O casal que ri de si mesmo (1): senso de humor e seriedade nas relações

por Gustavo Gitti 26 May 2009 64 comentários

Assim como a capacidade de rir significa liberdade, a seriedade revela nossos pontos de fixação e aprisionamento.

Nos comentários do último texto, surgiu uma discussão sobre minha vida pessoal (se eu vivo o que escrevo e questões do tipo). Enquanto minha namorada se divertia, vi algumas pessoas parecendo levar a sério cada afirmação que ela fazia. Algumas até me escreveram diretamente perguntando se ela era mesmo ou se os comentários eram fake! Em vez de apenas rir, as pessoas respondiam e levavam a discussão adiante. Piada não se responde ou comenta, não é mesmo? Pois é sobre essa sede por verdade e certeza, sobre essa nossa seriedade, que quero falar agora.

No texto “Sobre homens que as fazem rir”, relacionei senso de humor e liberdade, mostrando que quando as mulheres afirmam adorar homens bem humorados isso significa que elas gostam de homens livres. Ora, a plasticidade para transitar entre diversos mundos, a capacidade de rir, não é apenas atraente na fase da conquista: ela é fundamental para a saúde do relacionamento. A origem de uma piada é a mesma inteligência que desembaraça os nós do sofrimento.

A arte de ser ridículo

Recentemente assisti ao show da Silvia Machete. Ela fuma charuto, sobe no trapézio, gira o bambolê e solta bolhas de sabão, além de cantar, claro. Tudo sem a mínima noção do rídiculo. Ela tem formação e competência para subir ao palco e apenas exibir sua arte, impressionando a todos, mas escolhe colocar uma pomba na cabeça, se comunicar, se expor, ficar desconfortável, insegura. Ao errar a letra, ela nos acerta em cheio.

Durante o show, me dei conta que muitos artistas, ao contrário de Silvia, perderam a capacidade de tirar sarro de si mesmos. A vaidade constrói a pose. Seus movimentos são condicionados pelas possíveis imagens que sairão na Internet no mesmo dia. Se fica feio na foto, melhor não fazer. O autocentramento impede a comunicação autêntica com o público. O medo do ridículo os distancia da própria arte.

“When in doubt, make a fool of yourself. There is a microscopically thin line between being brilliantly creative and acting like the most gigantic idiot on earth.” –Cynthia Heimel

Enquanto cantoras se apresentam como modelos, Silvia Machete fuma de perna aberta, Gero Camilo masturba um homem, Denise Stoklos faz cara de ema, Ivam Cabral chupa um microfone, Thom Yorke balança a cabeça igual a um retardado, Meredith Monk grita a ponto de nos irritar… Vi todos de perto, bem ridículos. Quase idiotas. Artistas.

Como tirar sarro de si mesmo

A tendência de posar para a foto não se restringe aos artistas. Todos nós tentamos vender a melhor imagem de nós mesmos, concedemos excessiva importância aos nossos dramas e perdemos muito tempo para realizar nossas grandes (micro) revoluções. Sempre que nos levamos muito a sério somos iguais àquele escritor de auto-ajuda que fala com orgulho de sua obra mais recente: “Nesse livro, eu resumo mais de 30 anos palestrando por todo mundo desde que me tornei PhD em ioga xamânica”. Ele é tão nojento quanto nós.

Para remover essa pose que causa aversão e nos distancia dos outros, basta dissolver a seriedade. Há uma prática simples para isso: tirar sarro de si mesmo. Quando somos os primeiros a apontar nossas negatividades e obstáculos, quando rapidamente reconhecemos neuroses e confessamos abertamente aquilo que sempre evitamos admitir, nossa fragilidade se torna a ponte para o coração dos outros, afinal eles são vítimas dos mesmos problemas! Quando alguém ri de nós, gargalhamos junto. Por não mantermos pose alguma, o outro não consegue manter sua artificialidade e logo perde a pose também, abrindo-se ao contato autêntico.

Nossa seriedade supõe uma certeza sobre o que está acontecendo e sobre quem somos. Porém, uma breve análise mostra que não é bem assim. Tome o meu caso, por exemplo. Dizem que surgi na barriga de uma mulher que se diz minha mãe, mas sinceramente não lembro de ter nascido. Eu namoro uma garota que conheci no caminho para o banheiro da Choperia do SESC Pompeia. Hoje ela dorme comigo. Quando acordo, ligo uma máquina estranha, escrevo no que chamam de Twitter e parece que mais de 1000 pessoas lêem cada coisa que coloco lá. Nada me garante que não morrerei semana que vem ou que amanhã o Sol, essa coisa gigante dentro do que nomeamos (para tornar familiar aquilo que nos aterroriza) Via Láctea, não vai explodir ou esfriar. Além disso, os átomos não tem cor e ainda assim eu vejo maçãs vermelhas e verdes, o que não acontece com abelhas, cuja visão é tetracromática. O que é isso tudo? Você tem alguma ideia de onde está? Você sabe o que está acontecendo? Eu não.

