Conversar, discutir e melhorar a comunicação é realmente o segredo de um bom relacionamento?

por Gustavo Gitti 12 janeiro 2009 69 comentários

Nos comentários do texto “Tudo aquilo que você não queria falar sobre relacionamentos”, surgiu uma discussão sobre a importância do diálogo para a saúde de um casal. Como a Nati é uma amiga (não uma apenas mais uma foto que às vezes fica online), eu já sabia de antemão que concordávamos sobre o assunto. Ainda assim o tema se desdobrou em algumas idéias que gostaria de desenvolver.

A conversa começou com o seguinte comentário, no qual ela se refere às várias falas de homens e mulheres listadas no post:

“Acho que as relações seriam mais fáceis se isso tudo fosse dito claramente.”

Será mesmo? Vejamos… Para facilitar, dividi o texto em quatro temas que se configuram como perguntas.

Fala inútil (ou como conversar pode ser jogar sujeira no ventilador)

A primeira pergunta: ser sincero e contar a verdade, isso ajuda?

Ele sai com os amigos, bebe demais e acaba beijando outra garota. Contar o acidente para sua mulher no dia seguinte o fará um homem melhor? Ela ainda lembra com certa paixão de seu ex-namorado. Ao abrir o jogo com o atual parceiro, será mesmo que ele vai ficar tão contente (por ter uma mulher fiel ao seu lado) quanto inseguro e impotente (ao perceber que não tem controle sobre o que ela sente)? Na praia, ele repara em algumas estrias e varizes do corpo dela. Se pensasse em voz alta, sairia algo assim: “Você me excita sempre, sou louco pelo seu corpo, adoro a textura da sua pele, mas não me orgulho muito de andar com você pela praia. Não ligue para isso, ok? Eu te amo”. A conversa detonada por tamanha sinceridade seria mesmo saudável e enriquecedora para ambos?

Essas falas não são a nossa verdade, elas apenas expressam obstáculos e fragilidades momentâneas. É a fala do orgulho, do apego, da raiva, da insegurança, do medo. Se não contamos a ninguém, elas continuam nos atrapalhando. Se contamos, às vezes pioram tudo ainda mais porque o outro ouve como se estivesse descobrindo a verdade sobre nosso interior em vez de saber que aquilo tudo é a emoção falando, que é impermanente e que estamos além daquilo.

Quando estamos irritados, parece que recebemos permissão para revelar supostas verdades: “Quer saber? Você é um babaca que só fala mas não faz! Eu estou cansada, eu quero um homem, eu preciso de mais do que isso. Ah, e você é baixo demais para mim. Sempre senti isso, mas nunca falei por respeito”. Em tais momentos, somos sinceros com quem? Conosco, com o outro ou apenas com nossa própria carência? Somos fiéis ao outro ou aos impulsos que surgem dentro de nós? Quem disse que a sinceridade é uma virtude? A verdadeira honestidade nasce no momento em que somos fiéis à nossa liberdade, não quando damos voz às nossas confusões, aflições e prisões.

Herança socrática (ou por que nós não somos donos de uma visão privilegiada sobre nós mesmos)

A segunda pergunta: falar sobre nossos próprios sentimentos, isso aumenta a compreensão que o outro tem de nós?

Tenho uma hipótese. Penso que o criador das famosas DRs (discussões de relacionamento) foi Sócrates. Até hoje praticamos, em formas variadas, a maiêutica socrática. A tradição ocidental ainda nos faz acreditar que o diálogo racional vai nos levar ao bom, ao belo e ao verdadeiro.

A maiêutica, a inscrição no Oráculo de Delfos (“conhece-te a ti mesmo”) e a instrução moderna em tempos de psicologismos (“fale mais sobre isso…”) supõem que uma pessoa detém um conhecimento mais acurado sobre si mesma, ou seja, que ela pode compreender mais de si mesma do que qualquer outro pode deduzir de fora.

Jorge Coli, um dos maiores críticos de arte do Brasil, foi bastante enfático em uma palestra que vi ano passado: “Quem disse que o artista sabe mais sobre sua obra do que eu ou você?”. Ele usou a metáfora de um livro como sendo o filho do escritor: depois de nascer, ele tem vida própria, o pai não tem controle, não tem acesso a sua suposta essência ou significado verdadeiro.

O mesmo acontece conosco. Quando nos olhamos, somos mais um que nos olha, igualzinho amigos, namoradas ou estranhos. Quando olhamos a nós mesmos, somos outros. Não temos como saber quem somos só porque somos nós. É totalmente possível que outra pessoa nos entenda muito mais do que nós mesmos – e  sem que precisemos falar sobre nossa vida. Portanto, às vezes, quando uma pessoa revela tudo sobre si mesmo, isso pode confundir mais do que esclarecer.

Muitas vezes não sabemos quais são nossas próprias verdades, desejos de corpo e mente. Sabemos algumas, mas a maioria são mentiras que contamos não tanto para os outros, mas para nós mesmos. Mesmo se descobríssemos todas as nossas falas, isso não adiantaria muito. Elas são apenas confusões impessoais nas quais estamos fixados. São constituídas de aflições universais, como raiva, medo, ansiedade, depressão, inveja, amargor, hesitação, desconfiança, pequenas psicoses, esperança, orgulho, preguiça, apego, carência…

A impessoalidade das falas mais pessoais fica evidente no filme Jogo de Cena, de Eduardo Coutinho, quando Fernanda Torres mistura a fala de uma outra mulher à sua própria sensação de interpretá-la ou nos diversos momentos em que não sabemos se a atriz está encenando a história de outra ou contando a sua própria diante da câmera.

Comunicação não-discursiva (ou como usar frutas para acabar uma discussão)

A terceira pergunta: dialogar e conversar diante de um conflito, isso resolve?

Ela começa a reclamar. O conteúdo de suas falas transita entre “Você prometeu que não trabalharia este sábado” e “Eu não gosto quando você me trata assim”. Você começa a responder a cada uma das reclamações sendo que ela só quer uma resposta: “Você me ama?”. Ela não está irritada porque você deixou o quarto bagunçado, porque você não está empolgado em ir ao casamento da prima dela ou porque dançou com aquela garota que nitidamente estava dando em cima. Ela está irritada porque se sente sozinha, insegura, não sente seu desejo e desconfia de seu amor.

O biólogo Humberto Maturana diz que nossas posições ou nossas verdadeiras teses não são cognitivas. Se alguém nos convencer com uma argumentação perfeita (impecável, por A + B), ainda assim vamos manter nossa posição. Nossas verdades são corporais, emocionais, mexem com nossos fluidos, nosso sangue, nossa respiração. É por isso que, quando alguém ataca uma idéia ou uma filosofia com a qual nos identificamos, nos sentimos atacados, queima, dói.

A comunicação não precisa ser discursiva ou cognitiva. Ela pode ocorrer por qualquer linguagem. De fato, a maior comunicação se dá de modo não-discursivo: com o corpo, com emoções, com energia vital, com postura, olhares, respiração, toque, em meio ao silêncio que permanece até mesmo na presença de palavras e conceitos. Ainda que estejamos usando palavras, o que vai fazer a comunicação acontecer é o nosso corpo como um todo, não o bom encadeamento das palavras.

