Livros que recomendo
Um livro para homens
Se eu tivesse de sugerir apenas um livro, minha decisão seria fácil: The Way of the Superior Man: A Spiritual Guide to Mastering the Challenges of Women, Work, and Sexual Desire, de David Deida. Eu nunca li obras sobre relacionamentos (como “Mulheres são de Vênus… bla bla bla”), mas estou certo de que nenhum deles se aproxima das idéias do Deida.
Sobre sexo e amor, homem que é homem não fica lendo livros – no máximo, um blog lilás… ;-) Mas, sério, depois que você ler o “The Way…”, nada mais será necessário. Aí é praticar ou praticar. Eis um trecho:
Don’t Analyze Your Woman
The feminine’s moods and opinions are like weather patterns. They are constantly changing, severe and gentle, and they have no single source. No analysis will work. There is no linear chain of cause and effect that can lead to the kernel of the “problem.” There is no problem, only a storm, a breeze, a sudden change in weather. And the bases of these storms are the high and low pressure systems of love. When a woman feels love flowing deeply, her mood can instantly evaporate into joy, regardless of the supposed reason for the mood.

Um livro para mulheres
Esse calhamaço de 628 páginas dispensa comentários. Essencial para mulheres de qualquer idade. A foto ao lado está em inglês apenas por motivos estéticos, mas o link leva para a edição brasileira: Mulheres que Correm com os Lobos: mitos e histórias do arquétipo da mulher selvagem, de Clarissa Pinkola Estés.
Trechos:
“Parece tão repulsivo, mas esse é o momento perfeito em que se apresenta uma verdadeira oportunidade de demonstrar coragem e de conhecer o amor. Amar significa ficar com. Significa emergir de um mundo de fantasia para um mundo em que o amor duradouro é possível, cara a cara, ossos a ossos, um amor de devoção. Amar significa ficar quando cada célula nos manda fugir.”
“Todas nós temos anseio pelo que é selvagem. Existem poucos antídotos por nossa cultura para esse desejo ardente. Ensinaram-nos a ter vergonha desse tipo de aspiração. Deixamos crescer o cabelo e o usamos para esconder nossos sentimentos. No entanto, o espectro da Mulher Selvagem ainda nos espreita de dia e de noite. Não importa onde estejamos, a sombra que corre atrás de nós tem decidamente quatro patas.”
* A Ana Lucia Sorrentino Garé, leitora do Não2Não1, mantém um blog exclusivamente dedicado ao livro da Clarissa.























