Casar por amor é uma péssima idéia! – Parte 1

por Gustavo Gitti 27 abril 2009 253 comentários

Nossos sentimentos e emoções vem e vão, crescem e desaparecem, como fases da Lua. Por que então tomá-los como base de nossas relações?

O amor como sentimento (ou sobre as crianças mimadas que somos)

“Na mesma época em que as crianças se tornaram representantes de nossa vida além da morte, começamos a organizar nossa sociedade pelos sentimentos. Não só nos casamos por amor, mas até nossos laços de sangue pouco valem sem os afetos. Passamos de um mundo em que havia laços com ou sem sentimentos (tanto fazia) a um mundo em que os sentimentos são condição dos laços.” –Contardo Calligaris

Nós queremos ser chacoalhados. Filmes, músicas, drogas, álcool, chocolates, viagens, sapatos, amores… Somos felizes quando somos movidos por algo. Toda paixão – como já sugere a raiz grega, páthos – é uma forma de passividade. Nós sofremos paixão, padecemos, nos assujeitamos. Caímos arrebatados, atropelados. We fall in love: a paixão é algo que nos acontece.

Primeiro, a confissão “Estou apaixonado por ele!”, que significa “Ele faz coisas comigo, ele me deixa viva, linda e feliz”. Depois, “Eu te adoro”, nada diferente de pedir que o outro continue nos movendo, seguido pelo clássico “Eu te amo”, ou seja, “É por você que quero ser amada”. E enfim o pedido de casamento, cujo discurso gira em torno de “Eu nunca fui tão feliz como nos últimos anos, por isso quero passar o resto da minha vida com você” (assista aos dois primeiros pedidos: os caras não falam da vida delas, mas de sua própria felicidade). Em nosso autocentramento, o “Eu” de tais frases não é ator algum. É sujeito.

Se casamos por um amor desses, assim que o outro pára de nos mover, de injetar felicidade em nós, de causar tesão, nossa passividade se revela pura estagnação (pois afinal nunca nos movemos de fato, é sempre o outro que nos puxa de lá para cá). Quando ele pára de nos mover, paramos de amar. Trocamos então o “Eu te amo” por “Eu quero me separar”. O motivo? O outro nos fazia feliz, agora não mais. Razão suficiente para terminar uma relação, não é mesmo?

Se fosse apenas com as relações amorosas… O sentimento é considerado critério de veracidade, referencial ético, fundamento inquestionável para qualquer ação. Ele saiu do trabalho porque não estava se sentindo bem lá. Ela fuma porque gosta do que o cigarro a faz sentir. Ele quase não visita sua família porque se sente desconfortável entre tios e primos, gente chata e sem graça. E, claro, ela terminou o casamento porque o amor acabou. Os sentimentos são nosso refúgio e nossa certeza. Nossa intuição mais profunda: “Se eu sinto assim, então só pode ser verdade!”.

Tomando os sentimentos e as sensações como referencial, procuramos por tudo aquilo que nos faz sentir bem e nos afastamos das situações e seres que não nos trazem prazer. Com isso, nos tornamos mimados: “Rúcula eu não como porque não gosto”. A nova geração de homens “frescos” que não comem alguns legumes e verduras é impressionante! Esses dias conheci um cara que não come mamão. Pode isso? (Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo).

Por sermos mimados, acabamos por formar crianças mimadas. Contardo Calligaris (em “As crianças do divórcio”) explica:

“Na sociedade atual, o projeto de ser feliz é mais importante do que qualquer obrigação – inclusive a de criar as crianças no quadro de uma família. Os pais que se divorciam transmitem esta opção a seus rebentos, que se tornam, portanto, os arautos da nova disposição subjetiva, assim resumida: o que mais importa é se dar bem.” [...]

“Muitas vezes nos queixamos, porque nossos rebentos se engajariam pouco em causas nobres, se drogariam mais, tentariam prosperar sem suar nenhuma camisa e outros lugares-comuns da besteira parental. De fato, os ditos rebentos respondem ao que lhes foi transmitido quando decidimos que nosso anseio de felicidade, conforto e prazer não deve recuar – nem mesmo pelo bem deles.”

Como sabemos que nos indispomos ao menor desconforto (e que o outro funciona do mesmo modo), evitamos ao máximo causar atritos no sentimento que elegemos como base da relação. Sob o risco do amor do outro acabar, temendo sermos abandonados como um brinquedo antigo jogado no fundo do armário, também mimamos nossos maridos e esposas. Tentamos não confrontar suas negatividades para que eles nunca deixem de se sentir amados. Ao mesmo tempo, nós também queremos nos sentir amados, então mimamos para sermos mimados – eis nosso pacto de mediocridade.

“Os laços construídos ao redor do amor são dos mais precários; os casamentos por amor duram menos, ao que parece, do que os contratos do passado. E, quando duram, podem doer mais (tipo: nossa vida é um inferno, a gente não se entende, mas ficamos juntos porque nos amamos).” –Contardo Calligaris

Como sentimento, o amor é inseparável da paixão que o fez nascer. É a lembrança dessa vinculação que, depois de anos de relacionamento, nos preocupa lá pelo quarto mês de paixão ausente: “Ele não me procura mais”, “Ela parece que não gosta mais de mim”. Se não há paixão, parece não restar mais amor, então outros sentimentos e emoções tomam conta do casal (já que o sentimento é sua fundação), muitas vezes o fazendo ruir de dentro para fora. Sem amor, qual o sentido de ficar junto?

Nosso mimo hedonista quase não é um problema comparado ao sofrimento gerado pela impermanência, pelas oscilações dos sentimentos. Funciona assim: um sentimento surge, dita o que é verdade para mim, dá sentido a todo o meu momento e me impulsiona para uma ação, então me movo em uma direção, até que o sentimento cessa (e com ele a verdade, o sentido e a ação) e me sinto perdido, confuso e impotente, sem entender como fui parar em um local desconfortável sendo que estava andando em direção a um horizonte de felicidade.

Exemplos? Alguns casos que recebi por email nos últimos meses: uma mulher casada se apaixonou por outro, se separou para viver a paixão (que acabou) e agora sofre por não conseguir voltar para o casamento; um homem entrou em uma relação porque se sentia bem com a parceira mas não queria tomar esse direcionamento na vida e agora está mal por ter deixado seus projetos de lado; uma mulher que não gosta mais do marido, mas tem uma vida perfeita de casal, deseja muito se apaixonar por ele novamente, caso contrário diz que terá de se separar…

Se colocamos duas pessoas, lado a lado, se amando assim, arrastadas por sentimentos, qual a probabilidade de elas continuarem próximas por um longo tempo?

Continua…

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253 comentários »

  • giselle

    Pelo visto amor é algo como companheirismo, cumplicidade, ou seja, o agir ao invés do sentir. O mínimo de sentimento que deveria existir para haver a disponibilidade inicial seria a consideração e identificação????

    Sabiamente dizemos que as atitudes valem mais do que palavras….

  • = João Pé-de-feijão =

    Ainda não entendi por que casar por amor é uma péssima idéia…vou esperar os próximos posts.

  • Paula

    Não tinha olhado por esse ângulo até agora…concordo mesmo!

  • tia

    Olha que grande sacada! Na verdade a perseguição da propria felicidade é o grande engodo… vc foi 10. Nao da para ir andando atraz do horizonte sem acrescentar ao AMOR a cumplicidade, o companherismo e a responsabilidade! Sempre questiono isso, do porque acabou, e acho que vc entendeu. Acabou porque o movimento que aproximou nao continuou com a responsabilidade. Caimos logo nas cobranças, nas milhares de regras que as relações tem. No modelo de felicidade que temos formado na cabeça. “ele deixa a tampa do vaso aberta”, “ela ronca”, ” ele adora sair com amigos”… e mile coisas que fazem a imagem “acabar”, e nos fazem ir atraz do horizonte onde a imagem que temos na cabeça corresponda a realidade.
    Esquecemos que AMOR e ADMIRAÇÃO andam de maos dadas,e rapidinho caimos nas criticas e culpas de “voce nao me faz feliz”, como se coubesse ao outro nos “fazer felizes”.
    Cara, voce é 10!!!!!!! 1000!!!!!
    Beijao

  • Pedro

    Muito bom o texto. Parabens de novo Gustavo!!

    Li e reli o texto e para mim ficou bastante claro o causa do problema e suas implicações na vida das pessoas. Para mim ficou bastante claro, tanto através desse e outros textos como através de experiências pessoais, que fundamentar nossas vidas e ações baseados apenas em nossos sentimentos momentâneos (talvez fui redundante aqui) é ser um tanto inconsequente, e implica grandes chances de irresponsabilidade e sofrimento futuros.

    Mas confesso que sou bastante ingênuo ainda no ponto de conseguir ver uma saída clara para isso. Tenho a impressão que meus sentimentos e paixões se manifestam rapida e fortemente, de modo que não responder seus desejos me faz sofrer do mesmo jeito! Chega a ser cômica a situação. Eu acabo me fodendo de qualquer jeito, hahahaah.

    Já pensei em tentar controlar esses desejos, mas o que encontro são sempre saídas paliativas que se esgotam rapidamente. E aí a paixão e a “vontade de ser movido” volta.

    Enfim, estou aguardando a continuação e vou sempre ler comentários aqui para ver o que rola!!

    Parabéns Gustavo!

  • André

    Me sinto confuso agora, parei para pensar e meu recem relacionamente é só movido pela emoção, consegui achar apenas 3 coisas além do amor que me prendem a ela, mais vou esperar o próximo post para ver se entendo melhor…

  • Fabricio

    “Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo.”
    Rofl. Que viagem! Homems que não comem verdura então são “Hominhos de papel?”

  • Edu Starling

    Excelente abordagem! As pessoas confundem ‘importante’ com ‘fundamental’. Acho sim que o amor é importante num casamento, mas não é o único fundamento de uma relação duradoura (ou que se pretende que seja duradoura). Respeito, companheirismo e cumplicidade nos projetos de vida são sim fundamentos, assim como o amor. Aliás, ter ‘projetos de vida’ pra mim é o mais importante, e que sejam ao menos convergentes. Calcar uma vida a dois somente na existência do outro é como se equilibrar sobre uma moto: quando a propulsão diminuir, o chão é o caminho inevitável. Bom, já falei demais…

  • Raquel

    Mais uma vez…
    Muitas verdades, muitas dores, muitas alegrias.
    O que seria de mim, então?
    tudo dito corresponde à evolução de nossa sociedade… realmente…
    tenho pensado muito nos tipos de casamento que foram pactuados antigamente – era muito mais fácil, aceitava-se, sem questionamento – pronto.
    Mas, hoje, mulheres, donas de nossas próprias vidas. Buscamos algo que nunca possuímos antes, afirmação, medos, nada de limites.

    Nossa culpa. Culpa da evolução. Culpa dos direitos humanos. Graças a boa Mãe Natureza! Graças ao poder do livre arbítrio! Graças a Poder Sofrer! Graças a Poder Sentir! Graças a Poder Renegar e Abdicar!

    Estou Viva! Por enquanto, por Culpa de meus pais e minha Culpa! Graças!

    Quero mais é poder sentir-me irresponsável, o suficiente, para quando eu não mais quiser algo, que me faça mal, repugná-lo.

    Aceito esta culpa Social de quebrar qualquer contrato antigo … rasgá-lo e dizer que, mesmo muito rápidamente, desejo ser feliz… sentir-me feliz… poder dizer não à procriação como unico meio de conduzir minha vida.

    Maternidade??? Casamento??? Ser filha??? Ser amiga???
    Depende muito!!! Muito mesmo! Principalmente, atualmente…

    Egoista? Experta?
    Acredito que não… só humana.

    Quero mais é ser feliz! Esta vida é só uma!

  • isabella

    homem que não come verdura não é homem saudável!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  • Cris

    Somos isso mesmo crianças mimadas … vejo isso acontecer o tempo todo … quando estamos com alguém é comum pergutarmos se a pessoa nos fará feliz para o resto da vida … sempre nós: EU em primeiro lugar. Devíamos pensar ao contrário, menos egoísmo … Foi como vc já escreveu não devemos buscar a pessoa certa temos que nos transformar na pessoa certa … é um bom conselho para se seguir …
    bjus e valeu mais uma vez muito bom o texto

  • Paula

    “O gene é egoísta”, fato!

    Não há equívoco, não há atitude altruísta e você só tem essa vida pra viver da melhor forma que puder…Pq vivê-la de forma insossa? Pq se fixar num contrato social baseado em status ou grana (como antigamente) ao invés de sentimentos? Pq pensar no bem estar do outro e não do seu próprio?

    “Primeiro a sobrevivência do indivíduo, segundo a sobrevivência da espécie!”

    Os casamentos de antigamente duravam mais pois as mulheres eram treinadas para a submissão. Eram treinadas para aturar as puladas de cercas de seus maridos. Elas não tinham renda própria e não poderiam sair de casa por medo de preconceitos ou mesmo medo de passar necessidades financeiras.

    O homem por sua vez é comodista. Para muitos tanto faz estar casado, muitos não deixam de viver as aventuras que quiserem… segundas famílias, filhos bastardos, amantes… a esposa em casa é como a mãe, que está lá para cuidar da casa e dar alguma estabilidade à vida dele… A mulher hoje não aceita mais isso, ela quer e tem o direito à felicidade. E se a felicidade pra ela é paixão ao invés de companheirismo e “bem estar dos filhos”, que seja!

    Somos ainda frutos de gerações que valorizavam o casamento mais que a própria felicidade e veja onde chegamos? Se o modelo anterior fosse tão perfeito assim, não teria evoluido ao atual.

  • Gustavo Gitti (autor)

    “E se a felicidade pra ela é paixão ao invés de companheirismo e “bem estar dos filhos”, que seja!”

    Sim, ninguém está defendendo o modelo mais antigo (ainda que o casamento ainda seja um refúgio, afinal nem todos nós migramos para a modernidade criticada pelo Calligaris), mas o que se questiona é a promessa da felicidade romântica.

    A felicidade como paixão dá certo? Cumpre o que promete? Não sei. Pelo que vejo nas mulheres e homens, não. A insatisfação segue…

  • Nati

    Muito bom!!

    Perfeito a colocação…

    Recomendo a TODOS ver o filme PROVA DE FOGO ( mesmo nome em inglês). Fala justamente disso, um casamento que está prestes a acabar por conta do egoísmo e da necessidade de satisfação do EU.

    Gustavo.. suas palavras sempre são maravilhosamente bem colocadas!

    E o grande problema vinculado à este são as expectativas, é como se duas pessoas q não se amam e consequentemente não esperam nadauma da outra, conseguissem se manter juntas por maior tempo por quererem viver aquilo, e NADA mais.

    Esta é a jogada..

  • Paula

    “A felicidade como paixão dá certo? Cumpre o que promete? Não sei. Pelo que vejo nas mulheres e homens, não. A insatisfação segue…”

    Aí é que está, a felicidade “é” ou a felicidade “está”?
    É complicado… o que é a felicidade?
    Será que podemos capturá-la e mantê-la ao nosso lado como um cachorrinho de estimação?

    A felicidade não seria uma sucessão de momentos felizes, mais do que um estado permanente? (concordo com a impermanência nisso)

    A insatisfação é da natureza do ser humano.
    Nada está 100% e é isso que nos motiva, né?! Se tudo fosse exatamente como gostaríamos, seríamos felizes? Também não sei…

    Precisamos de desafios, precisamos estar insatisfeitos. Nossos cérebros não suportam a total satisfação…

    No fundo, todos somos bagunçados e ainda que estivesse tudo perfeito, nós nos sabotaríamos… apenas pelo prazer de ter o que consertar.

  • Paula

    Complementando:
    Por que a duração tem tanta relevância em relação à intensidade?

    Se um casal que não se ama consegue viver 50 anos juntos, isso é felicidade? Isso é sucesso? Isso é satisfação?

    Serão eles mais felizes que um casal apaixonado que passou o melhor “romance de carnaval” de suas vidas?

    Após 50 anos, serão as lembranças do casal estável melhores e mais prazerosas do que as do casal de “um carnaval”?

    Não estou defendendo que não valha a pena lutar pelos relacionamentos. É claro que vale. Há de ser tolerância e investir um pouco de tempo e cuidado para fazer uma relação funcionar. Mas se chega o momento em que não se obtém mais o que se espera de um relacionamento. Por que continuar? Só porque a nossa sociedade impôs a duração de algo como atestado de sucesso?!

    Segundo Khalil Gibran: “Se o que você encontrou for de matéria pura, jamais apodrecerá e você poderá voltar um dia. Mas se foi apenas um momento de luz, como a explosão de uma estrela. Não haverá nada quando voltar. Mas terá visto uma explosão de luz e só isso já valeu a pena”

    E vale a pena, sim!

  • Gustavo Gitti (autor)

    Paula, eu também não defendo a duração. Na verdade, dá uma lida nisso:

    http://nao2nao1.com.br/os-moteis-invisiveis-de-sao-paulo-ou-como-fazer-amor-com-estranhos-parte-1/

    http://nao2nao1.com.br/os-moteis-invisiveis-de-sao-paulo-ou-como-fazer-amor-com-estranhos-parte-2/

    Só que várias relações intensas (e muita gente está escolhendo isso) parece não dar conta de algumas coisas também.

    Na verdade, eu quero levantar o problema e evitar essa visão de “a vida é assim mesmo, altos e baixos, sempre insatisfeito, tudo certo” pois isso não é muito compassivo. A galera tá sofrendo MUITO por aí.

  • thaisgondar

    Se os sentimentos e as sensações não devem ser usados como referencial, que outro referencial deveríamos ter? Não são os sentimentos e as sensações nossa primeira reação à realidade que nos rodeia?

    Gustavo, pela primeira vez, fiquei confusa com um texto seu!

    Concordo, entretanto, quando fala do mimo hedonista. Mas e se tivéssemos a consciência de nos obrigar a viver o que é ruim também? Afinal, bom e ruim fazem parte daquilo que nosso ego determinou como tal, não é mesmo? É preciso lembrar que sofrimento também constrói!

  • Nati

    Paula,

    eu concordo com o Gustavo. Com esta idéia de intensidade no lugar de durabilidade, esquecemos de investir e manter algo. Não que seja desprezado qualquer relação curta, tudo depende da motivação. Mas já entrar em uma relação pensando que se não for legal, ou não atender minhas expectativas eu acabo com isso, já é algo destinado ao fracasso.

    E como o Gustavo disse tem MUITA gente sofrendo por aí.. Buscamos relações que nos satisfaçam mesmo que só por um dia. E a intensidade da coisa, vale a futilidade dela.

    Estamos num ponto excelente do mundo. Temos liberdade de escolha e não somos obrigados mais a nos manter em nada que não tenhamos escolhidos. O triste é ver que mesmo depois que escolhemos, não nos empenhamos em nos mantes naquela escolha. E como tudo é simples e fácil de abandonar, não temos o trabalho de MUITO BEM ESCOLHER.

    Ai surgem as supresas pelo caminho.

  • myla fonseca

    vou dar um ex. bem básico.

    contabilidade.

    todo mundo diz q aprender contabilidade é o cão, um pé no saco. no entanto, quem – c coração – se aventura pela empreitada e se familiariza com os jargões contábeis, análises financeiras, demonstrações, balanços, e afins – até se arrisca a dizer q essa matéria não é tudo isso, não tem tanto mistério.

    o fato é ralar um pouco pra aprender.

    ok.

    se essa matéria é importante pra gente por qualquer motivo, gostando ou não, a gente pelo menos tenta aprender. e, como disse, se pusermos real vontade, a gente mais q aprende: começa até a tomar gosto pq se inicia no entendimento da coisa.

    já nós, por sermos tão ultra mega hiper mimados abrimos muito pouco espaço a aprender com o outro.

    e aprender com o outro não é se tornar aluno d um prof. ou querer ser o mestre d alguém. embora isso exista tb nos relacionamentos amorosos.

    aprender é ter curiosidade e se transfigurar para a pele do outro, por mais difícil q isso seja e com todas as limitações q possam existir.

    isso é o q seria a intimidade. mas, na maioria das vezes, somos íntimos nas nossas qualidades, nos momentos d sedução e d bonança.

    só q a vida traz tb as tempestades. ser íntimo, se pôr no lugar do outro, entender q aquele medo dele/a, por mais absurdo q possa parecer, faz parte da pele dele/a e q não adianta nada bater o pé e fazer cara feia.

    a gente tem uma dificuldade enorme de sermos íntimos tb em nossas fraquezas, medos e em quaisquer coisas q não nos gostemos.

    e aprender a criar espaços onde o outro existe por si mesmo, com suas rosas e espinhos: e aprender a aceitá-los, sem o filtro dos nossos olhos tão irrelutantemente tendenciosos – é um bom lugar pra se começar a realmente amar uma outra pessoa.

    gostar ou não d algo depende d familiaridade, ou, nos relacionamentos, d intimidade. qdo elas existem, a marcha segue: o cara aprende contabilidade; os relacionamentos ganham corpo.

    mas defendo aqui uma intimidade q seja justa: q, no mínimo, se ponha – como se fosse um exercício – em total lugar do outro antes d qualquer julgamento, mesmo nas limitações q temos.

    longe d cair na onda “tudo-agora-é-permitido”, esse jeito mais justo d olhar traz junto d si flexibilidade. uma maleabilidade d sentimentos. faz a gente conhecer melhor o outro, minimiza as ilusões q criamos dele e da relação e, ainda, fortalece o q vem sendo cultivado.

  • Mateus

    Estou gostando do texto, espero pela segunda parte. ;-)

    Penso assim como alguém em alguns posts anteriores que o amor também tem seu papel de “construção” em um casamento, mas ele *sozinho* não garante se será duradouro ou não.

    Casar é compartilhar problemas e não tem como escapar disso e eu, particularmente, acho isso maravilhoso. Entretanto é preciso haver momentos de “não-problemas”, senão qual a graça?

    Casar apenas para amarrar a pessoa ao seu lado não é amar.

    Sinceramente, não posso opinar sobre casamento, afinal só tenho como base meus pais, mas acho que o “segredo” para manter vivo um sentimento de companheirismo (e mais do que isso) está espalhado pelo seu blog em diferentes atos: um jantar romântico, uma dança, um bom vinho com bons queijos, uma frase em momentos inesperados, etc. No geral, ter *atitude*.

    O problema é que com o casamento também vem uma nova etapa da vida que envolve grandes cobranças. E então deixamos esses “detalhes”, pois estamos cansados, desanimados, sem tempo, etc.

    A verdade Gustavo é que não tenho a mínima idéia do que pode ser feito para ter um casamento duradouro e que mantenha o mesmo “fogo” do início. Mas uma coisa é certa… não tenho medo de dar minha cara-a-tapa, se der errado… começo novamente.

    Abraços.

  • Paula

    Nat e Gustavo, acho que entendi o ponto de vista de vocês.

    Mas eu também não estou defendendo a frivolidade.
    Só não concordo com a idéia de uma “relação estável” na ausência de amor. Casamento deve ser por amor sim.

    E aí eu concordo com o que a Nati disse, é uma escolha. Temos que arcar com as conseqüências dessa escolha. Ela vem com direitos e deveres. Nem tudo num casamento será amor, embora nascido do amor.
    Alguns valores devem ser realmente trabalhados e só o amor não sustenta, mas o amor é a força mais poderosa do planeta. Não há estabilidade sem isso.

    Gustavo, eu já tinha lido a matéria que linkou…
    Aliás, Before Sunrise/Sunset são meus filmes preferidos (sempre revejo) e adorei a idéia de alguém de fato viver aquilo.