Por medo, reprimimos tal incerteza e, buscando uma segurança impossível, engessamos os eventos em grandes estruturas. A seriedade nos deixa pesados. Uma vida lúdica, ao contrário, lida com cada coisa que surge sem que aquilo tenha de fazer sentido ou ser encaixado em um quebra-cabeça maior. A espontaneidade dá origem à leveza.

Seres engraçados que somos. Temos certezas (ou pelo menos tentamos sustentá-las) sobre o que estamos fazendo, o que é a vida, onde queremos chegar, o que é legal e o que não é, quem é bom e quem é mau. Enquanto nos esforçamos para administrar essas grandes questões (algo parecido com controlar a chuva ou ter a absoluta certeza de que o Sol nascerá amanhã), não conseguimos manter nem mesmo as mínimas decisões, como dormir mais cedo, começar a se alimentar melhor ou fazer alguma atividade física. É sobre estas pequenas questões cotidianas, sobre nosso próximo passo no mundo, que temos controle – e é justamente dessa responsabilidade que fugimos! Mais fácil nos preocuparmos com as grandes certezas, não é mesmo?

Quem vive em cima do fio da navalha ignora as seguintes perguntas: “Somos cérebros flutuando em uma cuba? Deus existe? Ela está me traindo? A relação tem futuro? Ele me ama? Este é o melhor caminho?”. Abdicar de tais respostas é superar a seriedade que nos faz verificar cada pedaço de informação para tomar decisões importantes. Ora, podemos viver sem certezas, sabendo que nenhuma decisão é absolutamente importante e que nenhum passo nos impede de voltar atrás. Podemos apenas seguir. Assim sugere Miranda July: “There’s nothing to decide. There’s just walking forward”.

A experiência de perder a pose, quebrar a auto-importância e abandonar a seriedade é bem descrita por Contardo Calligaris quando ele fala sobre o fim do processo terapêutico (grifos meus):

“Seria a experiência de que não somos grande coisa e, em particular, não somos a única coisa que falta para que o mundo seja perfeito e para que a nossa mãe seja feliz. Isso parece (e é) uma coisa fácil de saber e mesmo de admitir, mas uma experiência efetiva dessa superfluidade de nossa existência é uma outra história. Nesse momento final, o sujeito vivenciaria, logicamente, uma espécie de desamparo depressivo, mas também uma extrema liberação. Por que liberação? Pois é, o que mais nos faz sofrer talvez seja justamente a relevância excessiva que atribuímos à nossa presença no mundo, pois essa relevância é a pedra de fundação de todas nossas obstinadas repetições, é graças a ela que insistimos em ser sempre “iguais a nós mesmos” (sendo que, no caso, essa expressão não tem um sentido positivo).” –Contardo Calligaris, em “Cartas a um Jovem Terapeuta”

Continua com os temas “Liberação pelo sorriso” e “Amar é chegar atrasado depois de dormir demais”…

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Para transformar nossas relações

Há algum tempo parei de escrever no Não2Não1 e comecei a agir de modo mais coletivo, visando transformações mais efetivas e mais a longo prazo. Para aprofundar nosso desenvolvimento em qualquer âmbito da vida (corpo, mente, relacionamentos, trabalho...), abrimos um espaço que oferece artigos de visão, práticas e treinamentos sugeridos, encontros presenciais e um fórum online com conversas diárias. Você está convidado.



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64 comentários »

  • Katy

    Uhm…delícia, post fresquinho!
    Imaginei que aquele post teria continuação, devido aos comentários!
    ..Mas que foi estranho aparecer uma namorada chatinha no meio daquela linda filosofia, isso foi!….rsrsrs….
    Mas eu gosto disso: podemos falar algo agora e daqui a pouco mudar…não temos a obrigação de ser sempre o mesmo.
    Eu gosto de ser assim…
    Esse seu post está inspirado na propaganda da Skol, “redondo é rir da vida”???…acho muito bacana aquelas propagandas, ou no mínimo engraçadas….
    Como diz aquela música da Mart’nália e do Bobby McFerrin: “sorria mais e leve a vida simplesmente”!!!!
    Ótima semana!
    Beijos!

  • Brena Prado

    O problema é que achamos que para cada questão obrigatoriamente terá que ter uma resposta.. E o que acontece é ao contrário, quanto mais nos questionamos, menos respostas nós temos… Não sei se entendi direito o texto, é bom rir de certas coisas, mas não de tudo.. E realmente, piada não se comenta ou responde…

  • Layana

    Nossa, esse texto foi “uma lufada de ar fresco num dia abafado”. Todo mundo tem tanto medo de se expôr, de se sentir ridículo, nu e desprotegido, que se esquece que o que nos aproxima uns dos outros é exatamente aquilo que tentamos esconder a todo custo: nossos medos, nossa vergonha, nossa carência…
    Meu filhote de 5 anos gosta de andar pelado pela casa e quando a gente briga e manda ele botar a roupa, porque “isso é uma indecência”, ele responde:
    – todo mundo nasceu pelado, num foi?

