo, olhamos e sentimos as alegrias e prazeres correspondentes, sem repressão, sem medo de que não vão durar.

    Ao mesmo tempo, quando a namorada não faz a massagem, o sexo piora, no dia seguinte perdemos dinheiro ou nossa casa, os projetos não dão certo, nossa energia não oscila pois treinamos como lidar com isso, como manter nossa respiração sempre profunda, nosso corpo com energia e como sempre focar em beneficiar os outros como sendo a fonte de nossa felicidade.

    E o treino não é fácil pois já passamos um longo tempo construindo hábitos completamente opostos a isso. A prática não é construir a felicidade, mas se livrar daquilo que impede e obstrui nossa natureza livre. ;-)

  • cleiti

    como nao pensei nisso antes!!a base das nossas afliçoes é sempre nosso egoissmo,o q agente julga q nao é bom pra gente nos tras infelicidade e insatisfaçao.o q nos precisamos mesmo é aprender a amar,e amar muuuuuuito!!

  • Rosangela Matos

    É a primeira vez que entro e por acaso, gostei muito Gustavo…Parabens

  • V

    Obrigada

  • Andreia

    Gustavo, entrei nesta página por acaso e adorei seu texto, parabéns!
    Fiquei pensativa e me lembrei de uma amiga que foi fazer um retiro de meditação (Vipassana).
    No mundo em que vivemos hoje é difícil parar pra refletir e encontrar o equilíbrio, não é mesmo? Eu acho muito difícil praticar o desapego…
    Sei muito pouco sobre meditação, porém acho fantástico. Vou tentar procurar o CEBB, quem sabe eu consigo elevar a minha mente e viver em paz?
    Obrigada.

  • Ramon

    Poxa cara, achei este post através do “Homem com Pegada:…” tudo que eu precisava ler mais o conjunto e respostas da galera. Relacionamento amoroso é uma merda, e não ter um também é uma merda, não pior ou melhor, apenas diferente. Tudo o que eu precisava escutar HOJE. De sua resposta automática tirei muita coisa de valor, e tenho certeza que ela vai continuar servindo durante muito tempo. Agora quero me tornar aquilo que fizeram tanto esforço para eu não aprender a ser, livre pela mente.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Andreia,

    Esse retiro de Vipassana (ele é padronizado em todo o mundo) foi o primeiro que fiz. 10 dias, isso em 2001 acho.

    Procure o CEBB, sim. Se for de Sampa, eu estou lá aos domingos, 9h30.

    Beijo.

  • Ale

    Gustavo querido,
    dom de escrever! mas é muito mais do que isso: ta aí para espalhar o que precisamos ver é? É preciso pessoas que consigam espalhar a Verdade (que claro não existe e é sempre relativa), mas que me ajudou muito e pelo visto a ti tb. Por enquanto é o que de mais bonito temos: ajudar, facilitar p quem quiser um caminho mais bonito e leve de levar a vida! O que tu estás criando está ótimo de escutar – na medida do que posso ouvir.
    bjo e obrigado!

  • Diego Castro

    Texto muito bom.
    Já havia refletido sobre isso a um tempo, e você conseguiu colocar tudo em idéias claras.

    O problema, não existe. Não se trata de resolver o problema.

    Se trata de entender o que está acontecendo, e entender que a vida continuará fluindo, a chuva continuará caindo. E adivinhe, o sol voltará a nascer.

    Trata-se de criar pilares internos, não externos.
    Porque a vida é uma montanha russa, mas a sua mente, é só sua.

    Vou começar a visitar mais este blog. Talvez troquemos idéias interessantes.