    Eu sou como a Celine, eu poderia amar mais alguém que conheço bem.
    Se souber como vai se comportar em cada situação, que piadas e histórias contará. Isso leva tempo… Conhecer alguém leva tempo (talvez uma eternidade seja insuficiente).

    Mas o que te leva a querer conhecer realmente uma pessoa, não é o sentimento que ela desperta em você???!!! Amor, tesão, ódio… não importa… é o sentimento que nos motiva. Somos movidos por hormônios e os sentimentos são um estímulo mais do que poderoso nesse quesito.

    Talvez o que esteja acontecendo é que as pessoas estejam confundindo os sentimentos. Confundem os sinais e casam-se alegando “amor”, onde não há mais do que paixão, obsessão, dependência.

    E sim, a galera está sofrendo MUITO por aí. Mas continuo achando que a insatisfação é inerente ao ser humano.

    Você é filósofo, sabe disso melhor do que eu.
    Os maiores pensadores eram seres angustiados, solitários, confusos… tanto quanto nós somos hoje. Muitos viveram sozinhos e/ou morreram sozinhos. Não seriam eles reflexo da sociedade da época? E se forem… não significa que a felicidade não existe enquanto conceito?!

  • Bruno

    Acho que se pararmos de “romantizar” o sentimento do amor. Quando pararmos de acredita que amor é aquele que acontece nos filmes. Quando pararmos de acreditar que esse amor irracional faz superar tudo e fazermos ser felizes sempre, acredito que aí sim poderemos acertar que o verdadeiro se traduz no respeito ao outro. Que nos faz querer ver a felicidade da outra pessoa mesmo que ela nao esteja mais com a gente. Nós mudamos. Nao somos imutáveis. Temos que ter a responsabilidade de dizer a nós mesmo (e nao esperar do outro) que estamos felizes ou infelizes e tomar a atitude certa, qual seja: buscar nossa felicidade. Muitas pessoas sao infelizes, mas casadas. Casadas, mas infelizes. Podem dizer para toda sociedade: Sou casado (a), mas nao dizem se são felizes ou infelizes, como a maioria é, infeliz. São raros os casais de longa data que se amam e ainda querem ficar juntos. Nao que os outros sejam pior, mas nao é uma união invejável…VAmos ver as coisas com mais racionalidade…

  • Fernanda

    Talvez o problema esteja em casar… As relações humanas não devem ter sido feitas para durar muito tempo e não vejo problema em estar sempre correndo atrás da felicidade.

  • Alexandre

    ae , eu axo isso completamente sem sentido (e tb concordo com a paula)

    o casamento TEM QUE SER por amor…c n n há felicidade –”
    eh claro q tem muita gente sofrendo por ai , mas é muito mais comum o sofrimento pela FALTA de amor do que pelo proprio AMOR em si
    de que adianta vc casar sem amor ? voce axa q o amor vai florescer depois de vc casar ??
    eh por isso mesmo que antes as pessoas ficam , namoram , e muitas vezes “amigam”.para conhecer melhor o outro , e confirmar q o q realmente sentem eh o amor verdadeiro…
    c o amor eh verdadeiro , jamais q um maldito fato como “ele ronca” , “ele caga de porta aberta” vai mudar isso –”
    c o amor eh verdadeiro ele não termina ;)
    e eh um amando o outro q o casamento sera eterno…até a morte
    meu pai e minha mãe se amam , meus tios e tias se amam , meu vo e minha avó se amavam…e o casamento deles foi FELIZ e durou bastante..e não apenas duradouro sem felicidade , ou feliz e sem duração..
    eu acho esse um texto muito conformista feito pelo gustavo , onde voce tem que se conformar com o fim de um relacionamento…para evitar isso basta ter a certeza do amor antes

  • joao

    Sem parecer tendencioso, lendo o texto cheguei a uma conclusão óbvia, voce é um corno, uma besta e um recalcado.
    Grande abraço!:)

  • Karen Batista

    O AMOR, ele vive em nós ele não acaba, ele morre, as EMOÇÕES são passageiras, ficamos alegres, tristes, ansiosos, temos ira……..
    Mas o AMOR é vivo…..

  • Norbert

    Meu amigo… primeiramente, acho q vc naum entende muito do assunto e naum esta preparado para escrever sobre isso…foi um tanto infeliz com essas colocações……
    realmente acredito q vc naum entende nada, nada do assunto…
    mas é um belo texto para se ler quando a pessoa quer se sentir “vulgar” como o pensamento da sociedade sobre o amor…

  • Yara

    Parabéns pela coragem de falar…também tenho idéias parecidas,mas confesso que sempre falo de maneira vaga e refazendo a fala com medo de ser apedrejada…com essa neurose para encontrar o “amor que me completa” rondando a cabeça das pessoas fica difícil nos opor.
    Meu conceito de amor passa longe do que é dito nas músicas, filmes e afins…creio na conveniência de se viver em harmonia,companheirismo,amizade,equilíbrio emocional,pra isso é nescessário que cada um se baste…não suporto pessoas penduradas emocionalmente nas outras combrando o que ela mesmo não se dá,quando me pego numa situação parecida logo começo a fazer uma auto-análise.
    Realmente não dá pra ser feliz dependendo do sentimento do outro por nós…vivendo na corda bamba das emoções pelo os outros,há de se encontrar um porto seguro dentro de nós para depois compartilharmos a vida com responsabilidade e pés no chão ao lado do outro…daí pode-se construir relacionamento sólido e feliz!
    Abraços.

  • Sérgio

    Disseram-me uma vez que amor é conflito.Com certeza o amor pretende dar conta da subjetividade que há cada um e em todos,constituindo-se como ideal de satisfação universal:mas criando muitas insatisfações e indeterminações em que recaem o sentimento,quando esse ideal se confronta com as escolhas de cada um. Como se explica “trair para manter o casamento”, ou “traí,mas te amo”? Todos concordam que é melhor trair do que ser traído, em contraposição ao que Sócrates, e/ou Platão, dizia que na República: “é melhor sofrer uma injustiça do que praticá-la”.Bem,onde haveria conflito então?Assumir o desejo?Qual desejo,por quem:pelo meu “amor” ou pelo meu “tesão”? Qual é mais “valoroso”,pois pergunto hoje em dia: o que é valor? Pode-se ter certeza que muitos pensam em consumo e, valor, seria uma unidade comercial de troca.E o “amor” então? É conflito..

  • Karen Batista

    E o que vocÊ me diz sobre o AMOR (incondicnal) de mãe ?!!!!!!

  • Luiz

    Tudo bem!

    De certa forma, cada um tem a sua razão!

    Mas onde está “DEUS”???????

    E se JESUS pensasse assim, o que seria da humanidade…

    Homens de pouca fé!!!!!!!!!!!

  • Patrícia

    Provavelmente essa pessoa é infeliz e está de mal com a vida…

  • Karen Batista

    Acho q estão assistindo d+ a novela das 8.

  • Chris

    Olá Gustavo,

    Estou conhecendo o blog agora e gostei muito de seu texto.
    Sempre me pego tentando entender o que realmente estamos buscando em relação aos relacionamentos.
    Através de minhas experiências vejo que o egoísmo é muito grande mesmo.
    Eu mesma acho que sempre fui egoísta, sempre procurei me sentir feliz, sem pensar muito no que isso de fato representava. E quando isso já não era mais possível terminava.
    Acredito que essa sociedade que se formou, do prazer imediato, onde não é “bonito” sofrer por um amor faz com que estejamos sempre “fingindo” uma felicidade permanente.

    Agora quando os casais terminam é fácil ouvir de ambos os lados
    “agora vou dar um tempo pra mim”, como se antes estivesse cuidando do outro, vivendo pelo outro.

    Acho que os casamentos de hoje são mais sinceros, em relação aos sentimentos. As pessoas se casam por estarem apaixonadas, em sua maioria. Acredito que mesmo durando menos que antes, o amor é essencial para um possível “casamento feliz”. Esse sentimento – amor – não pode vir isolado, ele tem de estar intimamente ligado à admiração pelo outro, à compreensão, e mais ainda ao respeito.
    Porém, há fatores como: problemas financeiros, planos de vida diferentes, preocupação excessiva com trabalho, tudo isso também influencia para várias separações.

    Esse é um tema bem amplo e ainda vamos faalr muito dele aqui.

    Parabéns pelo texto!

  • Karen Batista

    Esqueci de colocar no meu 1º comentario que o AMOR não é SENTIMENTO…
    ABRAÇOS !!!!!!!!

  • Ana

    É triste mas a paixão é sim um combustível valioso no casamento, mas dá pra ser feliz sem paixão também… quando se tem tesão, amor, responsabilidade, respeito e companherismo.
    Porém sempre fica um pouquinho de “queria mais…”
    Acho que esses “quereres” estão no subconsciente que corresponde, na maioria dos casos, aos nossos desejos infantis, pueris que não foram totalmente realizados em momentos anteriores mas que continuamos esperando que aconteçam…
    É isso que eu sinto como recém-casada…

  • Jéssica

    Adorei o texto. Mas, me resta uma dúvida: se não casarmos por amor, pelo que casaremos então?

    Desejo que alguém me responda ou me indique uma possibilidade.

  • ......

    Acabei meu casamento pq o “amor” acabou.. Acho que fui egoísta.. Mas agora é tarde!!!

  • Pat

    Sem muita história: felicidade incomoda a maioria das pessoas, e casais muito felizes então nem se fala. Portanto para que a relação esteja sempre deliciosa tem que ser via de mão dupla e vc tem que gostar, amar e sentir tesão pela pessoa que esta com vc.
    O que acontece na maioria das vezes é que homens ou mulheres não escolhem ou são escolhidos mas o acaso,as circunstâncias enfim… é que acabam ditando as regras,e claro fica difícil manter uma relação que já começou por qq coisa.
    E o mais gostoso que é realmente amar, gostar e sentir tesão acaba em segundo plano.

    Abraços a todos os casais que podem assim como eu e meu Deus grego dizer todo dia amo vc, gosto de vc e tenho o maior tesão e para aqueles que ainda não podem dizer isso, relaxe e com certeza na hora que vc realmente escolher aparece

  • Juliana Bop

    Acho que casar por amor é bom, mas por paixão é péssimo. Pq paixão chega a ser uma doença mental.
    Qual é a diferença entre amor e paixão?
    Na paixão queremos receber afeto, quanto mais melhor e fazemos de tudo para recebe-lo.
    No amor, doamos, mas só doamos quando nos amamos antes de qualquer coisa. Sem ter que ficar negociando o amor, tipo “eu faço de tudo por vc, e vc não faz nada por mim”

  • Diogo

    Amor(Paixão) não enche barriga de ninguem. Diante das agruras da vida as deficiências tomam proporções astronômicas, isso gera instabilidade e enfraquecimento.
    A grande maioria dos relacionamentos é fundada a partir de ideias pouco concretas, pouca razão e da abstração daquilo que as pessoas chamam de amor. “Eu amo e por isso vou me casar.”. É assim que os futuros casais divorciados se unem em matrimônio. Quase nunca se leva em conta as questões instintivas que fazem a gente querer tanto um par.
    É necessários muito mais do que um bom sexo ou a submissão de um dos lados para que o verdadeiro amor exista e prevaleça. O básico seria te capacidade de fazer coisas juntos e juntos resolverem problemas. E sem dúvida não pode faltar afinidade. Pessoas podem ser diferentes, mas se não possuem afinidade no sentir, podem aceitar(suportar) o outro, mas nunca entenderão ou compartilhararão suas vidas.

  • André Oliveira

    Amor e sentimento. O que é o amor, senão um sentimento, puro, nobre, saber colocar-se no lugar do outro, sem preconceito, sem julgamentos, assim como comentou nossa amiga Myla. Da mesma forma, por ser um sentimento, porém o contrário, por ser egoísta, entra a paixão.

    Sentimento que nos corrói, nos leva a fantasiar o ser idealizado, e por isso, idealizar um personagem e não o ser, que realmente o é. Paixão, é aquela ilusão que faz toda mulher (que não é sensata e inteligente), ficar esperando o seu príncipe encantado, aquele sujeito que não tem defeitos, que supera qualquer obstáculo, um verdadeiro “gentleman”. Vício herdado principalmente das histórias infantis e inúmeros “contos de fadas”, que a sociedade, principalmente ocidental, acostumou-se ao longo dos séculos, tais como Branca de Neve, Cinderela, entre outras incontáveis historinhas, feitas para alienarem as crianças, que se tornam adultas e como resultado, temos o mundo em que vivemos: cheio de decepções, traições, corrupções, etc.

    A ficção entra no lugar do real. Quando nos apaixonamos por uma pessoa, sem ter a certeza do que ela sente por nós: se é amor, se é paixão ou somente uma amizade que pode ou não dar frutos, podemos, caros amigos, quebrarmos feio nossa cara e acabarmos perdendo até a amizade, que já foi uma conquista.

    Por isso, concordo que o que faz um grande número de casamentos hoje em dia não darem certo, é porque as pessoas se deixaram dominar pelo veneno contagiante, egoísta e irracional da paixão e não pelo sentimento puro, altruísta e racional do amor.

    Para reflexão, vou deixar aqui uma breve diferenciação que o livro mais vendido do mundo (a Bíblia) faz dos dois:

    Amor: “4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece, 5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal” I Coríntios, capítulo 13.

    Paixão: “5 Exterminai, pois, as vossas inclinações carnais; a prostituição, a impureza, a paixão, a vil concupiscência, e a avareza, que é idolatria;” Colossenses 3:5.

    Ta aí, reflitam e decidam-se por si mesmos.

  • Jazz

    TODO SER HUMANO É EGOÍSTA. PONTO.

    Mesmo o amor sendo altruísta, a maioria das pessoas mesmo vive pela paixão – ou aquilo que os move.

    Se bem, que… o “ser altruísta” nos dá também uma liga forte. O que será que move o amado? O ato de “ser bom” ou a liga do depois?

    Ou será um círculo vicioso interminável?

    Viajei. ;-)

  • Fernando

    “Muitas vezes nos queixamos, porque nossos rebentos se engajariam pouco em causas nobres, se drogariam mais, tentariam prosperar sem suar nenhuma camisa e outros lugares-comuns da besteira parental. De fato, os ditos rebentos respondem ao que lhes foi transmitido quando decidimos que nosso anseio de felicidade, conforto e prazer não deve recuar – nem mesmo pelo bem deles.”

    “Os laços construídos ao redor do amor são dos mais precários; os casamentos por amor duram menos, ao que parece, do que os contratos do passado. E, quando duram, podem doer mais (tipo: nossa vida é um inferno, a gente não se entende, mas ficamos juntos porque nos amamos).” –Contardo Calligaris

    TUDO ISSO É UMA GRANDE VERDADE. MAS O PROBLEMA NÃO ESTÁ NO SENTIMENTO. O PROBLEMA ESTÁ NA FALTA DE RACIONALIDADE, DE MATURIDADE… QUANDO VC FOI CRIADO NUM LAR ONDE VC REALMENTE VIVENCIOU O AMOR, O COMPANHEIRISMO, A AMIZADE, VC CONSEGUE LEVAR ISSO PARA UM RELACIONAMENTO FUTURO. MAS QUANDO VC FOI CRIADO NUM LAR DESFEITO, REALMENTE, TUDO FICA MAIS COMPLICADO. MAS TAMBÉM NÃO É O FIM. VAI DEPENDER DA MATURIDADE E INTELIGÊNCIA DE CADA UM.

    *****

  • Jazz

    adendo: amor pode ser um sentimento somente. Mas sobretudo, amar é uma ação. #prontofalei

  • Jussara Dias

    Me desculpe, mas acho muito presunçoso generalizar. As pessoas se movem no interior do seu microcosmo emocional de maneira singular, levando para o interior de suas relações (não só matrimoniais) histórias familiares, experiências afetivas diversas, dores, alegrias e ainda lidam com o inesperado. Quem dera fosse fácil assim explicar as múltiplas emoções e relações que as pessoas vivem no decorrer de sua existência!!!!!!

  • Karen Batista

    A razão é o amor que pondera !!!!!!!!!!

  • Marielle

    ótimo texto, interessante ponto de vista, esperarei a parte 2. =D

  • Juliana

    Raquel,
    me emocionei ao ler seu comentário…vivo isso!

    Gustavo,
    acho que vc levantou uma questão que incomodou…talvez por não querermos, em nosso egoísmo, aceitar o fato que buscamos através do outro preencher lacunas de atenção, carinho e amor deixados pela vida…e o outro não tem essa obrigação, assim como não temos a obrigação de preencher as dele…temos que aprender a dividir e não somar (como muitos jargões românticos fazem…”vc me completa, é minha metade…e coisa e tal…”).

    Parabéns!

  • Ju

    mal amadooooooooooooooooooooo

  • Ricardo

    “Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo.”

    Esse é um dos comentários mais ridículos e sexistas que eu já ouvi nos últimos tempos.
    Então ao homem que se diz moderno se reserva o papel de sujeito junto ao que a ele se oferece?
    Ele não pode ter algo como paladar e, por consequência, ter critérios de prazer à mesa e, por conseguinte, à cama, se sujeitando à qualquer coisa que (supostamente) as mulheres lhe ofereçam?

    No, I don’t think so.

    Não, eu também escolho o quê quero, quem eu quero e como eu quero.

  • Ian

    concordo com a Jazz, o amor é a atitude e não o sentimento

  • ORLANDO

    Devemos amar todas, que seja eterno enquanto dure..

  • Uelliton

    O casamento é algo muito significativo na vida de um casal (homem e mulher). Isso, porque além de ser algo muito importante a partir da concepção natural, ou seja, reprodutiva, é uma também uma atitude que envolve amizade e afeto. Desse modo, uma união conjugal baseada no amor (eros) e amor (àgape-respeito,consideração e amizade), irá garantir a formação não somente de uma família unida e equilibrada, como também a formação de uma sociedade mais pacífica e humana. Se infelizmente muitos casamentos não dão certo, é porque há meios na sociedade que também não propiciam a formação de uma união familiar mais harmoniosa e ajustada. Portanto, seja a partir de um ponto de vista cultural-familiar e também como divina-cristã, o casamento é um dom de Deus ao homem e à mulher. É algo muito significativo aos seres humanos em sua plenitudade e integralidade.

  • Ian

    e digo ainda que nada pode funcionar sem o amor!

  • Ana

    Paixão acaba… E após isso a vida nos coloca situações que nos fazem despertar outros valores… Em sua maioria, escassos na sociedade moderna, onde a correria diária consome o tempo no qual poderíamos contemplar um simples nascer do sol ao acordar.
    Podemos dizer uma coisa com convicção, como dito no texto acima, precisamos de paixão para mover qualquer coisa: seja um amor num relacionamento, seja a luta da cura de alguém na família, doente ou com vícios, seja pra resgatar a estrutura familiar…, etc. A verdade é que muitos se aventuram em paixões passageiras… Porém, mais verdade ainda, é que todos no fundo procuram outros valores, tem sede de VERDADEIRO AMOR… E esse, ou temos a oportunidade de resgatar quando a vida nos põe em situações de prova, ou fugimos das mesmas… Nos distanciamos pelo menos até o momento em que voltamos a sentir “sede”…

  • Rosangela

    O amor não é apenas um sentimento, ele tb. é fruto da razão ( inteigência e vontade). Quem casa para ser feliz, está totalmente enganado. Quem ama quer que o outro seja feliz, por isso o casamente entre duas pessoas que`se amam e não apenas se desejam pode dar certo. Numa sociede hedonista em que tudo gira em torno do seu próprio prazer, falar em Amor é uma utopia. Só os que transcendem a si mesos são capazes de amar.. O resto é paixão ditada pela moda de consumo de coisas e pessoas.

  • nique

    se não se casar por amor se case por interesse!!!

  • Isabele

    Concordo sim porque uniões feita de paixões e amores são apenas ilusões temporárias e com o tempo tudo passa, o que da firmeza a um relacionamento é o julgo igual, entendimento e sabedoria porque afinal de contas amor está em nós mesmo e naum em outras pessoas essa é a minha verdade.como se dizem as pessoas:”estou a espera da pessoa certa” isso naum existe porque todos têm defeito mas apartir do momento que vc sente que tem responsabilidade para levar uma vida a dois esse é o momento.

  • alcione costa

    Gustavo,

    Parabéns pela habilidade de transportar para o campo dos relacionamentos amorosos, algumas reflexões budista, como a questão da identificação com a impermanência. Além disso, vc escreve muito bem, trata-se de uma leitura muito prazerosa, e, isso tira um pouco o “ranso” tão entranhado do amor romântico, que sempre vem com essa norma da “pulverização”, do “extremo”, da “chama”.

  • Mariana

    Parabens pelo texto Gustavo, muito bem escrito e a ideia eh muito interessante.
    Concordo que os casamentos de hoje se dao puramente pelo sentimento e pela busca da felicidade, e que em tempos atras os lacos tinham outros fundamentos mas que talvez os casamentos nao fossem felizes, pois este nao era o objetivo dos mesmos.
    Tambem concordo que os sentimentos sao instaveis e incapazes de garantir a duracao de um casamento ou outra relacao qualquer.
    Mas o que devemos buscar afinal? O que ha de melhor do que a felicidade? Qual o sentido de uma vida triste ou sem sentimentos? Casar por que entao? Nao vejo outro motivo possivel para buscar um relacionamento que nao a felicidade.
    Talvez sejam questionamentos sem respostas, mas muito valido o debate.

  • Audrey

    Não concordo com nada que foi escrito!

    Talvez seja uma idéia romântica, mas acho que a dificuldade está em saber o que é o amor, quantas pessoas você conhece que dizem esta palavra sabendo realmente o que ela significa? Quantas pessoas sabem definir o amor, tanta gente já tentou explicar mas quase ninguém entendeu como isso funciona e qual o motivo de sua existência?

    Muito poucas, se bobear uma em um milhão, na maioria das vezes acho que vemos apenas o que seria o reflexo do amor, como num jogo de espelhos, muito se fala de forma inconsequente, aí está a confusão. Confundimos o sentimento de amor com muitos outros. Acredito que o que acaba são as ilusões e não o amor, ainda falta muito para o ser humano aprender a amar.

    Mas como pedagogo, você deve saber que só aprendemos errando e em alguns casos, errando muito… se tivessemos medo de errar, não teríamos aprendido a andar, a falar e tantos outros feitos que realizamos ao longo da vida.

    Po isso respondo a Jéssica que case por amor, afinal como dizem:
    “Há mais mistérios entre o céu e a terra, do que toda a nossa vã filosofia”

    Boa sorte!!!

  • gisele

    Movidos pela emoção?!
    Relacionamentos pautados em sentimentos?!

    Sei, sei…

  • Viviane

    A verdade muitas vezes não encarada é que somos incompletos e procuramos incessantemente tampar um buraco sem fundo com prazeres fugazes. Se formos capazes de nos admitirmos como seres incompletos, sem jogar no outro a possibilidade de completude, será mais confortável assumir responsabilidades duradouras.

