Casar por amor é uma péssima idéia! – Parte 2

por Gustavo Gitti 28 April 2009 41 comentários

Na primeira parte, critiquei o amor como sentimento e nosso mimo hedonista. Agora falo sobre exigências, expectativas e paixões. Além dos sentimentos, haverá uma outra base para o casamento?

O All-in de nossas vidas (ou sobre exigências e intolerâncias)

“A expectativa excessiva produz intolerância. Com isso, negociar e procurar os compromissos sempre necessários numa vida de casal (e, em geral, numa família) parecem constituir uma traição de nossos sonhos de união perfeita. Nós nos divorciamos por esperar demais do casamento.” –Contardo Calligaris

Eu sou fã de Seinfeld. Sempre dou risada com os motivos que eles alegam para acabar seus relacionamentos. Uma garota tinha a cabeça muito grande, outra tinha mãos masculinas, outra não ria de piada alguma, outra cortou o cabelo muito curto. E teve aquela que não deixava o Jerry fazer “a voz”… Com a Elaine, um cara tinha o banheiro sujo, outro não anotou o recado corretamente, outro não ofereceu torta, outro era contra o aborto… Mas todas perdem para a garota das ervilhas:

George: So, what’s going on with you and Melanie? I mean, I know you’re not getting married, but uh, things are happening?
Jerry: Well…actually, we kind of broke up.
George: You what?
Jerry: Well, you know, we were having dinner the other night, and she’s got this strangest habit. She eats her peas one at a time. You’ve never seen anything like it. It takes her an hour to finish them.

Rimos porque Elaine, Jerry, Kramer e George são caricaturas nossas. Em conversas sobre o namoro ou casamento com amigos ou amigas, sempre que consideramos a separação, começamos a listar o que não gostamos no outro: “Eu odeio quando ele faz isso!”. Descrevemos as ervilhas da relação. Podemos imaginar um tipo de amor incondicional, etéreo, transcendente, divino, imaculado, mas não é bem isso que encontramos em nosso corpo e em nossa mente.

Conosco, em falatório interno, fazemos uma outra lista: a de nossas exigências e expectativas. Se estamos juntos a alguém, não é porque estamos compartilhando vidas, caso contrário nenhuma separação seria traumática, mas porque estamos recebendo algo que exigimos. Para muitos, o casamento é nossa maior aposta na felicidade, o grande All-in de nossas vidas. Ao olharmos para nosso parceiro, no fundo, pensamos: “Se existe felicidade, o caminho é por ali!”. Assim que tal processo começa a falhar, as expectativas gritam: “Eu não estou sendo tão feliz quanto eu esperava!”. Nossa dor é do tamanho de nossa aposta romântica. O problema é que o prazer também, então apostamos alto…

Assim, em um mundo cheio de possibilidades, se estamos com uma mulher que não faz sexo anal, por que não trocá-la por outra que adora ser penetrada de tudo quanto é jeito? Se estamos com um homem que não sabe nenhum passo de tango, é hora de considerar substitui-lo por um tangueiro charmoso. Se não tivéssemos apostado todas as nossas cartas no outro, não haveria problema algum em conviver com suas imperfeições. Só que ele recebeu muito para nos entregar apenas isso! Depois da aposta, só ficaremos satisfeitos quando levarmos o grande prêmio, o pacote completo da felicidade.

Essa semana, na Cabana PdH, um homem relatou alguns obstáculos sexuais que está enfrentando com a namorada. Alguém sugeriu terminar a relação e eu respondi: “Se ele terminar agora, é bem possível que ele leve mais dois anos com outra mulher para chegar precisamente no mesmo obstáculo”. Mimados e frescos, não comemos rúcula porque não gostamos, assim como queremos acabar a relação assim que alguns problemas começam a surgir. Não queremos dor e sofrimento, não queremos abandonar nosso conforto para lidar com as necessidades do parceiro. Queremos fazer apenas aquilo que gostamos, não o que é preciso. Junto com as noites de sexo, existem as noites de cólicas, febre ou simplesmente tédio. Você quer tocar e envolver somente uma parte do outro?

Tais questões talvez sejam bobas aos olhos de alguns homens de outras épocas, que provavelmente responderiam: “É claro que você tem de cuidar dela! Ela é sua mulher!” – o mesmo vale para as mulheres, claro. No entanto, atualmente é difícil se opor ao seguinte argumento: “Estou infeliz com ele, não preciso passar por isso”. Como perdemos as bases heterônimas que nos faziam manter a relação (Igreja, Estado e o olhar social como um todo), ainda não sabemos como sustentar as relações de modo autônomo, afinal nossa autonomia é também essa voz que não pára de falar “Ei, você pode ser feliz com outro homem!”.