Se o homem quiser falar “Eu te amo, apenas preciso de tempo para meu trabalho e você não deveria se sentir sozinha”, melhor que fale isso todo dia com o corpo e só às vezes com palavras. Se ele falar todo dia com palavras e raramente com o corpo, é como se ele nunca tivesse falado nada. A linguagem que ouvimos vem do corpo, não dos significados das palavras escritas ou faladas. A linguagem que nos toca o coração só pode vir do coração do outro. Simples assim.

A comunicação discursiva tem pouco a acrescentar para o desenvolvimento de um relacionamento. Na maioria dos casos, o diálogo só complica: a mulher cobra e reclama com as palavras, e o cara silencia e, quando fala, se perde em mil discursos. Menos discurso e mais silêncio, menos fala e mais presença, podem beneficiar mais uma relação do que tentar melhorar a comunicação discursiva, o diálogo, a conversa.

Durante uma briga ou em tempos de crise, David Deida diz que é preciso restabelecer o fluxo do amor e só então conversar. Conversar sem que a outra comunicação (não-discursiva) esteja ocorrendo é perder tempo e só aumentar o problema. É como tentar tirar a casca de uma ferida antes que o corpo tenha se regenerado. Se ambos se comunicam e se conectam, aí então a conversa serve para algo. Se o problema é justamente a desconexão e falta de comunicação, a conversa só vai agravar e piorar a situação!

Portanto, para a comunicação funcionar, é preciso, antes de qualquer palavra, acertar o olhar, alinhar o corpo, se abrir e amar o outro. Sem isso, nada feito. Agora, o que faz a maioria dos casais? Começamos a falar, como se fosse resolver, antes de alinhar o corpo, ou mais precisamente, justamente quando o corpo está no pior estado possível e quando menos estamos amando, menos estamos abertos.

Para homens: quando ela estiver no meio de uma argumentação, diga que você ama o modo como o nariz dela se move enquanto ela fala, sorria e pegue-a no colo. Parece bobo, mas experimente: pegue-a no colo e olhe sorrindo em seus olhos. E então a coloque de volta ao chão e veja para onde se encaminha o diálogo.

Para mulheres: quando ele se irritar, começar a falar sem parar ou, o contrário, se fechar e silenciar, corte uma manga ou um melão e dê na boca dele. Veja, não falei em arremessar frutas, ok? Faça-o entrar em contato com o corpo novamente (o dele e o seu). Se a conversa prosseguir, o ambiente inteiro terá se transformado. Na maioria dos casos, porém, a conversa não é necessária – ela estava apenas expressando um desconforto, uma ansiedade, uma dúvida ou um medo que agora não mais existe.

É triste, mas o fato é que muitas vezes conversamos simplesmente porque não sabemos fazer outra coisa para se comunicar. As mulheres são mais hábeis nisso: elas choram, sorriem, se produzem ou apenas ligam o dia todo. Elas se comunicam pelo modo com que se comportam. Puro movimento, elas dançam, alternam e experimentam entre os infinitos comportamentos humanos. Os homens resistem mais a tais experimentações de linguagem e portanto são reféns da conversa. Como a mulher se comunica a todo momento, a maioria das vezes as expressões femininas são cheias de palavras. E o homem, o que faz? Em vez de notar o comportamento como um todo, ele ouve o conteúdo da fala feminina. E então começa a patinar tentanto resolvê-lo ou criticá-lo.

Um homem não deveria se relacionar com a fala de uma mulher, não deveria reagir às palavras, responder aos significados, ao discurso, aos argumentos. Este é o pior erro que um homem pode cometer em uma conversa. Ainda que ele concorde com a argumentação, que aceite tudo o que ela disser, isso não a deixará satisfeita. O erro não é discordar ou concordar, mas se relacionar com as palavras em vez de se relacionar com a mulher inteira.

Outro erro masculino bastante comum é deixar que conversas importantes aconteçam por telefone ou MSN – isto é, na ausência de corpo. Ela está irritada, ele quer se livrar daquilo, ela puxa temas, ele não está de corpo presente para conduzir as emoções, ela cobra uma ação, ele não consegue fazer nada no momento, os dois brigam feio.

Conversa de mesa ou de travesseiro? (ou como fazer do diálogo um processo não-discursivo)

Por fim, a quarta pergunta, um tanto quanto diferente das outras: conversar com o corpo inteiro, isso é possível?

Calar a boca com um beijo, preparar mangas, pegar no colo e makeup sex são saídas fáceis. É como desligar o som para ouvir o silêncio. Mas e se tentássemos ouvir o silêncio durante o som? Ou seja, e se fizéssemos da conversa, da própria fala, uma comunicação não-discursiva?

A conversa usual muitas vezes age contra a verdadeira comunicação. Palavras só funcionam quando são desnecessárias, quando a outra comunicação já está ocorrendo pela conexão dos corpos. Apenas então a palavra é boa: ornamento, adorno, enfeite. Cada frase é toque, gesto, para além de sua significação discursiva.

Uma conversa de mesa, discursiva, se faz com palavras e um certo tom de agressão. Há uma urgência em falar e nos irritamos quando somos interrompidos. Estamos distantes, um de cada lado da mesa. Às vezes nos levantamos e continuamos a falar de costas para o outro, ou gritar sem que o outro sequer esteja no mesmo cômodo que nós. A agressão esconde uma fragilidade: precisamos de algo, queremos convencer, provar, ganhar, esperamos que o outro entregue exatamente aquilo que desejamos receber.

Por outro lado, uma conversa de travesseiro, não-discursiva (ainda que permeada de palavras), é uma forma de acolhimento, abertura, abraço, é um gesto em direção ao outro. Sem precisar de nada, sem a necessidade de convencer ou provar algo, oferecemos nossa escuta e também nossa fala. Antes, durante e depois da fala, nossos pés brincam, nossas pernas se esquentam, nossas mãos se movem involuntariamente.

A boa escuta é ativa, não passiva. Para ouvir música indiana, por exemplo, é preciso contar o tempo, caso contrário ignoramos grande parte daquilo que os músicos estão dizendo. Experimente: no meio dessa música, Glen Velez faz um solo enquanto sua mulher, Lori Cotler, marca um ciclo de 7 com as mãos. Ouça a primeira vez sem marcar nada e depois imite a marcação de Lori – ficará claro que o Glen está se comunicando com a marcação que você faz, ele toca em diálogo com sua mão. Para ouvir, é preciso agir.

Enquanto alguém fala, temos de acompanhar. Não basta receber, é preciso ir junto. Seguir. Por isso é comum ouvirmos: “Eu não estou te acompanhando”. O outro de fato nos leva para mundos durante uma conversa. Ouvir, na verdade, é mais ativo que falar pois quem fala pode se distrair e esvoaçar, mas quem ouve não. Se presente no falante, a distração ou a confusão gera mais fala, enquanto que para o ouvinte qualquer esvoaçamento atrapalha a escuta.

Para seguir, não só escutar, precisamos mover nosso corpo em direção ao outro. Não prestar tanta atenção nas palavras. Andar até o local de onde o outro está falando. Trocar “O que ele fala?” por “De onde ele fala?”. Tratar palavras como roteiros em um mapa.

De algum modo, sempre que tentamos explicar algo, ou nos fazer compreender, deixamos um pedido: “Venha até onde estou e entenderá”. Não chegamos até lá seguindo palavras com a mente ou fazendo interpretação analítica, mas buscando o corpo do outro com nossos pés e mãos.