  • Stefani

    Olá,
    Adorei a abordagem, o ponto de vista dado a condicionante de se casar por amor. Vejo por minha vida e experiencias, e também por convivência com outras pessoas que passaram por fim de casamentos. Eis uma questão que se deve ser observada com atenção. O modismo é bem mais forte que muitos sentimentos que dizemos sentir. As eras literárias mostram isso….do renascimento ao romantismo…o que era moda em certa época, não é tão difundido em outra…
    Se na nossa vida de hoje vemos nossas avós, avôs, tias e até pais, que se casaram por arranjos, com certeza tendemos a evitar essa atitude, com um intuio mesmo que mascarado de se rebelar, chocar, como uma condição para ser livre de alguma coisa. Então a nossa geração está com a ideia de se casar por amor…porque teve alguem na família que se casou por arranjo ou pressão da família…coisas do tipo. E essa idéia pegou.
    Vemos também pelo censo que com o aumento de desuniões e divórcios na última década as pessoas estão começando a viver em casas separadas, em uniões estáveis sem casar, etc. Tudo é tendencioso…e somos seres altamente influenciáveis….do contrário não existiria a Moda..
    O que quero dizer é que da mesma forma como o Gustavo escreveu esse texto baseado em fatos e/ou observações da vivência dele, existirão outros muitos também escrevendo o porque de se casar por amor vale a pena, e também que casamento no geral não presta..tudo baseado em uma tendência….
    Somos seres muito mutáveis, e ao mesmo tempo, quando se trata da nossa individualidade, afirmamos sermos imutáveis.
    Por fim, gostaria de parabenizar ao autor pela boa escolha de idéias, exemplificando com consistência o assunto.
    Espero ansiosa pela segunda parte e acho que esclarecerá muitas dúvidas acima apresentadas.

  • Dinorah

    Concordo em genero número e grau com tudo que o mateus falou.
    Não tenho nada contra casar, tento se errar, levanto sacudo apoeira e dou a volta por cima, Teno novamente.

    Dinorah

  • Katherine

    Realmente um texto cretino!
    Tem suas passagens de iluminação (principalmente no que tange a educação/criação/fabricação/repercussão de mimados). MAS se os problemas da humanidade fossem os casamentos constituídos por amor, o planeta seria lindo.
    É só parar e analisar as sociedades que possuem casamentos arranjados de acordo com a vontade dos familiares; Tais sociedades não são nem melhores e nem piores que a nossa (na qual a maioria se casa com alguém por vontade própria).
    O mais interessante (ou menos) é que o autor nem sequer cita de que forma então um casamento deve ser constituído.
    Se não é por amor é pelo o quê ? Sorteio?
    Se o objetivo da união matrimonial não é para acrescentar a vida de um ao outro e até mesmo da humanidade, é para que então?

  • Lauir Alba

    SOU MOVIDA PELO SENTIR, PELA EMOÇÃO , PELA PERCEPÇÃO DAS COISAS
    A MINHA VOLTA, E ACHO QUE O AMOR É PRIMORDIAL, ELE QUE MOVE NOSSAS
    AÇÕES, AMOR POR TUDO E TODOS, E SOU MUITO FELIZ COMO SOU,
    SEMPRE EXTERIORIZANDO MEUS SENTIMENTOS. NUNCA CONSEGUERIA AGIR
    DE MODO CONTRÁRIO AO QUE SINTO, RIR QDO SE QUER CHORAR.

  • HopeHunter

    Amigo, boas observações no começo!
    Mas desculpe, NÃO CONCORDO da metade pra baixo.

    O que você está dizendo é bem antigo mesmo.
    Na verdade é o que se pensava na antiguidade e é o que eu aprendi nas igrejas cristãs.
    Mas é BEM AO CONTRÁRIO de tudo o que eu aprendi quando comecei a olhar a vida mais de perto, com MAIS PRECISÃO. E no final ainda descobri que a Bíblia não ensinava o que as igrejas estavam ensinando e que os cristãos estavam bebendo do humanismo e não da Bíblia. Eles conseguem “exaltar a Bíblia, destruindo-a”.

    O casamento vai acabar resumidamente em 3 situações:
    1) Quando o HOMEM aceita SER ESCOLHIDO por uma mulher ele não ama (porque perdeu a capacidade de escolher, desistiu, ficou com medo dos valores de hoje, gostou da sua teoria (rsssss) etc);
    2) Quando o HOMEM escolhe sem pensar, escolhe ainda imaturo, pensa em simplesmente estar com alguém pra conversar, descarregar a pressão sexual, quer uma amiga, etc. e não procura alguém que ele quer viver pra sempre, envelhecer junto.
    3) Quando o HOMEM, escolheu certo, mas ESQUECEU da sua mulher, coloca trabalho, os amigos em primeiro lugar ou qualquer outra coisa digna na frente. Procura influências de culturas que ensinam que o homem precisa de muitas mulheres. Perde a responsabilidade. (Ou o que mais acontece hoje, já é educado com tais idéias).

    A maioria dos homens que eu conheço casou conforme as “recomendações” da sua teoria (que é o mais comum hoje)… ELES DEFINITIVAMENTE NÃO SENTEM (NUNCA SENTIRAM) DESEJO FORTE POR SUAS ESPOSAS… eles desejavam moças com outros traços, moças simples e que estavam ao lado deles, nenhuma modelo ou paixão platônica, mas com certos traços e cheiros… sempre desejaram e sabiam disso, mas também sabiam que NÃO IAM CONSEGUIR porque as mulheres de hoje não iriam aceitar eles (porque elas queriam escolher), e eles ficaram com medo e se acomodaram… Alguns deles, JÁ SE SEPARARAM, outros ainda vão se separar, e outros vão continuar traindo a mulher, irritando ela, mas aproveitando a comida na mesa e a roupa lavada. Enfim, TODOS (esposo e esposa) ESTÃO INFELIZES E CONTINUARÃO ASSIM ATÉ O FIM, a maioria tem dúvidas, alguns fazem força para não reconhecerem e se apegam a sua teoria para sentirem que “fizeram a coisa certa!”… mas é TOTALMENTE visível, a confusão e a fuga para o “pão e circo”, para o trabalho exagerado e muitas vezes, para a traição secreta.

    Pelo menos, essa sua “antiga” teoria vai conseguir vender bastante músicas românticas, novelas, filmes e filmes pornôs… porque as pessoas vão continuar a querer aquilo era simples e básico, mas que se tornou um verdadeiro luxo impossível: UM CASAMENTO COM QUEM SE AMA. Os “revoltados” e “viciados em trabalho” vão gostar da sua teoria, mas seus próprios filhos vão correr de novo e desta vez, doentemente, atrás do romantismo, vão se entregar demais e se machucar a toa, serão submissos demais, pra fugir dessa “SECURA” que receberam dos pais. Enfim essa teoria vai causar “doenças” na próxima geração. A geração seguinte entra em depressão… o jeito será mantê-los dopados e tirar o amor deles com psicoterapia ou lavagem cerebral… tirar o que era simples, normal, básico e necesário deles e transformá-los em escravos insípidos de uma nova ordem mundial.

    Outra coisa, os médiuns já trabalham com essa sua teoria faz tempo e agora as mensagens se intensificaram. Por exemplo: quando morre alguém que choca o país, como o caso Isabela ou o caso Eloá, os médiuns recebem mensagens “supostamente” dessas pessoas, e tem aparecido bastante o conteúdo dessa sua antiga teoria. Provavelmente alguém já deve ter postado sobre isto.

    Agora cada um decide como quer. Eu recomendo pensar na razão em primeiro lugar, depois nas suas reais necessidade e sentimentos e depois de descobrir o que te machuca muito e destrói profundamente a sua mente e sentimentos, pensar em tratar o outro de acordo com o que você entendeu que te traz real felicidade e evitar fazer aquilo que destruia a sua mente.

    Para quem é religioso (ou não), seria bom também observar este CONTRASTE:

    1a)A Bíblia diz que o homem é cabeça da mulher e é capaz de dar a vida por ela como Jesus fez pela humanidade. Se o homem não agir assim, e se tornar insensível, ele é culpada perante Deus e a mulher não precisaria se submeter (eu sei que a tradição distorce esta parte, mas estou falando de Deus e não da tradição)… mas ela ainda assim pode querer se submeter ao marido insensato, se ela estiver enxergando brechas na mente do marido para fazê-lo acordar do erro. Enfim, vai sofrer, mas ela decide e mede até quando vai tentar e quanto pode aguentar…

    1b)A Bíblia também diz que esses espíritos TODOS que falam, aparecem, movem objetos e núvens, fazem chover etc., são espíritos de anjos enganadores, que se disfarçam de “Mensageiros da Luz”. E eles estão criando um caos, gradual, programado e medido, para que eles possam finalmente se apresentar como os heróis salvadores… e o chefe desses anjos virá como Jesus e reinará por um breve tempo. Ele conseguirá enganar porque as pessoas foram se adaptando ao que “parecia” ser correto e começaram a não entender mais nada do que Deus dizia.

    1c)Até entre casamento homosexuais (“apaixonados”), sempre existe um que se submete em amor ao outro. Casamento tanto de lésbicas como gays possuem um ativo e um passivo. Um mais racional e um mais sensível… um que lidera, que gosta mais de agarrar, buscar, pegar no colo e dar segurança e outro que gosta de se sentir desejado, ser pegado e se sentir seguro. Aliás existem homosexuais tipo ATIVOS, que se refugiaram no homosexualismo, pois não viram esperança de serem homens e darem segurança para as mulheres, pois apesar de bonitas para os olhos deles, estas mulheres se tornaram insubmissíveis e grosseiras com eles…

    X

    2) Também podemos seguir estas “antigas novas idéias” vindas dos espíritos que morreram, da ONU, das igrejas TODAS (católica e as filhas – quem lê entenda), dos planos da Nova Era, do Humanismo, do Evolucionismo, do paganismo grego antigo onde o homem casava-se com outro homem e a mulher era considerada deusa para ser possuída no templo, dos espíritos das árvores e da Terra, dos duendes da floresta… Mas isso não me parece nada moderno ou racional, apenas fizeram a gente exagerar de um lado e agora trazem um erro para outro lado e nós temos a ilusão de ser um remédio. Lembrando que a Nova Era é um movimento para trazer de novo os antigos valores, deuses e “segredos” do paganismo antigo. Eu concordo e apoio estudar certas everas medicinais deles etc… inclusive deve se estudar tudo, seus deuses, sua cultura etc… mas daí a dizer que isso é o melhor para hoje… não me parece muito racional… essa Nova Era, de nova, não vai ter nada… somente uma Idade Média “HighTech”.

    – / –

    Temos liberdade para escolhermos. Eu posso ter sido uma chato agora só por dizer o que eu penso, mas se eu não mostrar o outro lado da moeda, e aquilo que eu estou SINCERAMENTE enxergando, eu seria um irresponsável. Eu compartilhei com você aquilo que eu vi, ouvi e fiz experiências. Cada um use sua liberdade da melhor forma, eu só abri minha boca, não precisam pensar como eu… eu só estou dando uma opção… mas ESTOU CIENTE QUE ESTA OPÇÃO QUE EU TROUXE NÃO VAI MAIS FUNCIONAR NESTE MUNDO daqui pra frente (pelo menos não mais em grande escala). Mas este é o segredo de seguir um estilo de vida, tem que se saber o que se está fazendo, eu escolhi estilo de Deus, aquele da Bíblia. Eu já sei que vou sofrer até a morte, mas entendo que minha mente cresce do jeito que foi projetada… SE POR ACASO existir uma Nova Terra como esse Deus da Bíblia diz várias vezes… minha mente estará adaptada para este lugar.

    Obsercações:

    -Tese antiga: MACHISMO
    -Antítese: FEMINISMO (tentou remediar com um outro veneno igual)
    -Síntese: IGUALISMO (veneno mais brando, cumulativo e com cara de remédio)

    * Devido as característas próprias femininas, o feminismo parece um remédio, porque existe uma aparências externa de que a mulher ama e é mais dócil… isto ocorre pela preocupação com a imagem por parte da mulher e pelo “tesão” de mãe (desejo de cuidar, de fazer comida, de fazer justiça etc.)… por isso é mais discreto que o machismo.

    Eu não estou APROVANDO nenhuma dessas idéias, por favor, não me coloquem em nenhuma dessas simplificações dialéticas. Minha posição é mais complexa.

  • andre

    casar por amor ou sem amor, tanto faz. casamento em si é uma bobagem, uma tradiçao conservadora q deveria ser extinta.

    se casamento fosse nao precisava de contrato nem testemunhas!

    nao ligue pra sociedade nem pra valores conservadores cristaos, seja solteiro! seja feliz no teu canto!

  • Mal-amado

    Kade a segunda parte??
    Casamento deve ser um pacto de amizade antes de tudo. Caso isso não ocorra estará fadado ao fracasso e aos desencontros das paixões efêmeras.

  • PATRICIA

    CONCORDO REAMENTE POIS NÃO ACREITO QUE HOJE EM DIA MINGUEM QUEIRA SE CASAR SIMPLISMENTE POR AMOR SE NÃO TIVER OUTRO INTERESSE POR TRAS DE TUDO AMOR SÓ DE FAXADA.

  • Wagner Felix

    O Casamento foi constituido por Deus, quando o homem modou estes principios deu no que estar ai, uma sociedade desprovida de Deus não tem nada a ofereçer a não ser, ciume,inveja,ódio,rancor sem amor para com os boms e pessoas que valam do que não conhece porque estão tomadas por sentimentos e paixões desta vida,portanto não podem ser feliz com estes principios. O que Deus unio não separe o homem.

    Wagner Felix

  • pri

    Nossa que belo pensamento,muito interessante e de se pensar que os relacionamentos devem ir além do que apenas sentimos mas sim do que vivemos.É uma verdade…dificil aplicá-la.:)

  • para andre

    vc ta revoltado ?rsrsrrsrs

  • Mariana

    Nossa que merda de texto… Tanto que nem consegui ler até o fim.
    Até onde sei, “pathos” está relacionado a “passividade” mas por “acometimento”. Como uma doença. Por isso temos a palavra “patologia”.
    Este texto carece de, no mínimo, de um estudo mais bem apropriado de História. (Que baboseira foi aquela das crianças?)Aliás, falando em conhecimento sobre o período histórico (e seus desdobramentos) cadê o estudo sobre a cisma “razão x sentimento”?
    Pessoalmente falando, se uma pessoa perde a crença no amor ou nos sentimentos, considerando-se um raciocinador ambulante, vai mal… Nem me considero uma pessoa muito romântica, mas fala sério…

  • Daniel

    Se colocarmos duas pessoas lado a lado, se amando?
    O que o autor entende por amor? algo que ele não deixou bem claro no texto, entendi que ele deva achar que é uma forma de paixão, apesar dele tentar diferenciar um do outro no texto, mas parece que ele mesmo não tem uma definição própria do que seja, já que é só isso que sabemos do amor, uma definição própria. E eu acredito que seja algo construido entre duas pessoas que se apaixonam! um sentimento que é alimentado pelo esforço dos dois, posso até fazer uma analogia ao movimento do yin e yang onde as energias dependem uma da outra para se movimentarem e consequentemente existirem.
    Por isso acho que o fato de tentar desconsiderar o amor para o casamento, seria uma forma de fugir da vida e do que ela pode nos proporcionar de felicidade, o que eu considero o maior dos mimos que uma pessoa pode ter, A FALTA DE CORAGEM PARA VIVER. Tentar se conformar com o que tem, com medo das quedas e sofrimentos que pode ter no caminho a busca do amor.

  • Lívia

    Ctrl+C Ctrl+V nos comentários mais pertinentes (onde eu PRECISO replicar!)

    “Tenho a impressão que meus sentimentos e paixões se manifestam rapida e fortemente, de modo que não responder seus desejos me faz sofrer do mesmo jeito!”

    – Concordo plenamente!! Entrando de cabeça em sentimentos que, na maioria das vezes, são temporários, sofreremos adiante (como no exemplo do texto do Gustavo, sobre o fim do casamento).. não entrando de cabeça, sofreremos do mesmo jeito, por não termos tentado!!!

    “A felicidade como paixão dá certo? Cumpre o que promete? Não sei. Pelo que vejo nas mulheres e homens, não. A insatisfação segue…”

    – A paixão (por outro) cumpre o que promete.. ela confere felicidade (a 2) sim, Gustavo.. o fim dela é que faz sofrer… e o fim da paixão (por outro) não é inerente ao sentimento, é culpa do próprio ser humano, que põe a paixão (agora, por si próprio) a frente de qualquer empenho em manter a felicidade conseguida com a paixão (pelo outro!)

    “entender q aquele medo dele/a, por mais absurdo q possa parecer, faz parte da pele dele/a e q não adianta nada bater o pé e fazer cara feia.”

    – Discordo. Adianta sim bater o pé! (tudo bem, fazer cara feia não ajuda..) Mas às vezes o que a pessoa precisa pra vencer certas “neuras” é justamente que o parceiro bata o pé e diga “esse teu medo não tem nada a ver..eu, que era pra estar reclamando não reclamo… para (do verbo parar, sem acento pela nova regra ortográfica) de bobeira!!”

    “Talvez o problema esteja em casar… As relações humanas não devem ter sido feitas para durar muito tempo e não vejo problema em estar sempre correndo atrás da felicidade”

    – Gustavo, você também “ouviu” Calligaris falando aqui?! Ele é adepto (não só no consultório, mas na vida real) de múltiplos casamentos, acreditando que o ser humano não foi feito pra estar sempre ao lado da mesma pessoa e que não só pode, como deve, correr atrás da felicidade pessoal!

    “onde não é “bonito” sofrer por um amor”

    – e é exatamente esse o problema! mas paradoxalmente, acredito que é por aí que a sociedade vai retornar ao modelo antigo de união matrimonial.. o ser humano (ao contrário do que alguém comentou por aí) se vangloria com o próprio sofrimento.. GOSTA, AMA poder se sentir vitimado.. talvez reflita uma aproximação com o divino…
    As mulheres eram submissas e seus casamentos, arranjados.. As mulheres pararam de ser submissas e os homens gostaram! (era um desafio conquistá-las! e que homem não gosta de ser desafiado? só pra poder jogar sujo e no final ver a nossa carinha de refém – conhece essa frase, Gustavo?! =) ) Concluindo, os homens se tornaram submissos às “mulheres alfa – termo atual para mulher independente, quase auto-suficiente”, e perderam o charme da arrogância, da força… sendo um pouco ousada, da virilidade.. e a mulher não é mais feliz com ele.. e como agora tem o “direito” de terminar a relação, termina! Acreditando que isso é mais fácil que estimular o parceiro a pegá-la pelos cabelos e jogá-la na cama (carinhosamente, é claro!)… Mas acredito que isso está em declínio.. A medida que a mulher se vê infeliz, por não achar um parceiro “digno” dela, ela se põe no lugar de que “é, mulher nasceu pra sofrer mesmo” (não que eu concorde!) e cada dia mais assume relações frustrantes mas que dão o delicioso prazer da dor!
    Isso foi muito polêmico… aguardo comentários! haha

    “Sem parecer tendencioso, lendo o texto cheguei a uma conclusão óbvia, voce é um corno, uma besta e um recalcado.
    Grande abraço!:)”

    – Deixei esse por último e meu único comentário sobre, é uma extensa e sonora risada! (em defesa do Gustavo, óbvio!)

    E aí Gustavo? O que você acha?

    Beijos! =)

  • Carlos

    Cara, tudo bem, apenas sentir não leva a nada. Agir é preciso, com responsabilidade. Suportar, pelo bem futuro. Dialogar, para a busca cansativa da concordância. Não desistir porque “tá chato”. Concordo plenamente. Mas, minimizar as emoções não me parece um bom caminho… alguém aí acredita mesmo que podemos ser completamente racionais? É lógico que não. Isso nos destituiria de nossa humanidade!

  • Lena

    Qta besteira diz esse texto!!Pra casar tem que amar muito SIM!!Cai entre nós,quem vai ter ânimo de acordar e dar de cara com a mesma pessoa todo dia se não tiver amor?
    Casamento já é um desgaste de qualquer jeito,então,pelo menos que seja com amor.

  • Alberto Hackmann

    Não à nada de errado em ser movido pelos sentimentos, ao contrário, os sentimentos estão enraizados em nosso DNA, é imprescindível os sentimentos na vida de uma pessoa, sem eles nos tornariamos simples “robos deprimidos”, e isto é uma utopia. O problema acontece quando exageramos em nosso egoísmo, quando não tentamos tudo ou não tentamos nada para salvar um casamento, por exemplo. E também a falta de empatia atrapalha muito a vida em conjunto. Mas a realidade nua e crua é essa, todos os seres vivos tem o instinto de sobrevivência, que está diretamente ligado aos sentimentos, e esses instintos nos remetem primeiro à própria felicidade, depois com a dos outros. Claro que pode ser diferente, pois com dedicação podemos nos tornar pessoas mais preocupadas com “o outro”, até porque essa dedicação com o próximo sempre é recompensada pelo destino, mas isso é uma escolha de cada um.

  • Alvady Fernandes

    O amor é muito diferente disto que o autor do texto diz, tenho ouvido coisas semelhantes, na maioria das vezes de pessoas que nunca amaram.
    Amor NÃO é uma escolha da razão, vem mesmo do coração. Casamento sem amor não vale a pena.
    Claro que os filhos são muito importantes, mas até por eles muitas vezes é melhor a separação.
    O amor é sim o melhor fundamento para a relação a dois, o casamento. Tem gente que acha que amor é a soma de algumas coisas como amizade, companheirismo, segurança, estabilidade, etc… NADA DISSO, amor é coração, paixão, desejo, na verdade AMOR É AMOR, sentimento da alma que alcança o corpo e até a razão. O amor de verdade também gera companheirismo, segurança, cumplicidade, etc, mas o contrário NÃO é verdadeiro.
    Este autor e o que ele cita estão redondamente enganados, nunca amaram.

  • Aurora

    E aí? Por que casar então?

  • germano

    Veja(m) bem,

    concordo com alguns pontos, como a mediocridade e a dependência serem -nos relacionamentos – negativas.

    Porém, meu nobre pensador, a paixão é uma fase determinada e resultante de hormônios (por ex.: dopamina, norepinefrina, serotonina, endorfina, ocitocina e testosterona). Já o amor (que não é um sentimento, pois sentimentos são passageiros) é transcedente e com certeza de bases sólidas…quem não “ama mais” na verdade nunca amou.

    Grato!

  • cesar

    boa materia.

  • Gustavo Gitti (autor)

    “amor é coração, paixão, desejo, na verdade AMOR É AMOR”

    Alvady, é justamente isso que o Calligaris critica.

    Veja a citação que inicia a parte 2 do meu texto:

    < <"Eu (te) amo" ou "nós (nos) amamos" são referências últimas e soberanas, indiscutíveis, por serem, linguisticamente, performativas. Independentemente de atos e obras, estas expressões só se referem a si mesmas. A prova que "nós (nos) amamos" é nossa declaração, portanto irrefutável. Atrás dela se supõe uma efusão tão íntima que sua sinceridade só pode ser decidida por quem declara.

    Daí o sucesso moderno do amor como motor do agir humano: ele é uma razão perfeitamente subjetiva. O que fazemos por amor, fazemos por nós mesmos. Amando, não obedecemos a ninguém, se não à paixão que é nossa.>>

    Fonte: http://contardocalligaris.blogspot.com/1994/08/servido-ao-amor-desafia-esprito.html

  • Carlos

    Caraca que viagem, acredito que não exista tais regras para se apaixonar por alguem e ser feliz para sempre.A muitas pessoas felizes em repartirem um pedaço de pão e outras infelizes em comerem na mais fina mesa.A felicidade de estarem juntas esta na cumplicidade de todos os momentos, pois temos que se completar mutuamente.A fraqueza de um. tem que ser compensada pelo outro de uma forma homogena.Temos que viver nossa fenix todos os dias e criarmos pessoas menos egoistas.

