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	<title>Comentários sobre: A dor que geramos no meio do prazer</title>
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	<description>Um blog sobre relacionamentos lúcidos</description>
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		<title>Por: Vanessa</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/a-dor-que-geramos-no-meio-do-prazer/#comment-11364</link>
		<dc:creator>Vanessa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 13:28:40 +0000</pubDate>
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		<description>O que seria da Vida na Terra se não existisse a oposição dos antagônicos? Essa contradição é bonita, não acha?
Abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O que seria da Vida na Terra se não existisse a oposição dos antagônicos? Essa contradição é bonita, não acha?<br />
Abraços</p>
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		<title>Por: Tweets that mention A dor que geramos no meio do prazer &#124; Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos -- Topsy.com</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/a-dor-que-geramos-no-meio-do-prazer/#comment-11363</link>
		<dc:creator>Tweets that mention A dor que geramos no meio do prazer &#124; Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos -- Topsy.com</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 11:39:57 +0000</pubDate>
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		<description>[...] This post was mentioned on Twitter by Lauro Wolff Valente, Marco Weiss, Anne, Camila Caetano , Gustavo Gitti and others. Gustavo Gitti said: A dor que geramos no meio do prazer: http://bit.ly/cxPdf8 [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] This post was mentioned on Twitter by Lauro Wolff Valente, Marco Weiss, Anne, Camila Caetano , Gustavo Gitti and others. Gustavo Gitti said: A dor que geramos no meio do prazer: <a href="http://bit.ly/cxPdf8" rel="nofollow">http://bit.ly/cxPdf8</a> [...]</p>
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		<title>Por: Sheila</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/a-dor-que-geramos-no-meio-do-prazer/#comment-11362</link>
		<dc:creator>Sheila</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 00:59:43 +0000</pubDate>
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		<description>acredito que grande parte do nosso sofrimento se deve ao fato de atribuirmos ao outro a responsabilidade que temos de nós mesmos. quando começamos um relacionamento esperamos o tempo todo algo do outro, e muitas vezes nao pensamos se estamos correspondendo da mesma maneira como gostaríamos de ser correspondidos.
o fato é que quanto mais autonomia e consciência de que somos totalmente responsáveis por nós mesmos, mais felizes podemos ser em um relacionamento.. pq assim, não cai uma pressão injusta sobre nenhum. 
fácil não é, de fato!!
mas acho que daí o amor brota mais livre.. 
pelas minhas experiências (q nao são muitas) passei a acreditar que a vida toda é feita de trocas. é mais ou menos aquela coisa de q tudo é questão de escolha, até a não escolha..
assim, quando vc escolhe ficar com alguém exclusivamente está abrindo mão de ficar com outros.. e daí pra frente depende da forma como vc encara isso.. essa troca pode significar perda de oportunidades para alguns, enquanto que para outros significa um ombro sempre que preciso, um braço pra dormir de conxinha.. alguém pra peidar perto, alto, e ainda dar risada.. 
assim a vida vai sendo feita.. vamos trocando os amigos, as convivências, as preferências. abrindo mão de algumas coisas para ganhar outras.. e tudo isso implica dor e alegria.. ou prazer.. enfim..
mas a dor é tão importante quanto o prazer, pq é em contraste de um com o outro que vc aprende a valorizar certos momentos.. sem a dor, muitas vezes eles podem passar despercebidos ..
com tudo na vida se aprende..
adoro seus posts.. parabéns</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>acredito que grande parte do nosso sofrimento se deve ao fato de atribuirmos ao outro a responsabilidade que temos de nós mesmos. quando começamos um relacionamento esperamos o tempo todo algo do outro, e muitas vezes nao pensamos se estamos correspondendo da mesma maneira como gostaríamos de ser correspondidos.<br />
o fato é que quanto mais autonomia e consciência de que somos totalmente responsáveis por nós mesmos, mais felizes podemos ser em um relacionamento.. pq assim, não cai uma pressão injusta sobre nenhum.<br />
fácil não é, de fato!!<br />
mas acho que daí o amor brota mais livre..<br />
pelas minhas experiências (q nao são muitas) passei a acreditar que a vida toda é feita de trocas. é mais ou menos aquela coisa de q tudo é questão de escolha, até a não escolha..<br />
assim, quando vc escolhe ficar com alguém exclusivamente está abrindo mão de ficar com outros.. e daí pra frente depende da forma como vc encara isso.. essa troca pode significar perda de oportunidades para alguns, enquanto que para outros significa um ombro sempre que preciso, um braço pra dormir de conxinha.. alguém pra peidar perto, alto, e ainda dar risada..<br />
assim a vida vai sendo feita.. vamos trocando os amigos, as convivências, as preferências. abrindo mão de algumas coisas para ganhar outras.. e tudo isso implica dor e alegria.. ou prazer.. enfim..<br />
mas a dor é tão importante quanto o prazer, pq é em contraste de um com o outro que vc aprende a valorizar certos momentos.. sem a dor, muitas vezes eles podem passar despercebidos ..<br />
com tudo na vida se aprende..<br />
adoro seus posts.. parabéns</p>
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		<title>Por: dani</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/a-dor-que-geramos-no-meio-do-prazer/#comment-11361</link>
		<dc:creator>dani</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 00:08:56 +0000</pubDate>
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		<description>Gustavo,

Acredito que como não somos seres perfeitos, também não conseguimos ser 100% libertários. Abrimos concessões para o bem da relação, que um dia voltam em forma de cobranças ou culpamos o outro por deixar de ser ou de acontecer.