    É que a gente se esquece…

    Gostei demais! Vou esperar a continuação!
    bjokas

  • Beth

    Meu lindinho, concordo com a Layana “uma lufada de ar fresco num dia abafado”… Mais um texto lindo que tocou bem fundo na ferida aberta da moça aqui. Espero a segunda parte.

  • Daniel

    rsrsrs

    Mais uma vez começo um comentário aqui rindo.
    No último texto eu comentei o quanto é engraçado acharmos que entedemos algo e aí vem uma ligação da namorada e vupt.

    Por exemplo, aqui neste post você interpretou que as pessoas que perguntaram se os comentários lá eram fakes como tendo essas pessoas levado a sério.

    Não se explica piada, mas… vejamos: eu mesmo, quando te perguntei isso, já estava rindo muito antes. Depois que perguntei, ri ainda mais – independente de sua resposta ter sido ‘verdadeira’ ou não! Não fazia diferença. Pra mim, acrescentou mais cor à piada receber sua resposta naquela hora. Tanto que depois eu apenas fiz uma coisa: ri mais. :)

    Agora, sério:
    Encarar as coisas com leveza e liberdade inclui mesmo rir de nossos sofrimentos. De tudo que nós vivemos.
    Rir do sofrimento de outros pra mim já é outra coisa. Sugerir meditação, web 2.0 e rir não são meios hábeis eficientes pra pessoas que estão passando fome e morrendo por causas evitáveis.
    Mas, com certeza, essas 3 coisas colocam tudo isso numa outra perspectiva.

    E digo mais: se sentir livre pra vestir uma fantasia de homem sério é ótimo também. Acho que toda pessoa aprecia bem alguém que consegue rir atrás da máscara de seriedade e quem sabe bem usar essa máscara.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Daniel, como sempre um puta comentário.

    Cara, eu tenho uma brincadeira que é assim: perde quem achar que o outro não está brincando. ;-) Então mesmo que o outro fique sério talvez ele esteja brincando e se você achar que ele parou de brincar, é você que parou de brincar neste exato momento! hehehehe…

    “Rir do sofrimento de outros pra mim já é outra coisa. Sugerir meditação, web 2.0 e rir não são meios hábeis eficientes pra pessoas que estão passando fome e morrendo por causas evitáveis.”

    Se você não for capaz de rir, você não será capaz de ajudar. Não é tirar sarro nem mesmo dar risada, mas ver aquilo como sonho, ver que aquele ser é livre daquilo que ele está vivenciando (seja emoções perturbadoras ou situações externas horríveis). É sutil, mas se fixarmos o ser como sendo aquilo, teremos dó, vamos chorar e isso não é nada compassivo.

    O meio hábil aqui é para nós, os bacanudos que temos acesso à internet e uma vida tranquila. Para outros seres é outra história e cabe a nós sempre descobrir jeitos de beneficiar os outros e possibilitar que eles beneficiem outros também. Estamos todos no mesmo time, nenhum sofrimento é “pior” ou “mais grave” que outro.

    Abração, Daniel!

  • Vivi

    Vc é demais!!! Concordo com tudo q falou AND SOME MORE!!! Que esse nosso mundo sério e triste possa se alegrar através de A COUPLE PEOPLE TRYING TO MAKE IT LAUGH… Bjao no coração

  • angela

    Na verdade o grande erro da maioria das pessoas é viver para agradar os outros,assim vivem uma vida artificial e infeliz pois acabam não agradando a si mesmos devemos seguir o q Arnaldo Jabour antes idiota do que infeliz.abraço.

  • daniel f.

    Eu acredito q os queijos sejam a solução dos problemas mundiais!

  • ana luiza

    comentário benéfico sabia?
    Quem leva a vida muito a sério acaba perdendo a espontaneidade, faz as coisas maquinalmente e não descobre a grandeza do humor, sorrir é bom demais,libera paz, amor, sem contar que rir também seduz, depende só do sorriso. Um abraço.Ana Luiza

  • Alexandre

    O melhor remédio é rir, mesmo que seja de si mesmo.
    Quem leva a vida muito a sério acaba se frustrando com situações que poderiam ser resolvidas com um simples sorriso ou um até logo. O certo é que fomos criados para sermos livres de qualquer padrão imposto pela sociedade corrupta que nos rodeia.