  • Alvady Fernandes

    O amor é muito diferente disto que o autor do texto diz, tenho ouvido coisas semelhantes, na maioria das vezes de pessoas que nunca amaram.
    Amor NÃO é uma escolha da razão, vem mesmo do coração. Casamento sem amor não vale a pena.
    Claro que os filhos são muito importantes, mas até por eles muitas vezes é melhor a separação.
    O amor é sim o melhor fundamento para a relação a dois, o casamento. Tem gente que acha que amor é a soma de algumas coisas como amizade, companheirismo, segurança, estabilidade, etc… NADA DISSO, amor é coração, paixão, desejo, na verdade AMOR É AMOR, sentimento da alma que alcança o corpo e até a razão. O amor de verdade também gera companheirismo, segurança, cumplicidade, etc, mas o contrário NÃO é verdadeiro.
    Este autor e o que ele cita estão redondamente enganados, nunca amaram.

  • Alberto Hackmann

    E digo mais, quando nos preocupamos com o bem estar do outro e depois com si próprio, cria-se um sentimento entre ambos, e esse sentimento é o Amor. Mas esse é um estágio de evolução que poucos conseguem chegar. Pessoas como Chico Chavier provavelmente conseguiram alcançar esse estágio.

  • Alexsandro

    Acabei de fazer os encontros de preparação de noivos para casar na Igreja no final do ano e uma conclusão que até então não tinha chegado e tem a ver com o texto é que casamento é um compromisso onde você não busca a sua felicidade, mas vai fazer de tudo para o seu companheiro ou sua companheira ser feliz. E ele ou ela também fará o mesmo por você.

  • marcio cunha

    Concordo com o contexto dos prejuizos trazidos pelo amor. Amor este respaldado por sentimentos (muito bem explicados no texto),que hora alguma dão estabilidade para o relacionamento.

    Acredito, que tanto o excesso de sentimentos, como a falta de sentimentos, tanto por uma das partes, como também pelas duas partes ao mesmo tempo, gera ao relacionamento desconforto, brigas e instabilidade para o casamento.

    Isto porque, ninguem sente o amor da mesma forma, são maneiras distintas de sentir em função de tempos diferentes. As vezes o tempo de um não é o o tempo do outro. Portanto havendo muito ou pouco sentimento,NESTE AMOR, acabar por deixar a relação em um descompasso muito grande e cada um começas a ter outros sentimentos que o conduzem a separação ( muito bem explicado no texto .

    A minha pergunta é: Existe amor que não seja a base de sentimento ?

    E o meu conselho é : Um pouco de criatividade não faz mal a ninguem, para preservar um bom casamento. Criatividade não é sentimento, é apenas uma ferramenta que se usa para deixar o outro mais feliz.

  • Giácomo

    Cara. A vida é feita de tudo. Ame seu filho, se apaixone pela vizinha. Abandone sua ex-mulher, sofra, viva, seja feliz, viva, faça sexo, fique com sua ex-mulher, seja feliz, sofra de nova, e finalmente, ao final de sua vida, seja ela egoísta ou não, morra feliz ou infeliz, não importa. Pouca diferença faz.

  • Alvady Fernandes

    Não creio que o amor seja egoísta, alíás Paulo de Tarso declara que não em sua carta aos cristão de Corinto, claro que fala do amor em termos mais gerais. A razão do amor é o outro não quem declara este amor – pode-se até esquecer-se de si mesmo.
    O sentimento são, inclusive, muitas vezes melhores conselheiros que a chamada “razão”.
    Também sobre a durabilidade deste sentimento, prefido contar com a intensidade, ainda que acredite que o amor verdadeiro pode ser eterno, amor além da vida… (ou da morte).

  • Steve Mcqueen

    Muuuuuito bom o seu texto.Acredito que casais que realmente se dão bem,é porque fizeram do amor uma amizade.Assim durará pra sempre.Ex:Vc briga com sua namorada,com sua noiva e tbm com a esposa.Mas já parou pra pensar quantas vezes vc brigou com seu amigo de 20 anos…eu nunca.Um abraço.

  • @mrirvinekinneas

    Caraca… tópico polêmico! :P

    Eu discordo do Gitti. Penso que deve existir amor sim… Pra mim, tudo isso que foi chamado de amor (e o que nós costumamos chamar de amor) é qualquer coisa menos… AMOR!

    Convenhamos, ninguém define amor! Por mais que tentem e, desde sempre, tentam, não vai! Acho que a gente não tem desenvoltura espiritual pra isso (sim, porque pra mim o amor é transcendente e, portanto, espiritual).

    Definir amor como egoismo, possessividade, agressão entre outros é bem o que a gente faz, tentando descobrir esse amor.

    Então dizer que “casar por amor é uma péssima idéia…” é simplesmente negar o amor. Nos relacionariamos porque? Por qual motivo?

    E se o amor que conseguimos sentir ainda é egoísta, possessivo, hipócrita… WHATEVER! Como disseram, (ainda) somos todos assim. Que aprendamos então a ser um pouquinho menos tudo com as grandes lições que a gente tem na vida.

    E, Gitti, adoro seu blog por isso: pelas grandes lições que ele me trás!

    Grande abraço!

  • isabella

    achei esse texto uma droga: por causa dele tive que ler nos comentários trocentas “teorias” (aham…) sobre o amor, o casamento, deus, a igreja, a falta de amor do autor, entre outras. quase morri. de rir, depois de chorar.

    gente, vamos com calma. o autor só tem uma opinião e escreveu aqui. se a gente não gostar do que ele escreveu (olha que bom): não precisamos crucificá-lo! juro!!!

    e ainda tem a parte 2!

  • DENILSON

    O positivo nisto tudo, é abrir o debate sobre o tema, e possibilitar á todos apreciar diversos pontos de vista, pois nenhum de nós tem a receita 100% de felicidade, esta só Jesus passou mas infelizmente não seguimos totalmente.

    O que ninguém lembrou de comentar, é o que tempo passa amigo, ou seja, em cada fase de nossas vidas, temos uma visão diferente da vida, das relações, nossos desejos são outros.

    A impressão que se tem ao ler o texto e alguns comentários, é de que você será sempre jovem e poderá sempre optar por um novo relacionamento quando estiver insatisfeito.

    Sou casado há 22 anos, não era apaixonado pela minha esposa, apenas namoravamos e poderia dizer ” casei por casar”. Hoje sou um homem apaixonado pela mulher que vive ao meu lado, tenho ainda muito tesão por ela. Então diria que aprendia ama-la ao longo dos anos, apreciando suas qualidades e suportando seus defeitos.

    Somos seres sociais, isto é fato, então não fomos feitos pra viver sozinhos e toda convivência, seja entre pais e filhos, irmãos, amigos, etc. TODA RELAÇÃO requer que todos cedam em alguma coisa, é a busca da harmonia. Não haverá relação duradoura quando alguém estiver unicamente preocupado com sua felicidade e não aceitando abrir mão de algum desejo em favor do outro.

    Por tudo isto, é muito importante analisar toda a vida de um ser humano, todo o seu ciclo de vida, pois se você gosta é de festar, é de relacionamento superficial, isto não vai durar pra sempre. A pessoa vai cansar e querer seu porto seguro( todos querem). E aí como será? Como será sua velhice se você não construiu nada sólido?

  • Aiems

    GOSTEI MUITO DO SEU TEXTO gUSTAVO, E TAMBÉM ACHEI MUITO INTERESSANTE O DEBATE QUE SE FORMOU EM TORNO DELE. CONTUDO, PARECE-ME ALGUMAS PESSOAS NÃO O COMPREENDERAM BEM. pELO UE ENTENDI VC NÃO DISSE QUE OS CASAMENTOS DEVERIAM SER SEM AMOR, MAS QUE É PRECISO ALGO MAIS QUE PAIXÃO, OU UMA COMPREENSÃO MAIS PROFUNDA DO QUE SEJA AMOR (UM AMOR ALÉM DO SENTIMENTO). A COMPREENSÃO QUE TEMOS SOBRE AMOR INFLUENCIA MUITO NOSSA MANEIRA DE ENTENDER AS COISAS.

  • Kem?

    Que soooono…

  • Ricrdo S A

    Desculpe-me Gustavo, mas não concordo com você, se não casar por amor vou casar por oque ? Dinheiro, sexo ou beleza. Esquisito né ? Acho que você nao foi feliz nessa

  • Celia Freire

    Caro Gustavo
    É a primeira vez que leio um artigo seu. Achei bastante interessante, porém sem muita congruência. Vou tentar organizar, no meu ponto de vista, cada parágrafo e tentar um fechamento.
    Não ficou claro, para mim, como organizamos a vida através dos sentimentos a partir da época em que as crianças e a morte se tornaram representantes da nossa vida. Bem….
    Se o amor não for a condição de todos os laços, o que será? Se não amarmos realmente algo ou alguém como criaremos laços? Se não casarmos por amor pelo que casaremos?
    O tema é amor (afeição profunda), emoção (impressão, sensibilidade e comoção) ou paixão (sentimento intenso de amor ou de ódio, fanatismo e até padecimento)? Tudo isso e muitas outras coisas nos acontece em todos os momentos com altos e baixos, somos vulneráveis, ou seja, somos seres humanos. Parece que houve uma pequena distorção, começou com amor e saiu como paixão, mas faz parte do movimento, não é? Mas se o tema for paixão também acho não ser criterioso fazer qualquer coisa na vida sob este sentimento, realmente ele é passional e pode ser perigosa qualquer ação motivada pela paixão.
    Entre atuarmos e nos sujeitar é uma questão de escolha e permissão, não acha? O negócio ficou ainda mais incongruente quando o enfoque muda do interno para o externo. Se fazemos tudo na vida a partir do externo o problema está conosco e não com quem ou o que nos cerca, a insatisfação é nossa e não de quem ou onde freqüentamos. Se algo estagna não é porque alguém deixou de mover e sim porque nós mesmos nunca nos movemos esperando que venha de fora e se isso não acontece vem a decepção.
    Sentimento não é intuição. Intuição é subjetiva enquanto sentimento é um aglomerado de sentidos que são formados através do modo de ver ou perceber alguma coisa ou alguém. E por acaso a verdade de cada um, é um referencial interno do que ela agregou desde o nascimento através do que ela acreditou ser verdade, para ela. Por isso a diversidade entre as pessoas é tão grande, porque cada um reage diferente ao que lhe afeta. E age através dos sentimentos.
    Acho que o projeto de ser feliz é o ideal de hoje e espero que seja o de sempre, por que ninguém nasceu para ser infeliz, você nasceu?
    Mas se nós estivermos confusos conosco sobre o que é a felicidade como vamos encontrá-la em alguém?
    O que é a felicidade para você? Esse termo é tão vago quanto o que você escolheu a princípio para sua matéria. A felicidade para uns não é a mesma para outros. A felicidade pode ser material, espiritual, emocional, mental ou simplesmente natural.
    E o que é que tem haver em ser mimado e não ter um bom desempenho sexual com o não gostar de legumes ou frutas? É relevante com o amor?
    O casal que tem filhos em qualquer idade quando se separam não é necessariamente por egoísmo, isso também é bastante genérico, há centenas de motivos que levam a uma separação. O que está acontecendo é a irresponsabilidade de se colocar uma vida neste planeta sem ao menos saber o que se quer da própria vida.
    Realmente as crianças são na maioria das vezes o reflexo dos seus pais, porque são seus referenciais. Mas é preferível uma criança com valores saudáveis e pais separados do que ela ficar acreditando (referencia interna) que casar é sinônimo de infelicidade, brigas, indiferença, injustiça, traição e acomodamento. Você citou antes que antigamente haviam laços sem sentimentos, acho que haviam uniões sem amor, mas os sentimentos (amor, ódio, revolta, submissão, permissão….) sempre estiveram presentes. Formaram por muitos e muitos anos seres humanos indiferentes ao verdadeiro amor.
    Fica um pouco difícil falar de cada tópico separadamente, porque assim como o sentimento que oscila a sua retórica não fica atrás. Mas que seja.
    Não somos medíocres porque mimamos alguém ou queremos ser mimados e sim porque não temos auto -estima o suficiente para sermos o que somos sem ter que provar nada a ninguém e achar que fazendo, dando ou permitindo tudo vamos ser mais ou menos amados, rejeitados ou abandonados. Isso não é medíocre e sim infantil e inseguro.
    Voltando aos laços sem amor e sua durabilidade, uma coisa não tem nada haver com a outra. O amor não cobra, não machuca, não violenta, não impõe ele é incondicional e por isso tudo permite, perdoa, dá sem cobrar, aninha, é constante, tem equilíbrio é natural e saudável. Ele integra para nos tornarmos inteiros. E quando isso não acontece com duas pessoas é porque ele não está presente. É o que acontecia com a maioria (nem todas) das relações antigamente que eram impostas por vários motivos. E as pessoas ficavam presas a elas por submissão de uma sociedade falsa moralista.
    Agora voltando, o amor é inseparável da paixão? Como assim? Uma paixão pode virar amor, mas dificilmente um amor virará uma paixão. Como você mesmo disse a paixão é passional e o amor é incondicional, ou seja, não impõe condições. Por isso é um sentimento nobre sem altos e baixos, é constante e benigno. Um casamento baseado na paixão, esse sim, pode causar dor e desarmonia. Mas um que tem seu alicerce no amor ele está fadado a durar muito e talvez eternamente onde nem a morte o separe.
    Como assim quando não há mais paixão não existe mais amor e aí entram outras emoções? Então essa relação estava baseada no hedonismo e não no amor. Se há essa impermanencia, ou seja, inconstância, ela deve preocupar sim porque ela é um dos efeitos do hedonismo.
    E mais uma vez é colocado que para ser feliz alguém tem que ser o autor dessa utópica felicidade. Se formatarmos nossa vida nesse conceito realmente será difícil achar a tal felicidade. E qual é ela mesmo?
    Na realidade estaremos plenos quando nos amarmos primeiramente, e por conseqüência atrairemos amor. Se estivermos apegados ao conceito de paixão vamos ter algumas decepções. Isso não quer dizer que a paixão não seja necessária, ela que retira na maioria das vezes as nossas defesas não permitindo que enxerguemos algumas coisas e nos abrimos para deixar a relação acontecer. Pode ser que evolua para o amor, ou seja apenas um fogo que se apaga com a primeira chuva. Mas que é gostoso é! Deveríamos nos apaixonar mais vezes, mesmo que um dia essa paixão nos traga dor. Mas assim é que conquistamos sabedoria. Caindo e levantando. Acreditando sem tantas desconfianças e couraças, apenas permitindo que aconteça. E quem sabe um dia saberemos o que é o amor!

  • Ricrdo S A

    Viver com alguém que se ama não é somente uma oportunidade de conhecer o outro, mas é também a grande chance de entrar em contato consigo mesmo.
    Como viver casado sem ser amado? E sem amar?
    O amor não é portanto a simples fusão de duas pessoas, mas o dom mútuo de dois seres livres, com tudo o que eles são: corpo, coração e espírito, assim como o bem precioso que é a vida. A lógica do amor é aspirar a um dom definitivo. Só uma decisão recíproca e para o resto da vida, permite que o amor humano atinja um certo absoluto, podendo assim satisfazer o nosso coração.

  • Dona Cigarra

    Acredito que amor é a união de muitos sentimentos que nem nós mesmos conseguimos explicar…
    Tudo começou com tesão, paixão… amizade.. cumplicidade.. compartilhamento de sonhos… diferenças.. escolhas… virtudes expostas.. defeitos discretos e logo em seguida explicitos.. e assim se vai..
    A mistura de muitos sentimentos cria um vinculo muito forte.. e o Amor pode ser visto como algo concrewto quando vc esta maduro(a) o suficiente para enxergar os defeitos e virtudes do companheiro, mas sabendo que suas virtudes são mais relevantes que seus defeitos..
    Da mesma forma é quando vc por ter amadurecido percebe que momentos de reconhecer seus proprios erros são unicos e não devem ser disperdiçados… orgulho e amor proprio são sentimentos distintos, e seu companheiro deve perceber que seus defeitos tb podem ser aceitos, pois suas virtudes e qualidades são muito mais gritantes.

    Assim… e com muito dialogo deve ser construido um amor verdadeiro..

    Dn Cigarra.

  • cicero

    Amor não acaba

  • Marcelo Caldas

    O que nos agrega, nos reúne em qualquer grupo, é o desejo-de-estar-juntas. Nossas relações de trabalho, de casamento, de política, de amizade ou qualquer outra, não acontecem por causa da utilidade ou do que vamos ganhar com isso, mas por uma espécie de destino comum baseado no afeto, esse desejo-de-estar-juntos. É para satisfazer esse desejo que trabalhamos e também estudamos. A primazia não está mais com os indivíduos e seu sucesso, mas nas relações e sua preservação…e isso move o casamento!
    Interessa não tanto mais o indivíduo, mas as relações entre as pessoas. Não mais o príncipe encantado ou a cinderela, mas uma boa relação. Não mais ter uma identidade clara, mas compor-se a partir de múltiplas identificações. Não somos mais indivíduos com uma função maquínico-social a cumprir, mas pessoas com vários papéis a desempenhar….faça suas escolhas!

  • Gilda Hayworth

    Dá pra ver aqui que falar de “Amor” pras pessoas é pior do que falar mal da mãe! Principalmente porque, SUPOSTAMENTE, você está falando MAL do Amor! Opa! Que absurdo!

    Acalmem-se defensores do Amor!
    Procurem ler o texto de novo. Mas dessa vez LEIAM. E não simplesmente utilizem o texto como folha de rascunho para seus rompantes de romantismo incurável.
    Me assusta a urgência com a qual as pessoas se defendem de algo que nem as está atacando, quando se trata de algo tão cristalizado quanto o amor!

    As pessoas estão sofrendo muito mesmo. Ficar cegamente defendendo o que parece o mais óbvio, mais natural, não vai ajudar muito. Não adianta chorar e gritar: quero me casar por amor! Não me diga que não!! É uma coisa bem interessante entender PORQUE você quer isso. E o que isso realmente é.
    Eu amo. Nem sei se quero me casar. Ando me perguntando sobre essas coisas. Quero ficar com ele. A vida está linda agora, vivo um semi-casamento e quase não consigo entender o casamento. Ao mesmo tempo em que adoro dormir com ele, cozinhar com ele, planejar coisas com ele…etc e etc… Mas e aí… ler isso de mimar para ser mimada… hummm…
    Trabalhando com educação penso muito sobre a pouca atitude dos meus alunos mimados do ensino médio. Penso em como as pessoas tem cada vez mais medo, em como os adolescentes estão infantilizados, acredtando que devem ter só o que é doce na vida, só o que não dói… Mas ainda não tinha pensado em pensar nisso quando se trata de “eu amando”, quando se trata dos amigos que me pedem ajuda porque sofrem, decepcionados com as expectativas frustradas, os sentimentos confusos, as relações cansadas.
    Meu pai sempre fala: “Não se case pra ser feliz. A gente tem que se casar pra fazer o outro feliz”. Sempre achei uma coisa esquisitíssima. Agora – vivendo com o meu namorado – até entendo; não que concorde com a exata frase, mas entendo o sentido.

    Como os outros, estou esperando pela continuação.

    Beijos!

    p.s.: Ricardo, “Não, eu também escolho o quê quero, quem eu quero e como eu quero.” é o atestado do mimdado. Também acho que cara cheio de frescura com comida não é muito homem. Crianças mimadas tornam-se homens fracos. Eca!

  • Raphaela

    Na verdade… amar é escolha… é olhar para o outro de decidir se entregar, e aceita-lo, aprendendo a amar as diferenças do outro… descobrindo a cada dia o que faz esse ser tão Seu ser único… O amor não se acaba.. se acabar não era amor…acredito que as definições de amor atualmente tem sido escassas… e mesmo confusas.. alguns acham que é paixão,, outros acham que é sexo… e dificilmente alguem define o amor como algo duravel que precisa de empenho e esforço para sobreviver…
    a paixão é como palha… acende, arde, e se vai…
    o amor é como a madeira molhada… demora a queimar, mas quando descobrem como mantê-la acesa…não se acaba…

  • Gustavo Gitti (autor)

    Marcelo,

    É exatamente isso que vou falar na 2a parte.

    Uma boa base para o casamento é a motivação de ficar junto. Todo o resto oscila, isso não. E quando isso não mais existe, pode existir todo o resto (tesão, paixão, logística, amor) que nada mantém o casal junto.

    Amor, paixão e tesão podem continuar existindo em uma relação que não mais acontece pelo casamento. O cara pode continuar (e deveria) amando sua ex-mulher, pode comê-la eventualmente e até viver uma paixão eventual anos depois. A única coisa que acabou foi a motivação de ficar junto, ou seja, o que de fato definia o casamento.

    É simples, nada místico, totalmente cru, puro bom senso. E por isso relutamos em admitir. Queremos mágica, queremos enfeite, queremos viver um “amor incondicional”, eterno, além da morte, mas com alguém específico, nossa alma gêmea. Nada mais condicionado.

    Ora, o amor incondicional é nossa prática com TODOS os seres, incluindo aqueles com quem transamos, claro, mas com TODOS os seres. Isso não define o casamento.

    Isso sem falar que “amor incondicional” é uma coisa que não existe. Nem em mães e pais (você conhece alguma mãe livre de apego pelo filho? que não pede recompensa sutil alguma? que não pede por reconhecimento?). Precisamos treinar e construir isso com nosso olhar, minuto a minuto. Falar disso não resolve, não elimina nossos apegos e fixações autocentradas.

    Abração, valeu pelo comentário!

  • Fabiane

    Pois é, Isabella, infelizmente muitas pessoas não intendem que discordar não é sinônimo de crucificar e que o respeito a opinião alheia é fundamental.

    Bem… Tenho que discordar do Alvady Fernades que diz que o amor não é uma escolha da razão. Eu digo que é… E digo por experiência própria. O que é fruto da emoção é a PAIXÃO, o amor é algo que PODE surgir de uma paixão, mas a real existência dele depende da escolha de cada um em cultivá-lo, como uma semente que necessita de seu tempo de germinação. E se algo ocorre, cabe a cada um decidir se continuará a amar ou não. É claro que deixar de amar é tão difícil quanto construir o amor, por isso são necessários muita razão e amadurecimento.

    Concordo com o autor, vivemos em uma sociedade em que somos ensinados a buscar a felicidade a qualquer custo, vivemos na sociedade da passionalidade. Não que eu ache que devemos ser pura razão nem me considero uma pessoa de coração de pedra(rsrsrsrs…), mas em momento algum a passionalidade não deve se sobrepôr à racionalidade.

  • Gilda Hayworth

    Ai… esqueci de dizer.
    Ficar colocando definições de amor estilo pára-choque de caminhão como resposta a esse post é tão entediante pra quem lê…

    Assim ó: “Só o amor constrói”. Sabe?
    A gente já sabe…ok…

  • Allan

    Se não acredita no amor é fruto de que sempre se enganou enquanto a esse sentimento, ” porque se acaba, não é amor ” (como disse um filósofo), eu um país de terceiro mundo onde o machismo impera a vontade é ser esse ser SUPERFICIAL do qual o texto menciona, porém seres humanos não são simples equações que poder ser separadas e resolvidas, essa psicologia barata e nem a mente mais brilhante dentre os seres humanos será capaz de decifrar um amor verdadeiro, mas lembre-se ele existe, mas é único e a melhor coisa que você pode sentir.
    Pessoas FUTÉIS preferem negar a existência de algo único para viver sem compromisso e satisfazer sua banalidade pela superficialidade do companheiro, típico em um povo que só pensa em roubar e em se esfregar.
    Se não acredita no amor, no que acredita ?
    Dinheiro, Pegação, Superficialidade, Banalização de atos sentimentais?

  • Daniel

    Discordo do artigo, pelo menos parcialmente.

    Deve-se levar também em consideração a definição que o autor tem de amor. Aparentemente, dentro de sua visão, o amor é apenas um sentimento, algo que está apenas no plano emocional.