A paixão camuflada de amor

O dilema apresentado na primeira parte do texto não tem saída. Seus desdobramentos não chegam a lugar algum. Patinamos e alternamos entre diversas visões, teorias, crenças e caminhos que só nos conduzem ao problema inicial: “Se a paixão é impermanente e o amor incondicional uma quimera destinada a seres iluminados, qual seria uma boa base para o casamento?”.

Tal pergunta se funda na crença de que paixão e amor são coisas diferentes (pano de fundo da grande maioria dos comentários). Cito um dos leitores:

“Deve-se levar também em consideração a definição que o autor tem de amor. Aparentemente, dentro de sua visão, o amor é apenas um sentimento, algo que está apenas no plano emocional. Eu chamo isso de paixão.”

Veja, essa não é minha definição de amor, isso é como a maioria de nós vive – justamente o que me propus a criticar! Eu estava apenas descrevendo nossa situação (tanto que o tópico é “O amor como sentimento”, não “O que é amor”). Sejamos sinceros: nas relações que vivemos, nos precipitamos em chamar de amor apenas uma paixão que durou um pouco mais e adentrou nossa vida a ponto de exigir mais de nós. O funcionamento desse amor é o mesmo que o de uma paixão, tanto que é raro acontecer uma separação tranquila ao fim de uma relação longa. Ora, se temos amor incondicional, por que ficaríamos mal quando alguém nos deixasse para ser mais feliz com outra pessoa?

Dentro de nossos pulmões, veias e corações, o amor incondicional perde para a paixão. Um é conceito abstrato (bonito, espiritual, mas abstrato) enquanto o outro é vivo, pulsa, nos enche de ar e brilho nos olhos. Só vamos poder falar em “amor incondicional” quando isso for nosso oxigênio, motivo de acordar e sorrir pela manhã. Enquanto isso não acontece, é melhor trabalhar com o que temos nítido diante dos olhos: a paixão.

É ingenuidade afirmar um amor incondicional e achar que nossas relações amorosas chegam nesse nível depois de passar no teste do tempo e superar as turbulências passionais. Nada mais equivocado! Quando não mais estamos apaixonados, dizemos: “Eu não o amo mais”. E então alguém diz: “Se acabou, é porque não era amor”. Mas isso apenas altera nossa frase: “Então eu nunca o amei”. Podemos alegar visões elevadas, mas quando nosso peito está em jogo, o amor é, sim, sentimento condicionado, paixão camuflada.

Ao esconder a paixão sob o rótulo de amor, algo acontece: perdemos o amor. Deixamos de aproveitar a chance de construir uma relação de amor autêntico logo no início.

Continua…

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Para transformar nossas relações

Há algum tempo parei de escrever no Não2Não1 e comecei a agir de modo mais coletivo, visando transformações mais efetivas e mais a longo prazo. Para aprofundar nosso desenvolvimento em qualquer âmbito da vida (corpo, mente, relacionamentos, trabalho...), abrimos um espaço que oferece artigos de visão, práticas e treinamentos sugeridos, encontros presenciais e um fórum online com conversas diárias. Você está convidado.



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41 comentários »

  • Lívia

    resumindo, nas relações nao deve existir o verbo amar (que é a ação da paixão).. e sim, o substantivo amor (que, este sim, não tem nada a ver com paixão!)..

  • O problema da sociedade atual é exatamente o fato de que o amor não é entendido. Mas isso é óbvio, uma vez que todos os parâmetros que a pessoa tem de um relacionamento feliz são os aspectos de uma paixão.

    Por exemplo, em todos os filmes, livros, seriados e novelas, não existe amor, apenas uma paixão arrebatadora que milagrosamente une os mocinhos para o resto de suas vidas. Só que nenhuma dessas obras aborda como é a vida feliz desses casais depois do casamento. Inclusive já existem estudos que comprovam que as “comédias românticas” estão arruinando os casamentos das pessoas, pois elas ficam com a expectativa de viver a vida de conto de fadas apresentada nessas obras.

    É normal do ser humano só ver o que quer ver e ouvir o que quer ouvir, e o que ele quer ver e ouvir é que a felicidade é algo que se conquista sem esforço. Por isso ele valoriza tanto a paixão, afinal você não precisa fazer nada para outra pessoa se apaixonar por você e você se apaixonar por ela. Quando se fala que um relacionamento por amor é superar condições adversas ao lado da pessoa amada, todo mundo corre, pois não vê isso como fácil e não vê isso nas artes e entretenimento, que são os maiores formadores de opinião.

    Tampouco vê relatos de amigos dizendo que o relacionamento é excepcional, não porque ele não seja, mas porque quem possui um relacionamento baseado no amor é maduro o suficiente pra não precisar ficar falando para os outros como é bom o seu relacionamento. Já quem está apaixonado acha que seu relacionamento é a única coisa importante no mundo, pois nos filmes, novelas e livros todo mundo acha o relacionamento dos mocinhos a coisa mais importante do mundo.