    Abraço,

    Alexandre Silva

  • Cyntia Simões

    Gustavo,

    Rir é fácil, mas rir de si mesmo é uma arte. Infelizmente, que poucos conseguem… Em meu trabalho somos dois a fazer esse tipo de coisa. E quando não estamos (por férias, folgas, o que for) essa ausência é sentida. E quando retorno, sempre pergunto: mas por que vocês não tentam ser felizes com o que têm, com o que são?
    Por que sempre queremos mais do que temos ou ser mais do que somos! Não sou perfeita: estou longe de ser uma Gisele Bündchen e mais ainda de ser uma Silvia Machete. Mas hoje mesmo, ao chegar ao trabalho depois de um exame colpocitológico (Pode perguntar a qualquer mulher que o faz: não tem coisa mais incômoda e constrangedora! – talvez só mesmo depilação íntima completa… As mulheres entenderão… rs!) fui a primeira a fazer gracinhas do episódio… Porque é por aí. A vida como ela é! Deve ser aceita e bem vivida.
    A linha é tênue, entre o ridículo e o divertido. Mas se você não tem medo de viver, por que ter medo de ser ridículo de vez em quando?
    (Até porque a piada sai melhor quando parte de você mesmo! Não é assim que funcionam as comédias stand up e situation? rs!)
    Adorei seu post e se tornou meu blog de cabeceira! Rs!
    Agora, com licença que eu vou ler os posts anteriores…
    Abração!

  • Bibia

    Eu sou uma pessoa baixinha, então ajustar a bainha das calças é uma premissa para mim…
    Um dia, eu estava precisando de calças, aí fui a uma loja acompanhada pela minha mãe.
    Já tinha experimentado uns vinte pares sem achar nenhum que me agradasse.
    Estava quase desistindo, quando minha mãe passou mais uma calça pra mim por cima da porta da cabine de prova. “Experimenta só mais essa!”, disse ela.
    Era uma calça verde, de sarja, muito bonita. Mas eu já estava descrente de que ia conseguir comprar alguma coisa…
    Aí eu vesti a calça e, pasmem!, ela fico ótima!
    Saí da cabine toda feliz, “olha mãe, ficou certinha! nem precisa fazer a bainha!”.
    E a vendedora, toda sem graça, retruca: “mas essa calça é capri…”
    rsrsrsrsrsrsrs
    Desnecessário dizer que eu comprei a calça imediatamente, porque adoro coisas que vêm com um caso engraçado de brinde!

  • Maria

    Concordo com o Gustavo em gênero, número e grau. Especialmente no comentário feito logo abaixo!
    P.S.:Além de ser inteligente,é um gatíssimo!Com o devido respeito à sua namorada.

  • Edna Sousa

    Boa Tarde!!

    Eu adoro ler seus posts. Eu adoro uma frase:
    Se voce e’ capaz de rir depois que tudo deu errado, descobriu o que e’ paradoxo!

    By the way uma outra frase: Nao leve avida tao a serio, afinal voce nao vai sair vivo dela mesmo!

    E’ isso ai’. saude a todos

    Aguardo o proximo post!

  • Diego

    pô cara,gostei muito do teu texto gustavão,por incrível que pareça eu estava pensando justamente isso de mim mesmo hoje cara…me achei sério demais,estudando demais,vaidoso demais,sendo muito adulto antes mesmo de ser “jovem”…mas o que é ser adulto afinal?desde criança que vejo pessoas mais velhas me dizendo o que fazer e qual o melhor caminho!Desde criança eu sabia,”eles estão certos!”,mas desde lá também eu escolhi meus próprios caminhos,minhas próprias verdades,e uma delas é sem sobra de dúvidas sorrir mais do que se lamentar…

    aí,justo quando eu estava pensando em me entregar a este trágico destino de lamentações e tristezas pela vida difícil que levo (e que,na verdade, não é fácil pra seu ninguém!),vem você e me presenteia com este texto,e faz me sentir ridículo por estar assim…

    ainda não consegui sorrir,por estar triste comigo mesmo por não sorrir mais do que ter medo de viver e ser feliz,mas mudar de postura me dá ânimo pra seguir em frente,sorrir de minha imbecilidade e lutar por meus sonhos:viver uma vida boa num mundo difícil com as pessoas que amo de verdade! principalmente com minha namorada,minha flor querida…hehehehehehehehheheee

  • Fábio

    Ah… Se minha ex tivesse lido esse post talvez agora fosse uma ex mais feliz…

    hahaha

  • O casal que ri de si mesmo (2): amar é chegar atrasado depois de dormir demais | Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos

    […] primeira parte, falamos sobre a arte de ser ridículo e tirar sarro de nós mesmos. Agora veremos como o sorriso liberador pode surgir nos mais variados momentos de um […]

  • Angel

    Achei de imenso bom gosto e muito oportuno! Realmente rir se tornou algo até raro nesses tempos de crises,guerras,crimes e infinitas mazelas sociais.Mas como encarar e até sobreviver em meio a tantos infortúnios se não nos permitirmos um pouco de mel em meio a esse caldeirão de fel?
    Seriedade sim! já! na escolha dos nossos representantes,aqueles aos quais legitimamos até o pseudo-poder de decidir nosso destino-se é que isso é possivel-,(agora preciso rir um pouco!!!! kkkkkkk),seriedade pra ouvir,e pra falar na hora certa,o que não nos exime de rir com o coração,e com todos os músculos da face,algo que rejuvenece e nos faz ver o quão forte podemos ser.
    Entendi claramente a mensagem no texto no que tange ao sentido do “rir,de símesmo,e nas relações”,bem como de que não se trata de um manual de como rir das misérias alheias,se assim fosse, estaria eu vendo chifre em cabeça de cavalo e aí é pra rir mesmo! rsrsrsrsrsrs