* Se você leu até aqui, viu como falar, falar, escrever, falar e falar não leva a lugar nenhum? O verdadeiro significado deste post não está aí em cima, mas no meu corpo e no seu corpo que agora falam: “É, palavras cansam”. ;-)

** Na Cabana PdH, depois de publicar esse post aqui, sugeri uma prática e o pessoal já descreveu mais de 10 ações possíveis para um homem que deseja usar o corpo para fazer tudo o que sugeri acima.

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Para transformar nossas relações

Há algum tempo parei de escrever no Não2Não1 e comecei a agir de modo mais coletivo, visando transformações mais efetivas e mais a longo prazo. Para aprofundar nosso desenvolvimento em qualquer âmbito da vida (corpo, mente, relacionamentos, trabalho...), abrimos um espaço que oferece artigos de visão, práticas e treinamentos sugeridos, encontros presenciais e um fórum online com conversas diárias. Você está convidado.



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69 comentários »

  • Enjoy the silence « Duas Fridas

    [...] O Gustavo tenta nos convencer de que não vale a pena entrar em discussões de relacionamento. [...]

  • Claudia Lyra

    Tá certo que você falou, falou, escreveu, falou… mas dizer que não chegou a lugar algum é diminuir a importância do seu argumento, que deu voz a uma sensação minha: que palavras desacompanhadas do “movimento” são totalmente vazias e, por vezes, só servem para magoar. Bjs.

  • Ick

    Poooxa Gustavo, adorei o post!

    Ficou muito claro a forma errônea que me comunico com minha gata, chega ser esquisito, mas faz sentidoo.. Geralmente as mulheres gostam de uma “conversa extra”, de sempre levar a finco tudo e resolver nas benditas conversas, por exemplo:

    Eu falho muito e diversas vezes que fico nervoso também apelo para a conversa, conversa, conversa e conversa, mas e quando apenas paro tudo, dou um sorriso, um beijo e simplesmente acaba a conversa espontaneamente, ficamos bem.. ufaaa.. sinceramente me parece tão adorável, eu verdadeiramente “fico de boa”, porém ao passar dos dias, semanas, meses e outra situação parecida vem a acontecer.. BBBAAAMMM, ouço aquele papo:

    “- Mas nem conversamos, àquele dia você simplesmente ignorou, não resolvemos o assunto”..

    E nesse caso, novamente deve-se tentar não argumentar e “fugir” da conversa?

    Complicado né.. rs

  • Monix

    Ick, posso dar um palpite?
    Não falar não basta – tem que agir ambém. Talvez no intervalo entre uma DR e outra esteja faltando alguma coisa. Na lista de posts relacionados aí em cima tem outro texto do Gustavo chamado “Não discuta a relação”. Vai aí um trechinho do final:

    “Uma mulher que se sente acolhida (lembrando que não basta você achar que ela é acolhida, ela precisa se sentir acolhida!) pode passar dias longe, feliz, sem desconfianças, andando, se desenvolvendo. Já uma mulher que se sente isolada buscará por contato e segurança a cada instante, testando você, exigindo mais, reclamando de cada detalhe.”

    (Nem eu acredito que citei o próprio Gustavo no blog dele mesmo, é muito abuso, nénão? Hahaha)

    Bjs

  • Gustavo Gitti (autor)

    “E nesse caso, novamente deve-se tentar não argumentar e “fugir” da conversa?”

    Ick, se meio texto deu a entender isso, eu errei.

    VOcê não foge porque você não teme a solidez aparente da conversa. Você faz justamente o contrário: você vai até ela, ATRAVESSANDO a conversa. Os argumentos são sempre transparentes, não são densos.

    Então você sorri, mesmo se quiser continuar o palavrório por horas.

  • João Victor

    Ick, quando ela falar isso, você diz que não conversou porque estava esperando para vê-la nervosinha e linda desse jeitinho, ou qualquer outra coisa do gênero, e volta para o começo da conversa: pega no colo, sorri e beija. Zero complicação.

    Como foi falado, pode não ser a verdade, mas quem disse que a verdade basta?

    Abraço

  • Rita

    É…eu não consegui ler até ao fim, fiquei a meio de “Comunicação não-discursiva (ou como usar frutas para acabar uma discussão)” mas claro leio sempre o fim “* Se você leu até aqui, viu como falar, falar, escrever, falar e falar não leva a lugar nenhum? O verdadeiro significado deste post não está aí em cima, mas no meu corpo e no seu corpo que agora falam: “É, palavras cansam”. ;-)”
    hihi
    Depois eu volto para provar que palavras não cansam… ;)

  • Nati

    Gu,

    belo post…

    Adorei!!!

    Realmente temos o mesmo ponto de vista, tanto que mesmo discutindo no primeiro post, com este eu concordo em gênero, número e grau.

    Domingo pude provar este post, viver na pele. Vou escrever detalhadamente no meu blog depois, mas só pra ilustrar.

    Discuti com meu namorado no começo da manhã. Estava chateada e estressada já havia um tempo, e por motivos que não tinham diretamente a ver com o relacionamento. A briga foi densa, muito peso em cada palavra e um sentimento de solidão imenso.

    No ápice da minha ‘solidão interna’ sai do quarto e fui pra casa de minha tia. “Fui embora”… Já estava me sentindo abandonada o suficiente, pra permanecer ali.

    Passei um dia péssimo. Não era aquilo que queria. Eu não queria ir embora, queria me sentir próxima, junto.. No fim da tarde, a discussão não fazia sentido.. e eu podia afirmar com veemência que tudo que eu havia dito antes era mentira.

    Quando cheguei em casa à noite, sem saber se eu tinha namorado ainda ou não. Eu não disse nada… Eu sorri.. Não um sorriso timido, um sorriso mesmo, acompanhado de um riso.. Uma alegria de ver o quanto eu o amava e o quanto era ridiculo tudo aquilo.

    Vi neste momento, que o olho dele ainda brilhava… Comentei isso com ele. Ele respondeu que sempre brilhava…

    Ele continuou calado.. eu falei o que estava sentindo.. e esperei.
    Sentamos pra comer, e não falamos nada, eu ria, e ele não conseguia segurar o riso também.. diante de minha alegria sem sentido.

    Estava arrumando algumas coisas, porque uns amigos dele haviam chegado em casa.. Ele estava indo tomar banho, parou na portado quarto, me puxou e me abraçou.. Não disse nada. Me olhou nos olhos.. me deu um selinho e me abraçou de novo.. Foi tomar banho..
    Quando saiu. Já não tinha briga, não tinha separação..

    Estvamos unidos e conectados.

    Nada mais precisava ser dito.

    Rimos e fizemos carinho o tempo inteiro. O corpo tinha voltado a falar!!

    =D

  • Melissa Slaviero

    Olá, Gustavo! Tentei te linkar pelo blogspot e não consegui, estranho… Li uns 3 mil tokes deste post, mas depois fikei com preguiça pq é grande demais. Bem, concordo com o início, plenamente. Mentiras sinceras me interessam, sempre. E acho a diplomacia faz parte da humanidade e torna tudo mais fácil, inclusive, os relacionamentos. As pessoas dseveriam aprender a mentir na proporção correta. Uma vez, durante uma briga, eu caí no erro de falar a verdade e me fudi. Hoje em dia então eu minto. :))

  • caio

    Gitti,só tenho uma coisa a dizer.
    – Você fala de mais.