    Enfim, enquanto as pessoas não quiserem viver uma vida real e racional e se acharem mais importantes que os outros, almejando felicidade sem esforço e relacionamentos mágicos como os vistos na tv e no cinema, as separações e decepções vão se aproximar cada vez mais do destino certo de qualquer relacionamento.

  • Lázara

    Lívia matou a charada. Assino embaixo. Concordo plenamente.

  • Valdenízio

    UMA OUTRA BASE PARA O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO? Só existe uma e que sem ela o casal estará fadado ao fim do relacionamento.
    ACREDITO QUE SEJA DIFÍCIL PARA MUITA GENTE FALAR DE AMOR NO MUNDO DE HOJE POR NÃO TÊ-LO EXPERIMENTADO na infância, na juventude… talvez em fase nenuma da vida. SÓ SABEMOS O REAL VALOR E SABOR DAQUILO QUE PROVAMOS EM ESPÍRITO E EM VERDADE. Só experimentar e, de repente, não ter tido bons momentos, boas recordações… VAI GERAR NA VIDA DE QUALQUER SER HUMANO FALÁCIAS SOBRE O AMOR, SOBRE A FAMÍLIA, SOBRE A AMIZADE, SOBRE DEUS…

    NÃO SEI SE VOCÊS JÁ PARARAM PARA PENSAR? POR QUE SERÁ QUE OS VALORES QUE EDIFICAM, QUE GERAM FRUTOS, ESTÃO CADA VEZ MAIS OFUSCADOS E ATACADOS POR VALORES SECULARES QUE SÃO EFÊMEROS E QUE EM NADA ENALTECEM A DIGNIDADE HUMANA?

  • Maria

    Existe uma fórmula para construir um amor autêntico? Conhecemos alguém, conversamos sobre todos os assuntos, nos sentimos atraídos tanto física, como intelectualmente(quando descobrimos afinidades de valores e crenças),mas na verdade só o convívio diário vai nos mostrar se conseguimos, ou não, conviver com aquela pessoa pelo resto de nossa vida. Quando tudo vai bem, as juras de amor eterno se multiplicam, mas na primeira dificuldade…continuo tentando,rsrs

  • thaisgondar

    Zé,

    Já ouviu dizer que amor vende? Isso que acabou de citar (filmes, novelas, seriados, livros e até comerciais de TV!) nada mais é do que a utilização do mito do amor romântico. Aliás, tem coisa mais patética do que o amor entre os protagonistas da novela das oito (qualquer que seja ela, o enredo é sempre o mesmo)?

    Bem… O fato é que o tal mito do amor romântico está acabando conosco! Poderia até dizer que é a paixão que o Gustavo cita no texto. Mas na contramão disso tudo, é bom trazer novos questionamentos e um pouco mais de lucidez para nossas relações.

    Sempre me considerei uma pessoa romântica. Demorou só pra entender que eu não era romântica pelo romantismo, do amor egoísta que transfere a responsabilidade de sua felicidade para o outro (sim… demorou porque acabei com meu primeiro relacionamento por causa disso!). Sou sim romântica pelo ato de fazer romance. De tentar fazer nascer algo novo daquilo que, em sua maioria, seria fadado ao fracasso; de utilizar o sofrimento como uma oportunidade de me tornar melhor; de entender que o belo não é a escova do salão, mas o cabelo embaraçado do dia seguinte. Porque o amor romântico é engomadinho e perfumado, mas que logo logo se amarrota e vira perfume evaporado.

    Daí, é que concordo com o Gustavo que só quando deixarmos de sermos mimados e hedonistas é que conseguiremos viver algo real e de algum valor.

    Parabéns, Gustavo! Agora estou entendendo onde quer chegar… :oP

  • Daniela

    Adorei os textos (partes 1 e 2), o perigo é querer ficar lendo todos os textos do blog e não conseguir fazer mais nada… Por isso já me cadastrei pra receber os posts diretamente no e-mail. ;)
    Nunca tinha olhado a questão dessa forma, mas concordei com praticamente tudo que foi escrito.
    Adorei também o comentário do Zé.