  • Angel

    Oi Gustavo,boa noite!
    Muito prazer,estou adorando tudo o que voçê escreve.Ja virei sua fã!!!
    Bjos
    Angel
    Salvador,Ba.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Pessoal, acabei de publicar a PARTE FINAL DO TEXTO:

    http://nao2nao1.com.br/casal-sorriso-levar-a-serio-relacionamentos/

  • Lívia

    grande maioria das pessoas que me conhecem, me acham muito espontânea… muitas vezes já entrei no ridículo quando fiz teatro e em festas de família imitando até o joseph cliver… adorei!
    mas quando o assunto é o (possível) constrangimento alheio, trato as coisas com mais seriedade, sim…
    a medicina deve me ter feito assim… você pode sorrir e fazer palhaçada pros pacientes como Patch Adams, mas você também tem que resolver os casos… os pacientes, principalmente os de hoje, não estão interessados em um médico que somente o faça rir.. e sim em um que te cure (e nem sempre o mal é falta de riso)…
    acho que assim, desenvolvi uma coisa que se chama “tato”..
    não dá pra esperar que todos sejam espontâneos como você… sendo assim, sempre que possível eu busco confortar quem possa estar sendo constrangido…
    bom saber que você não se sente constrangido em nenhuma circunstancia, gustavo! Sendo assim, me sinto a vontade para ser mais espontanea aqui no blog e chacotear você junto com os outros! hahahaha
    beijos!

  • Gilda Hayworth

    Estou me achando a pessoa mais importante do universo hoje!
    FIQUEI CHATEADA! E alguém deve fazer algo à respeito! E esse alguém é, obviamente, o meu namorado! Claro! Passei o dia inteiro indicando os caminhos pra uma declaração de amor, um pedido inflamado de desculpas, uma carta descrevendo toda a importância que eu tenho na vida dele!

    Cara, fico R-I-D-Í-C-U-L-A na TPM! E esse é o meu motivo pra rir de mim hoje!
    (Mas quem tá dizendo isso sou eu tentando excluir os hormônios, porque o corpinho aqui quer chorar, comer chocolate e ser mimada.)

  • Liliam

    Olha, ameeei essa matéria, pois rir é meu hob….adooooro…e me sinto muito amada e as vezes debochada, invejada por isso, mas mesmo assim não deixo de rir, passo o dia rindo, independente do q for. A vida ja é dura demais pra tornarmos escravos da tristeza ou da cara feia, fechada, emburrada,etc..tem gente q usa a cara feia pra espantar os olhares paqueradores nas esposas, nas namoradas(os), nas amizades. Tem gente q acha q ficando com cara fechada ninguem vai se aproximar dos seus queridos(as), puro engano, pois essa pessoa está, é afastando todos de sí proprio.Então, VAMOS RIR, RIR, RIR….POIS RIR É O MELHOR REMÉDIO, MELHOR CREME DE BELEZA, MELHOR ARMA PRA ARRUMAR NAMORADO(A)….ENFIM…PRA TUDOOOO. RIA SEMPRE…E SEJA FELIZ DE VERDADE.
    BJOSSSSS….KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  • joseflaviong

    Gustavo:

    Excente artigo. Lindo, profunfo, maravilhoso! Faz-nos pensar sobre como agimos, encaramos a vida… Vou enviar para alguns amigos. Obrigado.
    Abraços,
    Flávio

  • cecilia emilia gonçalves

    faço questão de afirmar que ñ tenho muitos motivos para estar feliz mas acreditem nunca ri tanto em toda minha vida como agora…

    ha momentos na vida que precisamos rir para ñ chorar. sorria voce tambem, msm que a dor seja maior que a razão de rir.sorria pra vida

  • thiago

    Parabéns pelo enfoque, pelas descobertas, pelas observações. E realmente quantas vezes um sorriso, ou uma risada mudam tudo derrubando aquele castelo de cartas que vínhamos levantando. Percebemos então q pudemos derrubar aquilo tudo, e nada de mais aconteceu. Ficamos mais livres , nos livramos de um peso e sentimos q poderemos levantar um novo castelo até mais bonito ou diferente.
    Há até algo q caberia aqui. “O riso parece q tem a capacidade de nos trazer de volta ou mais próximo à realidade”.

  • Mariana

    Muito bom o post! Sinceramente, um dos únicos até hoje que realmente valeu a pena ser lido. Acho mesmo que temos que rir de nós mesmos, e dos nossos sofrimentos, mas, complementando, não dos outros e dos sofrimentos alheios. Rir de nós mesmos e nos libertamos de nós, e rir dos outros é nos libertarmos deles, o que, eu pelo menos, não acho que deva ser feito (ou feito de forma cuidadosa – coisa que a maioria não faz, e daí vem perder o amigo e não perder a piada. cada um deve saber até onde ir). Se todo mundo risse de si mesmo, aí sim teríamos permissão para rir dos outros. Até lá, estaremos sendo ridículos – de verdade.