  • Alessander Guerra

    Oi Gustavo, é muito bom ler o que vc escreve.

    Acho que a comunicação é fundamental para um bom relacionamento, a forma como ela deve ocorrer tem de ser sentida no dia-a-dia do casal. Cada um tem uma forma de ser.

    O diálogo é necessário, mas só funciona se acontecer no tempo certo. Concordo que em hora de discussão não há diálogo. Apenas dois monólogos, por isso que não se chega a lugar algum.

    Eu e a Cris já estamos há uns 16 anos juntos e conhecemos com um e o outro funciona, embora nem sempre consigamos utilizar plenamente nossos conhecimentos, porque existe um elemento chamado: imprevisível, que nos acompanha pela vida.

    Nada contra o imprevisível, afinal de contas ele que dá sabor à vida.

    Parabéns pelo post

    abs
    Alessander Guerra
    http://www.cuecasnacozinha.com

  • caio

    Jura? eu estou reaprendendo a escrever em português.
    valeu.

  • euzinha

    concordei com cada palavra do teu post. engraçado como o ideal seria mesmo a gente EVITAR as discussões, né? hahaha meu namorado não tem TATO/SENSIBILIDADE suficiente pra me “cortar” quando começo a discutir sobre qualquer coisa. e olha que eu já dei esse toque pra ele, hein?
    daí agora mandei o link pra ele e ele pediu preu resumir! alguem pode com isso? hahahhaha
    ainda assim, somos um casal feliz pela maior parte do tempo.

    adoro teu blog, fala umas megaverdades que a gente paga pra não ler, mas é bem isso mesmo.

  • Paula

    Penso que a verdade deve ser dita, ainda que doa!
    E honestidade não significa crueldade… significa abrir o jogo com o outro, para que ele saiba com o que está lidando.

    Não me refiro a algo do tipo:
    “amor, adoro dormir contigo, mas odeio a tua aparência pela manhã!”
    Isso é crueldade!

    Mas se ela acorda de cara amassada e pergunta:
    “eu fico bonita pela manhã?”
    E ele responde:
    “claro que não! mas quem fica???!!!!”

    Isso terá um efeito muito maior de cumplicidade e honestidade do que se ele dissesse: “claro, a mais bela de todas”.

    E quanto aos exemplos citados, sobre “ele beijar outra num momento de bebedeira”, ou “sobre ela ainda ser apaixonada pelo ex”…
    a verdade nesses casos é mais do que essencial.

    Afinal, tais relacionamentos precisam de muito mais atenção… e para isso é necessário que ambos trabalhem juntos, o que fica impossível sem conhecer ao máximo as variáveis envolvidas.

    O intuito desse excesso de honestidade que prego não é o pleno conhecimento do outro, mas o fortalecimento da confiança. E pequenas mentiras, segredos, mistérios, não fortalecem a confiança… a verdade sim!

  • Arianna

    Excelente texto, adorei!

  • P.

    Aconteceu ontem…
    Ele ficou com ciuminho de um amigo com os qual estava conversando no msn… ficou bravinho, pronto pra discutir. Eu levantei da cadeira – na hora, claramente deixando a conversa sem nem avisar para o amigo que já voltava – fui até ele e, sem dizer nada, dei um beijo em cada pintinha das várias que ele tem nos braços, no pescoço… (e que eu sempre digo que amo). Falei uma coisinha indecente e voltei para o meu lugar, pra minha conversa.
    Queria dizer que meus amigos eram importantes, que os admirava e tudo o mais, mas que meu homem mesmo, o cara pelo qual enlouqueço, era ele. Já tinha dito isso outras vezes, mas nenhuma foi tão eficiente como essa. Ele entendeu rapidinho. Um lindo…

  • P.

    Ah… esqueci de dizer que, claro, adorei o texto. Já tinha lido antes. Ele foi inspirador…

  • Jazz

    Se o homem quiser falar “Eu te amo, apenas preciso de tempo para meu trabalho e você não deveria se sentir sozinha”, melhor que fale isso todo dia com o corpo e só às vezes com palavras. Se ele falar todo dia com palavras e raramente com o corpo, é como se ele nunca tivesse falado nada. A linguagem que ouvimos vem do corpo, não dos significados das palavras escritas ou faladas. A linguagem que nos toca o coração só pode vir do coração do outro. Simples assim.

    Aprendi isso. DR’s desgastam. Meu namorado sempre cala nessas horas e deixa a poeira baixar. Na verdade ele sempre cala, e demonstra como todas nós mulheres queremos (mas não nos contentamos) – com atos, não palavras.

    Mulheres falam demais.

    Diálogo é toque. Aliás… é ,feeling.
    Como diz o clichê: “o olhar fala mais que tudo”.

  • bruno

    auauahua curti o “p.s” nao tem pro gustavao uahauahuahau~! abracooo glra!

  • Lara

    Eu sabia desde quando, sem mto tempo, passei os olhos rapaidamente por este texto: é um dos melhores que já li por aqui! Esse assunto é tão importante gente, é a mina de ouro das relações profundas.
    sem mais palavras..

  • Gustavo Gitti (autor)

    Na Cabana PdH, depois de publicar esse post aqui, sugeri uma prática e o pessoal já descreveu mais de 10 ações possíveis para um homem que deseja usar o corpo para fazer tudo o que sugeri neste texto.

    Coisa bonita de se ver.

  • Erica Perfeito

    Olá,li seu post através do que a Melissa postou no blog dela.
    E quanto ao começo,também concordo que nem sempre a verdade é necessária.
    Me considero uma pessoa muito sincera e já tive problemas quanto à isso.Hoje prefiro me calar e se preciso mandar uma mentirinha.Pq eu acho que se a verdade não vai acrescentar nada de bom pelo contrário,magoar porque dizer não é mesmo?

    Outra coisa…
    Já briguei muito pelo MSN quando meu marido estava viajando à trabalho,hoje prefiro ligar pelo menos pra ouvir a voz dele.
    Até prometemos que não íamos mais nos falar por MSN pq sempre acabava mal.
    Isso de toque e presença é muito importante.

    Bom,é isso
    Li todo o post hehehe
    Parabéns.

  • Gustavo Gitti (autor)

    “é a mina de ouro das relações profundas.”

    Lara, eu vou ter de concordar… ;-)

    Já faz tempo (acho que desde o http://nao2nao1.com.br/meu-corpo-sobre-o-arrependimento/ ) que venho insistindo que a saída é pelo corpo.

    É irônico, pois isso aqui é um amontoado de textos, mas é verdade: a coisa começa e termina no corpo.

    Ontem mesmo voltando do sesc uma amiga estava reclamando do cara com quem está saindo: “Ele não tem disposição, ele não veio me pegar, ele não propõe nada, poxa, to chateada”. E semana passada uma amiga mais velha da meditação: “Fato é que os homens aqui em São Paulo estão cansados e estressados, aí não rola chegar em casa e mandar bem na cama”.