  • Bárbara

    Ola Gustavo, bom vim até aqui pra ver se pode me ajudar. Namoro a um ano e sete meses, mas de um tempo pra cá, me tornei muito estressada e ate mesmo agressiva. Meu namorado me chama de louca, diz que nao sou normal, e que nao o amo mais. Tenho 15 anos, e as vezes sinto vontade de ficar com minhas amigas, sinto falta de coisas de solteira, mas amo meu namorado. As brigas se tornaram frequentes, e o namoro tá ficando cansativo, mas nao nao quero terminar, e mudar está sento muito dificil. voce nao poderia me dar uma ajudinha de o que faço pra mudar?
    Obrigada desde já.
    Beijos

  • Gustavo Gitti (autor)

    Bárbara, estava esses dias mesmo escrevendo especificamente sobre sua situação… Dá uma olhada no que saiu:

    http://nao2nao1.com.br/resposta-padrao-para-qualquer-problema-de-relacionamento-amoroso/

  • Rafaela

    Boa Tarde

    Passei por aqui casualmente e nao consegui deixar de ler todos os comentarios.

    Parabens Gustavo!gostei muito da maneira simples com q lida com problemas tao complicados.

    Tudo o q voce diz faz sentido e da muito q pensar! Fiquei impressionada.Obrigada, ajudou-me a olhar de maneira diferente para os problemas.

    Bem haja!
    Rafa

  • Gisele

    Oi Gustavo,

    Acho que vi sua resposta um pouco atrasada porém no momento extremamente oportuno, obrigada e nossa que sensibilidade a sua e que sabedoria em direcionar as coisas. Bj

  • Por que muitos homens são reféns das mulheres? | Revista Papo de Homem – Lifestyle Magazine

    [...] a carência. Aflições, emoções perturbadores, venenos mentais, obstáculos do outros. Inimigos, você foi guiado por inimigos que fazem mal para você, para a relação e principalmente para o outro, seja ele seu chefe ou sua [...]

  • marcos

    Fala ai gitti,
    primeiramente vou começar com a velha conversa de que te acompanho há muito tempo, mas como todo leitor só comento quando é do meu interesse. risos.
    Brincadeiras a parte seu blog lilas sempre me foi inspiração para reflexões e conversas.
    E como seria um pé no saco um e-mail meu espero que voce responda esse comentario.
    Concordo absolutamente com você da inexistencia da pessoa perfeita, tambem acredito que soluções nós encontramos para todo problema, o que nós move é nossa própia força de vontade.
    Namoro uma menina há 5 meses e acredito fielmente que a amo como ela me ama tambem contudo em certos momentos a vejo tomando atitudes totalmente ignorantes com outras pessoas e fechada para comentarios, uma pessoa que toma uma atitude por amor, mas toma a mesma por ódio. E me machuca saber que estou com alguem assim, mesmo sendo um anjo comigo.
    Me pego frequentemente pensando em possibilidades limitadas como: terminar (sempre a primeira e babaca decisão), tentar a qualquer custo mostra-la que pode ser diferente (oq pode ser mais cansativo, e em vão), ou simplesmente deixar de prestar atenção nos fatos ocorridos e me focar no nosso relacionamento.
    Agora imagino você sorrindo e me mandando o link desta mesma página num comentario abaixo mas gostaria que vc me desse uma resposta sua.
    Até que ponto devemos influenciar e nos esforçar por uma pessoa? Até quando vale a pena?

  • Gustavo Gitti (autor)

    Marcos, se há esforço, algo está errado.

    O que sugiro é o seguinte: lembre-se que ela pode ir além de suas negatividades e que ela NÃO é cada negatividade, condicionamento, hábito, emoção perturbadora ou impulso agressivo que manifesta.

    Foque nas qualidades positivas dela, aja para que elas floresçam mais e mais (é você que tem de descobrir como fazer isso) e ela naturalmente vai sacar que a felicidade que vem de uma relação virtuosa é muito maior do que as emoções que ela colhe de relações aflitivas.

    É um caminho delicioso para um homem guerreiro e algo horrível para um cara que apenas quer conforto, que quer se dar bem, quer mimo e prazer.

    Abração!

  • Jessica

    Ola, estou com um problema de relacionamento!
    no começo do namoro eramos loucos um no outro. ficavamos 4 á 5 vezes numa noite. começei a trabalhar e ando muito cansada agora ficamos 2 vezes no maximo, sei que o meu parceiro acha ruim, nosso namoro anda na rotina nao fazemos nada mais de diferente. sou tambem muito ciumenta e morro de medo de perder ele, tambem eu nao estou mais dando conta como antes. ele me pergunta se estou ficando com outro mas amo ele mais que tudo e nunca teria coragem de fazer isso. queria ideias de como posso melhoras na cama para agradar a ele para nao perder o amor dele.

