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	<title>Comentários sobre: Minto (por Fabio Rodrigues)</title>
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	<description>Um blog sobre relacionamentos lúcidos</description>
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		<title>Por: Áurea</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/minto-por-fabio-rodrigues/#comment-11682</link>
		<dc:creator>Áurea</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jan 2011 22:04:17 +0000</pubDate>
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		<description>IMPERDÌVEL: Só dez por cento é mentira.
A desbiografia oficial de Manoel De Barros.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>IMPERDÌVEL: Só dez por cento é mentira.<br />
A desbiografia oficial de Manoel De Barros.</p>
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		<title>Por: Áurea</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/minto-por-fabio-rodrigues/#comment-11536</link>
		<dc:creator>Áurea</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 00:03:41 +0000</pubDate>
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		<description>Hahahaha...valeu, Fábio! Obrigada!
Também não estou vendo porque ficar separando, classificando e combinando coisas que não resolvem nada.
Você me fez lembrar de Sá Luzia,benzedeira do Vale do Jequitinhonha, mulher do povo maravilhosa que viveu por 106 anos.
Certa vez a entrevistadora Leila Ferreira perguntou para ela sobre o que importava na vida e a resposta arrasou:
- &quot;Dá vida eu rapo tudo.&quot;</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Hahahaha&#8230;valeu, Fábio! Obrigada!<br />
Também não estou vendo porque ficar separando, classificando e combinando coisas que não resolvem nada.<br />
Você me fez lembrar de Sá Luzia,benzedeira do Vale do Jequitinhonha, mulher do povo maravilhosa que viveu por 106 anos.<br />
Certa vez a entrevistadora Leila Ferreira perguntou para ela sobre o que importava na vida e a resposta arrasou:<br />
- &#8220;Dá vida eu rapo tudo.&#8221;</p>
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		<title>Por: Fábio Rodrigues</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/minto-por-fabio-rodrigues/#comment-11506</link>
		<dc:creator>Fábio Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 13:37:00 +0000</pubDate>
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		<description>Oi, Áurea,

Avançado nada... Melhor pensar que isso é só estética, uma brincadeira ;-)

Sobre a pergunta, eu acho um perigo colocar as palavras verdade, mentira e amor numa mesma frase. Ninguém entende a mesma coisa pra cada uma delas ;-)

Mas, imaginando que houvesse um acordo sobre o que elas significam, eu diria que as três coisas estão misturadas, juntas, com mais um monte de outras coisas. E que não vejo porque separá-las, classificá-las e combiná-las como se umas fossem boas e outras ruins. É complicação demais pra resolver nada ;-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Áurea,</p>
<p>Avançado nada&#8230; Melhor pensar que isso é só estética, uma brincadeira ;-)</p>
<p>Sobre a pergunta, eu acho um perigo colocar as palavras verdade, mentira e amor numa mesma frase. Ninguém entende a mesma coisa pra cada uma delas ;-)</p>
<p>Mas, imaginando que houvesse um acordo sobre o que elas significam, eu diria que as três coisas estão misturadas, juntas, com mais um monte de outras coisas. E que não vejo porque separá-las, classificá-las e combiná-las como se umas fossem boas e outras ruins. É complicação demais pra resolver nada ;-)</p>
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		<title>Por: Áurea</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/minto-por-fabio-rodrigues/#comment-11501</link>
		<dc:creator>Áurea</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 10:57:06 +0000</pubDate>
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		<description>Esqueci de dizer que, após ler o Krishnamurti, achei o Fábio Rodrigues muito avançado.
Portanto, gostaria de saber dele o que ele pensa sobre a seguinte questão: creio que a verdade esta embrulhada/ mistura com o amor, a mentira se mistura com o quê?
Será que ele me responde?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Esqueci de dizer que, após ler o Krishnamurti, achei o Fábio Rodrigues muito avançado.<br />
Portanto, gostaria de saber dele o que ele pensa sobre a seguinte questão: creio que a verdade esta embrulhada/ mistura com o amor, a mentira se mistura com o quê?<br />
Será que ele me responde?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Áurea</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/minto-por-fabio-rodrigues/#comment-11500</link>
		<dc:creator>Áurea</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 10:33:18 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Gitti,

Veja que interessante este texto do Krishnamurti. 
Segundo ele a verdade é, ao mesmo tempo, atemporal e sempre nova.
Talvez estas características representem também a mentira...
Estou repassando porque achei didático e interessante.

abraço,

Áurea 

Em tempo: não uso mais pseudônimo.