    Eu chamo isso de paixão.

    Amor para mim é parte emocional e parte racional, não é apenas o que se sente, mas o que se compreende. Você não ama uma pessoa por acaso. Você se apaixona, mas não ama (por acaso).

    Amar é uma decisão. Você para e pensa no que aquela pessoa representa para você, reflete sobre seus posicionamentos morais, éticos, além de o que aquela pessoa passa para você em sentimentos, e bota numa balança. Se ela for digna de sua confiança, de que você possa entregar a ela quem você realmente é, acaba por sentir-se livre para tomar essa decisão.

    Agora, o mais comum de acontecer por aí é realmente o que foi colocado, algo muito voltado para o plano emocional, uma coisa só sentimento, que muitas pessoas confundem com amor.

  • Giovani

    O autor do texto definiu perfeitamente casamento por amor, em um único paragrafo:

    “…Funciona assim: um sentimento surge, dita o que é verdade para mim, dá sentido a todo o meu momento e me impulsiona para uma ação, então me movo em uma direção, até que o sentimento cessa (e com ele a verdade, o sentido e a ação) e me sinto perdido, confuso e impotente, sem entender como fui parar em um local desconfortável sendo que estava andando em direção a um horizonte de felicidade.”

    sobre o casamento; Casar é uma evoluçao social e é vista muitas vezes como obrigação social.
    Mas já pararam pra pensar se não existisse, seria uma festa na floresta!!!

    sobre o amor; ja dizia Arnaldo Jabor e Rita Lee:
    Amor é um livro
    Amor é sorte…
    Amor é pensamento
    Amor é novela
    Amor é prosa
    O amor nos torna Patéticos
    Amor é cristão
    Amor é latifúndio
    Amor é divino
    Amor é para sempre
    Amor é do bem…
    Amor vem de nós. E demora…
    Amor é o que faz?…faz a vida melhorar!!!!!!!!!

  • Adilson

    Você mulher, seje mulher. E você homem, seje homem. Mulher quer ser protegida. Homem precisa proteger. Mulher quer ser escolhida. Homem precisa escolher. Mulher quer ser amada. Homem precisa amar. | Homem quer ser reconhecido. Mulher precisa reconhecer. Homem que ser ajudado. Mulher precisa ajudar. Homem quer ser respeitado. Mulher precisa respeitar.

    Mulher, seje feminina, seje doce, seje linda – o homem amará você.

    Homem, seje masculino, seje a direção, seje a segurança – a mulher amará você.

    É isso.

  • César

    Minha opinião é bem simples mas não é radical, não é só querer respeito nem é só respeitar o outro(a), no meu ponto de vista o segredo do bom casamento é respeitar e fazer-se respeitar, querer dar e querer receber, amar é isso.

  • Vanessa

    Gente!
    Tô vendo muita confusão aqui!
    Desde o post até os comentários…

    1o. Casar sem amor impossível, pior ainda manter uma relação (especialmente casamento) sem este sentimento.
    Quando vemos casais de muitos anos, identificamos logo que ali existe amor, e é um amor incondicional!

    2o. Amor é diferente de paixão:
    Casar por paixão é um erro, e a maioria faz isso! Ou porque a mulher é linda, ou porque o cara é cheio da grana e proporciona as melhores surpresas, ou porque a trepada é uma delícia… Mas nunca pararam para pensar se existe algo além disso que sustente a relaçao. Se existe amor… esse aí… “incondicional”…

    Esse amor não se preocupa se a pessoa acordou com a cara mais amassada que ontem, ou se hoje não vai dar pra rolar aquele jantar no restaurdante caro, mas é possível um jantarzinho romântico à luz de velas em casa mesmo, e se a dor de cabeça veio e a transa não rolou legal, sabe que tiveram tantas outras que foram melhores e que foi só um momento ruim, não tem porque já lembrar do bíceps/bunda do vinzinho(a)…

    O problema é que as pessoas são ansiosas para tomar as decisões, tanto na hora de começar quanto na hora de acabar… se não estiver perfeito, então está uma Merd… Não existe meio termo.

    Para a maioria Amor é Morno… E ninguém quer ter trabalho…

    Pra quê? pra quê agradar o outro se ele não me proporciona tudo o que eu quero? Pra que ser fiel? Pra que falar que eu o amo?

    Como foi dito aí em cima, será que nós somos perfeitos para o outro?

    O filme “Divã” é perfeito! As pessoas não sabem porque estão insatisfeitas, são felizes e acham estranho, ou se acostumam com a felicidade e acabam esquecendo que são felizes e daí acreditam que tem mais por aí, saem a procurar. Quando se dão conta do que deixaram de lado, se arrependem e daí já é tarde!

    Só posso dizer que estou vivendo o relacionamento mais difícil que alguém pode viver, mais de 10 horas de avião, e estou aprendendo muito com isso… Amor é tudo, pra manter uma relação… paixão acaba na primeira dificuldade.

  • Marcelo

    Bem, discordo do texto acima. Porque o relatado não é amor de verdade.
    Amor de verdade é aquele que apenas ama e não espera nada em troca.
    Isso é amor de verdade, fazer por amor tudo pela pessoa sem esperar nada em troca. Mas se um relacionamento começa já com uma necessidade de ser retribuído (mimado), já não existe amor, mas sim egoísmo.

    Casamento por amor verdadeiro sem interesses material ou mesmo emocional, com certeza dura mais.

  • Marina Candia - BH

    Bom pessoal, li e reli todo o texto e as postagens de vocês.
    Não concordo quando o texto fala que não devemos nos casar por amor, eu diria que não devemos nos casar por amor somente… o grande erro de nós seres humanos, é projetarmos no outro nossa felicidade , quando na verdade devemos estar feliz com nós mesmos e acreditem não há relacionamento 100% feliz, todo relacionamento tem seus altos e baixos se for começar um relacionamento pensando que sempre será feliz, então não comece, afinal, somos pessoas diferentes com criações diferentes morando ou não debaixo do mesmo teto . Acredito que muitos relacioanentos e casamentos se acabem não pela falta de amor, mas sim pela falta de ponderação e atitude para com o outro ou mesmo por respeito a sua individualidade e aos seus momentos dificeis, ou seja, se o homem ou a mulher não nos procura na cama ou se não conseguem ser carinhosos num determinado momento, ou mesmo se nunca foi (dependendo da criação, não sabem demosntrar afeto), a primeira coisa que nos vem a cabeça é que ele (a) tem um (a) amante ou que não somos mais atraentes, mas jamais paramos pra pensar que ele (a) possa estar passando por algum problema que para nos poupar ou mesmo por não ter a facilidade de se abrir deixam de nos contar (até porque nem todo ser humano tem essa facilidade)… Reparem, quando estamos felizes por algo, o relacionamento e outras coisas vão bem, quando não, temos mania de nos retrairmos e como consequência acabamos por colocar de lado nosso parceiro (a), em alguns casos nós seres humanos não sabemos lidar com a fragilidade do (a)nosso (a) parceiro (a) em algum momento, como por exemplo a perda de um emprego, nós seres humanos (tenho certeza que a maioria) pensariamos primeiro em como será a nossa situação financeira daqui pra frente em vez de pensar no que está se passando em sua cabeça, ou mesmo em seu sofrimento… ou se ele precisa de algo para melhorar e crescer ou mesmo entender que ele saiu daquele emprego porque lá não estava a contento. Acho sim, que nos falta parar e pensar num relacionamento como parceria, como cumplices, como amigos, como amantes e não somente em nós mesmos, em nosso umbigo. Acredito que o que nos diferencia de bons companheiros e parceiros seja o dom de fazer e querer que nossos parceiros (as) crescam em paralelo com a gente, pois conheço relacionamentos de homens e mulheres que fazem questão de ter seus parceiros ou suas parceiras numa posição inferior a deles para que possam de alguma forma manter o controle da relação seja por sentimento, seja financeiro, seja de dominio.

    E não podemos agir com demagogia em achar que o inicio de um relacionamento se faz do nada, porque estariamos mentindo, ninguém aqui começaria uma relação sem algum tipo sentimento, seja ele de amor, de amizade, de paixão, de afinidade etc… enfim, sentimentos de qualquer espécie são nosso primeiro contato com o nosso (a) parceiro (a)!

    No livro o monge executivo (pág. 76) cita que quando Jesus fala de amor no Novo Testamento usa a palavra agapé como um amor traduzido pelo comportamento e pela escolha não um sentimento do amor.

    Sem mais deixo aqui meu abraço em todos e ressalto que o texto tem muita coisa bacana sim e muita coisa também que deve ser filtrada e ponderada antes de todos desistirem de se casar por amor rsrsrsrs…

    Sejam sempre felizes com vocês mesmos, porque a felicidade independe de estar casado, solteiro, divorciado, viúvo, tico-tico no fubá (como dizem em BH) rsrsrs

    bijim

  • Marina Candia - BH

    Bom pessoal li e reli o texto e as postagens de vocês e não concordo quando o texto fala que não devemos nos casar por amor, eu diria que não devemos nos casar por amor somente… o grande erro de nós seres humanos, é projetarmos no outro nossa felicidade , quando na verdade devemos estar feliz com nós mesmos e acreditem não há relacionamento 100% feliz, todo relacionamento tem seus altos e baixos e se for começar um relacionamento pensando que sempre será feliz, então não comece, afinal, somos pessoas diferentes com criações diferentes morando ou não debaixo do mesmo teto . Acredito que muitos relacionamentos e casamentos se acabem não pela falta de amor, mas sim pela falta de ponderação e atitude para com o outro ou mesmo por respeito a sua individualidade e aos seus momentos dificeis, ou seja, se o homem ou a mulher não nos procura na cama ou se não conseguem ser carinhosos num determinado momento, ou mesmo se nunca foi (dependendo da criação, não sabem demosntrar afeto), a primeira coisa que nos vem a cabeça é que ele (a) tem um (a) amante ou que não somos mais atraentes, mas jamais paramos pra pensar que ele (a) possa estar passando por algum problema que para nos poupar ou mesmo por não ter a facilidade de se abrir deixam de nos contar (até porque nem todo ser humano tem essa facilidade)… Reparem, quando estamos felizes por algo, o relacionamento e outras coisas vão bem, quando não, temos mania de nos retrairmos e como consequência acabamos por colocar de lado nosso parceiro (a), em alguns casos nós seres humanos não sabemos lidar com a fragilidade do (a)nosso (a) parceiro (a) em algum momento, como por exemplo a perda de um emprego, nós seres humanos (tenho certeza que a maioria) pensariamos primeiro em como será a nossa situação financeira daqui pra frente em vez de pensar no que está se passando em sua cabeça, ou mesmo em seu sofrimento… ou se ele precisa de algo para melhorar e crescer ou mesmo entender que ele saiu daquele emprego porque lá não estava a contento. Acho sim, que nos falta parar e pensar num relacionamento como parceria, como cumplices, como amigos, como amantes e não somente em nós mesmos, em nosso umbigo. Acredito que o que nos diferencia de bons companheiros e parceiros seja o dom de fazer e querer que nossos parceiros (as) crescam em paralelo com a gente, pois conheço relacionamentos de homens e mulheres que fazem questão de ter seus parceiros ou suas parceiras numa posição inferior a deles para que possam de alguma forma manter o controle da relação seja por sentimento, seja financeiro, seja de dominio.

    E não podemos agir com demagogia em achar que o inicio de um relacionamento se faz do nada, porque estariamos mentindo, ninguém aqui começaria uma relação sem algum tipo sentimento, seja ele de amor, de amizade, de paixão, de afinidade etc… enfim, sentimentos de qualquer espécie são nosso primeiro contato com o nosso (a) parceiro (a)!

    No livro o monge executivo (pág. 76) cita que quando Jesus fala de amor no Novo Testamento usa a palavra agapé como um amor traduzido pelo comportamento e pela escolha não um sentimento do amor.

    Sem mais deixo aqui meu abraço em todos e ressalto que o texto tem muita coisa bacana sim e muita coisa também que deve ser filtrada e ponderada antes de todos desistirem de se casar por amor rsrsrsrs…

    Sejam sempre felizes com vocês mesmos, porque a felicidade independe de estar casado, solteiro, divorciado, viúvo, tico-tico no fubá (como dizem em BH) rsrsrs

    bijimm

  • Walber Schwartz - www.Cultblog.com.br

    Olá Gustavo,

    Há alguns anos quase fui linchado quando escrevi um texto chamado “Amor Romântico é Subdesenvolvimento”. O texto não é bom, nada mais que uma piada que fiz pra uma amiga, mas a idéia é boa e é séria, como esse seu excelente texto demonstra. Parabéns.

  • Mari

    Faz pouco tempo que conheci o blog e estou adorando lê-lo! Muito bom mesmo, parabéns!

    Pra mim, a questao levantada no texto foi como fazer com que a felicidade proveniente de um relacionamento dure “para sempre”.

    Praticamente tudo que eu vou falar aqui vc já disse no texto, entao, concordando com vc:

    Nenhuma das opções proporciona isso, e na minha opinião, nada proporciona isso. Passamos a vida perseguindo uma felicidade de conto de fadas, principalmente quando o assunto é amor. A felicidade é feita de momentos e é tão impermanente quanto os mesmos. Sendo assim, é impossível fazer com que dure de acordo com nossas intenções e também impossível de ser buscada em algum lugar. Amor, felicidade, são sentimentos que nao são estáveis (como todos). Vão e vêm, oscilando nosso pêndulo emocional, que quanto mais oscila em direção a sentimentos de amor e felicidade, tem sua oscilação de igual amplitude para o sofrimento. E por incrível que pareça, somos viciados nessas oscilações. Queremos cada vez mais alcançar novos extremos.

    A grande diferença que vejo no casamento é que, a partir do momento em que é tomada a decisão de casar e formar uma família (por mais que a motivação seja ficar com a pessoa pela qual se sente amor e/ou paixão), assume-se uma responsabilidade maior e a longo prazo. Logo, o relacionamento entre as duas pessoas que casaram deixa de ser o único foco da união, pois não é mais a único laço do casal, que deve levar em conta a consequencia que sua separação terá no quadro da família que criaram. Casamento acaba sendo mais sobre companheirismo e família do que sobre amor. O que acontece é que quando acham que acaba o amor as pessoas jogam tudo pro alto e dane-se o resto.

    Casamento deve ser algo decidido nao só pelo amor mas levando em conta todos os aspectos que envolvem a vida das duas pessoas. Não acredito em casamento sem amor, mas também nao acredito em casar só por amor, o que também é uma grande roubada. Acho que tem que existir um conjunto de interesses, outros laços além do amor.

    Bjss

  • Jana

    ola!
    nao sei se entendi c clareza a ideia q vc quis passar no texto….

    a motivacao, o “desejo de ficar juntos ” primordial p um casamento dar certo seria entao simplesmente o afeto?? foi isso q quis dizer??…seria a amizade e/ ou afinidades-semelhancas a chave do sucesso de um casamento ,de uma parceria?

    mas e aquela velha historia dos opostos se atraem nao rola?…
    e tb…nao seria a amizade uma forma de amor?
    Parabens pelo site!
    abraco

  • luke

    Com certeza a pessoa que escreveu esse texto nunca sentiu nada na vida e desconhece o significado de prazer, bem estar e bem-aventurança. Só ouviu falar.

    Sinto pena das pessoas que se privam do prazer e da procura da própria felicidade por achar que esses sentimentos “acabam mesmo” e possam conduzir, talvez, à própria destruição.

    O mínimo que se pode fazer na vida é viver! viver sempre procurando o que desperta o lado mais alto do próprio caráter e isso vai depender da maneira que você decide ir em frente em relação a alguma situação, pois é assim que você vai descobrir mais sobre você mesmo.

    Se alguém opta por não ir em frente, está optando por não viver,não sentir. Qual o sentido em não seguir nosso “mimo hedonista”? ficar parado, estagnado no tempo, sentindo sensação de sucesso por estar num ambiente supostamente seguro e bem estruturado? se essa opção de “não sentir” por conveniência está sendo apresentada como ideal, então seguir impulsos, paixões, amores, “mimos hedonistas” me parecem ter ainda muito mais sentido.

    Se ser medíocre e mimado é acreditar muito em alguma coisa, prefiro indiscutivelmente ser mimado. Será que o oposto de mimado, para o autor, é ser racional? sinceramente, felizmente, penso na vida como algo muito maior do que o orgulho de não ser mimado.

    É aquela história do pai brigando com o filho, obrigando-o a tomar um insuportável suco de tomate, dizendo que ninguém pode levar a vida fazendo o que quer porque não é assim que funciona. Essas pessoas, com certeza, nunca perseguiram sua bem-aventurança. Simplesmente desconhecem… não se desenvolveram como humanos e continuam por aí…deformadas e usando máscaras, parecendo o darth vader.

    Sentir é o mínimo que eu espero da minha vida! “Se tenho que errar, quero errar achando que esta é uma grande vida, misteriosa, complicada, maravilhosa e não cair no erro oposto de vê-la menor e mais simples do que a minha imaginação.” J.B Priestley

    Peço desculpas ao autor desse texto, tenho só 23, mas espero NUNCA escrever algo assim na minha vida.

  • Andreia

    O problema é , ninguém pensa no futuro !!!
    Todas as respostas só se referem ao agora !!!
    Casamento nao pode ser só por(amor)=(paixao/sexo)…
    “Eu deixar de sentir tesao , ficar sem sexo ? Impossível !!!” é essa a impressao q tenho quando leio as respostas . Mas ninguém pensou em quando nao puder pela idade ou consequencia especial na vida nao puder mais fazer ou “encontrar” sexo .
    “Aquela mulher ou homem é lindo , gostoso , estou apaixonado e vou me casar .”
    Será que se vc tiver um problema sério o gostoso(a) vai continuar do seu lado , ser seu amigo aí sim demonstrando o verdadeiro e fiel companheiro ou vai te largar pq pode arrumar outra(o)?
    Casar nao pode ser um impulso sexual , de domínio ou submissao . Casamento em sí é uma sociedade , pois sao duas pessoas que devem ter em mente direitos e deveres , o amor no casamento é traduzido em afeicao , carinho , respeito mútuo ; e para os imediatistas calma , esses sentimentos tornam o “sexo” mais intenso mesmo que sejam menos vezes na semana dependendo do caso pois cada casal tem um ritmo e achar o ritmo em tudo é o amor em movimento (amor vivo) que deve estar presente em tudo , pela vida , pela familia , relacionamento , trabalho pois tudo se movimenta , diferente da paixao q é preguicosa , estagnada onde tudo é e deve ser perfeito nos mínimos detalhes sem problemas e isso todos nos sabemos q nao existe .
    “Uma pessoa precisa saber o que ela é antes de poder fazer alguma coisa para alcançar a paz, a felicidade ou a liberdade. Muitas pessoas pensam saber o que são, mas devemos lembrar que o “eu” de ontem não é o “eu” de hoje nem o “eu” de amanhã. Estamos continuamente vivendo uma nova vida. Não existe um eu imutável.”

  • valber

    “Casar por AMOR péssima idéia”, Casar por AMOR péssima infinita polêmica, esse sim deveria ser o tìtulo, Quem somos nòs seres humanos para ousar nos a nos aprofundar mos ness

  • Gustavo Gitti (autor)

    Publiquei a SEGUNDA PARTE do texto:

    http://nao2nao1.com.br/casar-por-amor-e-uma-pessima-ideia-parte-2/

    Eu compliquei a coisa toda ainda mais. ;-)

    Como ficou gigante, dividi em 2, ou seja, tem uma terceira e última parte ainda não publicada.

  • valber

    “Casar por AMOR péssima idéia”, Casar por AMOR péssima infinita polêmica, esse sim deveria ser o tìtulo, Quem somos nòs seres humanos para ousar nos a nos aprofundar -mos neste insondàvel sentimento, se nao o conhecemos suficientemente talvez deveriamos buscar onde encontrarìamos resposta.

    Bom texto Célia de feitas,queria pode-lo lêlo nessas linhas, as tuas palavras citando em outras a Biblia é o mais nobre querida “O amor não cobra, não machuca, não violenta, não impõe ele é incondicional e por isso tudo permite, perdoa, dá sem cobrar.

    Se Deus é Amor e as vezes profundamente insondàvél para nòs fo iele que nos enssinou o verdadeiro Amor, pois ele mesmo queria compartilhar-lhe ( Amor sem mutua troca nao pode existir, ) e por isso ele criou a humanidade epara que pudesse compartilhar-nos seu Amor, como escreveu PAulo; a maior prova de Amor é dar a vida, foi isso que Cristo fez pelo o homem, Mais esse AMor é bem mais nobre e de uma grandeza de sobre maneira nos é intangìvel, mais ele ( Deus ) nos Deu um Amor, sse sentimento que colocou em nossos coraçoes, um deles o ude um homem e uma mulher, uma imagem daquilo que Deus nos mostrou, a Paixao é apenas uma combustão inicial o Amor é eterno, é assim que nos enssina a Biblia, e me ouso a crer no que ela nos ensina, nao se engane por teorias modernas, ou ilusoes religiosas O misticas e etc. Amor é eterno e imesuravél o resto é fobismo…..

  • aurea massango cardoso

    se o pai todo poderoso criou o amor para o ser humano deve-mos casar pelo amor e nao pelos bens materias que as pessoas tem.nao devemos ver pela quantidade mais sim pela qualidade uma certa pessoa.
    o carinho surge quando aprendemos a admirar as qualidades de uma so pessoa que com um simples gesto nos fazsentir especial.amar nao faz mal a nimguem quando e bem correspondido para nao se tornar uma obseçao.bjssssssssssssssssssssssss

  • Regina

    Achei o texto esclarecedor e oportuno para os dias atuais, quando as pessoas estão um pouco perdidas em meio a tantas teorias sobre relacionamentos. Mas você não acha que o título ” Casar apaixonado é uma péssima idéia!”seria mais apropriado?. Amor é atitude consciente, e se manifesta no cumprimento da promessa que muitos fazem quando se casam (na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza….). Já a paixão romântica, esta sim, pode ser um sentimento mutável como as fases da Lua, dependendo muitas vezes de situações externas que afetam o casal. Pior ainda quando cega para as falhas de caráter do parceiro, que só serão vistas mais tarde.

  • Sandro Costa

    Não é verdade que nenhum psicólogo, conselheiro matrimonial, autor ou colunista de jornal sabe mais sobre a vida do que Ele? Foi Ele quem criou os nossos primeiros pais humanos, tendo assim conhecimento cabal de nossa constituição física, mental e emocional. Um antigo escritor disse certo: “Sabei que Jeová é Deus. Foi ele quem nos fez, e não nós a nós mesmos.” (Sal. 100:3) Nosso Criador, melhor do que qualquer médico ou conselheiro humano, sabe o que se passa no nosso íntimo. Sabe por que agimos de certo modo e o que pode realmente tornar-nos felizes. — 1 Sam. 16:7.
    Podemos também considerar a experiência de Deus. Ele não está limitado a relativamente poucos anos de experiência, assim como estão até mesmo os melhores conselheiros humanos. Tem observado todos os problemas humanos desde os primeiros homens. Conhece a totalidade dos fracassos e dos êxitos humanos. A Bíblia relata: “Jeová olhou desde os céus, viu todos os filhos dos homens. . . . Fitou todos os que moram na terra. . . . Considera todos os trabalhos deles.” — Sal. 33:13-15.

    Leia, 2 Timóteo 3:16

    Sandro Costa

  • Diego

    Ninguém devia dar crédito a uma pessoa que use isso como argumento:

    “‘Rúcula eu não como porque não gosto’. A nova geração de homens “frescos” que não comem alguns legumes e verduras é impressionante! Esses dias conheci um cara que não come mamão.Pode isso? (Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo).”