    Enfim, é coisa do corpo: cansaço. O cara até tem idéias, mas a energia oscila demais e ele acaba não fazendo nada. Situação grave… ;-)

  • Jon

    Fala gustavo, post mto bom.. um dos melhores q li ate agora no nao2nao1…

    sei lah. qndo leio seus posts fico com mil ideias na cabeca.. paro, penso.. logo existo.. (soh existo qndo leio aki) ehehhe continue postando.. sucesso

    não sei se conhece, mas vale a clicada: http://coisasparavoceodiar.wordpress.com

  • J

    Excelente!
    Primeira vez que passo por aqui e fiquei encantada com a responsabilidade com que você escreve, como quem sabe bem onde quer chegar e sabe usar as palavras para tanto. Tem clareza e profundidade de argumento. Uma raridade nos blogs que venho acessando. É ótimo perceber o comprometimento das pessoas naquilo que fazem. Sem contar que concordo com sua tese. É nobre. Parabéns!

  • Babi

    Me assustei com o post, tipo… lindo *_*

    Parabéns!!! Grande talento tanto com o modo de escrita como oq passa, primeira vez que leio e me deparo com tal coisa!!

    Já ganhou uma nova leitora assídua ;)

  • impessoalidade.net - Conversar, discutir e melhorar a comunicação é realmente o segredo …

    [...] sensação de interpretá-la ou nos diversos momentos em que não … Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: [...]

  • Ale

    Gustavo,

    De onde vem tanta sensibilidade para entender e interpretar as relações humanas? Você realmente é um homem com alma feminina…adorei!
    Parabéns!

  • Daniel

    Gustavo,

    E como manter uma relação sem ter o contato tanto falado nos textos?

    Eu namoro alguns meses, e ela mora simplesmente a 380 KMs de distância, sobrando assim, só conversas por telefone.
    Conversas que por sua vês, nem sempre são boas, por que não é todo dia que estamos bem, ou que nosso estado de espírito esteja bem.
    E nós também conversamos quando não estamos bem, ou quando um está e o outro não está.
    Nossos sentimentos vem ao ápice de amor e as vezes totalmente ao contrário ou as vezes um tenta fingir que o outro está normal..
    mas é totalmente o contrário – agimos como se fôssemos atores -. Isso dificulta o relacionamento, e por vezes pensamos que isso seja fruto da distancia.

    Como seguir com um relacionamento desse? sendo que sentimos que nos amamos, mas não temos como expressar isso com o contato, com os olhares, com a sensibilidade e sentimentos outros, que sentimos quando estamos com a pessoa amada ao nosso lado?

  • Gustavo Gitti (autor)

    Fala Daniel!

    Você mesmo já deve ter essas respostas pois eu nunca vivi um relacionamento à distância. Na Cabana PdH, temos um caso assim (e a distância é MUITO maior que 380Km). Se você puder participar, certamente receberá algumas dicas do cara.

    Não sei se falar todo dia por telefone é o melhor. E também não sei se uma relação à distância é o melhor para ambos. Só acredito nisso em casos em que a distância é temporária (6 meses, 1 ano) ou nos casos em que a possibilidade de contato é frequente (a cada 1 ou 2 semanas um fds juntos, por exemplo).

    Caso contrário, é como se você limitasse o outro: “Eu não estou presente para você me amar, mas ainda assim não quero que você ame outro”. ;-)

    Mas, ignorando tudo isso, tirando o pé do chão, tudo é possível. Somos livres e se realmente beneficiamos o outro com apenas o som de nossa voz, ainda que uma vez por mês, what the hell, por que isso seria menos do que contato carnal diário?

    Eu mesmo já presenciei isso: vi de perto uma mulher trocar contato diário (de morar junto mesmo) por alguns torpedos poéticos.

    Abração!

  • Lilian

    Eu adorei o seu blog e esse post foi demais!
    Muita informação que faz qualquer um pensar sobre as próprias atitudes.
    Amei e você ganhou mais uma fã, rsrsrsrsrs!
    Parabéns!!! Já está no meu Favoritos.
    Beijos e sucesso!

  • Luiz

    Cai muitas e muitas vezes neste erro de embarcar em conversas que não resolvem…

    Mas e quando, mesmo que eu cale e tente demonstrar em atos a garota se esquiva?

    meu primeiro post aqui.

    Gustavo, seu blog é muito bom cara. util pra caramba!

    Abs

  • Gustavo Gitti (autor)

    Luiz, todos nós embarcamos no discurso. O lance é perceber cada vez mais isso e realmente sentir a frustração toda vez que dá errado. Se não sentimos, vamos lá e fazemos tudo de novo. ;-)

    “Mas e quando, mesmo que eu cale e tente demonstrar em atos a garota se esquiva?”

    Não sei se “tentar demonstrar” é uma boa opção. Você não tenta demonstrar algo que você é ou sente. Você apenas age com isso nos olhos e no corpo. Você se comunica com ela. Mais do que se abrir, o importante é que você a abra.

    Se ela se esquiva, ótimo. Maior o desafio. Chato seria se ela sempre se abrisse, exigindo pouca ou nenhuma ação sua.

  • Khandinho

    “Fato é que os homens aqui em São Paulo estão cansados e estressados, aí não rola chegar em casa e mandar bem na cama”.

    A Galera tem que criar vergonha na cara, pegar as mulheres de jeito, dançar a música do cortejo, fazer as coisas acontecerem… beijar, amar, brigar e etc… Viver é isso mesmo, e nada melhor do vivenciar cada parte da vida… Nós somos por demais desregrados, nos apegamos muito as nossas dores, ao comentários alheios, a validação alheia… Eu to na chuva e quero me molhar, quero ser consciente, quero saber o que fazer e se não souber eu deixo o meu instinto me guiar…

    Esse post foi foda. to meio sumido daqui, mas quero voltar a ativa.

  • Rastreador

    Gustavo,
    Como sempre, seus posts são ouro! Aqui e em outros espaços!
    Parabéns!

  • Kuska

    E não é que é isso mesmo que eu estava buscando na net o tempo todo, lendo tudo quanto é matéria relacionada.
    Entrei por acaso no site e valeu mesmo Gustavo.
    Ja estou sentindo o efeito em mim mesma. Relaxei, parei de bolar esquemas para falar…
    Quando o problema é falta de contacto fisico, daquele olhar na alma, … entendimento sem palavra, não tem falar que resolve.
    No meio de tanta corrida do dia a dia, a gente perdeu o caminho pra chegar na alma dos outros.

  • Alexsa Gomes

    Gustavo,

    Amei o trecho sobre “Herança Socrática”.
    Muito… muito bom mesmo.

  • sergio

    Este post devia ter sido escrito mais cedo, porque de certeza que tinha evitado o meu divorcio.Das coisas escritas,eu fiz simplesmente o contrario,e agora depois de ler o post me arrependo.
    Mas serve para o futuro.
    um abraço

  • Cris

    Outro dia vagando pela net achei esse blog q me apaixonei de immediato e desde então venho de vez em quando dar uma espiadinha … amei esse post sobre discutir a relação … sobre falar … adoro palavras … falar … mas até hoje não tinha me dado conta do que o que eu gosto não é exatamente as palavras, mas como elas são ditas de onde elas vem … de dentro do corpo … nossa isso é o máximo …. só não concordo com você no final quando diz que essas palavras escritas não levaram a nada … Mas surgiu uma dúvida será que todos conseguem enxergar uma conversa assim?? E como ensinar alguém a ouvir e falar desta forma?

