9 dicas para casais que moram juntos

por Gustavo Gitti 20 agosto 2008 137 comentários

Morar junto é uma delícia. Fato. O problema é que tal afirmação não se sustenta por muito tempo sem alguns entretantos e todavias, ou sem muita generosidade e disposição. Hoje lembrei de alguns momentos e decidi compartilhar 9 meios hábeis para que homens e mulheres aprofundem a relação e evitem o cansaço. Alguns deles eu já fiz, outros apenas imaginei.

1. Façam amor com a rotina

Em vez de fugir ou evitar (desculpe-me, mas ela é inevitável), façam amizade com a rotina e eventualmente levem-na para cama. Acordar todo dia junto, ver o outro se levantar como sempre faz, escovar os dentes andando pela casa, abrir os mesmos armários da cozinha, tomar o mesmo café, comer sempre a mesma coisa, dar o mesmo tipo de beijo, o mesmo abraço, trocar as mesmas palavras, fazer o mesmo percurso, fechar a porta de um jeito igual ontem, anteontem e semana passada… Nem sempre a saída é mudar a rotina, tomar café na cama, preparar surpresas, fazer sexo matinal, dar outros beijos e abraços etc. Há limite para o novo. Podemos ter prazer com o habitual, com o velho, o convencional. É ele nosso verdadeiro parceiro. É ele que todo dia está lá, enquanto que a aventura nos abandona logo no dia seguinte.

2. Explorem um local inusitado

A rotina tediosa tem a capacidade de incorporar até mesmo as novidades. Todo casal tem um leque de possíveis ações: sua liberdade configura sua própria prisão. Quando desejam inovar, eles vão jantar em um restaurante indiano (mês passado foi um mexicano). Ou o homem sempre a convida para shows – diferentes, claro, mas sempre shows. Não há problema algum nisso, mas às vezes é interessante ir além desse processo. Para tanto, visitem juntos um local que vocês nunca sequer imaginariam adentrar. Para casais conservadores, pode ser um casa de swing. Vocês não precisam seguir o comportamento das pessoas, apenas sentir o prazer em estar ali, observando e namorando em meio àquilo tudo. Lembrem-se que muitas paixões começam quando duas pessoas, no meio de uma festa, por exemplo, sentem-se completas alienígenas e assim se aproximam.

3. “Oh happy day!”

Diante da impermanência da vida, como traçar uma linha permanente que observaria e sorriria para as oscilações do casal? Mais ainda, como acessar esse casal transcendental que morre de rir com os vários casais que passam pela casa no passar do tempo? Não me lembro quando tudo começou, só sei que diariamente (antes de sair para trabalhar ou à noite) nós tirávamos uma foto como sendo o casal “Oh happy day”. Depois de um tempo, havia mais de 50 imagens nossas: abraçados, se olhando, se beijando, sorrindo, entediados, com sono, olheiras, sujos, arrumados, bêbados, bonitos, limpos, horríveis. Éramos todos eles, mas não éramos nenhum deles. Antes de tudo, éramos o casal que batia as fotos, não apenas os que tinham sido capturados. (Uma variação é segurar um papel A4 com a data escrita, de modo a facilitar a montagem de um calendário do casal).

4. Semana do desafio

Idéia bem simples: 7 dias, 7 tarefas que ele propõe a ela, 7 práticas que ela oferece a ele, 7 recompensas para ele, 7 recompensas para ela. Ao fim de cada dia, trocam-se as recompensas se as tarefas foram realizadas. Para que ela peça a ele, deixo algumas sugestões: “limpe a casa inteira”, “anote em um papel todas as vezes que você sentir orgulho, raiva ou preguiça durante o dia”, “medite por 30 minutos”, “envie um SMS a cada hora para mim”, “visite de surpresa a minha mãe”. Para que ele peça a ela: “limpe a casa inteira” (hahhaha), “passe o dia contraindo os músculos pélvicos e treinando pompoarismo”, “anote em um papel todas as vezes que você sentir raiva, carência, ansiedade ou medo”, “tome banho frio” (tem de ficar dentro do banheiro para se certificar – e rir, claro)… As recompensas podem ser sexuais ou não. Pimenta a gosto do casal.

5. Mês da gastronomia mundial

Preparem um roteiro gastronômico pela cidade (a propósito, aproveitem o Restaurant Week que vai até dia 31/8). O ideal é que seja mais de um restaurante por semana e de cozinhas diversas: árabe, espanhola, indiana, egípcia, mexicana, tailandesa, coreana, francesa, italiana, alemã… O importante é marcar isso de algum modo, não apenas sair convidando um ao outro como se fosse um jantar casual. Decidam um mês e, de preferência, repitam no ano seguinte.

6. Façam um curso juntos

Muitos casais se esquecem de que um dos maiores prazeres da vida a dois é construir mundos compartilhados. Quem não atenta a isso corre o risco de acabar vivendo em um universo completamente distante do mundo habitado pelo parceiro. Para construir mundos, nada melhor do que aprender juntos. Matriculem-se naquele curso de sommelier que vocês sempre adiam, no tango que só imaginam fazer no fim da vida ou na meditação sobre a qual têm conversado.