    :/ ai essa geração de escritores medíocres!

  • Carlos

    Você me parece, com sua teoria, ser uma pessoa triste.
    Deve ter se decpcionado, ou talvez alguem negou oque você estava acostumado a ter.Desejo-lhe muito amor.

  • Valdenízio

    Tenho treze anos de casado, quatro filhos e uma esposa que amo. Fico estarrecido ao ler textos dessa essência. O Amor entre um homem e uma mulher é a base da convivência. “…Por isso o homem deixará a casa de seus pais e, junto com sua esposa, serão uma só carne”. O texto acima vai em total desencontro com o que Deus em sua infinita, nos deixou de mais valioso: A CAPACIDADE DE SERMOS CO-CRIADORES. Diga-se: có-criador não é somente procriar, mas ter no âmago da alma o desejo de ser e realizar o projeto do Criador.
    “…O Amor tudo suporta, crer, espera, é paciente, é bondoso, é compassivo e não se envaidece…” Desculpe, mas se você acha que casar por amor não é a essência e o combustível que morre e torna uma relação a dois a cada dia renovada e alicerçada no bem e na paz, você é um propagador e entusiasta de um mundo pobre, sem Deus, onde cada vez mais, infelizmente, vislumbramos miséria, solidão e pessoas QUE NÃO CASAM POR AMOR, descrentes do amor, sem rumo, vazias, sem se quer um brilho no olhar.
    O MESMO AMOR QUE DEUS REALIZOU O SEU PLANO DE AMOR POR NÓS, AO ENVIAR SEU FILHO AMADO, QUE MORREU NUMA CRUZ, se manifesta no SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO. Negar o AMOR, como essência de um sacramento é cair no ledo engano de que podemos realizar nossos planos, fazer o que bem queremos em nossa vida pela nossa própria força e vontade. VOCÊ PODE ATÉ COMEÇAR… MAS E OS FRUTOS??? O AMOR ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER É O QUE ESTÁ FALTANDO ENTRE MUITAS FAMÍLIA, ESFACELADAS POR NÃO TEREM DEUS, POR NÃO BUSCAREM O QUE PERDURA E ETERNO.

  • Rachi Sadoc

    “Se você quer ser feliz, viva escondido”. Este é um aforisma francês, citado pelo professor Elsimar Coutinho, da Bahia, num artigo de sua lavra intitulado “Reminiscências”. É como penso.

  • Eu

    E por causa de não sabermos o tanto que importa o amor entre os pais é que a sociedade se encontra do jeito que está (praticamente destruída).
    A família é a base de uma sociedade de paz.
    Se você já entra em um relacionamento pensando “ha! se não der certo separo”, é melhor você tomar veneno e ficar esperando pra ver se morre ou não. Cara, o namoro, o noivado é justamente pra isso. Hoje as pessoas se juntam e ponto final depois de seis meses se separam, os filhos que pagam o pato.
    É essa a socidade que queremos sem uma base sólida?

  • Marcelo Naconeski

    O amor não é um sentimento. É uma decisão voluntária. É um mandamento.

  • Thiago

    Ridiculo esse texto e esse pensamento, lamentável. Perdi o tempo lendo que o amor não significa nada!!!! o que significa então? na verdade o escritor nunca deve ter amado alguém de verdade e tb nunca foi amado de verdade.
    Amor é único sentimento capaz de fazer as pessoas fazerem tudo a sua companhia.

  • Jhon

    Homem que não come de tudo , desconfie da masculinidade rsrsrrs!!! o texto parecia bem sério ate esse ponto rsrsrsrsr.
    Penso que a temperància é base para qualquer vinculo, assim como paixões fuminantes vão embora na mesma velocidade que chegam , um relacionamento baseado num contrato puramente logístico tambem nao convence , é preciso temperância …. NO meu caso , o relacionamento que mais durou realmente foi o que mais conseguir exercer a auteridade e confesso que os planos em comum supera o sentimento de paixao, mas cnsidero amor , Ai esta o ponto … depende do que entendes por amor …

  • claudia

    Olha o amor é fundamental sim em tudo aquilo q fazemos, pois sem ele a vida fica chata, acaba o respeito, a cumplicidade…é por isso q o mundo se encontra do jeito q está, se houvesse amor uns pelo outros, ñ se mataria, ñ se roubaria…quando amamos desejamos para o outro aquilo q queremos para si… O amor é paciente e bondoso, ñ é egoíta, ñ se ensoberbece, ñ busca seu enteresse próprio, sempre acredita no outro, sempre vai esperar o melhor do outro, tudo suporta, tudo crê, tudo espera…o amor ele ñ falha.Se você amar alguém de verdade,irá v sentir tudo isso q relatei acima…saiba um dia tudo vai passar, toda a ciência, toda inteligência…porém a fé, a esperança e amor permanecerá e saiba o maior desses três sentimentos é o amor!!! Quem ñ consegue enxergar assim é pq nunca amor e nunca foi verdadeiramente amado…

  • Alberto

    Eu acho tudo isso muito engraçado.

    Sim, engraçado….

    Os psicólogos hoje apresentam conceitos como se fossem novos, como se fossem suas grandes descobertas, lhes dando um ar de intelectualidade e um aparedente profundo conhecimento do sentimento e da sentimentalidade.

    Conceitos como estes, e ainda mais profundos, sensatos e sóbrios, sempre foram ensinados pelo Cristianismo, que sempre foi contra o Romantismo, tão defendido pelos humanistas !

    A Igreja Católica possui um arcabouço de sabedoria de 2000 anos. Quem é católico de verdade e conhece a profundidade de sua Igreja, não sofre desse mal chamado sentimentalismo.

    A Igreja sempre ensina que uma união Matrimonial não está baseada em um simples sentimentalismo egocêntrico, mas no pleno desejo de tornar o outro feliz. De maneira que o Casamento é uma cooperação mútua, aceitando o outro como um todo, com seus defeitos e virtudes.

    Leiam a teologia da Igreja sobre o Matrimônio e o Amor. Se quiserem pode entrar em contato comigo para mais informações.

    Para o cristão, o amor é e sempre será um ATO DE ENTREGA, e nunca um desejo egoísta de ser feliz.

    Abraços a todos.

    Alberto.

  • Isadora

    Não concordei com o texto…muito sem noção e preconceituoso….

  • cristina

    Não concordo com o tema,porém o texto tem coisas a se pensar.
    Estou casada há seis anos com quem já estou há treze.
    Casamos por amor,e sei que nossa relação é ótima porque nos respeitamos.
    É isso que falta nas pessoas hoje respeitar o próximo como ele é e não tenta-lo mudar para satisfazer nosso ego.E isso vale para qualquer relação.

  • Julio Cesar

    Concordo com tudo que disse e me coloco como exemplo:
    Quando casei, não a amava plenamente e na verdade nem tinha certeza se aquela era a hora de me casar, mas gostava o suficente para viver uma vida inteira com ela. Dentro de mim, nutria um respeito por ela, havia uma cumplicidade e me sentia bem ao lado dela. E foi isso, exatamente, que disse a ela, depois, que nos separamos. E o problema deve ter sido esse: Ela me amou demais e tudo acabou…
    Valeu pelo texto, muito bom!!!
    Abraço!

  • Thiago

    eu achei muito boas as colocações e os questionamentos! Se encaixam perfeitamente a quem é pré-disposto a aceitar coisas desse tipo. É como um vírus que tem um receptor específico onde se ligar. Mas será mesmo que o amor, um substantivo altamente abstrato, pode ser entendido, compreendido e representado apenas por um sentimento? Será tão simples assim? Algo que os maiores filósofos ocidentais e principalmente os orientais tão divergem em tentar explicar? Vamos esperar a continuação…

  • jean

    Sim, foi tudo bem pertinente e relatou as raízes erradas de certos relacionamentos….. ALIAS, RELATOU O QTO SOMOS INAPTOS VISTO NOSSA INSTABILIDADE…

    POREM; HA DE SE VER O QUE SERIA UM RELACIONAMENTO SEM PAIXAO OU O DITO AMOR….
    SOBRARIA O QUE? RELACIONAMENTO POR DINHEIRO SERIA A MELHOR SOLUÇAO????
    SOBRARIA O VAZIO IMENSO DE UMA VIDA AVIDA DE AMBIÇAO…
    CONCORDO NA IDEIA DE NOSSA IMATURIDADE INERENTE DE NOSSA IMPERFEIÇAO, MAS SE DEIXAR LEVAR POR UM CONTRATO NUPCIAL DE INTERESSES MONETARIOS…. PARA MIM É SAIR DO BURACO PARA IR NUMA CRATERA…
    ENFIM, CADA UM SABE O QUE É MELHOR PARA SI….
    NO ABSOLUTO NAO HA O QUE DIZER…

    ABRAÇOS

  • Marcelo Naconeski

    O amor não é um sentimento. É uma decisão. Um mandamento!

  • JONNY

    O que da para perceber de um texto deste é que o autor teve uma desiluzão amorosa e agora culpa este mesmo sentimento por tudo de ruim que aconteceu com ele. Me desculpa, mas não me relacionarei com uma pessoa que não sinto nada por ela pelo resto da minha vida. Se ser mediocre é ainda no meio deste turbilhão que é a vida, ainda acreditar que se possa conciliar amor, companheirismo, estar sempre dialogando e pensando sempre no bem estar do outro e também do meu, eu confesso, sou uma pessoa mediocre.
    Eu tenho um relacionamento que ja dura 4 anos e o sentimento so aumenta com o passar dos tempos, faço doutorado na usp em matemática e sou uma pessoa bastante racional, mas acho que isso que o autor diz ja é ser extremista demais.(Ou então é um cara que escreveu tudo o que não acha so para ser publicado e gerar polêmica)
    Para finalizar so gostaria de desejar a todos que busquem a sua felicidade. O caminho é estreito, mas não existe uma receita de bolo a favor nem contra. Qual a definição de sentimento? Meu caro, esqueça todas estas perquntas e viva a vida.

  • Lázaro

    O amor é subjetivo,portanto é passageiro. Pode-se amar qualquer coisa e não existe nada insubstituível, pois amar eternamente só em conto de fadas – o que conta mesmo é o respeito e o companheirismo.

  • Marcelo Naconeski

    Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e näo tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.

    2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e näo tivesse amor, nada seria.

    3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e näo tivesse amor, nada disso me aproveitaria.

    4 O amor é sofredor, é benigno; o amor näo é invejoso; o amor näo trata com leviandade, näo se ensoberbece.

    5 Näo se porta com indecência, näo busca os seus interesses, näo se irrita, näo suspeita mal;

    6 Näo folga com a injustiça, mas folga com a verdade;

    7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

    8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, seräo aniquiladas; havendo línguas, cessaräo; havendo ciência, desaparecerá;

    9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;

    10 Mas, quando vier o que é perfeito, entäo o que o é em parte será aniquilado.

    11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.

    12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas entäo veremos face a face; agora conheço em parte, mas entäo conhecerei como também sou conhecido.

    13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

  • jean

    nao esqueçam uma coisa: O QUE É FELICIDADE PARA VC, TALVEZ NAO SEJA PARA MIM, e vice-versa…

    POR ISSO FALAR DE UM VALOR ABSOLUTO PARA TODOS É PURA IDEOLOGIA!!!
    HA MUITAS PESSOAS QUE SE ACHAM FELIZES EM SEREM DEPENDENTES EMOCIONAIS DE OUTRAS PESSOAS, OU SEEREM DEPENDENTES FINANCEIRAMENTE FALANDO…

    HA PESSOAS QUE SE CASAM POR DINHEIRO…. E NUNCA PODERIAM FAZER OUTRA COISA POIS GOSTAM DEMAIS DE DINHEIRO E NAO TEEM CORAGEM PARA NADA NA VIDA.

    POR ISSO: VIVA AOS QUESTIONAMENTOS, MAS DO RESTO, NAO HA O QUE DEFINIR PARA TODOS…..
    AS BURRADAS CONTINUARAO A SEREM FEITAS…

  • Geraldo Tátá

    Nossa como vc é genial, sempre tem uma cabeça para cada carapuça. Adorei, também li e vou imprimir para poder entender melhor. Sugiro a todos q lerem o texto repassar para todos seus contatos.
    Muito bom mesmo.

    Bjs

  • Taís

    Olá.Depois de 4 ou 5 anos eu penso que, o que permanece mesmo (e talvez o que importe permanecer) é o companheirismo, a lealdade, a amizade…porque, querendo ou nao, a paixão tem uma vida curta. Se o seu amor, no final das contas se resumir a esses sentimentos que realmente é o que valem, dê graças a Deus e páre de tentar achar cabelo em ovo. Com relação aos filhos…também concordo com o autor. Uma família sem um pilar é capenga. Não é a toa que a natureza precisa de um macho e uma fêmea pra garantir a procriação.As pessoas deveriam pensar 25 vezes antes de ter um bebê, pensando mais na felicidade dele e não no próprio umbigo(a parte do “se dar bem”).Ok.

  • Thiago Adriano

    Não tive paciência para ler muitos comentários, mas o texto é ótimo! Parabéns pela percepção. Penso que um dos piores males da sociedade é esta busca desenfreada por satisfação através do externo e da aquisição (hedonismo misturado ao capitalismo). Este funcionamento de “eu devo buscar aquilo que me faça sentir bem agora” apenas afasta as pessoas de uma auto-realização fundamentada. Falta sermos movidos mais pela realização do interno para o externo, baseada num compromisso com nós mesmos. O princípio do prazer, tão vigente nos dias de hoje, precisa ceder à vontade de sentido que há em nós. Sentido este que deve se realizar também nas nossas relações.

  • Pamela Lopes

    Abordou o assunto no âmago da questão… Parabéns!!!
    Se hoje temos uma sociedade que vive com a máscara da felicidade estampada no rosto é por que ela já sofreu com os desencontros da vida amorosa!!! Tentou ser feliz nas sombras do amor bandido, aquele que roubou o seu coração, seus sonhos, sua esperança; o deixando em frangalhos. Não conseguiu ter a autosuficiência daquele que o formou como pessoa para superar essa ferida na alma. As pessoas precisam de um entendimento claro e lúcido daquilo que realmente lhes trás a satisfação…

    O verdadeiro amor aquele que é incondicional … que não mede atributos, nem tão pouco troca interesses … mas aquele que antes dá sem esperar receber, é sofredor, é benigno, não inveja, não trata com leviandade, não se ensoberbece, não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha; mas havendo “promesas”, serão aniquiladas; (nunca diga aquilo que você não pode fazer, isso se torna uma defraudação – espectativa gerada em outrem ao qual você não consegue suprir) havendo “mistérios”, cessarão; (não crie máscaras, não pense só em sua edificação, promovendo somente suas espectitivas, visando apenas sua vida e seus interesses) havendo ciência, desaparecerá.. (não busque entender demais as atitudes que lhe saem do contexto intelectual racional, elas são conduzidas por Deus; para que o Seu amor que é incondicional possa ser manifesto em nós e atráves de nós).
    Porque, em parte, conhecemos, e em parte proferimos. Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado….

    Pamela Lopes

  • Márcia

    Olá,

    Acredito que os casamentos onde há Admiração, Respeito, Companheirismo, Cumplicidade e Verdade são os que dão certo… será que tudo isso junto é AMOR?

    Pra mim, a paixão é apenas uma reação instintiva, química, hormonal que nos causa inundação cerebral e nos cega em relação ao caminho e rumo certo a seguir…. contudo… é bom de se sentir… e é certamente o primeiro passo para que possamos nos aproximar da outra pessoa e ver realmente se nela encontraremos a Admiração, Respeito, Companheirismo, Cumplicidade e Verdade.

    Assim, podemos nos apaixonar com “clareza” ou “leveza” nos respeitando primeiro. Entendo que nos apaixonamos por reflexos do que gostaríamos de encontrar na pessoa. Ofuscados por eles, imaginamos serem essas pessoas tudo o que gostaríamos que realmente fossem e, quando nosso corpo consegue desenvolver o antídoto, começa a esfriar essa reação, nos dando visão real do ser por quem nos apaixonamos… se deste ponto em diante, passamos a ver “a real” e admiramos, respeitamos, se há uma cumplicidade, companheirismo e se a verdade é o que dá base pra todo esse relacionamento, daí, podemos começar a amar.

    Verdade – não só nas palavras mas ser verdade consigo mesmo, de exercitar falar somente a verdade, ser o que realmente se sente.

    é isso.

    abraço a todos…
    Márcia

  • Lucas

    casamento é um grande contrato

    e sim, somos e goístas, vivemos em uma sociedade egoísta e buscamos sempre a satisfação pessoal. O problema é que essa busca é eterna…

    “gente nasceu pra querer”, diria o Raulzito…

  • ALAN

    Nunca case por amor, nunca case com mulher virgem !!!!!!

  • Falamansa

    Amigos, é vergonhoso ver que as pessoas não acreditam no amor hoje em dia e depois questionam por que a violência esta aumentando nos grandes centros urbanos (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, etc.). Casar sem amor você formará uma família sem coração(início de uma desornização social que aumenta a violência!!!)…por que temos saudades ou procuramos um grande amor como dos nossos avós??? porque hoje não amamos como eles??? perdemos tempo demais no transito ou na faculdade ou cursinhos ou trabalho, que num parque de diversão ou numa festa ou numa igreja (não importa a religião), além disso não aceitamos ou tentamos entender o outro coisa que nossos avós faziam e uma coisa as mulheres estão fazendo hoje: não são companheiras ao ponto de ficarem ao lado de seus maridos durante dificuldades finaceiras ou de saúde, onde certamente encontrariamos um amor verdadeiro… Logo, se vocês continuarem a acharem que esta porcaria escrita por este Gustavo esta certa, não questionem quando um filho seu ou alguem próximo a você ou até mesmo você levem um tiro durante um assalto no transito ou numa esquina qualquer, pois o assaltante que deu o tiro concerteza nasceu de um casal sem amor…por isso casar por amor é fundamental para termos filhos amados que não atirem por ai…

  • André

    Amor nunca acaba, se dissemos que o amor acaba, o que sentimos é paixão.
    Deus é amor e é eterno, Ele não dá o amor, Ele é o amor. Se Ele é o amor e é eterno, como podemos dizer que o amor acaba?
    Quando dizemos que amamos, dizemos de modo humano, nós sempre mudamos de idéia, somos muito voláteis, por isto nossos sentimentos, até o nosso amor, muda, acaba. Mas quando amamos de verdade, estamos amando com o amor de Deus, estamos amando por Deus e, como Deus é eterno, nunca este amor acabará! Por isto, ainda hoje, existem diversos casais que vivem juntos a muitos anos e vivem felizes e muito felizes!
    Quando pararmos de amar com nossas forças e começarmos a amar em Deus, amar como Deus, aí sim o amor perdurará para sempre!

    “O amor é paciente, é benfazejo; não é invejoso, não é presunçoso nem se incha de orgulho; não faz nada de vergonhoso, não é interesseiro, não se encoleriza, não leva em conta o mal sofrido; não se alegra com a injustiça, mas fica alegre com a verdade. Ele desculpa tudo, crê tudo, espera tudo, suporta tudo. O amor jamais acabará.” (I Cor 13, 4-8a)

  • DEYSE A.F.TEODORO

    BOM EU ACHEI O TEXTO MUITO INTERESSANTE E BOM,MAIS VOU ESPERAR ELE TERMINAR PARA PODER TIRAR CONCLUSOES MAIS PRECISAS.

  • Sam

    Excelente trabalho…
    Muitos argumentos inquestionáveis…
    Mas e se chegasse alguém e falasse que voçê pensa assim, pois ainda não achou o amor da sua vida…
    seria uma variável a ser levada em consideração, pois há casamentos de anos e anos com estruturas inabaláveis…
    será que não há uma pessoa que te complete, e que possa em suas fraquezas te da forças para ser uma pessoa melhor sempre…
    Casamento pra muita gente pode ser um contrato, mas respeitar e amar alguém é condição de vida.

  • Alisson

    O que percebe é que o amor esta a cada dia se acabando, as pessoas não se casam pensando ser eterno e sim temporário.Quando colocamos Deus em nossos relacionamentos tudo fica bem diferente, aí sim existe um amor verdadeiro e sincero.Na verdade as pessoas sonham muito como um amor de novela,uma coisa que foge totalmente da realidade.Precisamos é crescer mais e amadurecer nossas idéias.

  • Marcia Regina Ferreira da Silva

    Sensacional o texto! Apesar disso, discordo da idéia central. Não é o casamento por amor que não dá certo, mas sim o casamento centrado naquilo que chamamos de “amor”.
    Amor não é esse arrebatamento dos sentidos; amor é algo consciente, racional. Esse sentimento que tira os nossos pés do chão é a conhecidíssima paixão. Ela é fruto do narcisismo humano.
    A base do amor está na máxima “Amar ao próximo como a si mesmo”, grande desafio para todos nós, uma vez que somos egoístas por natureza – por isso, é preciso “nascer de novo”.

  • Talatita

    Amar é mesmo uma decissão.
    Eu decido te amar em todos os momentos até naqueles quando penso em até mesmo dessistir amar é um plano de Deus e como toda vitória existe uma luta uma vontade de desistir mais insisto em te amar até o fim…

  • Fernanda

    Pois é, após algumas experiências de namoro, pude perceber com clareza que só o amor não basta numa relação! Segue um texto que escrevi que fala basicamente sobre isso e o título é: SÓ AMOR NÂO BASTA!!!

    Temos o leviano costume de acreditar que quando estamos nos relacionando com alguém apenas o amor é importante. Que tudo na relação pode está dando errado, mas que se houver amor então existe esperança! De fato, sem amor tudo é sem graça! Mas ele sozinho não dá conta do recado! Às vezes perdemos muito tempo num relacionamento que já deu milhões de provas que não tem perspectivas pelo simples pensamento que foi embutido em nós de que só o amor basta! Que mania que temos de nos agarrar a esse conceito para continuar vivendo uma história que nos faz mal. Não, não tenho medo de sofrer! Aliás, uma das coisas que o amor traz de bom é o sofrimento! É com ele que amadurecemos e passamos a enxergar a vida de outra maneira! É preciso cair muito para que tenhamos cada vez mais forças para nos reerguer! É preciso viver muitos amores para entender que só o amor não basta numa relação!

    Se a relação não tem respeito, só o amor não basta!

    Se a relação não tem companheirismo, só o amor não basta!

    Se a relação não tem compreensão, só o amor não basta!

    Se a relação não tem confiança, só amor não basta!

    Se a relação não tem admiração, com certeza só o amor não basta! Ta aí um ingrediente que acho fundamental: ADMIRAÇÃO!!!!! É isso que nos faz olhar o outro com respeito! Se não admiramos alguém, este passa a ser desinteressante para nós! Podemos amar uma pessoa, achar ela maravilhosa, mas se não a admirarmos, o encanto é perdido!

    Porque temos a mania de acreditar e querer que os outros acreditem que o amor que sentimos por alguém é incondicional? De forma alguma!!!! Mesmo sem perceber o amor impõe muitas condições! Condições que são seladas inconscientemente entre duas almas que são exigentes! Quando estamos com alguém, não estamos apenas conscientemente! Nosso inconsciente também está em interação e exerce grande influência sobre nós! Quando não percebemos que algo não está bem, ele faz questão de mostrar, de maneiras exóticas concordo, que algo precisa ser repensado!