    Bjus

  • Alexandre Amans

    Gitti, ADORO seus textos! Muito do que leio neles parece que faz parte de mim desde… SEMPRE! No entanto, a primeira vez que comento, peço desculpas, é como antagonista. Difícil concatenar idéias mas vou tentar:

    Discordo a respeito de falar a verdade. A meu ver uma relação de iguais só se dá mediante a Verdade, seja ela dita ou não. Só existe Igualdade onde há Verdade e pra que haja Liberdade é essencial que a Verdade seja uma constante.

    A Liberdade, quando podemos ser nós mesmos no Universo, só vem com o conhecimento da Verdade sobre quem somos. E conhecimento sem reconhecimento é uma inutilidade.

    Pois resumindo, acredito que se aceitamos construtivamente quem somos, sem fantasias de que somos perfeitos pra nós e para os outros, estamos mais próximos de aceitar o outro como ele é.

    Agora… porque estou acima do pesou ou porque tenho estrias, não admitindo isso porque me incomoda, estarei livre dos quilos a mais ou das estrias?

    Ou, como você mesmo já disse em outros tópicos, o que mais incomoda é saber que o outro não me tem como a coisa mais importante da sua vida? ou saber que como o outro eu também não o tenho como único na minha?

    Pois se não aprendi um pouco do que é liberdade com isso preciso reler alguns de seus tópicos… ;)

  • vanessa

    ola!!
    comecei a te seguir no twitter.. nem lembro exatamente pq… algum artigo no yahoo… e adimiradora do “namorar é”…..
    confesso q as vezes é chato acompanhar o twitter…. talvez pq eu nao moro em SP! hehehe….
    mas nunca tinha me dado ao trabalho de entrar no blog… e descobri uma coisa fantástica!!
    incrivel como eu me identifiquei com os textos!

    e de acordo com o q vc já escreveu… provavelmente um ditado pra vc seria… faça o q eu digo mas nao faça o q eu faço!
    =]

    enfim!

    sou fã…
    parabéns
    e sucesso!!

  • vanessa

    ah! pra mim….
    namorar é ler nao2nao1 em busca de conselhos!!

  • Stefani

    Oi gustavo…
    Recebi essa msg por e-mail antes de ler este post…achei a ideia por
    trás dessa história muito boa. Não sei se contradiz o que vc tenta explicitar no texto acima…mas que um bom entendimento e uma boa conversa, sim, podem fazer toda a diferença…

    “Pão com Manteiga
    Conta a história que um casal tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
    A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido,
    ficando com o miolo.
    Ela pensou: “Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por vinte e cinco anos, sempre lhe dei o miolo.
    Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida”.
    Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse:
    - Muito obrigado por este presente, meu amor. Durante vinte e cinco anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!

    Moral da história:
    Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro
    adivinhe…
    Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você…
    Deixe-o falar e quando não entender, não traduza, peça que ele explique
    melhor.
    Essa história pode ser aplicada não só para casais, mas também para pais e filhos, amigos e até mesmo no trabalho.”

  • Alessandra

    Olá!

    Acho sim o diálogo importantíssimo, mas na hora e lugar certos porque não adianta ter o discurso correto, no momento impróprio. Outra: muitas vezes falamos mesmo sem pensar…muito do que dizemos não precisaria ser dito se parássemos e avaliássemos onde isso daria…se houvesse ou não o diálogo. Precisamos nos lembrar sempre que tanto nós como eles temos nossas inseguranças e “grilos”.

    Cuide-se!!!

  • Mila

    Simplesmente fantástico. Digo pelo fato de sentir isso quando “discuto” com meu namorado. Por vezes é uma discussão em pé, um longe do outro… mas o corpo fica querendo tocar, nem que seja as mãos, o rosto.. e essa distÂncia é angustiante. Principalmente quando o assunto parece acabar e o clima não está bom… alguém tem que ir embora, geralemnte ele… e ficamos ocm aquela sensação de que ao cnversa foi toda em vão… de que faltou fazermos algo… eu fico querendo, imaginando, a possibilidade de ele voltar e me dar um abraço e dizer que me adora, mesmo tudo estando aparentemente ruim.. e tenho vontade de fazer o mesmo, ir atrás e abraçar.. e sentir o abraço de volta só pra ter a certeza de que mesmo depois de discutir, ele ainda está comigo… nós ainda estamos unidos… e, pra falar a verdade, nunca experimentei a conversa de travesseiro…

    Abraços. Começo a admirar cada vez mais seu trabalho.

  • Elenice

    Lí de forma resumida, mas relí algumas partes qu me chamaram a atenção.
    Por exemplo no início, Eu não acho que o homem quando vê sua mulher e suas imperfeições, ou quando vê, a linda e gostosa, faz este tipo de comentário, e sim que uma coisa independe da outra. Quando ele vê suas imperfeições, ele até se intrestese, questiona, compara. Porém quando ele vê “o mulherão” é o corpo que age instintivamente, e o seu cerebro, concorda com o corpo. Sem comparações e sem recentimentos.

    Outra parte que me chamos atenção é sobre sinceridade X virtude. simplesmente lí, como se fosse uma verdade, pois é a minha verdade. Somos o que somos e nem sempre o nós existe. O “EU” geralmente fala sozinho, sem complemento, sem adversidade, e tenho certeza que não é egoismo.

    Gostei, apenas nas dicas o de sempre: Machismo, machismo, machismo.

    Obrigada.
    Obrigada

  • almeida

    veiu achei muito foda o que vc falou… e é realmente o que aconteceu comigo.

  • Marcio Takimura

    olá amigo!
    Olha só não era isso que eu estavaa procura no momento. Discuti comeuchefe eacho que perdi o emprego. Só estou esprando a ligação da demição. Tava procurando outracoisa e acabeiachando essesei post e gotei muito. Fiquei até mais calmo. Concordo em quase tudo que está nele. Vc é 10 irmão. Faz uma faculdade de Pisicilogia que vc vai longe ou filosofia vlw!

  • Juli

    Olá Gustavo!
    Olha, adorei o post, mas o complicado é qdo o outro simplesmente não tem reação nenhuma a uma DR, tipo, eu ando muito angustiada com a falta de carinho, de beijo, na verdade ele nunca foi de atitudes espontâneas assim e com o passar do tempo, isto está me fazendo falta, antes eu passava por cima e fazia tdo sozinha, mas estou cansando e como vc diz no texto “Ainda que ele concorde com a argumentação, que aceite tudo o que ela disser, isso não a deixará satisfeita”, ou seja, vai virando uma bola de neve e no fim estou sempre batendo na mesma tecla. Como arrancar palavras ou reações dele? Não quero brigar, só quero que ele demonstre que me ouviu! Receio que por estar sempre tentando solucionar isso, eu me passe por chata, rancorosa quando só quero que ele mostre que sou importante pra ele. Ele é tão calado que as vezes penso que se eu chegasse e dissesse ou vc me ouve e discute comigo ou caio fora, ele diria que não pode fazer nada, sofreria, mas parece não ser capaz de ver onde está o erro e tentar entrar num acordo. Aff! Sei que estou ficando doida e o pior é que sei tbm que logo desisto de pôr os pontos nos ís e lá vou eu fazer de conta que está tdo bem…

  • Valéria Gianechini

    Fantástico.!.
    É isso… seu papo me pegou. Estava borboleteando pela internet e esta grata surpresa!!. Parabens. Vc escreve com leveza e de quebra acerta em cheio.Amei.