  • Ivanilda

    Exatamente, Valdenízio….justamente por causa de nosso egoísmo sentimental, estamos perdendo valores, que fizeram durante gerações perdurar..o respeito e a doação. O Eu vivo em busca da minha felicidade, mas busco antes a felicidade daqueles que estão comigo, significa na verdade estou buscando ” o ser amada “, isso no entanto requer de mim renúncia, das coisas e das opções que a vida me oferece. Por que não trocar este marido que nao responde mais aos meus desejos, mas que se doa completamente para o nosso viver bem, por aquele que poderia “a princípio” ser “o cara”, mas em contrapartida não se interesse pelos meus interesses, pela minha segurança ou pelo interesse dos meus fihos. Agora, entrando em concordância plena com o Gustavo Gitti, nossos valores estão cada vez mais mesquinhos, porque queremos ser mimados por tudo e por todos. Se meu carro não funciona, logo ouço…troca de carro, se meu pároco nao eh carismático, é simples basta eu nao ir mais a igreja, se minha sandália arrebentou, eh so jogar ela fora e comprar outra. Misturado com a falta de valores pessoais o consumismo tem embaralhado nossas idéias, e feito com que acreditemos que tudo é descartável. Esses dias minha filha foi passear na casa do meu sogro, um senhor muito saudável, com seus 78 anos, quando ela chegou em casa veio me mostrar que seu chinelo havia arrebentado, mas que não precisava comprar outro, pois o vô, concertava chinelos. Quando me deparei com um preguinho sem pontas, de travessado na sola do chinelinho dela, segurando a correia que havia se soltado, me recordei dos meus tempos de criança, em que para tudo…se dava um jeitinho. As coisas não eram tão consumiveis, eu nem sonhava que o lixo poderia ser reciclável, talvez muitos ainda não saibam, o quanto reciclar eh saudável às nossas vidas. Reciclar os sentimentos, as esperanças, os sonhos. Um lugar, ou um objeto cheio de decepção pode ser usado no futuro como alicerse, para meus sentimentos. Pode ser usado como sabedoria e discernimento para guiar os meus passos e os primeiros passos dos meus filhos. Fala-se tanto em presente e futuro, que estamos nos esquecendo de parar e olhar, para saber o que esta ficando registrado la atrás. Vivemos em cima de um caminhão de mudanças, que caminha com as portas abertas, em busca de um novo horizonte que satisfaça os nossos anseios presentes.

  • Biduca

    Pronto o psicanalista encontrou o caminho da felecidade……Ufa, revelamos o que estava escondido na relação “amorasa” . Agora estamos salvos de nossos desencontros e erros em nossas relações.

  • André

    Quando amamos em Deus nossas expectativas são superadas, mesmo com as limitações da pessoa que está ao nosso lado.
    Vamos deixar de ser hipócritas e egoístas, pois o amor não tem nada disso, se amamos de um jeito egoísta, amamos do nosso jeito e não como realmente o amor é!
    Quem realmente ama, não fica só mimando, mas sabe a hora de pressionar, de criticar e de não concordar.
    Amor não é simplesmente um sentimento que brota, mas também e algo que necessita ser cultivado!
    Aprendam a amar!

  • Marília

    Nossa! Realmente eu vejo muita gente que quer apenas o “serviço” do outro, sem se importar de fato com a pessoa que está a sua frente.

    Certa vez ouvi uma amiga falando que não suportaria um homem que chora, e eu fico a imaginar que tipo de homem ela tem convivido utimamente. Eles tambem tem sentimentos sabiam?

    É ridículo, no tempo atual, achar que homem que é homem não chora. Estamos voltando ao tempo das carvenas, só que agora as situações e discussões estão disfarçadas com classe e posturas totalmente ilúsórias!

    Tenho um relacionamento de 3 anos e meio, e várias pessoas me questionam sobre o comportamento do meu namorado. (ele é uma pessoa complicada de conviver) E o que me vem a mente é simplesmente TUDO isso que você falou. Eu não necessito de ser mimada para ser feliz, eu simplesmente sou feliz pela companhia e planos que temos em comum. Inclusive nos dias de febre em que eu fico acordada cuidando dele sem sair à noite por alguns finais de semana, ou vice e versa.

    As pessoas querem simplesmente que o/a companheiro/a sacie todas as suas vontades e anseios, nada na vida é dessa maneira. Porque o amor também havia de ser?

    Obs: Sou fã do seu site, inclusive estou organizando uma das declarações de amor que sugiriste em outro post. Parabéns pelos seus textos!

  • Ana

    DEVEMOS AMAR PARA EXERCITAR
    O MÚSCULO AMOROSO: O CORAÇÃO!
    Você, Gustavo, está no caminho certo:
    questionar o que não funciona;
    mas quando funcionar, vai ser lindo!
    Por ser uma pessoa diletante, já estás atraíndo
    para tua vida, o Amor Incondicional e Abstrato,
    recheado de paixão e tédio, é um pacote ótimo:
    montanha russa de emoções com uma pessoa só!
    É claro que estou vivendo isso e desejo para todos
    que encontrem também, todos e todas com todos e todas
    pois não vamos esQquecer dos que gostam do mesmo sexo!
    ALL WE NEED IS LOVE!