  • Antonio Freelancer

    Gustavo, excelente texto, gostei ainda mais da parte sobre focar a felicidade em bases instáveis!
    é o grande problema do mundo de hoje! Posições, status, identidades, crenças em verdades universais e instranponíveis que impedem na pratica o atrapalham o indivíduo…
    parabéns!

  • Verônica Cerqueira*

    Cara, que texto MARA!
    .
    Perfeito. Os ensinamentos vão servir tanto para as pessoas que me pedirem um auxílio, quanto para mim mesma, quando me deparar com situações ‘complicadas’.

    “Ir ou ficar, ter outro homem ou não, ambos geram aflições. A saída não é ir ou ficar mas superar as aflições (ansiedade, carência, medo, raiva, inveja, orgulho etc).”

    Verdade pura! Independente do que decidirmos, sempre ficaremos pensando “e se…? mas se…?”, por isso o ideal é SUPERAR AS AFLIÇÕES.

    Parabéns!

  • Blanco

    Gustavo,

    Acabo de conhecer o seu site e gostaria de agradece-lo, e muito, por servir de oportunidade para me lembrar a importancia da lucidez. Valeu mesmo.

    Abraco.

  • Danilo Barboza

    “O príncipe não é ele, o paraíso não é aqui, o Santo Graal deve estar em outro lugar!”

    Isso me lembrou isso:

    http://blog.mlive.com/manzero/2008/09/large_20080908-thank-you-mario-but-our-princess-is-in-another-castle.jpg

    IAUhiuahiUAHAHAIUA

    Parabéns, Gitti! Secunda vez (talvez 3ª ou 4ª?) que leio esse texto e ele é fantástico.

    Simplesmente é isso mesmo que você disse. O único problema é CONSEGUIR chegar nesse nível de pensamento e maturidade. Não é qualquer um que consegue, as pessoas tendem a buscar o caminho mais fácil da coisa.

    Enfim, acredito estar no caminho certo pra alcançar este nível. E espero que todos ao meu redor também consigam, e vou mais além… Espero que TODOS do mundo consigam isso, quem sabe não teríamos um mundo mais tranquilo? ;)

    Parabéns pelo blog lilás e seus textos no Papo de Homem!

    Abraços e muita paz! =)

  • Gustavo Gitti (autor)

    Danilo,

    GENIAL essa comparação com o Mario Bros. hahahha

    Depois vou atualizar o post com ela, dando créditos a você pela ideia, acho que vale. ;-)

    Sim, dei um gás no PapodeHomem esse ano. Roxo (saco-roxo) e lilás são cores parecidas, né? hahahah

    Abraço!

  • Feiqen

    Primeiramente quero parabenizá-los pelo site que tem muito conteúdo útil para nosso dia-a-dia, com ricas matérias filosóficas, como essa.

    Em segundo lugar… Mesmo antes de ler esse post, eu já iniciara nesse caminho sem ao menos saber o que estava fazendo, mas agora compreendo.

    Darei aos mais curiosos um breve resumo da minha experiência, demonstrando algumas vantagens e desvantagens:

    Meus pais me enssinaram a seguir esses caminhos “fixos” desde pequeno, que se tornaram minhas prioridades. Mas resolvi revolucionar, escolhendo para o meu destino seguir meus próprios caminhos. Cheguei na conclusão que religião, riquezas, futebol, namoro e sexo eram apenas alimentadores provisórios de sentimentos… bases realmente instáveis. Crer num Deus que pode não existir, torcer para um time, ou melhor, por uma camisa (como mencionado no texto), enfim, depender de outras pessoas e outras coisas para adquirir uma emoção provisória não era seguro! Logo essas coisas deixaram de ser prioridades para mim. Não quero dizer que seja fácil, mas é a melhor maneira de adquirir uma “independência emocional”. O problema é que eixamos para trás um buraco a ser preenchido (nada de duplo sentido aqui), que cabe a cada um descobrir como preencher.