  • Lucrecia

    Ah, tou achando muito interessante conhecer um don juan virtual disfarçado de homem perfeito… E tou pensando seriamente, Gustavo, em fazer um trabalho sobre voce, no minimo uma materia.

    Acho que, na sua carreira de escritor “lucido”, como voce mesmo se intitula na apresentacao do site, voce vai ter que se esforçar um pouco mais, se nao quiser entrar pra historia como uma farsa ou um cara limitado. Evitar os cliches faceis, observar o deslumbre do elogio do leitor “classe C” – Comum, ordinario, mediano. Porque é claro que voce nao quer ser mediano. E interessante que muitas vezes os comentarios ou a visao dos que comentam (nesse post, posso exemplificar a Paula) superam o seu texto.

    Querendo ser construtiva apenas, mas muito direta: sua redaçao parece um amontoado das mesmas formulas vistas em outros posts: Estilo guru-Zen, atmosfera poetica, frases de efeito aos montes, citações pseudo intelectuais (“Herança Socrática” foi otimo!). Voce aprendeu o caminho de agradar com palavras bonitas e vazias, mas a mulher de verdade nao vai cair nessa tao facil. Os homens, só os mais ingenuos nao vao sacar a sua.

    Nesse post voce pegou um OTIMO tema, com muito potencial, e realmente a mensagem principal é bem valida, mas estragou com voltas demais e falta de clareza, podendo dar a entender coisas como estar desprezando a necessidade feminina de verbalização ou insultando a capacidade de dialogo do leitor, nivelando ela a um nivel baixissimo. O resultado voce mesmo ve: leitores “classe C” interpretando errado e soltando pérolas como “de agora em diante, vou mentir” ou “mulher fala demais”.

    Entao é isso, senhor Guru. De agora em diante vou tentar estar aqui participando, vamos ver se voce tem capacidade de lidar com verdades como a minha, e se isso vai ser realmente produtivo a ponto de voce se esforçar realmente em sair do obvio e dar um pouco mais da sua inteligencia, que parece privilegiada.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Oi Lucrecia,

    Excelente comentário.

    Como lhe respondi por email, você teria de conhecer a minha história para realmente se divertir. Só num bar pra eu te contar como não sirvo nem mesmo como Don Juan virtual, muito menos homem perfeito. Estou mais pra “cara limitado”, “farsa” e “mediano”.

    Você poderia me indicar autores que você admira e que não caem nos equívocos que você apontou muito bem no meu discurso? Quanto mais específica você for, melhor. Agradeço muito.

    E realmente espero ver seus comentários em outros textos.

    Abração.

  • Lucrecia

    O senhor é esperto e inteligente, sua postura nao-reativa e nao-egoica pode te fazer aprender mais e ficar “melhor na fita” publicamente, apesar do seu evidente narcisismo e relativa ignorância em alguns assuntos (como mulher). Quanto aos seus desejos, o caminho no sentido de ser mais profundo e menos “populista” nao é pra qualquer um. Há que abrir mão de várias coisas. Será que o senhor está preparado? Por tudo que vejo aqui, pessoalmente acho que não.

    Não tenho interesse em trocar emails, apenas comentar aqui, publicamente. Ainda não admiro o senhor o suficiente para isso.

    até.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Lucrecia,

    De novo: peço que indique autores que já façam o que você espera ler aqui, obras que passem pela sua crítica. Sem referência, fica complicado.

  • Viviane

    Oi Gu,descobri seu blog à poucos dias e tenho lido seus posts…To adorando seus textos e a maneira como vc fala dos relacionamentos…
    Achei engraçado esse post, pq tive um namorado q era bem assim…toda vez que eu tentava reclamar de algo ou fazer cena de ciúmes ele agia dessa forma comigo…me elogiava, brincava, me pegava no colo, dizia q adorava meu ciúme e como eu ficava linda brava…rs
    Vc já imagina como acabava essa “discussão” né…eu achava a maior graça o jeito dele…começava a rir e a gente nunca brigava…Era maravilhoso, só nao continuamos juntos pq morávamos longe, mas temos uma amizade até hj…
    Enfim, só deixei este “depo” aqui pra afirmar q seu texto tem super sentido e dizer q to amando seu blog…
    Já estou aguardando o próximo post…
    SUPER BEIJO!!!

  • Katy

    O que mais me irrita é quando falo, falo, falo e o homem se cala, se fecha, vai assistir tv ou saí….simplesmente me ignora…

    No post do PdH sobre separação, muito se fala sobre conversar…acho que isso não resolve…

    Eu penso que a covnersa é importante, eu relamente coloco aquilo que em incomoda. Me sinto carente, insegura…preciso de um ‘homem’ ao meu lado, etc…
    Ai eu sou a chata, a egoísta, que não nota o esforço dele…etc…
    Enfim, eu disse o que me deixava insatisfeita e a mudança não ocorreu, então eu quero terminar mesmo, de verdade….quero descobrir novas possibilidades, conhecer pessoas…Talves encontre alguém que me entenda, “me complete”, não sei…

    (E ainda tem aquela coisa, de que quando dávamos um tempo e depois conversávamos, acertando ‘mudanças’, ele concordava com tudo…e pelos próximos dias era o homem perfeito….mas isso durava pouco e logo voltava a ser o que era….desisti de forçar mudanças…).

    Penso muito sobre tudo isso….mas as respostas ainda são confusas…

    Beijos.

  • carol pin up

    Gustavo,

    adorei o texto. Fiquei horas pensando na parte em que vc menciona que ouvir requer mais atividade que falar. Muitas vezes conhecemos pessoas verborrágicas que não interagem com a fala ou o corpo do outro, falam de forma egocêntrica, sem ouvir nada,sem interlocução, o que caracteriza um ato mais passivo que ativo. Você tem razão.
    Outras vezes não notamos na quantidade de investimento que é necessário para o outro ouvir e lembrar de detalhes do que falamos e já nem lembravamos mais. Só sabemos nos queixar(geralmente as mulheres) no que o outro deixou de fazer e nao lembramos do que ele escutou e por isso fez.

    Enfim… vou pensar muito nessa frase hj

    valeu o fim da tarde!
    bj

  • carol pin up

    Gustavo,

    adorei o texto. Fiquei horas pensando na parte em que vc menciona que ouvir requer mais atividade que falar. Muitas vezes conhecemos pessoas verborrágicas que não interagem com a fala ou o corpo do outro, falam de forma egocêntrica, sem ouvir nada,sem interlocução, o que caracteriza um ato mais passivo que ativo. Você tem razão.
    Outras vezes não notamos na quantidade de investimento que é necessário para o outro ouvir e lembrar de detalhes do que falamos e já nem lembravamos mais. Só sabemos nos queixar(geralmente as mulheres) no que o outro deixou de fazer e nao lembramos do que ele escutou e por isso fez.

    Enfim… vou pensar muito nessa frase hj

  • Carol Pin Up

    Gustavo,

    adorei o texto. Fiquei horas pensando na parte em que vc menciona que ouvir requer mais atividade que falar. Muitas vezes conhecemos pessoas verborrágicas que não interagem com a fala ou o corpo do outro, falam de forma egocêntrica, sem ouvir nada,sem interlocução, o que caracteriza um ato mais passivo que ativo. Você tem razão.
    Outras vezes não notamos na quantidade de investimento que é necessário para o outro ouvir e lembrar de detalhes do que falamos e já nem lembravamos mais. Só sabemos nos queixar(geralmente as mulheres) no que o outro deixou de fazer e nao lembramos do que ele escutou e por isso fez.
    onde esta o texto na cabana pdh? qual o titulo?