  • Marina

    A paixão faz parte da natureza humana. O amos absoluto e incondicional só existiu por parte de Jesus Cristo.
    O fato é que ninguém – nem mesmo o autor do texto – fica numa relação que lhe seja sacrificante apenas por responsabilidade.
    Convenhamos, vai…

  • Bia

    O único problema é a nossa visão, temos que ler excelentes textos como esse para nos colocar como ponto de vista, e rimos dos nossos própios defeitos, e que nos faz pensar “como sou ridícula”, e o que acontece depois??? Amanhã vivemos nossa vida medíocre como senão tivesse lido e nem aprendido nada, e nem tentamos colocar 1/3 em prática. O que adianta se “lambuzar” com esse texto, se nem o amor fraterno aflora em nosso peito, e como está escrito na bíblia “…no fim o amor de muito se esfriará”…se é que sabemos o que é o amor, se temos mais dó de um cachorro do que uma pessoa necessitada, como amar alguém????
    O texto nos coloca exatamente onde estamos..e penso, “Que merda(desculpe a expressão)tenho quase 30 anos e nunca amei ninguém, ou melhor nem sei o que é o amor, pois nunca o senti”. Engraçado mas a única certeza que tenho é que sou amada, por Deus é claro, pode até parecer um sentimento egoísta.
    Temos que parar de generalizar os verbos e ações e colocar-nos como sujeito de todas as ações, se todos acreditamos no texto escrito e dizemos “É isso mesmo!!!”, então porque eu não mudo??? O medo de sofrer, o medo de se sentir aproveitado, usado, ou até mesmo o contrário, sentir que estamos usando, que faremos o outro sofrer, que estamos aproveitando da boa vontade, nos leva extamente onde estamos….e assim caminha a humanidade!!!

  • Gourmet

    Continuo Apaixonado e Amando ela, mesmo sabendo de tudo isso, o problema é quando começa, você sempre acha que não vai se render aos sentimentos, mas quando menos percebe, as coisas que faz sem a pessoa já não tem mais o mesmo brilho, e quando chegam as indiferenças, você não sabe o que fazer, porque tentamos fazer de tudo para o próximo ser feliz, mas nem sempre ela faz o mesmo, e a pessoa insiste em dizer que não é possível fazer algumas coisas por você… Ai você para e pensa, eu fiz tudo por ela e ela me diz que é impossível…
    E esta feito, não existe o botãozinho que desliga a pessoa de você, você perde a vontade de fazer as coisas pela pessoa, mas sempre fica naquela ansiedade de se um dia, ela vai pensar em lhe fazer feliz com as coisas que lhe fazem feliz, e não com o que ela acha que o faz feliz…
    é que nem marketing, você tem de vender o que as pessoas querem comprar, o que elas precisam, e não vender o que você acha legal…

  • João Pedro Ribeiro Filho

    Prezados,
    Gostei muito dos textos e das opiniões deixadas.
    Porém, acho que o amor é um sentimento que vem do coração, a nossa sede das motivações. Se esse sentimento existe desde a fundação do mundo, não há por que questioná-lo.
    O amor tratado como uma função periódica da física,que pode um dia acabar,ter altos e baixos, como disse o Gustavo Gitti, é apenas olhar de maneira tênue e não profunda. Devemos sim procurar cultivar a relação, já que entramos em um relacionamento é para dar certo e não o contrário.
    Se você se envolve com alguém, e acha essa pessoa mais atraente não só fisicamente,mas também emocionalmente, que sua parceira (o), é por que você está deixando que simplesmente a atração momentânea guie seus sentimentos. O que poderá arrepender-se depois, de conhecer a fundo esta nova paixão.
    Enfim, acredito no amor , como elo que une as pessoas, não só no matrimônio, mas em vários aspectos da sociedade (profissão, amizade, etc…)
    João Pedro Ribeiro Filho
    Engenheiro Eletricista.

  • Sávio Pacífico

    Paixão é egocêntrica, e o amor é altruísta.
    O fato é que somos uma geração despreparada emocionalmente, somos mimados pelos valores superficiais do imediatismo, da individualidade, sempre “eu”, sempre “eu”, o que fazer afinal para acabar com essa cultura “todos por um e só”?
    Penso que não se deve racionalizar demais a questão, ou seja, deixa a emoção de lado e apenas usar a lógica para resolver e evitar as dores, os problemas de um relacionamento. Pra começar, sempre existirá em algum momento da nossa relação, um atrito, então não negue isso. Depois, obviamente não dar para deixar o nosso relacionamento embasado únicamente e exclusivamente na emoção fugaz de uma paixão. Então o que fazer?
    Particularmente, antes de partir para buscar o sucesso de uma relação à dois, deve-se primeiro se auto-conhecer, afinal se fomos mal direcionados emocionalmente, não recebemos a devida orientação para as coisas do coração. Sempre fomos ensinados a pensar, a resolver problemas e equações, interpretar textos e afins, mas não a conhecer a profundidade e os conflitos dos nossos sentimentos. Então se conheça primeiro, e reflita sobre você mesmo. Veja se você não é uma pessoa ciumenta demais ou insegura? Você não é dependente demais dos outros? Pare e pense sobre as raízes desses problemasse. Reveja toda a sua vida, seu passado, seu presente para assim contruir um futuro diferente, mas desta vez um futuro que possa conciliar a razão e a emoção, os dois juntos equilibrarão a sua vida, e você poderá apaixonar-se com doação, e não mais para saciar e atender as suas necessidades.
    É possivel sim, amar lucidamente!!!

