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	<title>Comentários sobre: Amor de conveniência e amor de transformação</title>
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	<description>Um blog sobre relacionamentos lúcidos</description>
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		<title>Por: Jamil Habib</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/amor-de-conveniencia-e-amor-de-transformacao/#comment-5117</link>
		<dc:creator>Jamil Habib</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 01:29:26 +0000</pubDate>
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		<description>Ta ai um depoimento inteligente.
Gostei do que comentou Lara. Pena que só vi hoje (17/02/09). De qualquer forma acredito que você ainda retorne para réplica.
Meu comentário inicial sobre o assunto foi uma abordagem um tanto racional para um tema tão carregado de emoções como é o amor nas relações do cotidiano. Na medida que aceitarmos que uma boa relação de amor subentende uma relação de trocas (interesses), teremos também de aceitar a existência de condicionantes para a continuidade ou perpetuação da relação de amor. Que condicionantes são esses? Basicamente a continuidade dos &quot;valores&quot; de troca. Ou seja, a relação de amor continuará tão forte entre os amantes quanto mais forte a permanência dos elementos de troca. Pesa ai a frequência das ocorrências das trocas como também a qualidade a qualidade das mesmas.Trocando em miudos: Quando uma relação de amor esta a pleno vapor,... curta a vontade, ...ame plemamente, ...viva toda a gostozura da emoção. Qaundo porém ha sinais de desgastes, pare para analizar sobre os condicionantes que alicerçaram o início da relação. Que valores estão também desgastados? ... o quanto cabe a mim sobre a degradação desses valores? ...o quanto posso resgatá-los?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ta ai um depoimento inteligente.<br />
Gostei do que comentou Lara. Pena que só vi hoje (17/02/09). De qualquer forma acredito que você ainda retorne para réplica.<br />
Meu comentário inicial sobre o assunto foi uma abordagem um tanto racional para um tema tão carregado de emoções como é o amor nas relações do cotidiano. Na medida que aceitarmos que uma boa relação de amor subentende uma relação de trocas (interesses), teremos também de aceitar a existência de condicionantes para a continuidade ou perpetuação da relação de amor. Que condicionantes são esses? Basicamente a continuidade dos &#8220;valores&#8221; de troca. Ou seja, a relação de amor continuará tão forte entre os amantes quanto mais forte a permanência dos elementos de troca. Pesa ai a frequência das ocorrências das trocas como também a qualidade a qualidade das mesmas.Trocando em miudos: Quando uma relação de amor esta a pleno vapor,&#8230; curta a vontade, &#8230;ame plemamente, &#8230;viva toda a gostozura da emoção. Qaundo porém ha sinais de desgastes, pare para analizar sobre os condicionantes que alicerçaram o início da relação. Que valores estão também desgastados? &#8230; o quanto cabe a mim sobre a degradação desses valores? &#8230;o quanto posso resgatá-los?</p>
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		<title>Por: Lara</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/amor-de-conveniencia-e-amor-de-transformacao/#comment-4181</link>
		<dc:creator>Lara</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2008 18:10:31 +0000</pubDate>
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		<description>Também acredito que o amor é movido por interesse. Aí abrimos um leque inimaginável de possibilidades: sexo, interesses econômicos, interesse sociais variados.
E pq não o interesse em DAR amor? É delicioso dar, oferecer amor, carinho, afeto, calor! Quem nunca sentiu falta/vontade de expressar amor assim, simplesmente porque ele nasce dentro de você e precisa ser colocado em expressão, em atividade, às vezes em frenética atividade? rsrs - O amor é verbo...