 

 

Não há caminho para a verdade, ela deve vir até você. Mas a verdade virá tão somente quando sua mente e seu coração forem simples, puros. Quando lá existir o amor. Não haverá espaço para a verdade se o seu coração estiver ocupado com as coisas da mente. Quando há amor no seu coração, você não fala sobre organizar-se em irmandades; você não fala sobre crenças; não fala sobre divisões e forças que criam conflitos. Não precisa esforçar-se por reconciliações. Você é simplesmente um ser humano sem rótulos, sem bandeira. 

 

 

Isto significa que você precisa despir-se de todas aquelas coisas e deixar a verdade entrar em seu ser. Ela virá quando a mente estiver vazia, quando a mente parar de inventar. Então a verdade chega sem ser convidada. E ela virá tão rápida quanto o vento. Ela chega de repente, quando você não estiver olhando nem a espera. Súbita como o Sol, pura como a noite. Mas para recebê-la seu coração deve estar cheio e sua mente vazia... Como estão eles agora.

 

 

Assim, não há nenhum caminho para a verdade, e não há duas verdades. Verdade não é do passado ou do presente, é &quot;atemporal&quot;; e o homem que cita a verdade do Buda, de Shankara, do Cristo, ou que repete o que eu estou dizendo somente, não achará a verdade, porque a repetição não é nenhuma verdade. Repetição é uma mentira. Verdade é um estado de ser que surge quando a mente - que busca dividir, ser exclusiva, que só pode pensar em termos de resultados, de realização - se acabou. Só então a verdade poderá estar lá. 

 

 

A mente que está fazendo esforço, enquanto se disciplinando para alcançar um fim, não pode saber a verdade, porque a meta é sua própria projeção, e a perseguição daquela projeção, mesmo nobre, é uma forma de auto-adoração. Tal ser que está adorando a si mesmo não pode conhecer a verdade. 

 

 

Verdade só será conhecida quando nós entendermos o processo total da mente, quer dizer, quando não há nenhum &quot;conflito&quot;. ...Verdade não é contínua, não tem nenhum lugar permanente, só pode ser percebida de momento a momento... A verdade é sempre nova;  é ver o mesmo sorriso, e vê-lo como novo, é ver a mesma pessoa, e ver uma pessoa nova, é ver as novas palmeiras ondulantes, conhecer a vida novamente

 


Há comparação quando vocês dizem: &quot;Lembro-me daquele rio que vi há um ano e ele era ainda mais bonito.&quot; Vocês se comparam com alguém, comparam-se com um exemplo, com o ideal máximo. O juízo comparativo embota a mente; ele não torna a mente mais perspicaz, ele não a faz abrangente, compreensiva, - porque, quando se passa o tempo todo comparando, o que acontece? Vocês vêem o ocaso e o comparam de imediato com o ocaso anterior. Vocês vêem uma montanha e percebem sua grande beleza. 

 

 

Depois dizem: 

 


&quot;Vi uma montanha ainda mais bonita há dois anos.&quot; Quando comparam, vocês não estão de fato contemplando o pôr-do-sol que está na sua frente, mas o contemplam a fim de compará-lo com alguma outra coisa. Assim, a comparação impede que vocês contemplem plenamente. Olho para você, que é bonito, mas digo: &quot;Conheço uma pessoa muito mais bonita, uma pessoa muito melhor, uma pessoa mais nobre, uma pessoa mais tola&quot;. Quando faço isso, não estou olhando para você.  Como a minha mente está ocupada com outra coisa, não estou absolutamente olhando para você. Da mesma forma, não estou absolutamente contemplando o ocaso. Para se contemplar de fato o ocaso, não pode haver comparação; para olhar de fato para você, não posso compará-lo com outra pessoa.

 

 

Somente quando olho para você sem um juízo comparativo é que posso conhecê-lo. Porém, quando o comparo com outra pessoa, eu julgo você e digo: &quot;Ah!, ele é um homem muito estúpido&quot;. Assim, a estupidez surge quando há comparação. Eu o comparo com outra pessoa e essa mesma comparação elimina a dignidade humana. Quando olho para você sem comparar, interesso-me apenas por você e não por outra pessoa.  O próprio interesse por você, sem comparações, gera a dignidade humana.