  • Mariana

    opa, só para avisar que “um dos únicos que valeu a pena ser lido” se refere aos que já li na internet até hoje. ainda não li outros posts desse blog!

  • Gi

    Olá.
    Vi o anúncio da matéria quando ía entrar no email e simplesmente adorei. Concordo que ninguém mais ri de si mesmo. Eu ainda continuo achando isso fundamental na vida e, assim como o seu, o meu namoro tem sempre isso. Pode ser a chave para dar certo…nao levar a vida tao a serio! E a chave pra ser feliz.
    Abraços e sucessos!

  • Wagner Gajang

    Mto bom…grande reflexão…

  • Vi a matreria e achei muito interessante, e fico muito feliz por saber que não sou o único a rir de mim mesmo. As vezes minha esposa diz que sou muito engraçado por que mesmo na cama fico rindo de algo que não está dando certo e isso é árta mim uma terapia.

  • Rafael

    Amei este post, tudo a ver comigo, cara vc escreve muito bem pois dá prazer na leitura, vlw

    Abraçoooooooooooooooooo

  • Chile

    Gustavo,
    É verdade rir faz bem a nossa saude e aos nossos relacionamento principalmente dos casais.

  • Rosi

    Rir de si mesmo,é melhor remédio para a vida,para o nosso espírito, enfim,para vivermos melhor com nós mesmos,e com quem esta ao redor de nós.Um forte abraço

  • george Mendes.

    Sempre achei graça das minhas desgraças. Não que eu eu seja um desgraçado profissional. Sou apenas aquele, dos poucos, que aceitam as desgraças diárias vividas por todos nós. Quem já perdeu ou ainda perderá os pais? pior, um filho(a). Amigos? amigos dos amigos, que dividem a dor com voce?? quebrará um osso? perderá o emprego? será traído pela(o) companheira(o)? pelos amigos?? É facil aceitar que o tempo cura tudo, mas insistimos em sofrer temporariamente… Quando perdi minha mãe aos 9 e fui “entregue” para ser criado por uma tia viúva que morava a 3000km de distancia, achei que minha cota de desgraça já havia sido cumprida, que DEUS havia antecipado e condensado todas as mazelas, que eu teria o dever de enfrentar, naqueles parcos 9 anos… Depois foi só rir de tudo que acontecia, sempre comparando e me convencendo que o pior já havia passado.
    Como li no “Guia do mochileiro das galáxias”, o problema desse nosso mundinho é um papel inventado por nós, para intermediar as trocas entre produtos, chamado dinheiro. Grande verdade.

  • Ana Silva

    Nossaaaaaa que texto sério pra falar que rir faz bem kkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!

  • Fernando

    Muito boa reflexão, a partir de agora deixo de ser ridículo de verdade (introspectivo naquilo que vejo como grande problema) e passo a ridicularizar minhas neuroses. Sorrir sem medo do ridículo nos aproxima das pessoas, quebrando a visível barreira da vaidade existentes nos inseguros. Abraços

  • andrea

    adorei teu texto. leve e despretencioso mas deu um toque legal que eu realmente tava precisando.valeu!!

  • Gustavo Gitti (autor)

    Oi Ana,

    “Nossaaaaaa que texto sério pra falar que rir faz bem kkkkkkkkkk
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!”

    Mas o texto não é bem para falar que rir faz bem… ;-) Talvez eu não tenha sido claro, mas acho que a segunda parte fala mais da minha intenção aqui.

    Abraço!

  • Porque os palhaços não dão risada! « Will2808's Blog

    […] ter uma relação mais aberta,  mais duradoura e mais gostosa rindo de si mesmo, depois de ler o post, começei a pensar em pessoas que ganham a vida fazendo as outras pessoas […]

  • ELIANE

    GUSTAVO,
    ESSE COMENTARIO DEIXA A VIDA DA GENTE MAIS SIMPLES, BELA E LEVE, TODOS NÓS ERRAMOS UM DIA DE NOSSAS VIDAS………
    ELIANE

  • Daniel

    Gustavo,
    É por aí mesmo. Concordo com você sobre a necessidade de vermos o lúdico do sonho que vivemos.
    Resta-me dizer apenas que vem bem neste ponto a noção de vacuidade bem-humorada e a lembrança de atuarmos bem nesse sonho.
    Outro grande abraço pra ti.

  • leandro

    Caracas, sempre quis tentar explicar isso: Para mim essas grandes perguntas da humanidade não serão (nem nunca serão) respondidas. Então para que ficar se perdendo nelas.

    É tipo se preocupar com o mundo e se esquecer de si mesmo. E o mundo não esta nas suas mãos, aquilo que te pertence realmente não é somente o seu eu?

    Reconhecer os seus erros é o primeiro passo para a aceitação pessoal de si próprio (rsrsrs… )

    Acho que viajei.. mas é por ai, Se puder comentar gustavo agradeço

  • Ser Ana

    Mas a verdade que para você rir de si mesmo e consequentemente se levar menos a serio, o ambiente tambem tem que colaborar. Porque sua esponteneidade pode parecer extremamente inadequada em situações em que as pessoas não estão preparadas para se despir das “certezas” que nos agarramos para parecermos convenientemente normais.