    Então, quando perceber que suas energias estão se exaurindo, que os mesmos erros estão se repetindo, que o azul do céu já não faz mais sentido, que os lábios já não estão mais sorrindo, que a voz falante já esta se calando e que o coração está reclamando, é hora de começar a entender que SÓ O AMOR NÃO BASTA!

  • Katsawa

    Discordo completamente do seu texto.

    Os casamentos e os relacionamentos não dão certo por que as pessoas confundem paixão com amor de verdade. A Paixão morre fácil, mas o verdadeiro amor pode durar bastante.

    Estou falando de um amor onde queremos ver a pessoa amada feliz não importa como, fazendo o possível e impossivel para faze-la feliz. Não um amor egoísta que pensa só na própria satisfação.E o Sr. acha mediocridade (de pessoa mimada) querer fazer feliz a parceira para que sejamos felizes também ao lado dela.

    O amor verdadeiro dura. O amor falso morre. Agora viver de relacionamentos sem amor, fúteis , só com fins reprodutivos e de contentamento (aparência), eu acho ridículo.

    Só por que não consegui despertar este sentimento (o verdadeiro amor) nas mulheres que me envolvi, não é por isto que vou discriminar o verdadeiro amor e deixar de acreditar nele.

    Acredito que as pessoas devem casar por amor (verdadeiro amor) sim, por que só desta forma o relacionamento terá algum sentido.

    O mundo sem amor e de relacionamentos fúteis e descartáveis é um mundo onde teria vergonha de existir.

  • pedro

    é claro q a paixao vai acabando com o tempo,o amor nao é um sentimento de atração, esse dura.

  • Ana

    COMO QUE AS PESSOAS VÃO SE AMAR
    SE NÃO AMAM A SI PRÓPRIAS???
    O BRASILEIRO É UM POVO DE BAIXA AUTO ESTIMA!
    VAMOS NOS AMAR PRIMEIROS
    PARA PODER CUIDAR DE ALGIÉM!
    ALL WE NEED IS LOVE!
    KISSES ,ANA

  • Gringo

    Neste mundo em que todos ditam o que devemos fazer (ou ao menos insinuam, como este post), eu prefiro tomar decisões baseadas numa mistura entre o que sinto e o que julgo ser certo. Se não comemos mamão, bebemos, fumamos, casamos apenas por amor, fazemos isso porque temos a liberdade de fazê-lo. Se eu e meus sentimentos somos um só, não vejo passividade nenhuma em agir guiado por eles.

  • Renan

    Uma vez ouvi falar:

    “Quando tu começa um relacionamento, aquela pessoa é o ser mais perfeito do mundo, e com o tempo, essa máscara vai caindo. Se o que sobrar, lhe agradar, então tu está com a pessoa certa”.

    Outra, eu acho muito egoísmo alguém que queira que o outro te ame mais que a si…

    Por que as pessoas se casam? Para ser feliz, e não para deixar o outro feliz. Isso é para ser regulado automáticamente. Se uma pessoa está querendo ser feliz (por motivos egoístas), ao lado da outra pessoa, e essa outra pessoa o mesmo… então eles vão ser felizes.

    Amar os outros é importante, mas amar a si mesmo é algo muito mais importante…

    Outro exêmplo: Se a pessoa que eu amo fica feliz, eu fico feliz também…

    Isso acontece muito… e é um sentimento egoísta, mas dá certo! Tu vai fazer a outra pessoa feliz, pq tu vai ficar feliz com isso…

  • Robson Coccaro

    Muito bom!!! Há muito tempo que esse lance de “busca pela felicidade pessoal” virou um discurso ideológico que todo mundo compra a qualquer preço. Qualquer posição contrária é rotulada de fria, calculista e portanto impossivel de trazer a “felicidade verdadeira”. E paradoxalmente, somos uma sociedade de infelizes, buscando algo que vai nos virar de ponta cabeça, assim como se a experiência do amor tivesse que obrigatoriamente estar vinculada a uma coisa delirante, do tipo “é mais forte do que eu”, ou “não tive culpa, aconteceu” ou pior: “essas coisas a gente não escolhe”… um monte de bobagens que povoa as novelas, filmes, canções e que a maioria de nós que forçar a barra de fazer na vida real também.

  • Vitor

    A questão é a dependência… Fazer do “amor” uma droga e depender dela pra tudo. Isso é uma das formas de banalizá-lo também.
    Para ser feliz junto com outra pessoa é simples. Você tem que perceber que você não nasceu preso com ninguém além da sua mãe, e mesmo assim (agora que nasceu) não está mais desse jeito.
    Para viver com alguém você precisa entender que não precisa dessa pessoa. Você só gosta da companhia e que quer ela por perto. Sem mais motivos. Isso é suficiente. Isso também é amar…

  • cleide

    “Adorei o texto e concordo com algumas coisa e discordo de outras,bom eu apendir a reter o que é bom e jogar fora o que não presta”…

  • Kamila

    Depois de ler o texto, vi meu relacionamento dentro de todas as idéias expostas nele. Tenho um namoro de longa data, desde o início de minha adolescência, e hj, com tantos anos de namoro, ainda me pergunto se vale a pena estar com essa pessoa.
    O que acontece é que nós nos damos muitíssimo bem, levando em consideração nosso companheirismo, a amizade entre nós dois, a nossa cumplicidade, e o sexo. Brinco com ele dizendo que ele me tem como o “melhor amigo” dele.
    Porém, sinto falta da paixão, aquele sentimento do início do relacionamento, forte, intenso.
    Mas creio que eu consegui chegar a um estágio onde eu percebi tudo isso que está escrito no texto, eu percebi que amor é respeito e aceitação. Respeito no sentido de ser fiel (pois desejar outras pessoas creio que todos desejam, e a fidelidade está exatamente aí, de não tornar o desejo real, de resistir ao desejo pela outra pessoa), não mentir, ser verdadeiro com a outra pessoa (para evitar transtornos e mágoas caso a verdade um dia apareça sem ser por vc) e aceitar o que a outra pessoa é, defeitos, qualidades, pensamentos, idéias, e respeitar tudo isso.
    Hoje eu o aceito, e creio que ele também me aceita, e temos um namoro estável assim. Claro, há brigas, mas às vezes eu também me sinto apaixonada por ele de novo. E dura alguma tempo, e acaba, e a paixão volta, e vai…. é um ciclo comum… A instabilidade de nossos sentimentos é um ciclo comum.

    Bom, ótimo texto.
    Bjusssss

  • larissa

    Olá Gustavo,
    intrigante esse seu texto. Intrigante e interessante. Na primeira leitura tive a impressão de que você estava fazendo apologia ao modo antigo de criar laços. Não que eu seja contra. Mas acredito que não dá pra viver fora do tempo. E, na atualidade somos guiados pelos sentimentos. Somos mais egoístas. E quem não o é, sofre. Obrigada por lançar esse questionamento. Penso ser importante pararmos um pouco pra pensar no que nos move a tomar alguma decisão que envolve um segundo, terceiro e as respectivas familias.
    Abraço
    Larissa

  • Marcelo Naconeski

    Como bloqueio esta encheção??? Estou há mais de 2 horas pedindo para boquear meu recebimento de mensagens deste forum que já deu o que tinha que dar , e continua chegando. Oh, moderador, por favor, me libera deste suplício, meu!!!!

  • Ana Santana

    Adorei! Concordo plenamente, o que acho que não ficou claro para algumas pessoas que descordam do autor, é que não há nada de errado em ter sentimento, muito menos amor que é um dos mais nobres que somos capazes de sentir. Mas a questão é colocar a obrigação nas costas do parceiro por fazer o outro sentir. Isso é realmente impossível, pois não somos capazes de controlarmos nossos próprios pensamentos e emoções, que dirá exigir de outra pessoa, um universo à parte diga-se de passagem, que faça a mesma coisa por você!
    O amor é ótimo, desde que seja uma coisa a mais, mesmo que incrível, e desde que floresça dentro da pessoa em primeiro lugar. Responsabilizar o outro por isso é mimo, criancice sim!
    Ficar nessa postura romântica convém para que a gente não se responsabilize pelas escolhas impulsivas e inconscientes que fazemos na vida. O mundo tá povoado por gente mimada que acha que ser feliz o tempo todo é o verdadeiro sucesso, por isso tem tanta gente perdida. Porque falta uma dose de realidade. Falta descobrir a beleza por trás tristeza, a paz em momentos de turbulência, o amor próprio além do relacionado ao parceiro, etc. Mas isso não dá dinheiro, não vende mais, não é coisa rápida. Eu levei anos para mudar de paradigma, mas os frutos tem sido os mais doces que já provei e não dependem de nada que venha de fora, dos outros, do mundo. E o incrível é que hoje respeito muito mais todas essas coisas e pessoas, mas deixo-as livres, porque não conseguiria ser diferente, e isso não tem nada a ver com compromisso, que é pura consequencia.

  • Thiao

    Não entendi ainda onde o autor quer chegar…

  • Cássia

    Eu acredito que casar por amor seja válido desde que cada um tenha a sua vida e liberdade, com respeito, claro. As pessoas precisam entender o que de fato é AMOR. Contrariar e mostrar os defeitos no intuito de fazer crescer, pode até não parecer, mas é amor. Ser independente da pessoas que amamos é amor. Não fazer tudo que o outro quer, ou falar só o que o outro quer ouvir é amor. Eu acredito que se duas pessoas vivem suas liberdades juntas, respeitando-se mutuamente e conseguem mesmo quando existam crises, ser feliz… Isso é amor.

  • Predos

    Achei muito…. muito… interessante e verdadeira em muitos aspectos esta matéria.
    Eu acredito que a felicidade não deve ser o ALVO, deve ser a CONSEQUÊNCIA de decisões corretas e bem pensadas.
    O que percebi é que aqueles que mais ‘correm atrás’ da felicidade são os mais infelizes.
    Agir baseado em nossas emoções é complicado. Podemos nos tornar vítimas por enganarmos a nós mesmos.
    Como a Bíblia é verdadeira ao dizer: “O coração é mais traiçoeiro do que qualquer outra coisa e está desesperado.Quem o pode conhecer?” (Jeremias 17:9)
    Quem é traiçoeiro se distingue pela disposição de prontamente trair a confiança ou a fé depositada nele; é desleal, indigno de confiança. Imagine só! Todos nós, na nossa condição imperfeita, temos um traidor em potencial no nosso íntimo!
    O que fazer então? Nosso coração precisa ser protegido. Certamente a melhor proteção é recorrer ao grande “Cardiologista”. E as orientações contidas na Palavra de Deus – a Bíblia, mostram ter uma sabedoria muito prática. Acredito realmente que buscar os princípios bíblicos ao tomar decisões resulta em grandes benefícios. É claro que pra isso é necessário estudar, meditar e compreender de fato esses princípios.

  • Nádia

    Sabe o seu texto serve para dar uma bela sacudida nas nossas cabeças, quanto dento de um relacionamento os defeitos começam a aparecer. E é só. Um relacionamento sem amor (sem mimo)leva à promiscuidade de ambos, pois necessitamos de emoções que só outro ser humamo pode nos proporcionar.
    Numa boa? o seu texto é mais amargo do que realista.
    Um abraço pra você.

  • JORGE PRADO

    SR. GUSTAVO VC ESCREVE BEM , PARABEMS .
    VC DEVE SER SOLTEIRAO NAO TEM FILHOS , É FILHO UNICO E MORA COM A MAE . E NAO GOSTA DE VERDURA , NUNCA SE A´PAIXONOU , E FOI UMA CRIANCA MIMADA !!!!

  • Igor Escobar

    Você esta falando de amor, ou de paixão?

  • Patricia Melo

    Adorei!

    Adorei!

    E tu escreve bem pacas!

    Grande abraço!

  • Thales Weissmeyrhardt

    Acredito que quando a sociedade era guiada pelos homens, os casamentos eram mais duradouros porque os homens nunca se furtaram de serem provedores, dá-nos prazer inclusive o domínio da mulher amada.
    A essência feminina sempre foi a de seduzir, usar de todas artimanhas e subterfúgios a fim de conseguir o melhor parceiro para ter sua prole (instinto animal).
    A partir do momento em que as mulheres se reinventaram, assumindo postura mais “masculinizada” a mulher se tornou mais independente e muitas acreditam que podem ser felizes sem a presença masculina. Outras bem posicionadas economicamente não conseguem encontrar parceiros ideais porque não sabem lidar com o papel de “provedoras”, é desconfortável para elas.
    Por esses motivos as mulheres tendem a ser mais materialistas quando o assunto é casamento, e eles tem acabado mais frequentemente pela incapacidade delas de lidar com sua nova condição.
    Na cultura oriental, muito mais antiga que a nossa, a submissão feminina é fator essencial para a unidade da família.
    Os homens tentam se posicionar e aguardam ansiosamente elas decidirem que papel querem desempenhar na nova sociedade. Uma sociedade com valores tradicionais patriarcais que valorizem a família e a durabilidade dos relacionamentos ou com os novos valores de independência feminina e suas consequencias para uma sociedade em desequilíbrio onde as funções, direitos e responsabilidades de cada indivíduo na família e na sociedade são questionadas dia a dia, em relação à família, aos filhos, à carreira e à sociedade.
    A mulher moderna tem todo direito de exigir os mesmos direitos dos homens, mas devem atentar para as limitações básicas e instintivas inerentes aos sexos, se não fosse assim, por que haveria biológicamnete, fisicamente e psicológicamente a diferenciação sexual?

  • SilRe

    Parabéns!!! Artigo excelente!!!
    …”queremos nos sentir amados, então mimamos para sermos mimados-eis nosso pacto de mediocridade”…

    Todos os fundamentos desse artigo está coerente com o que nossa sociedade vive nos dias de hoje.

    Que bom se todos concluissem que viver é bom, amar é bom e tudo é bom, desde que haja uma busca contínua de equilibrio principalmente com os nossos próprios sentimentos.

  • Melquizedeck

    Eu só não entendo uam coisa:
    “por que atualmente o ‘amor’ é tratado ccomo um sentimento passageiro e diretamente ligado à paixão como se fossem a mesma coisa…?”

    o encantamento e a fantasia estão aos poucos sendo substituídos pela razão, quem disse que o amor é concreto ou conceitual?!

    cada um ama de uma forma diferente, infinita ou não.

    somos passivos… concordo!

    mas, prefiro viver acreditando que vai dar certo (casar por amor) do que viver com medo de regras que não se aplicam…

  • Kamila

    hehehe, o Marcelo Naconeski estressou…
    É, meu bem, o número de comentários por aqui é bem alto… rs

  • Diva

    Ótimo…. Ótimo Texto!!!! Mulheres Sim …. Acima de Tudo Realistassss

  • Audrey

    Acho que a questão colocada talvez seja a razão do casamento e não sobre o amor?

    Talvez o fato do amor ser um meio para se casar e não o fim em si.

    Realmente, o amor incondicional é uma coisa muito difícil, nossos instintos nos enganam muitas vezes.

    Então, se o amor deveria estar em todas as relações (como o autor colocou na réplica), não sendo exclusividade de um casal, então qual a razão do ato do casamento?

    Acho que o autor não é contra o amor, não que não possa ser, e a favor da razão sobre a emoção, acho que a indagação seja de outra natureza.

    Existe sim um convenção social sobre o casamento que em muitos casos funcionam, mas não torna esta uma obrigação.

    Esta questão não é só razão x sentimento, somos muito mais complexos e nossas relações também, somos influenciados, pela razão, pelos sentimentos, pela intuição, pelos instintos, pela cultura, por nossa biologia, pelo nosso gene, pelo nosso inconsciente.

    Existem muitas espécies de animais monogâmicas, que consideraríamos casados e não tem motivo nenhum para isso, seja ele qual for.

    Temos culturas que o casamento é dado de outra forma, mulheres que tem 5 maridos e vice-versa, se existe amor, porque não?

    A verdade é que ninguém sabe, existem teorias sobre tudo, mas a escolha é de cada um e a experiência vai ser sempre individual.

    Faça a sua escolha, seja honesto e viva o resultado.

  • Joaquim Prado

    É uma visão equivocada. Estás enchergando os fatos de um lado apenas. Quando há amor entre duas pessoas o que acontece é isso: se alguem me faz feliz, lhe darei felicidade. Se a faço feliz, ela me fará feliz. Se alguém me dá amor, lhe darei amor. Se dou amor a ela, ela me dará amor.
    Amor é entrega, é dedicação ao outro (e isso ocorre em ambos). O amor é cúmplice.
    Se não há esse caráter de cumplicidade, então não é amor. A maioria das pessoas generaliza e banaliza o amor. Tudo agora é chamado de amor, tal qual fosse moda. É daí que surgem artigos desta qualidade que escreveste.

  • Simone Carmo

    Tem um amigão que esta casando por que a garota é legal.
    Não sou dona da verdade mas acho que casamento é um compromisso sério e acredito que deveriamos nos basear em alguns parametros tipo cumplicidade, parceria, respeito entre outros.

  • cleide

    “os meus pais foram casados a mais 50 anos e o casamento deles se basiou em respeito cumplicidade…so acabou pq minha mãe faleceu”…por isso eu acredito no casamento tenho exemplos em casa!!

  • André

    Fernanda
    Me desculpe, mas amor é tudo isto que você citou… amor não é simplesmente uma palavra. Para se amar precisa muiiito mais ainda do que você disse…
    se você não respeito, isto não é amor!
    Se você não é companheiro, isto não é amor!
    Se você não compreende, isto não é amor!
    Se você não tem confiança, isto não é amor!
    Se você não tem admiração, isto não é amor!
    Se você não corrige o outro, isto não é amor!
    Se você não perdoa, isto não é amor!
    Se você não morre para você e renasce para o outro, isto não é amor!

    Amor é mais que uma simples palavra. Mesmo que você que está lendo não acredite, pense na história de Jesus, o amor que Ele teve e tem por nós e porque tantas pessoas o seguem!

  • aline

    o que importa é refletir e conversar sobre tudo isso!
    por isso este blogueiro está de parabéns!
    não precisamos chegar às verdades e às conclusões -é mais importante estar no PROCESSO da reflexão….

  • Nina

    Lá vamos… acho que você anda confundindo amor com paixão.

  • valber

    O amor é tão mais fatal do que eu havia pensado, o amor é tão mais inerente quanto a própria carência, e nós somos garantidos por uma necessidade que se renovará continuamente. O amor já está, está sempre. Falta apenas o golpe da graça – que se chama paixão.
    Clarice Lispector

  • valber

    Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval. uauuuuuu

  • Dona Cigarra

    Concordo com Gustavo…

    Entre duas pessoas podem existir amor e paixão, mas o casamento só virá se os dois tiverem o mesmo desejo de “estar juntos”.

    É este sentimento em comum que decide o futuro de uma relação.

    Dona Cigarra.

  • Glauciana Nunes

    [...] essa semana ele tem sacudido seu blog com os posts “Casar por amor é uma péssima ideia“. Ele é Gustavo Gitti, pedagogo, filósofo, editor do site do SESC e autor do site [...]

  • NW

    Nao concordo muito com essa reportagem. Para mim amor e paixao sao coisas diferentes. Concordo que amor e ter companherismo, respeito mutuo, sentimento nao egoista (selfless), e sim tb ter sentimento pela outra pessoa! Olhando meu passado eu posso muito bem diferenciar as pessoas com que me apaixonei e a pessoa que amo (meu marido). Com as outras pessoas o sentimento era mais de fogo e impulso, meu amor pelo meu marido eh algo mas bem pensado. Para mim essa reportagem se trata mais da paixao (q some logo) do que o verdadeiro amor.

  • Farelo

    Muito bom. Um texto claro, objetivo e principalmente sem as fantasias do amor. Meus parabéns!

  • Jean

    Há um tempo atrás, lembro que um professor meu me dizia uma frase assim:
    “A gente não pode fazer somente as coisas que gostamos, senão acabamos nos tornando escravos da nossa própria vontade.”
    Mas só agora pude perceber que o mesmo pode acontecer com o amor: a gente acaba somente se atrelando a pessoas que fazem de tudo o que desejamos e esperamos delas, e muitas vezes o mínimo que não gostamos em alguém pode ser o suficiente pra romper uma relação.
    Nisso restam algumas questões:
    Porque somos tão radicais a ponto que um 1 erro anule 99 acertos?
    Será que coisas que não gostamos em alguém podem fazer com que o sentimento perdure? Uma coisa a se pensar…

    Ah, e claro: excelente post!

  • Leandra

    Muito bom o texto… Eu sempre achei que as pessoas só pensam em si mesmas. Pouco importa o sentimento ou o esforço do outro. O que vale são seus únicos e exclusivos sentimentos de satisafação e prazer. São egoístas. As pessoas tem sido descartadas. As pessoas tem sido tratadas como coisas.

  • Eduardo

    Gustavo,

    Em relação ao post do Contardo Calligaris, qualquer tentativa de simplificação sobre o impacto de uma separação (ou o contrário) nos filhos é furada.

    Se fosse melhor manter uma relação pela obrigação de criar os filhos em uma família unida (“para o bem deles”) ao invés de buscar a realização afetiva (“se dar bem”), haveriam poucas crianças e adolescentes desajustados nas gerações passadas – pré-divórcio…

    Acredito que um casal separado, que se respeita e coloca o bem-estar dos filhos em primeiro lugar, pode criar um ser humano ajustado e decente. Melhor que muita família “unida” por aí.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Eduardo,

    Claro! Há sempre o fator “liberdade”, então mesmo uma criança que foi estuprada e mal tratada pode se tornar um ser humano maravilhoso, sem negatividade alguma.

    No entanto, o Calligaris (e muitos pensadores sociais) trabalha com a lógica “condiciona mas não define”. Ou seja, se casais que se divorciam passam uma mensagem hedonista aos filhos, isso condiciona, mas não define o que vai acontecer com eles.

    É como nossos genes. Tem gente que diz que somos totalmente condicionados, que há gene de violência, gene de amor, gene disso, gene daquilo. Mas tudo isso é condicionamento. A pessoa pode nascer com “gene ruim” em um ambiente ruim e não ser definida por isso, transcender o condicionamento. Ou não.

    O importante é, você bem lembrou, apontar nossa liberdade. No entanto, para isso é essencial apontar os aprisionamentos. E Calligaris é mestre nisso.

  • amor existe sim....

    O que falta é Deus na vida de todos e humildade, que me desculpem os ateus presentes.
    Vivemos em um mundo onde o que vale é Status, por isso a sociedade so pensa no “EU”.
    Porque dividir a minha grana com minha esposa, filhos, se sozinho posso TER meu carrão minha casa grande…..isso é a DOENÇA DO SECULO 21 “TER” é mas importante que “SER”.
    Estas linhas “reflexivas acima” so revelam a descrença na vida, pura Hiprocrisia.
    O que muitos esconde, é a vontade sim de se amado de ter um grande amor e viver um pelo outro, nao estou falando de principe encantado nao, isto nunca existiu nem princesas lindas que nunca saberão o que sao estrias, a real é o egoismo, inveja, qerer TER…..

    Trabalho so proximo a bolsa de valores e vejo um monte de idiotas com a identificação que usam dentro do pregão, para que? para mostrar que la trabalham, mesma coisa acontece nos hospitais, pra que usar o avental na hora do almoço????…..meus rendimentos sao otimos, sou formado tenho familia somos felizes e amados….sabemos oque é o amor,
    so Deus na vida destas pobres almas que acreditam em tudo o que o homem quer que acreditem, viva a vida, viva sua familia, mae, pai, etc…dinheiro vem e vai, carros se acabam, a matéria acaba, mas sua historia como Pai, Mãe etc, isso fica. Amem sem medo de amar, critiquem a midia, “ela” quer que sejamos consumistas e deixemos a familia em troca de uma falsa felicidade, a de Status perante a sociedade.