Em contrapartida, não conheço ninguém que não queira tbm receber. É aí que nasce o amor das relações afetivas de transformação: você encontra um solo fértil no outro, que por sua vez, vê em você a semente que o seu solo tanto almeja. (ficou piegas? rs) Mas é isso! Amor de conveniência é Relacionamento, substantivo, pronto e acabado. Amor de transformação é Relacionar-se, é verbo, é vivo, é movimento, é evolução. Passar horas, dias e anos da vida num lance que não oferece oportunidade de evolução é, no mínimo, triste.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também acredito que o amor é movido por interesse. Aí abrimos um leque inimaginável de possibilidades: sexo, interesses econômicos, interesse sociais variados.<br />
E pq não o interesse em DAR amor? É delicioso dar, oferecer amor, carinho, afeto, calor! Quem nunca sentiu falta/vontade de expressar amor assim, simplesmente porque ele nasce dentro de você e precisa ser colocado em expressão, em atividade, às vezes em frenética atividade? rsrs &#8211; O amor é verbo&#8230;<br />
Em contrapartida, não conheço ninguém que não queira tbm receber. É aí que nasce o amor das relações afetivas de transformação: você encontra um solo fértil no outro, que por sua vez, vê em você a semente que o seu solo tanto almeja. (ficou piegas? rs) Mas é isso! Amor de conveniência é Relacionamento, substantivo, pronto e acabado. Amor de transformação é Relacionar-se, é verbo, é vivo, é movimento, é evolução. Passar horas, dias e anos da vida num lance que não oferece oportunidade de evolução é, no mínimo, triste.</p>
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		<title>Por: Jamil Habib</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/amor-de-conveniencia-e-amor-de-transformacao/#comment-2228</link>
		<dc:creator>Jamil Habib</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 00:22:05 +0000</pubDate>
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		<description>Espera ai, Dinara. Dessa forma fica meio que um sacerdócio.
Entrar em um relacionamento somente para fazer o outro feliz???
A felicidade em um relacionamento não pode ser privilégio só de um mas sim de ambos. Dessa forma cada um procura no outro algo em prol de sua felicidade. Naturalmente é sabido que para que um alcance o que deseja, devera atender o desejo do outro. Trocando em miudos, um tem interesse no que o outro tem a oferecer e vice versa. Quando isso ocorre se estabelece uma harmonia de interesses e dentro da harmonia, o amor. Uai, então o amor é instresseiro. Sim, é legítimo, nào vejo problema nenhum nisso.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Espera ai, Dinara. Dessa forma fica meio que um sacerdócio.<br />
Entrar em um relacionamento somente para fazer o outro feliz???<br />
A felicidade em um relacionamento não pode ser privilégio só de um mas sim de ambos. Dessa forma cada um procura no outro algo em prol de sua felicidade. Naturalmente é sabido que para que um alcance o que deseja, devera atender o desejo do outro. Trocando em miudos, um tem interesse no que o outro tem a oferecer e vice versa. Quando isso ocorre se estabelece uma harmonia de interesses e dentro da harmonia, o amor. Uai, então o amor é instresseiro. Sim, é legítimo, nào vejo problema nenhum nisso.</p>
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		<title>Por: DINARA</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/amor-de-conveniencia-e-amor-de-transformacao/#comment-1939</link>
		<dc:creator>DINARA</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 15:50:15 +0000</pubDate>
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		<description>Para viver basta nascer. Para conviver é preciso APRENDER  amar verdadeiramente. A maioria das pessoas entra em um relacionamento pensando em SER FELIZ, e não em FAZER O OUTRO FELIZ.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para viver basta nascer. Para conviver é preciso APRENDER  amar verdadeiramente. A maioria das pessoas entra em um relacionamento pensando em SER FELIZ, e não em FAZER O OUTRO FELIZ.</p>
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		<title>Por: Jamil Habib</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/amor-de-conveniencia-e-amor-de-transformacao/#comment-1813</link>
		<dc:creator>Jamil Habib</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2008 01:17:08 +0000</pubDate>
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		<description>O tema é controverso. Talvez por isso, contagiante. Ha que se esclarecer antes qual o conceito básico ou fundamental do amor neste contexto. Ha o preceito bíblico: &quot;Amaivos uns aos outros ...&quot; Me parece claro que não é estabelecido nenhum limite, ou seja, cada um pode amar vários outros. É ai que a coisa pega. Seguramente muitos dirão, sai pra lá meu caro, o amor em questão não tem nada a ver com o preceito bíblico. Então que amor é esse? que elementos caracterizam bem a diferença? Encerro meu comentário reproduzindo um post de meu blog quando do affair Ronaldo x Cicarelli
Jamil
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Thursday, May 19, 2005
O AMOR É INTERESSEIRO? 