    Não tenha medo de seguir uma ideologia diferente dos demais. O importante é seguir um caminho, respeitar as idéias alheias e provar que também mereces respeito.

    Obrigado pela luz Gustavo, esse texto foi um dos melhores que já li!

    abraços

  • Maria

    Oi Gustavo,
    Estou aqui relendo esse texto. Maravilhoso texto. E percebendo a difícil aplicação dessa mensagem na vida. Essa semana estou assim, dominada pelas aflições e ansiedades e perdi o controle em como encontrar minha paz, sossego e uma maneira de viver melhor.
    Mas o bom de tudo é saber que o tempo lá fora está nublado e certamente choverá,independente dessas aflições.

  • Inteirax

    Adorei!

    Mas tudo não é tão simples como perceber o nosso real estado interior, o que nos incomoda e tal…

    Ah sim, esse é o primeiro passo.

    Depois dele vem olhar para dentro e ver que nada foi plantado, não há grama nem jardim dentro da gente. Claro! Porque ao longo dos nossos anos de vida procuramos a felicidade nos outros.

    O díficil é lidar com o nosso própio vazio, ver que a partir de hoje o negócio é CONSTRUIR!!! Por ser lento e gradual a gente desiste e de novo resolve ter um namorado, porque é mais fácil assim…

    Como dar o segundo passo??? :))

  • Giselle

    E o que fazer quando a “dor da rejeição relativa” (já que ele se sente tão confuso em assumir ou não um relacionamento) te impulsiona a CONQUISTAR, a SEDUZIR e a deixá-lo de quatro por vc???
    O difícil me seduz… o complicado me apriosiona…
    DESAFIOS!!!
    Meus dois maiores amores vieram assim: caras q logo depois se desestimulavam por uma ou outra razão, mas q se tornaram os MAIS LINDOS, MARAVILHOSOS E ÚNICOS HOMENS DO MUNDO!!! Consegui reconquistar, mas o gostinho da vitória logo se tornou comum…
    Estou mais uma vez diante da mesma situação…
    Um cara que se mostra indeciso… e a meu senso de SUPERAÇÃO ao novo DESAFIO já está a mil por hora…
    Queria ser diferente!

    Belos textos… Parabéns!!!

    Sua mais nova seguidora!

  • eloisa

    Caro Gustavo,
    Voce não tem a mínima ideia de quanto seu blog é importante na vida de alguns seres humanos – ou tem????

    Amo de paixão suas palavras encantadoras, seu jeito transcendental de explicar o obvio – o que está dentro de nós mesmos. Obrigadíssima por me fazer enxergar.
    Bjs

  • Whatever

    Absolutamente certo! Se todos agisssem desta forma, com certeza, as coisas seriam mil vezes diferentes…

  • Débora

    Adorei o texto!

    Concordo plenamente que as pessoas depositam a culpa das suas frustrações nas pessoas que estão ao seu redor, e acabam sofrendo e fazendo o outro sofrer. A felicidade, satisfação e prazer que buscam, está dentro delas mesmas.

    Eu pratico a Seicho – No – Ie, esta filosofia não tem sectarismo religioso, através dela conseguimos entender um pouco sobre nós mesmos através da meditação Shinsokan, leitura de livros (mais de 3000 títulos) e a busca da paz interior através do cultivo de pensamentos positivos.

    Quem quiser conhecer mais entre no site: http://www.sni.org.br

    Existem várias sedes espalhadas pelo país inteiro.
    Vários canais também transmitem o programa Seicho – No – Ie, Um modo feliz de viver.

    Espero que gostem, e que todos os aflitos de plantão tenham sucesso!

  • Girl in Kimono

    Estou apaixonada por este blog! De agora em diante terei passagem obrigatória por aqui…
    Parabéns pelo blog!! Seus textos são maravilhosamente gostosos de ser ler…
    Vou recomendar para meus amigos.
    Sucesso!!

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