Em conseqüência, enquanto a mente está comparando, não há amor; e a mente está sempre julgando, comparando, avaliando, procurando descobrir onde está o ponto fraco. Logo, onde há comparação não existe amor. Quando a mãe e o pai amam os filhos, eles não os comparam, não comparam o filho com outra criança; ele é o seu filho e eles amam esse filho. Mas vocês querem comparar-se com algo melhor, com algo mais nobre, com algo mais rico; e, assim, criam em si mesmos, uma falta de amor.



Vocês estão sempre preocupados consigo mesmos em relação a outra pessoa.  À medida que se torna cada vez mais comparativa, cada vez mais possessiva, cada vez mais dependente, a mente cria um padrão em cujas malhas se aprisiona a si mesma, de modo que não pode ver coisa alguma de maneira nova pela primeira vez. Desse modo, ela destrói essa coisa, esse perfume da vida, que é o amor.

Krishnamurti</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Gitti,</p>
<p>Veja que interessante este texto do Krishnamurti.<br />
Segundo ele a verdade é, ao mesmo tempo, atemporal e sempre nova.<br />
Talvez estas características representem também a mentira&#8230;<br />
Estou repassando porque achei didático e interessante.</p>
<p>abraço,</p>
<p>Áurea </p>
<p>Em tempo: não uso mais pseudônimo.</p>
<p>Não há caminho para a verdade, ela deve vir até você. Mas a verdade virá tão somente quando sua mente e seu coração forem simples, puros. Quando lá existir o amor. Não haverá espaço para a verdade se o seu coração estiver ocupado com as coisas da mente. Quando há amor no seu coração, você não fala sobre organizar-se em irmandades; você não fala sobre crenças; não fala sobre divisões e forças que criam conflitos. Não precisa esforçar-se por reconciliações. Você é simplesmente um ser humano sem rótulos, sem bandeira. </p>
<p>Isto significa que você precisa despir-se de todas aquelas coisas e deixar a verdade entrar em seu ser. Ela virá quando a mente estiver vazia, quando a mente parar de inventar. Então a verdade chega sem ser convidada. E ela virá tão rápida quanto o vento. Ela chega de repente, quando você não estiver olhando nem a espera. Súbita como o Sol, pura como a noite. Mas para recebê-la seu coração deve estar cheio e sua mente vazia&#8230; Como estão eles agora.</p>
<p>Assim, não há nenhum caminho para a verdade, e não há duas verdades. Verdade não é do passado ou do presente, é &#8220;atemporal&#8221;; e o homem que cita a verdade do Buda, de Shankara, do Cristo, ou que repete o que eu estou dizendo somente, não achará a verdade, porque a repetição não é nenhuma verdade. Repetição é uma mentira. Verdade é um estado de ser que surge quando a mente &#8211; que busca dividir, ser exclusiva, que só pode pensar em termos de resultados, de realização &#8211; se acabou. Só então a verdade poderá estar lá. </p>
<p>A mente que está fazendo esforço, enquanto se disciplinando para alcançar um fim, não pode saber a verdade, porque a meta é sua própria projeção, e a perseguição daquela projeção, mesmo nobre, é uma forma de auto-adoração. Tal ser que está adorando a si mesmo não pode conhecer a verdade. </p>
<p>Verdade só será conhecida quando nós entendermos o processo total da mente, quer dizer, quando não há nenhum &#8220;conflito&#8221;. &#8230;Verdade não é contínua, não tem nenhum lugar permanente, só pode ser percebida de momento a momento&#8230; A verdade é sempre nova;  é ver o mesmo sorriso, e vê-lo como novo, é ver a mesma pessoa, e ver uma pessoa nova, é ver as novas palmeiras ondulantes, conhecer a vida novamente</p>
<p>Há comparação quando vocês dizem: &#8220;Lembro-me daquele rio que vi há um ano e ele era ainda mais bonito.&#8221; Vocês se comparam com alguém, comparam-se com um exemplo, com o ideal máximo. O juízo comparativo embota a mente; ele não torna a mente mais perspicaz, ele não a faz abrangente, compreensiva, &#8211; porque, quando se passa o tempo todo comparando, o que acontece? Vocês vêem o ocaso e o comparam de imediato com o ocaso anterior. Vocês vêem uma montanha e percebem sua grande beleza. </p>
<p>Depois dizem: </p>