    Enfim… vou pensar muito nessa frase hj

  • Vivi

    Para Katy…

    Sobre seu comentário…nós mulheres temos a ilusão de que podemos mudar alguém, e somos persistentes até o fim, sempre acreditando nessa mudança…pelos anos de experiência q tive em relacionamentos e pelas inúmeras frustações…descobri que é muito dificil alguém mudar…a essência mesmo…não muda nunca…ficar tentando, se martirizando, achando que uma hora eles caem em si…é uma enorme PERDA DE TEMPO…

    Hj estou mais seletiva, se não damos certo no início nem insisto, pq já imagino a decepção…queria poder acreditar q isso nao acontece…mas infelizmente essa é a dura realidade…

    O que me consola é saber que todos nós temos a nossa outra metade da laranja…e uma hora a gente se esbarra por aí…

    Boa sorte pra vc…tenha coragem sempre de buscar a felicidade!!!

    Beijos!!!

  • Katy

    Vivi.

    Sim, eu também percebi isso, que não temos esse ‘poder’ de mudar outra pessoa…e acho também que se a outra pessoa tem que mudar para que gostemos dela, algo não está certo….
    Não tenho opiniões definidas sobre isso, porque acho fácil falar, mas na realidade é sempre diferente, principalmente quando a pessoa que precisa mudar, somos nós mesmos….
    Não acredito em ‘metade da laranja’ e muito menos em amor eterno….
    Acredito sim em pessoas especiais com as quais vivemos bons momentos…
    E penso que a felicidade não está vinculada a um estado civil ou situação financeira….Felizidade, para mim, é algo que está dentro de mim, que sinto quando ajudo alguém, quando faço algo realmente bom e bem feito, quando ouço “As quatros estações” de Vivaldi, quando contemplo a natureza, quando vejo o sorriso de uma criança…Enfim, me sinto feliz quando me sinto viva, quando me sinto parte desse universo…

    Felicidades para você também!
    Beijos.

  • Vivi

    Adorei seu post Katy, concordo com vc…mas ainda me sinto incompleta sozinha…to tentando chegar nesse nível de me bastar para mim mesmo, e acho q tem q ser assim mesmo…nós temos q buscar a felicidade dentro de nós independente de outras pessoas, mas pra mim por em prática ainda é dificil, sempre me sinto mais disposta, bem humorada se estou apaixonada. Talvez eu esteja na crise da idade…rs
    Legal poder dividir isso com vc…Bjos!!!

  • July

    Adorei o texto Gustavo! Sempre me identifico muito com seus pensamentos verbalizados, mas neste texto não tenho uma palavra a retirar ou acrescentar (como o texto mesmo sugere não ser necessário)… Parabéns pela clareza! ;)

  • July

    Grande Gaiarsa… ele também concorda conosco…

    “Não basta a palavra certa para que a coisa passe a existir no mundo humano; é preciso que ela soe com música adequada. Caso contrário, o dito poderá se confundir com outras coisas. Sem música certa a palavra é letra que mata.” (J.A.Gaiarsa, do livro “Respiração, Angústia e Renascimento”)

    A música certa não é apenas o tom, o volume e a velocidade das palavras proferidas, mas tudo o que durante se faz e expressa com e através do corpo…

    Seu post nos ensina música!!! rs

  • Carolz

    Uma vez, minha sogra (sim, sogra, pq vc nunca se separa da familia) disse ao bruto do meu ex:

    “Vc diz essas coisas para melhorar a situaçao ou para desabafar apenas?”

    E essa se tornou a pergunta-filtro para inumeras coisas na minha vida.

  • Drico

    Gostei muito o texto, parabens Gustavo!
    Isso realmente me ajudou..

    Eu estive uma crise de amizade com a minha única amiga verdadeira (fiel e confiança muito forte) que é minha ex. e estou solteiro há 4 mês (sim ela é unica.. amigo? não tenho, só tenho que é amizade normal tipo amigo que é só pra sair.. curtir)
    Essa crise aconteceu depois que nós terminamos (mesmo amando muito o outro) mas não deu certo pra voltar o namoro, ficamos só peguete mas paramos de ficar por causa de uns problemas (que comecei a ter esperança, correndo atrás, passando na casa dela, discutindo etc…)
    Esse problema fez ela a falar pela primeira vez que não me ama mais.. perdeu vontade de me ver, conversar.. nesse momento eu me acordei porque eu fiz isso tudo, eu não era tipo que corre atras, perdido, infeliz porque eu nunca tinha sentido amor na vida, eu fui vendo como que é as coisas etal.. aprendi muitas coisas.
    Agora depois de 1 mês nós estamos conversando as vezes (pelo MSN), ficando sem assunto toda hora que é tenso porque a gente conversava 24horas sem parar +1 ano.
    A gente sente muita saudade de como era a amizade que era gostoso, ela gosta muito de mim ate agora que sou MUITO especial pra ela.
    Amizade muito forte, fiel, especial, confianca com uma amiga sem ter um relacionamento não existe pra mim.
    Eu acho que não existe uma resposta pra isso.
    Ela sabe o que eu tenho sentimento por ela.. falei que eu tento parar de amar que ela nao me ama mais.. esperando um outro relacionamento. (Ela nao falou muito nesse assunto)
    O que eu estou feliz é que a amizade continua ate hoje e ao mesmo tempo eu não quero ficar amando sozinho mesmo que eu não quero saber se ela me ama ou nao.

    E então eu estou totalmente sem ideia o que eu faço agora? Continuo segurando o amor com ciume as vezes?

    Depois de ler esse texto, eu não vou puxar um assunto mais sobre o relacionamento que nos tivemos, o passado.. etc.
    Estou esperando o tempo passar.. ver o que vai acontecer.. se nao deu certo.. eh uma pena que eu vou ter que aceitar que a vida é assim né?

    Enfim é isso!
    Abraços!

  • Alice Lima

    Adoro falar, e as vezes até rejeito qualquer contato durante uma briga. Acho que sou intensa demais, e não encaro isso como uma coisa boa, qd estou com raiva sou pua raiva, qd amo sou toda amor. Fica difícil ver outra coisa…mas estou tentando e tenho tido progressos. Achei seu blog num momento muito crítico no meu casamento e ele tem me apoiado muito. Tenho enviado vários textos seus ao meu marido e temos lido juntos e discutido alguns pontos. Vc acertou de cheio em mim, no momento certo, está me ajudando bastante.Adoro seu texto,é fantástico.

  • LuisZangalo

    olha!
    to mandando meu comentário como estreia.
    to vivendo maus momento no meu ralacionamento.
    eu e minha esposa, vivemos como que se disaviando… em certo periodo, parece não haver liderança, tarefas atribuidas enfim fora do dialogo que acaba sempre em discutição.
    gostei do vosso artigo por isso pesso a vossa ajuda… eu amo a minha mulher….

  • Manuela

    como um homem pode entender tanto as mulheres se nem nós mesmas nos entendemos?
    só chico e olhe lá…

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