  • Euzinha

    Amor existe sim…
    Belas e verdadeiras as suas palavras,concordo com vc…quando o amor existe em nós amamos sim,mas não é o amor romântico e idealizado que tenta entrar a qualquer custo em nossa vida,há de se escutar músicas,ver filmes,novelas e afins,mas o importante não deixar se contaminar por crença de amor que adoeçe e faz sofrer…
    o amor existe em nós e amamos através desse amor…então amamos a vida,as pessoas,a natureza ou seja,é um movimento em que sai de nós e retorna com dádivas fortalecedoras,pois amamos e recebemos talvez não das mesmas pessoas…mas,aceitamos e não deixamos de amar por isso…uma vez que sabemos que o amor está em nós e independe do sentimento alheio e com isso nos tornamos mais lúcidos e racionais(inteligentes) pra analizar e tomar decisões principalmente afetivas.

    Leia a parte 2 e 3 e vc entenderá que nas “entrelinhas” o autor não exclui o “amor”,apenas expande nossa capacidade de entendimento,e nos faz refletir sobre as tentativas de estruturar nossas relações em sentimentos que vem e vão.
    Abraços.

  • Paulão

    Amar não é um sentimento é dar a vida ou como ter atitude de se colocar no lugar de outar pessoa. Casar por amor sim!!! amor por si mesmo.
    Geralmente pessoas mimadas sofrem muito por não saber o valor de nada.
    E quando dão valor pra alguem se torna um verdadeiro egoista ( só pensa nele) por isso é facil dar galhos na pessoa que ele (a) disse que ama. Na minha opinião é melhor casar do que fik de galho em galho
    e pegar uma doença loka. Paixão não é e nunca foi sintomas do amor. Paixão é uma loucura doentia. Mas o efeito do amar é quando ambos tomam atitudes de dizer não quando há uma terceira pessoa.Porque , não é o que o padreco pergunta?: Jura amar até que a morte os separe?
    ambos dizem juro!é que geralmente depois da primeira trepada é que vem a sensação de desgosto, ai se descobre que não ama. Amar não é do dia pra noite ou noite pro dia e sim uma vida inteira.
    mas quero resaltar aqui que existe 3 tipos de amor:
    1> intereceiro
    2> aquele da atração fisica ( é o que a maioria vive, depois pé no traseiro,e… Proximooooo!!!!!!!!!!!!!esse é o unico que a fila anda rapido!)
    3> É é o que disse acima , O que da a vida por alguem (uma vida inteira). Eu prefiro esse ultimo pois é o que faço todos os dias pela minha Rainha! concorde ou não!!! um abraço a todos

  • Roriz

    … casar é um verdadeiro inferno na vida de qualquer pessoa, com amor ou por “conveniência”… e olha que eu nunca casei…

  • Ricrdo S A

    p.sra.:Gilda Hayworth
    Quem fala sobre coisas é um ser simples.
    Quem fala sobre pessoas é um ser iguinorante.
    Quem fala sobre idéias é um ser Inteligente.

    p.s.:Gustavo. Você é um cara que fala sobre idéias.Parabéns

  • Eu mesma

    (estou sem acentos)

    com licença: PUTA QUE PARIU!

    Nao estou mais conseguindo acompanhar o blog. os textos sao otimos e merecem ser realmente lidos com inteireza. E sempre amo os comentarios.. mas sao muuuuuitos gente! que beleza de clima por aqui!!!

    bom, so vou dizer que me incomoda profundamente homem que nao come frutas e verduras! cara, eu nao sei pq, mas isso mexe com minhas tripas.
    e meu marido nao come frutas! nao gosta de muitas verduras… isso me incomoda verdadeiramente… mas sei lá pq. Mas bom de cama ele é… ele ´mto bom.

    outra coisa: só amor nao basta! alias, relacoes baseadas só em amor parece coisa de barraca de amor em ilha deserta, sabe? nao rola, nao acontece por mto tempo se os dois nao estiverem realmente de maos dadas (mesmo nas magoas, nos sutis golpes – que aceitamos pq sabemos que nada sao alem de golpes de alguem mimado, como nós – como mto bem disse o Gitti).

    chega, preciso ler os outros dois ainda!

  • Muito bom!!

    Você é casado, psicologo, lê mentes??

    Bom, não importa, muito obrigada!! Bjus no coração

  • A nova geração de homens mimados | Revista Papo de Homem - Lifestyle Magazine

    [...] gosto”. Eu não gosto muito de grão de bico na salada, por exemplo, mas como. Repito: “Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo”. Com exceção dos vegetarianos praticantes do tantra supremo, se você não come de tudo, meu [...]

  • Miranda

    Quanta merda!
    Chamo esse tipo de texto de lixo.

  • 10" de atenção de 27 de abril | the worst kind of thief

    [...] Casar por amor é uma péssima idéia! – Parte 1 – Love stinks, yeah, yeah. [...]

  • O que é, afinal, então? « Glauciana Nunes

    [...] um tempo, escrevi um post que falava, apoiada na teoria de outro escritor, que o amor não é o único pilar do casamento. E continuo afirmando [...]

  • R. Paula

    Olha, concordo que casar por amor é uma idiotice, ou, no mínimo, uma falta de bom-senso, até pq qnd estamos amando alguém, projetamos nossos desejos nele e esquecemos de olhar pra nós e pro que a pessoa realmente é, mas a total ausência é muito estranha também. Deveria haver uma técnica pra dosar isso, não acha?

  • Fernanda Scavacini

    Acredito no casamento por amor. Não acredito em outros tipo de casamento. Mas para este dar certo, é preciso saber manter o amor próprio.

  • M?rcio Os?rio

    Na minha m?ope mas n?o inteiramente desregrada acep??o, O t?pico ocupa a mesma prateleira que o futebol, a pol?tica e a religi?o; h? quem valorize a ?ltima sobre o antepen?ltimo, mas admita a exist?ncia do primeiro; h? quem s? admita o primeiro sobre o antepen?ltimo, mas (s?) aceite, levianamente, a ?ltima.

    E haja aceite, ou melhor, azeite…

  • Gisele

    Quanto tempo dura uma paixão? A paixão cega mesmo a ponto de terminar um casamento? O que faz a pessoa querer retomar seu casamento de volta? Estatisticamente, a maioria das paixões que terminaram uma outra relação duram?

  • Jo

    Kkkkkkk…
    Ri muuuuuito.
    Verdade, toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo…
    Fresco que dá dó, frescura a mesa, frescura na cama…
    Haja paciência.

  • Por que muitos homens são reféns das mulheres? | Revista Papo de Homem – Lifestyle Magazine

    [...] controlar a imagem que está sendo projetada. Para tanto, obedecemos aos movimento desses olhares. Mimamos o outro para recebermos sua aceitação e para que se preserve a imagem positiva de nós que ele detém. Chega a ser um processo de [...]

  • Gugu

    Olá pessoas! Sou novo na área, estou lendo desde ontem este blog… mas digo aqui com certeza: Foi um dos melhores posts de blogs que eu já li, na minha humilde e simples vida…

    Abração!

  • beijo doce

    Só o amor não mantém casamento.
    Estou casado faz 4anos; e convivo há 8anos com minha companheira.
    Antes de conhecê-la já tinha sido apaixonado por outra mulher. Estou com esta, mas não…não vivo apaixonado por ela. Eu já mais deixaria a minha esposa por outra mulher.
    O casamento, ele não é só feito de amor, mas de um conjunto: companheirismo, convivência, sexo, trabalho, lazer.
    O que acontece é que muitas pessoas confudem sexo com amor,ou se apaixonam pelos olhos, porque na verdade nós amos aquilo que vemos e o que vemos se transforma naquilo que nós sentimos.
    O que acontece é que vivemos num falso moralismo. Algumas mulheres e alguns homens acham que para ter prazer, precisam estar casados com o objeto do seu prazer. O prazer ou o amor acaba ou se desgasta com o tempo.Só porque acabou devemos trocar de mulher? É claro que não!!!, pois não há bolso de homem que aguente sustentar vários casamentos desfeitos. Se for uma boa companheira…é melhor manter o que tem. Prazer e tesão a gente pode ter até fora do casamento. Para um bom entendedor poucas palavras bastam. Um abraço.

  • Thets

    Texto bem racional e coerente…tem suas verdades,porém não é absoluto porque não existem fórmulas…um ser só de sentimentos é um idiota e um ser só de razão é outro idiota..
    É preciso equilibrio… e o nome disso é bom senso…lucidez…

  • Rafa

    A grande questão aqui é o que cada um cultiva dentro de si, ninguem pode ser observador da vida o tempo todo, alias o tempo todo se estabelece relações baseado nesse tempo “vivência” e de sentimentos que já ficaram registrados. Pode-se até alterar o modo de se fazer, olhar, embora a reação diante de cada sensação será um mistério. Sempre!

    Um abraço

    //rafa

  • Monogamia para quem precisa | Papo de Homem – Lifestyle Magazine

    [...] Estas questões nos levam a outro problema de naturalizar o amor monogâmico clássico: deixar um sentimento nebuloso controlar escolhas importantes. [...]

  • cinara

    O que está errado não é a expectativa que temos em relação ao outro, mas achar que o sentimento de amor é suficiente para sustentar um casamento e que ele vai durar para o resto da vida. Penso que devemos casar com a pessoa que amamos, mas só amar não é suficiente. O casamento é feito de questões práticas. 90% do tempo que passamos ao lado do outro, estamos resolvendo problemas objetivos: contas, investimentos, escola para o filho, declaração de IR, reforma ou construção da casa, dia-a-dia no trabalho etc. No casamento, é preciso inventar tempo para o namoro. Hoje mesmo estou as voltas em descobrir quem vai ficar com meu filho para eu e meu marido comemorarmos nossos 14 anos de casamento.

  • Rafael Silva

    Aaaaaaaata, vou me casar por dinheiro, dai ele acaba e eu me divorcio, ou pela mulher ser bonita, dai ela fica velha e eu me divorcio, que coisa besta :X

  • Diego

    Gustavo, conheço teu blog a ages,eu conquistei com a minha linda pelo seu love code. Ela se tornou então louca por vc no sentido de amar suas opiniões e sempre comentar o que vc fala, todos dizem que, eu gosto mais dela do que ela de mim…
    É se esse post fosse para o dr. love ele já teria me chamado de altos, nome por isso escolhi você, tenho que concordar com seu texto porque ela não quer se casar comigo e deu 2 grandes motivos… (primeiro “sou muito nova di, tenho muitos planos ainda antes de pensar em casar, e ” eu gosto muito de vc tanto, que temo que nos casando ou morando juntos como vc quer isso acabe”, ela mulher moderna que quer independencia seu próprio ap.m quer trabalhar e não quer se submeter a uma vida de mulher casada( vida essa que eu não lhe daria,claro, sabendo do jeito que ela é neh), mas agora estou num empasse, gigante amo essa mulher, sei que se fizer algo extremamente romantico e emocionante ela aceitaria casar comigo, mas tu acha que seria sincero, e mais que daria certo tendo tanto sentimento assim?

    estou no aguardo

    at. Diego

  • A logística do amor | Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos

    [...] antes…Parece um detalhe insignificante? Não é.A cegueira do amor românticoNossa mania de basear a relação no amor romântico, nos sentimentos, ofusca a importância de outros aspectos mais técnicos, frios, funcionais, como [...]

  • Janaina

    Com todo respeito Gustavo, não concordo em tudo que você fala ..

    Acho que sim, as pessoas estão muito imediatistas, no sistema “fast-food”, querendo um relacionamento ardente com o fogo, forte, intenso, e rápido. Que resolva e supra as carências e necessidades a curto prazo.

    O que vejo, não só nos relacionamentos, namoros e casamentos, é a falta de coragem de tentar, de ser a pessoa verdadeiramente como ela é, com defeitos, qualidades, com sinceridade.

    A paixão (segundo Gikovate), dura de 1 instante a até 2 anos .. não passa disso. Depois, o que fica pode ser carinho, ternura, raiva, desprezo ou amor.

    Não acredito que por ter pais que se separaram/divorciaram as crianças crescem com essa visão. Sou filha de pais divorciados e ao contrário do que muitos dizem por ai em teorias, os filhos não ficam traumatizados, pelo contrário, torcem pra que separem e sejam felizes, cada um com sua vida. Porque existe ex-marido, ex-mulher, mas não existe ex-filho(a).

    Casar por AMOR ainda acho muito válido, desde que o sentimento seja o AMOR, regado a admiração, ao gostar e ao admirar o comportamento do parceiro e também (muito importante) respeitar, respeito à indivudilidade, ao relacionamento, à tudo.

    Afinal, o TEMPO se encarrega de mostrar a verdadeira e essência das pessoas, nada como a convivência pra se perceber isso.

    Bjs, Janaina

  • Gustavo Gitti (autor)

    Janaina,

    Você leu todas as 3 partes?

    O fato de você discordar é o de menos. Não me interessa muito em falar sobre se eu discordo ou concordo com você. O que me interessa é saber se nossos olhos estão abertos.

    Essa visão do Gikovate é furada. É a velha coisa de achar que paixão é um lance inicial e que depois sobra o amor. Porra, paixão é algo que pode vir e ir, vir e ir, até não mais conseguirmos movimentar energia desse jeito.

    Se você casar por admiração e gosto, o que você fará quando não admirar e gostar do outro? Vai sair correndo? A base de um casamento tem de ser maior do que admiração, gosto, sentimento, amor, com certeza.

    Abraço.

  • ma

    Me identifico muito com Nietzsche e seu eterno questionamento sobre a existencia da verdade. Mas respeito muito seu texto e o conteúdo que ele passa, assim como respeito todas as “verdades” religiosas e filosóficas. Mas pelo mesmo motivo que por muito tempo eu acreditei ser possível concretizar esse racionalismo no casamento e com isso ter o equilíbrio que me possibilitaria ter uma vida “feliz” e estável por toda a vida eu te digo do fundo do coração que você não faz a mínima idéia do que está falando.
    Não se trata de ser mimado, criança ou egoísta. Trata-se de sermos humanos. Essa racionalidade cai por terra quando acontece um encontro que nos arranca da nossa tranquilidade e torna impossível sobreviver por um futuro de tranquilidade sendo que o dia a dia do presente nos mata a cada momento.
    Não desejo para ninguém ter de passar pela terrível escolha entre uma família feliz e estável e uma paixão arrebatadora que pelo mínimo tempo que aconteça, nos revele estados de consciência corporal e emocional até então desconhecidos. Seja qual for a escolha envolverá perdas pesadas para a vida toda.
    Não tenho a pretenção de achar que exista uma resposta correta para esta situação, ou ainda uma fórmula de felicidade eterna. Mas sei, com muita humildade, respeitar as escolhas alheias. Sejam elas emotivas ou racionais.
    Um grande abraço

  • Gustavo Gitti (autor)

    “eu te digo do fundo do coração que você não faz a mínima ideia do que está falando.”

    O fato de um texto conseguir tirar essa frase de uma pessoa, bem, só isso já torna esse texto interessante. Ninguém solta uma dessas sem estar um pouco revoltado. E o fato de existir essa revolta revela muitas e muitas coisas… ;-)

  • Daniela

    Olá, Gustavo!
    Lúcidos, geniais e incríveis seus posts!
    Você já leu o livro: “Felicidade: uma história” de Darrin McMahon? Trata-se de uma análise profunda sob a ótica filosófica e sociológica dos discursos sobre a felicidade. O livro nos mostra como a ética do sacrifício deu lugar a uma busca por um gozo absoluto que chamamos mediocremente de felicidade. Já pesquisou o que anda sendo produzido em Harvard sobre a felicidade? Se não tiver visto ainda, procure palestras de Harvard sobre o assunto no youtube, vc vai gostar.
    Sou psicóloga, psicanalista e professora universitária, gostei muito de tudo que vem escrevendo, em especial o seu trabalho com o texto do Caligaris, excelente!
    Tudo isso corrobora para olharmos criticamente para a ilusão de ‘casar por amor’ e vc traduz isso de modo simples sem ser simplório!
    Sinto em vc um discurso genuíno e original, me tocou muito, parabéns e obrigada! :D

  • Gustavo Gitti (autor)

    Oi Daniela,

    São comentários assim que me estimulam a seguir com esse projeto. Muito obrigado.

    Não conheço o livro. Vou ver se compro essa semana, já listei aqui.

    Se tiver textos online, por favor me passa o link.

    Beijo.

  • Deia_BSB

    Acredito que um grande problema é a chamada relação de co-dependência… o apaixonado cria uma relação de co-dependente do parceiro e então, uma carga muito pesada recai sobre ele, pois atribui-se a felicidade ao relacionamento e não, à individualidade do ser.

    Ninguém faz o outro feliz. Isso é algo muito individual.

    O que podemos fazer, é propiciar momentos felizes a dois, o que é bem diferente de fazer ou ter a responsabilidade de fazer alguém feliz. As coisas precisam ser recíprocas e equilibradas.

    Na verdade, todo casal devia procurar o “caminho do meio”…

    Adorei a analogia sobre “Toda mulher deveria desconfiar do desempenho sexual de um homem que não come de tudo”.

    Parei para observar que pode até ter fundamento, pois os homens que mais me satisfizeram, foram aqueles “sem frescura”.

  • Arquimedes Barbosa

    Olha pessoal isso tudo é teoria, não tem como agente se defender do acontecimento indesejado, não tem uma regra que possamos seguir E termos êxito.
    Um relacionamento quando bate em nossa porta sempre será uma novidade que nos pega desprotegido, acho que o correto é tentar acertar e sermos humilde.
    Acredito que por vias das dúvidas exista uma formula que ajuda muito e pra mim é essa: MAS NÓS E MENOS EU!
    Agora pra quem é cristão tem um claro caminho que é sempre buscar á Deus em seus ensinamentos, pois possamos ter uma via de regra que é buscar os ensinamentos do senhor. A conduta trabalhada ajuda muito os dois lados.

  • Jerri Dias

    Olá,

    Estou postando a primeira parte desse ensaio no meu blog com link para as outras duas partes aqui no seu blog.
    SOu colunista da revista CAPRICHO e a maioria das minhas leitoras são adolescentes que podem ususfruir bastante de seus textos nessa fase da vida delas, onde a maioria de seus relacionamentos andam ao trancos e barrancos.

    Continue seu ótimo trabalho.

    Abraço.

  • Bobry

    Senti uma certa ressonância entre o que penso e escrevo e o seu texto.

  • Valdenízio

    Claro que algumas colocações aqui são louváveis e merecem questionamento diante do palco da vida na contemporaneidade… Casar por amor vale a pena sim… Se formos rebuscar o pensamento de muitos que não concordam e postaram aqui sua opinião, veremos que precisam de uma formação mais consistente… Na Palavra de Deus está escrito: “…O Amor tudo supera, tudo crêr e espera. O Amor é paciente, é bondoso, não busca interesses que são seus…” Se eu não casar por amor, vou estar numa relação apenas a mercê da paixão, senso esse um sentimento efêmero, fulgaz… Pobre de quem casar por paixão, ou pensando que, ao passar a conviver entre quatro paredes, não terá a missão de completar o outro… O que vemos nos nossos dias são pessoas mal amadas, que carregam, de repente, traumas de sua infância e vivem paradóxos ou a extensão desses momentos em sua vida atual. Como acreditar no amor, se você não foi amado, ou não o é? Como defender que casar por amor vale a pena, se de repente, dentro da sua própria casa, você não tem um exemplo disso com seus pais, tios, vizinhos?… É antropológico… Só Deus nos dá a certeza de que o amor tudo constrói, tudo supera… O casamento alicerçado em possibilidades apenas, paixões avassaladoras, diante da primeira tempestade, não resiste, pois só o amor é capaz de sustentar as intempéries que a relação está sujeita, e isso é inerente à vida de qualquer ser humano, pois não há ressurreição sem calvário. Graça e paz!

  • Gabriel

    O Contardo Calligaris pressupõe que a situação ideal para a criança é ser criada “no quadro de uma família” e que pais não-egoístas deveriam colocar isso como prioridade, acima de seus próprios interesses. Sou pai de uma filha de 8 anos e separado há 7, passo com ela todos os finais de semana e a vejo quase que toda noite. Depois de anos de briga, tenho um relacionamento de amizade e ajuda mútua com a mãe dela.
    Não sei qual é a situação ideal. A opinião que mais ouvi de muitas pessoas experientes e vividas é que “ficar junto pela criança” não dá certo. O “quadro familiar” não precisa ser pai-mãe-filha morando juntos. É difícil administrar a distância de um filho/a – sofrem os pais, sofre a criança – e sou eu também filho de pais separados. Só espero que o exemplo que estou dando para minha filha não a impeça de ser feliz no futuro, e que minhas decisões sejam pautadas não por egoísmo, individualismo ou sentimento de culpa, e sim pelo amor.

  • vitor

    Se Beber Não Case!

  • Como esfriar sua relação | Papo de Homem – Lifestyle Magazine

    [...] que gosto mesmo dela?”) e a relação se move para uma base que não oscila tanto junto com sentimentos, paixão, sexo, “amor” e fases da [...]

  • André Kawahala

    Mas amor não é sentimento… logo, espero a conclusão de seu artigo para poder opinar melhor. Porém, uma consideração: como já filosofava Erich Fromm, amor não é sentimento, mas uma opção consciente. Claro que essa opção é ofuscada por enganos e por diversas coisas como as que você descreve e muitas outras. O pior, desde a época de Fromm, é que as pessoas teimam em achar que amar é sentir algo, quando, na verdade, amor é consequencia de diversos fatores como o gostar e do conhecer a si mesmo, das experiências interpessoais (família, amigos, conhecidos), da experiência de vida, do conhecimento adquirido… O amor é genérico e canalizável para diversas situações e pessoas com a qual nos relacionamos. Concordo com você que não basta dizer “nossa como esse cara ou essa dona é bom para mim”, mas é um dos passos. Espero a continuação do artigo!!! Abraço!

  • Dany

    Oi Gustavo,
    Adorei seu texto, eu também tenho um blog e escrevo por vários motivos, um deles é me entender e também para ajudar pessoas que estejam passando por situações difíceis. Escrevo como vc, não é algo sobre mim e sim minha maneira de ver a vida.
    A verdade é que nós seres humanos somos inconstantes e dificeis, não gostamos de rotinha e infelizmente no caso do casamento acaba sendo isto, as pessoas com tempo perdem o romantismo, a admiração, querem viver algo novo, diferente!! Eu não queria desacreditar no casamento, que seja algo possível. Bom… falo por mim, odeio rotina, gosto de mudanças, viver coisas novas e intensas. O negócio é viver intensamente, respeitar o espaço de cada um, admirar a pessoa que está ao seu lado, viver coisas diferentes todos os dias, deixar a chama sempre acessa em todas as áreas, sexo, humor, companherismo e ver até onde isto vai… Infelizmente um dia vamos sofrer, chorar, sentir carência e ae vem a importância do auto-conhecimento, de saber lidar com as situaçoes, respitar fundo, esperar a poeira baixar e tomar a decisão certa… E a vida é isto…Seeeempre temos algo a aprender ou aprimorar! : )

  • Bssouza

    Simplesmente excelente

  • Nadini

    Nessa linha de pensamento é o livro “Comprometida”, da mesma autora do best-seller “comer, rezar e amar”.
    Nele, ela conta a história do casamento a partir de várias perspectivas, religiões e idades diferentes. O comum, no passado, é que o casório se dava, apesar do amor, ele nunca foi fator principal.
    Ela defende justamente isso que você comenta, que hoje casamos pelo mais frágil dos fatores: o amor.

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