<p>&#8220;Vi uma montanha ainda mais bonita há dois anos.&#8221; Quando comparam, vocês não estão de fato contemplando o pôr-do-sol que está na sua frente, mas o contemplam a fim de compará-lo com alguma outra coisa. Assim, a comparação impede que vocês contemplem plenamente. Olho para você, que é bonito, mas digo: &#8220;Conheço uma pessoa muito mais bonita, uma pessoa muito melhor, uma pessoa mais nobre, uma pessoa mais tola&#8221;. Quando faço isso, não estou olhando para você.  Como a minha mente está ocupada com outra coisa, não estou absolutamente olhando para você. Da mesma forma, não estou absolutamente contemplando o ocaso. Para se contemplar de fato o ocaso, não pode haver comparação; para olhar de fato para você, não posso compará-lo com outra pessoa.</p>
<p>Somente quando olho para você sem um juízo comparativo é que posso conhecê-lo. Porém, quando o comparo com outra pessoa, eu julgo você e digo: &#8220;Ah!, ele é um homem muito estúpido&#8221;. Assim, a estupidez surge quando há comparação. Eu o comparo com outra pessoa e essa mesma comparação elimina a dignidade humana. Quando olho para você sem comparar, interesso-me apenas por você e não por outra pessoa.  O próprio interesse por você, sem comparações, gera a dignidade humana.</p>
<p>Em conseqüência, enquanto a mente está comparando, não há amor; e a mente está sempre julgando, comparando, avaliando, procurando descobrir onde está o ponto fraco. Logo, onde há comparação não existe amor. Quando a mãe e o pai amam os filhos, eles não os comparam, não comparam o filho com outra criança; ele é o seu filho e eles amam esse filho. Mas vocês querem comparar-se com algo melhor, com algo mais nobre, com algo mais rico; e, assim, criam em si mesmos, uma falta de amor.</p>
<p>Vocês estão sempre preocupados consigo mesmos em relação a outra pessoa.  À medida que se torna cada vez mais comparativa, cada vez mais possessiva, cada vez mais dependente, a mente cria um padrão em cujas malhas se aprisiona a si mesma, de modo que não pode ver coisa alguma de maneira nova pela primeira vez. Desse modo, ela destrói essa coisa, esse perfume da vida, que é o amor.</p>
<p>Krishnamurti</p>
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	<item>
		<title>Por: Eterna Aprendiz</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/minto-por-fabio-rodrigues/#comment-11438</link>
		<dc:creator>Eterna Aprendiz</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 20:01:58 +0000</pubDate>
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		<description>Não sei se é porque estou cansada, o fato é que não entendi nadinha deste texto.
Hahahaha...ninguém precisa explicar...quer dizer: se é que alguém iria tentar...
Depois voltarei descansada e o lerei novamente e, então, se continuar sem entender é porque o texto não é para o meu uso.
Resolvi, apesar da minha limitação de entendimento, compartinhar como entendo a questão da verdade: ela, bem como a realidade, é inapreensível. 
Desta forma, nenhum de nós a detém totalmente. 
Para vivermos da forma mais plena possível é bom que saíbamos que podemos ter apenas uma porporção dela e manter a mente e o coração abertos para a dos outros que, inclusive, pode ser o oposto da nossa.
O contrário de uma verdade autentica não é uma mentira, mas, paradoxalmente, outra verdade.
Vou parar porque, como já confessei (e é verdade) estou cansada para aprofundar na filosofia.
beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se é porque estou cansada, o fato é que não entendi nadinha deste texto.<br />
Hahahaha&#8230;ninguém precisa explicar&#8230;quer dizer: se é que alguém iria tentar&#8230;<br />
Depois voltarei descansada e o lerei novamente e, então, se continuar sem entender é porque o texto não é para o meu uso.<br />
Resolvi, apesar da minha limitação de entendimento, compartinhar como entendo a questão da verdade: ela, bem como a realidade, é inapreensível.<br />
Desta forma, nenhum de nós a detém totalmente.<br />
Para vivermos da forma mais plena possível é bom que saíbamos que podemos ter apenas uma porporção dela e manter a mente e o coração abertos para a dos outros que, inclusive, pode ser o oposto da nossa.<br />
O contrário de uma verdade autentica não é uma mentira, mas, paradoxalmente, outra verdade.<br />
Vou parar porque, como já confessei (e é verdade) estou cansada para aprofundar na filosofia.<br />
beijos</p>
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