    Ah, eu vivo esse dilema constante, entre ser naturalmente espontânea, ou preocupada com a opnião alheia…Mas como a própria palavra diz, tem uma ação que é sempre mais espontânea.

    E como é prazeiroso estar com pessoas ou em situações que o natural é simplesmente ser?
    Momentos deliciosamentes leves…

  • Gustavo Gitti (autor)

    “Mas a verdade que para você rir de si mesmo e consequentemente se levar menos a serio, o ambiente tambem tem que colaborar.”

    Ana, no metrô ninguém colaborou e todos estavam rindo em poucos minutos. É um exemplo caricato, mas acontece ao nosso redor o tempo todo com pessoas leves e abertas.

    O ponto é: todos tem esse espaço livre e lúdico, mesmo que estejam fechados, adormecidos, irritados ou confusos. Se a gente não consegue ver isso, pelo menos confiamos na liberdade básica de cada um e agimos com isso em mente.

    Agimos assim em qualquer ambiente, com pessoas leves e divertidas e com pessoas chatas e entediantes. Não importa, nossa ação é igual.

  • Ser Ana

    Ah, não vi o video. Aqui na grande empresa vetam qq conteudo lúdico, alias não sei como seu blog passa no veto. Obrigado por trazer inspirações de alma na surdina do ambiente corporativo.

    Ambiente onde a seriedade e a produtividade regem, em que a espontaneidade deve ser contida.

    Mas tudo bem, mesmo com filtro próprio, de ser o menos espontanea possivel, ainda sou a insana do departamento.
    Mas com satisfação, não porque gosto de ser/parecer louca, mas pelo prazer de simplesmente ser o que sou, espontaneamente.

  • Daniel

    Ana.
    Acredita que no meu trabalho não consegui nem ler o texto porque tem a palavra ‘humor’ na URL?!
    A gente dá um jeito e o humor escapole! rs Sempre!

  • Hinata Hyuga

    Não se consegue rir quando se passa uma vida infeliz!!!

    Eu pergunto para a pessoa que escreveu esse artigo: Como você pode saber como uma pessoa fria é ou não é? Se você não foi criado pela dor, então nunca poderá dizer o que realmente é ser uma pessoa fria!!! Pessoas frias antes de magoarem alguém, foram magoadas milhões de vezes. Ninguém se torna frio só por que foi magoado ontem. Uma pessoa fria é aquela que foi magoada durante anos e anos pelas pessoas ao seu redor, e toda essa magoa causou dor… E ninguém quer sentir dor na vida, então ignoramos qualquer sentimento que possa nos causar isso, que possa nos magoar novamente, que nos faça chorar tudo de novo. Não queremos passar o que passamos por sermos magoados, não queremos viver com a dor dentro de nós, então passamos a recusar tudo ao nosso redor, até nossos próprios sentimentos. Se somos frios é por que a vida nos fez assim. Frieza não está associada à maldade. Frieza não é algo que escolhemos fazer; é algo que nos torna, independente da nossa vontade. Somos frios porque simplesmente o mundo “não é o mar de rosas”. A verdade é que não podemos amar quando não recebemos amor. Somos frios por que fomos criados pela dor. É por isso que existem tanto pessoas frias como pessoas emotivas. Cada um tem seu motivo para ser o que é ou o que se tornou. Mas o que deve ser entendido é que frieza não é uma coisa ruim, ser frio faz parte do ser humano assim como o afeto. Ter um coração de gelo é tão normal quanto ter um coração derretido.

  • Ser Ana

    Nossa, quanto amargura no coração?!
    Mas o que é ser infeliz ou não ter uma vida “um mar de rosas”?
    A única coisa que me vem a mente que justifica a frieza seriam pessoas que passam por crueldades feitas por outras pessoas, e pode ser ate ingenuidade, mas imagino que os sociopatas sejam a minoria.
    De resto, as dores do mundo devem ser dosadas juntamente com os prazeres…
    Me lembrou de uma música, com citação adaptada do Pessoa:

    E quem te disse
    Que miséria é só aqui?
    Quem foi que disse
    Que a miséria não sorri?
    Quem tá falando
    Que não se chora miséria no Japão?
    Quem tá pensando
    Que não existem tesouros na favela?
    Então tudo vale a pena
    Sua alma não é pequena

  • Daniel

    Hinata Hyuga.
    Sei que perguntou para o autor do texto, mas quero fazer dois comentários.
    “(…) Uma pessoa fria é aquela que foi magoada durante anos e anos pelas pessoas ao seu redor, e toda essa magoa causou dor… E ninguém quer sentir dor na vida, então ignoramos qualquer sentimento que possa nos causar isso, que possa nos magoar novamente, que nos faça chorar tudo de novo. (…)”

    Tenho certeza que as pessoas que seguem essa estratégia (ignorar qualquer sentimento que cause dor) também continuam sofrendo, a dor continua as tomando de tempos em tempos e as faz chorar tudo de novo.