Cada vez que a mídia explora o que ocorre de bombástico nas relações afetivas de celebridades como o meteórico romance Ronaldo x Cicarelli, o conceito de amor é questionado. O AMOR É MOVIDO POR INTERESSES? Para facilitar a questão vamos refazer a pergunta: É possível se despertar e desenvolver amor pelo outro sem interesses?Para esquentar a discussão eu me posiciono com um NÃO! Mesmo que estejamos absolutamente seguros de que as razões que nos movem para o amor são de ordem afetiva e não econômicas ou outras, mesmo assim a questão do interesse fica bem caracterizada.Convenhamos, sem interesses não há motivação para conquistar ou desenvolver uma relação de amor. Temos interesse então pelo carinho do outro, pelo afeto, pela atenção dispensada pelo outro, pelo sorriso, pelo olhar, pelo jeitinho, enfim, por uma série de atributos do outro que se caracterizam como elementos de surgimento, caracterização e sustentação do amor. Nessa linha de raciocínio, o amor se acaba ou começa a se acabar quando, aos olhos do outro, tais atributos vão desaparecendo ou desaparecendo o interesse pelos mesmos.O amor então é uma relação de trocas? Eu te amo porque vc tem o que afetivamente necessito. E vc corresponde ao meu amor porque encontra em mim a satisfação da tuas necessidades afetivas. Entendo que, na medida que aceitarmos que o amor é uma relação de trocas afetivas, ou seja, uma relação de mútuos interesses, a relação de amor entre as pessoas poderia ser vivenciada de uma forma menos traumática na maioria dos casos, na medida da aceitação de um, do outro ou de ambos, de que o amor pode acabar quando o nível das trocas não consegue mais sustentá-lo. E ai fica costatado oque o velho poeta falou: &quot;Que o amor seja eterno enquanto dure&quot;
posted by J.Habib at 6:23 PM &#124; 4 comments</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O tema é controverso. Talvez por isso, contagiante. Ha que se esclarecer antes qual o conceito básico ou fundamental do amor neste contexto. Ha o preceito bíblico: &#8220;Amaivos uns aos outros &#8230;&#8221; Me parece claro que não é estabelecido nenhum limite, ou seja, cada um pode amar vários outros. É ai que a coisa pega. Seguramente muitos dirão, sai pra lá meu caro, o amor em questão não tem nada a ver com o preceito bíblico. Então que amor é esse? que elementos caracterizam bem a diferença? Encerro meu comentário reproduzindo um post de meu blog quando do affair Ronaldo x Cicarelli<br />
Jamil<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Thursday, May 19, 2005<br />
O AMOR É INTERESSEIRO?<br />
Cada vez que a mídia explora o que ocorre de bombástico nas relações afetivas de celebridades como o meteórico romance Ronaldo x Cicarelli, o conceito de amor é questionado. O AMOR É MOVIDO POR INTERESSES? Para facilitar a questão vamos refazer a pergunta: É possível se despertar e desenvolver amor pelo outro sem interesses?Para esquentar a discussão eu me posiciono com um NÃO! Mesmo que estejamos absolutamente seguros de que as razões que nos movem para o amor são de ordem afetiva e não econômicas ou outras, mesmo assim a questão do interesse fica bem caracterizada.Convenhamos, sem interesses não há motivação para conquistar ou desenvolver uma relação de amor. Temos interesse então pelo carinho do outro, pelo afeto, pela atenção dispensada pelo outro, pelo sorriso, pelo olhar, pelo jeitinho, enfim, por uma série de atributos do outro que se caracterizam como elementos de surgimento, caracterização e sustentação do amor. Nessa linha de raciocínio, o amor se acaba ou começa a se acabar quando, aos olhos do outro, tais atributos vão desaparecendo ou desaparecendo o interesse pelos mesmos.O amor então é uma relação de trocas? Eu te amo porque vc tem o que afetivamente necessito. E vc corresponde ao meu amor porque encontra em mim a satisfação da tuas necessidades afetivas. Entendo que, na medida que aceitarmos que o amor é uma relação de trocas afetivas, ou seja, uma relação de mútuos interesses, a relação de amor entre as pessoas poderia ser vivenciada de uma forma menos traumática na maioria dos casos, na medida da aceitação de um, do outro ou de ambos, de que o amor pode acabar quando o nível das trocas não consegue mais sustentá-lo. E ai fica costatado oque o velho poeta falou: &#8220;Que o amor seja eterno enquanto dure&#8221;<br />
posted by J.Habib at 6:23 PM | 4 comments</p>
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