Tento ter relações suplementares, onde cada um exerce sua paixão autônoma pelo parceiro e por outras coisas da vida.
O lance da culpa do outro pela nossa infelicidade acho que rola qdo vivemos relações complementares, do tipo, &quot;você me completa&quot;. Qdo alguém vem com essa frase pra mim eu já fico com um pé atrás.
Roberto Freire tinha um poema que em um trecho dizia...&quot;Somos um para o outro deliciosamente desnecessários.&quot;
Se toda a relação levasse esta frase a risca, acredito que viveríamos paixões e amores autônomos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gustavo,</p>
<p>Acredito que como não somos seres perfeitos, também não conseguimos ser 100% libertários. Abrimos concessões para o bem da relação, que um dia voltam em forma de cobranças ou culpamos o outro por deixar de ser ou de acontecer.<br />
Tento ter relações suplementares, onde cada um exerce sua paixão autônoma pelo parceiro e por outras coisas da vida.<br />
O lance da culpa do outro pela nossa infelicidade acho que rola qdo vivemos relações complementares, do tipo, &#8220;você me completa&#8221;. Qdo alguém vem com essa frase pra mim eu já fico com um pé atrás.<br />
Roberto Freire tinha um poema que em um trecho dizia&#8230;&#8221;Somos um para o outro deliciosamente desnecessários.&#8221;<br />
Se toda a relação levasse esta frase a risca, acredito que viveríamos paixões e amores autônomos.</p>
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		<title>Por: bruno</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/a-dor-que-geramos-no-meio-do-prazer/#comment-9233</link>
		<dc:creator>bruno</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 13:53:30 +0000</pubDate>
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		<description>Eu vejo essa questão como covardia. Covardia que aprendi por obsevação, por força do exemplo. Entrego minha felicidade e desejos e ao faze-lo, não dou crédito a pessoa ao meu lado, transfiro minha responsabilidade à ela. E quando deixo a direção da minha vida em outra mãos, me livro do fardo da escolha! E o absurdo reside na justificativa manca, que mostra a outra como displicente, ao me causar dor. É como um seguro, se tudo der errado, não tenho que lidar com erros e evoluções pessoais, posso dizer que a pessoa não soube amar, dividir e pronto. É um prêmio e tanto em um universo de pessoas tão cegas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vejo essa questão como covardia. Covardia que aprendi por obsevação, por força do exemplo. Entrego minha felicidade e desejos e ao faze-lo, não dou crédito a pessoa ao meu lado, transfiro minha responsabilidade à ela. E quando deixo a direção da minha vida em outra mãos, me livro do fardo da escolha! E o absurdo reside na justificativa manca, que mostra a outra como displicente, ao me causar dor. É como um seguro, se tudo der errado, não tenho que lidar com erros e evoluções pessoais, posso dizer que a pessoa não soube amar, dividir e pronto. É um prêmio e tanto em um universo de pessoas tão cegas.</p>
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		<title>Por: Amor, apego, nada. &#171; Tão Certo como Flores no Deserto&#8230;</title>
		<link>http://nao2nao1.com.br/a-dor-que-geramos-no-meio-do-prazer/#comment-6873</link>
		<dc:creator>Amor, apego, nada. &#171; Tão Certo como Flores no Deserto&#8230;</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 05:52:18 +0000</pubDate>
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		<description>[...] e agir a favor da felicidade do outro. Apegar-se é desejar que a própria felicidade venha das reações que cada ação do outro causa em nós. Um é ativo, outro é passivo. Um só depende de nós, em outro somos reféns. Nosso dilema é bem [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] e agir a favor da felicidade do outro. Apegar-se é desejar que a própria felicidade venha das reações que cada ação do outro causa em nós. Um é ativo, outro é passivo. Um só depende de nós, em outro somos reféns. Nosso dilema é bem [...]</p>
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