  • Josiana

    Tb adorei os textos, e pior é ver que nos enquadramos na condição de mimados e hedonistas. Estou com problemas de relacionamento me percibi uma pessoa péssima… após a leitura do texto. Bom aguardo ansiosa para ler a 3 parte. ah!! realmente o comentário do Zé ficou ótimo!!

  • Lu

    Tá. Seja amor, seja paixão, seja lá o que for, a partir dos 2 textos que li conclui que a busca pela felicidade exagerada, pelo prazer e satisfação intensos e intermitentes é um erro, já que é impossível, e acaba por minar os relacionamentos.

    Ok. Sendo assim, optar por não casar, por não ter um relacionamento é igualmente digno. Para que ser “feliz”? A felicidade é uma utopia que o homem hipermoderno busca de forma autodestrutiva. E já que essa felicidade não vai estar mesmo numa relação de forma definitiva, viver fora de uma relação seria uma outra forma de viver, igualmente cheia de altos e baixos, momentos felizes, momentos infelizes, o que me faz concluir que casar por casar é uma péssima idéia. Seja por amor, seja por outros motivos, pq que temos que casar? Pq que temos que namorar?

    Sou solteira (e não é por opção). Mas tendo em vista a dificuldade de encontrar pessoas com quem eu me identifique e igualmente interessadas em um relacionamento (e não em um prazer imediato e descartável, como acontece muito atualmente – e não adianta teorizar que a culpa é minha, ou das mulheres ou whatever, que a situação está bruta), estou aprendendo a lidar com a situação de me aceitar solteira, seja por alguns dias, seja para sempre, sem esperar e depender de um outro que seria o suposto passaporte para a minha felicidade.
    Beijos

  • Alvady Fernandes

    Concordo com muitas coisas que o GUSTAVO fala, exceto no que é essencial: seu conceito sobre o amor.
    É difícl nos ‘entendermos’ se nossos conceitos são outros. AMOR DEVE SER A BASE SÓLIDA DO CASAMENTO.

    Alguém falou que amor é subdesenvolvimento (não foi o autor)isso me fez pensar na idéia que muita gente tem hoje de que Deus (ou o conceito que se faz Dele) é uma espécie de subdesenvolvimento (?)A ciência se afastou da fé, e deveria ser assim, mas o fim da ciência é Deus, certamente lá no final (ou na origem) quando explicarmos definitivamente a origem da vida e do universo Ele será re-encontrado.

    MAS VOLTANDO…Discordo do conceito que a maioria faz sobre o amor.
    Amor não é paixão. AMOR É O DIAMENTE LAPIDADO a partir da paixão, pedra bruta.
    Amor gera companheirismo, cumplicidade, segurança, etc (e FELICIDADE sim). Amor não acaba assim como o autor diz, por coisas pequenas, nem mesmo por coisas grandes. O amor não apenas supera os sofrimentos e dificuldades mas se FORTALECE nessas circusntâncias.

    O AMOR É A FELICIDADE!

  • Jazz

    concordo!

  • Bia

    Também!

  • o amor esta na admiração,orgulho e respeito que sentimos um pelo outro e a capacidade de justificar os defeito do ser amado… sem isso não existe amor e sim como o autor retra muito bem so resta espectativas da pessoa amada de mimar para ser mimada.

  • cleide

    concorfo plenamente!!!

  • Casar por amor é uma péssima idéia! - Parte 3 | Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos

    […] segunda parte, descrevi exigências e expectativas, além de desmascarar o amor como uma paixão mais duradoura. Agora falo de generosidade e motivação. A pergunta, entretanto, persiste: além dos sentimentos, […]

  • otto

    Já fui refém da tirania do amor romântico (união consentida simultaneamente por dois parceiros). Depois de muito levar na cabeça aprendi que existem diversos tipos de amor, ou formas de amar. Desde o amor mais ordinário, esse romântico que para mim não passa de uma maldita armadilha genética para perpetuar a espécie (sinto-me um cavalo cuja as rédeas são controladas pelos genes)…até o amor dos profetas como Cristo, Buda, Maomé, etc…que amam a todos como a si mesmos, passando pelo amor fodão que é o de uma mãe por seu filho, amor por amigos, etc… cada pessoa ama o que quer que seja do seu jeito particular.
    Mas a capacidade de amar é o que nos difere do resto do universo.