    Conheço pessoas bem próximas que sofreram e foram muito magoadas por muito tempo. São pessoas muito carinhosas e compassivas.

    Era isso que queria dizer. Por fim, pode ser bem fria aqui, se você quiser. Vamos te receber super bem. Com sorrisos e carinho :) E pode rir muito com a gente também (ninguém vai reclamar não! rs)

  • Ana Carolina

    “Enquanto nos esforçamos para administrar essas grandes questões (algo parecido com controlar a chuva ou ter a absoluta certeza de que o Sol nascerá amanhã), não conseguimos manter nem mesmo as mínimas decisões, como dormir mais cedo, começar a se alimentar melhor ou fazer alguma atividade física. É sobre estas pequenas questões cotidianas, sobre nosso próximo passo no mundo, que temos controle – e é justamente dessa responsabilidade que fugimos! Mais fácil nos preocuparmos com as grandes certezas, não é mesmo?”

    Me identifiquei tanto…
    Um prazer poder “degustar” seus textos! Feliz o dia em que não tinha nada pra fazer e encontrei esse blog no Yahoo.

    Saudações!

  • HELENA

    Concordo com tudo… mas acho importante não banalizar a rizada e o humor…
    não há também quem use a risada como defesa?
    mtas vezes ao rir de nós mesmos, ou de um defeito que temos, o fazemos para evitar que o outro o faça, logo estamos pondo um limite nos afastamos…

  • Flávio Souza

    mto bom.

  • Lara

    Meu namorado diz que meu senso de humor não é dos melhores. Mas o que é um BOM senso de humor? Aquele que é despertado com o quê? Me faz rir aquilo que encontra alguma ressonância dentro de mim. E quase sempre, são coisa tão simples e expontâneas que eu não sei explicar qdo ele pergunta: “do que vc tá rindo? vc é boba…!!” e acaba rindo de mim! Adoro qdo ele se entrega. Ele tem medo que eu ria dele, mas não é dele que eu rio..é de certas percepções que surgem das coisas que nos envolvem… enfim, é do bem!

  • Lara

    Um dia meu namorado (marido) abriu a porta e eu fui na direção dele e não sei como eu vi, no canto da boca dele, um pedacinho minúsculo de chocolate. Era tipo uma farpinha de chocolate no canto da boca era tão pequeno, mas tão nítido. E ele tinha me trazido um doce mais ou menos e devorou o chocolate antes de chegar. Daí comecei a rir e falei: comeu chocolate!!!!! e a expressão que ele fez de suspresa com a minha “improvável descoberta” foi tão linda, um sorriso de criança sabe, nós caímos na risada..rsrsr

  • Lílian

    Só acho que vc deveria traduzir as partes em inglês.

  • Carol

    Que site otimo!

  • Laura

    Tanta lucidez em alguém tão jovem é estimulante…
    Leveza é fundamental mesmo!
    Adorei.

  • Marcia Pinho

    Oi Gustavo, sou sua fã! Meu marido tb adora seus textos!
    Tenho um blog, e criei uma página para “Repostar” os posts que eu acho bacana. Tomei a liberdade de republicar esse post, mas seu nome, o link está tudo lá, direitinho. Caso você não queira ou não goste, por favor, entre em contato comigo, que tiro na hora! ok?
    Parabéns pelo blog! È um verdadeiro tesão!
    Abçs,Marcia

  • Gustavo Gitti (autor)

    Marcia,

    Seu blog será penalizado pelo Google. Procure por “duplicated content” pra entender. Sugiro que cite UM TRECHO e linke o original.

    Abração.

  • Uchiha Itachi

    Concordo com Hinata Hyuga…

    As pessoas para entender umas as outras tem que passar pela mesma dor… Não importa vc que nunca passou por anos de sofrimento dizer que a felicidade é a melhor coisa do mundo… não brinque comigo! Aqueles que dizem ser felizes são apenas pessoas egoistas que pensam nela mesma.. porque enquanto vc sorrir haverá 10 chorando… e enquanto nada acontecer com vc, vc vivera cegamente uma felicidade ficticia, mas quando ocorrer uma tragedia com vc.. vc conhecera a dor, o desespero, a solidão, e verá que esse mundo não é feliz!

    Confie e será traido, descuide e será morto… essa é a lei do mundo,o ser humano é animal que não deveria existir!!!

  • Dany Flauzino

    Oi Gustavo,
    Cheguei atrasada no post. Queria comentar que este tema me fez lembrar de um filme alemão que adoooro que se chama “In July” e como os protagonistas aprendem a se abrir para a vida.
    Parabéns pelos posts!

  • Silvia Machete | Supremas

    […] pensar que ser ridículo, despir-se da vaidade e subir num palco para se passar por excêntrico é uma arte. Necessária, urgente, cativante. Exatamente como um show de Silvia […]