  • Euzinha40

    Gustavo,
    Seu texto é ótimo,levanta um debate sobre nossa maneira louca de caminhar buscando sentimentos,emoções e porque não dizer apenas sensações na qual nos motivaria a estar ao lado de alguém
    tenho o seguinte ponto de vista com relação ao amor incondicional citado acima.
    Quando falo em amor incondicional,me refiro ao amor que está em mim…que me faz ver beleza em coisas triviais da vida,que me faz aceitar e entender as fraquezas do outro,não um amor que eu sinta pelo outro porque isso seria uma troca eu dou porque sei do que vou receber,quando o objeto do amor está fora de nós nunca vai ser incondicional porque em várias situações nos sentiremos só e passaremos a cobrar…afinal “investimos no amor”,não?

    Amor incondicional só pode existir dentro de nós e se manifesta através de nós…só podemos dar,não tem como receber,pois somente nós podemos alimentá-lo,as pessoas passam a ser reflexo e vemos o que sentimos por nós através delas,logo é o amor(ou desamor) por mim que move tudo ao meu redor,eu me desrespeito e digo que foi o outro que fez isso,estou deprimida e digo que o outro não consegue mais alegrar minha vida…
    Por isso digo que é esse deve ser o amor alvo da nossa procura…
    daí todas as chances de ser feliz ao lado de alguém passam a ser reais.
    Abraços.

  • Dona Cigarra

    Concordo com Gustavo…

    Se entre duas pessoas existir paixão, logo ela irá de desintegrar com a ilusão de que o outro já não nos faz feliz.

    Mas, se o sentimento em questão é “Amor”, sim… o Amor só existe quando podemos perceber que mesmo amando alguem se não já o fazemos mais feliz… é o momento exato de deixa-lo ir em busca da felicidade mesmo que esta não seja ao nosso lado.

    Em relação ao Casamento, este só virá se os dois tiverem verdadeiramente o mesmo desejo de “estar juntos”, independente de se sentir paixão ou amor.

    É este sentimento em comum que decide o futuro de uma relação duradoura.

    Dona Cigarra.

  • Glauciana Nunes

    […] segundo texto, ele diz que o casamento é uma espécie de All-In [essa meu Presente vai gostar, pois ele é louco […]

  • Raquel

    Amor!
    O sinto a cada segundo… dentro de mim… quando há alguém comigo. Pode apostar que sim!!! ahahahah

    O que é isso? Tentar explicar o que a natureza cria como meio para, consequentemente, manter e melhorar uma espécie.

    Até laços fraternos e maternos são explicados de maneira biológica.

    Se queremos questionar ou comparar amor e paixão, então, falaremos abertamente… falaremos sobre ética.

    É ético ser infeliz para o próximo ser feliz?

    Cada dia que passa lembro… vivi mais um dia… será que tenho o próximo?

    Imediatismo?

    Não…

    essa é a minha natureza.

  • Inacreditável, depois de um fds com notícias estremeçedoras no meu relacionamento me deparo com esse texto, uma bela ajuda para encarar uma mudança e permanecer com um homem imperfeito que completa a pessoa imperfeita que sou.

  • Eli

    Parabéns pelos textos! Resumiu questões fundamenais do relacionamento amoroso!

    Forte abraço,

    Eli

  • Pamela Lopes

    Muito bem Gustavo;
    Apostou no racional imediatista, como todos nós apostamos ultimamente. Preferimos nos esconder atrás de um sentimento barato chamado paixão, ou no “amor contemporâneo” – a máscara da sociedade vindoura… Sabe, hoje me pego pensando que tipo de geração nos tornamos. Penso que numa geração banal, que não consegue transpor suas barreiras, vencer seus limites, mudar conceitos, acreditar nos seus ideais e lutar por eles, se contenta com tão pouco e, é totalmente insensível ao ponto de anular um sentimento maravilhoso chamado “AMOR”… Capaz de substituí-lo e até mudar de forma tentando camuflá-lo ou não colocá-lo em prática para não sofrer. Pois quem ama sofre… sabe chorar hoje e perdoar amanhã, quem se apaixona ou fantasia algum sentimento irreal se ilude e transpõe um dos mandamentos amar ao próximo como a ti mesmo. E não sabe perdoar, pelo contrário odeia e quer vingança. Se amassemos os outros como nos amamos talvez pudéssemos ter um principio de mudança. Acontece, que estamos tão centralizados em mostrar aos outros o que nós mesmos não somos muitas vezes, que nos esquecemos de olhar para dentro de nós e deixamos de nos amar, passamos a gostar do nosso estilo de vida e do que podemos nos tornar para sermos um cartão referencial. Matamos nossa própria natureza e nosso amor próprio! Não conseguimos mais ver o mundo a nossa volta, como nosso próximo… só o vemos como platéia dessa loucura chamada “TOP”. Queremos estar no topo da lista de todos, mais estamos no ultimo lugar da nossa própria lista de conceitos e princípios. Se um ser humano não é feliz nele mesmo, não o pode ser com outrem. É incapaz de amar. Porque foi traído quando colocou um alvo de idolatria no seu conceito de amor! Acabou banalizando o sentimento e se tornou como o sepulcro caiado, pelo por fora podre por dentro…
    Queremos apenas nosso próprio “beneficio”, por esse motivo estamos nos tornando a escoria desse mundo. Não defendemos mais nenhuma causa, nos contentamos com tudo … onde foram parar as passeatas, os gritos revolucionários, o direito de civilização, a democracia, a ética… OS PRINCÍPIOS… o AMOR verdadeiro, incondicional… Digamos que os colocamos na gaveta do quartinho da bagunça onde ele pode ser esquecido e apagado. Será que nossa vida tem um sentido nos dias de hoje? Ou estamos buscando meios de provar a nós mesmos que podemos ser melhor e melhor a cada novo dia…. onde isso vai parar …. NO APOCALIPSE … no fim deste mundo, com a alta da auto-admirarão barata, conduzida pelo meio e não pela essência vital.
    No clímax do ser humano moderno ser um SUPER STAR dos últimos dias, ser o tal, capa das revistas, e não ser ninguém para ele mesmo… estar desolado pelo próprio sentimento que aquece o seu próprio coração, por que o amor pela sua própria vida foi consumido pela sua VAIDADE…

    – Vaidade é e será o desejo de atrair a admiração das outras pessoas. Uma pessoa vaidosa cria uma imagem pessoal para transmitir aos outros, com o objetivo de ser admirada. Mostra com extravagância seus pontos positivos e esconde seus pontos negativos.
    A vaidade é mais utilizada hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho, a exemplo de Narciso.
    Uma pessoa vaidosa pode ser gananciosa, por querer obter algo valioso, mas é só para causar inveja nos outros.
    O que pelas lentes de alguns é asseio, ou glamour, ou fantasia, ou amor ao belo, ou elevação da auto-estima, pelas lentes de outros pode ser (parecer) vaidade. Nos Ensaios de Montaigne há um capítulo sobre a Vaidade.
    A Vaidade (também chamada de Orgulho ou Soberba) é considerada o mais grave dos pecados capitais.
    – Wilkipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaidade)

  • Marcia

    Esse artigo veio a calhar com minha situação…..

    Estava prestes a terminar meu namoro e me vi grávida com 18 anos no primeiro periodo da faculdade, nossa me desesperei… e pensei bem conto pra ele e ele some depois faço um aborto…

    Pasmem-se : contei a ele , q me abraçou e disse Te amo… chorando m disse ter transado várias vezes com sua ex sem camisinha pq queria engravida-la, por isso pensava ser estéril e queria mt ter um filho comigo, pertubada com tal relato, fiquei sem ação!!!

    Ele m pediu em casamento, casamos e hj temos 2 filhos estamos juntos a 4 anos…

    há algum tempo a cama esfriou, tipo ele chega lá em 5 minutos e eu nada…….. absolutamente nada

    De uns dois meses pra ca m envolvi com um cara pela net e q cara… sinto tesão só de pensar nele nossa…. mas esse viaja mt e fica alguns dias sem entrar na net, então m pego desesperada por um encontro c ele fico hs esperando por ele, fico pensando nele, me apaixonei sem querer… sem querer mesmo!!! Agora olho pro meu marido e me arrependo amargamente de ter me casado, bem de contra o tema da matéria, Casar achando q ta fazendo o q é certo é uma pésima idéia. Me casei pq achei q era o certo a se fazer, a sociedade, a família amigos todas achavam q era certo estava c ele a um certo tempo, gravida e ele já morava sozinho já tava com 24 anos … pra todos uma coisa perfeita… temos bons momentos… mas e agora…… não paro de pensar no outro até qd estamos em nossos 5 minutos penso no outro…. afffff

    É mt complicado

  • Namorar é… (uma releitura no Twitter da famosa série “Amar é…”) | Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos

    […] as ações que ambos fazem (não só um) por diversão (não por sacrifício), não necessariamente por “amor incondicional”, mas por desejo, por tesão […]

  • Dinheiro, beleza, inteligência… O que faz um homem atraente para as mulheres? | Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos

    […] explicado porque o casamento é a nossa maior esperança de felicidade. Jogamos nosso ar dentro dos pulmões do outro (no começo, ele a deixa “sem ar”) e […]

  • Deia_BSB

    O amor, por natureza, é incondicional… O amor é único. A diferença é se existe sexo ou não…

  • Betina

    adorei …td q disseste é a realidade,mesmo q alguns não aceitem.

  • Como esfriar sua relação | Papo de Homem – Lifestyle Magazine

    […] e a relação se move para uma base que não oscila tanto junto com sentimentos, paixão, sexo, “amor” e fases da […]

  • Rodrigo

    Uma percepção interessante dele eu encontro aqui: http://letras.mus.br/paulinho-moska/156027/