7. Comprem um batom roxo

Ah, o batom roxo! Se quiser associar boas lembranças a esse simples objeto, faça o seguinte. O homem pode comprar um batom bem forte (roxo ou lilás, em homenagem a este blog que vos fala) e deixar no quarto com um bilhete: “Use-me sempre que estiver explodindo de tesão”. Caso a mulher compre, o bilhete pode ser: “Tá vendo isso aqui? Guarde bem essa cor pois ela estará na minha boca sempre que eu estiver precisando de algo que só você tem”. Aí, no meio de uma noite qualquer, ela lendo, ele no computador, ela se levanta, passa o batom exageradamente e somente aparece na sala… Ah, o batom roxo!

8. Elogiem-se

Parece uma sugestão boba, mas não é. Depois de anos, os elogios diminuem como se tudo já tivesse subentendido, como se as qualidades do outro já tivessem sido exaustivamente afirmadas. Não deixe de pronunciar mesmo os elogios mais óbvios: “Você está linda hoje”. Se for necessário, se a preguiça virar cegueira ou se o outro não contribuir com beleza suficiente, por favor minta ou então encontre algum detalhe luminoso no meio da monstruosidade alheia: “Eu simplesmente amo a sua nuca!”. Mulheres, saibam que poucos elogios já deixam um homem forte e seguro, do jeitinho que você tanto gosta. Quando tudo vai mal, o pior que você pode fazer é criticá-lo – isso o enfraquece. Homens, eu não preciso dizer que as mulheres ficam ainda mais bonitas quando elogiadas, né?

9. Casem

Antes de morar junto, por favor, casem. A mudança dos móveis consolida um casamento de qualquer modo, apenas admitam e superem qualquer aversão a essa instituição falida. Ela ainda movimenta o imaginário coletivo: mesmo para os casais mais moderninhos, a afirmação “somos casados” é bem diferente do que “moramos juntos”. Além disso, morar junto sem festa de casamento e lua-de-mel é como ir a praia, enfrentar trânsito para chegar, ser picado por mosquitos, pagar caro pelo guarda-sol e não entrar no mar. É cair na pior parte do casamento sem aproveitar a melhor. Se não quiserem enfrentar papéis e não simpatizarem com religião alguma, apenas celebrem: chamem os mais próximos, dancem, se declarem publicamente ao som da música mais linda e comecem uma vida a dois só depois de chegar do aeroporto.

* Dedicado a um casal amigo que em breve vai se juntar de vez.

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Para transformar nossas relações

Há algum tempo parei de escrever no Não2Não1 e comecei a agir de modo mais coletivo, visando transformações mais efetivas e mais a longo prazo. Para aprofundar nosso desenvolvimento em qualquer âmbito da vida (corpo, mente, relacionamentos, trabalho...), abrimos um espaço que oferece artigos de visão, práticas e treinamentos sugeridos, encontros presenciais e um fórum online com conversas diárias. Você está convidado.



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137 comentários »

  • Rodrigo

    Casem-se? Po, talvez não estar casado seja o segredo heheh

  • Ju Dacoregio

    Adorei e apesar de não morar com ele, vou mandar o texto para o meu namorado.

  • Carolina Vianna

    Ai, os conselhos.. Dessa vez não me lembrou o Osho, mas a Marie Claire.

    Mas me fez lembrar, sorrir e suspirar… Ai ai…. 2 meses de solteirice e sabe que já deu pra cansar? Ainda não entendi a graça da “caça”! Hehe!

  • Lobo Casado

    Gitti, neste início de vida de casado, driblar a rotina tem sido um desafio permanente e delicioso à criatividade. Especialmente desafiador quando há filhos e muitos problemas para cuidar. Realmente, com o tempo, os momentos fora do cotidiano é que precisam tornarem-se rotinas, sem repetições porém.

    Ainda estou nos primeiros passos, mas vou me habituando a deixar o habitual de lado.

    Carolina Vianna, a caça é uma opção extremamente atrativa pois desperta nossos instintos, porém banquetear-se com a presa já domada em nossa toca tem um sabor bastante aprazível.

  • 9 dicas para casais que moram juntos | autocarsinsurance

    [...] Original post by Gustavo Gitti [...]

  • Eu ein

    “Além disso, morar junto sem festa de casamento e lua-de-mel é como ir a praia, enfrentar trânsito para chegar, ser picado por mosquitos, pagar caro pelo guarda-sol e não entrar no mar. É cair na pior parte do casamento sem aproveitar a melhor.”

    Isso foi muito idiota, quer dizer que dos anos que vão ficar juntos, bom mesmo é só a festa e a lua-de-mel? O importante é viver junto e tudo que vai rolar nos anos (espera-se) que virão e não as 2 semanas (tempo médio de uma lua-de-mel) de como isso começa, aliás mesmo sem festa ou viagem as 2 primeiras semanas morando junto provavelmente serão muito boas de qualquer maneira.
    O efeito psicológico do casamento é forte e pode ser bom ou ruim dependendo da situação, agora casar pra ter festa e lua-de-mel? Só se o seu sogro for bancar a brincadeira pra ter paz de espírito, hehehehe.

  • Ju Dacoregio

    Não é casar pra SÓ pra ter festa e lua-de-mel. Creio eu, que a intenção do Gustavo não foi sugerir que a única coisa boa do casamento seja a festa! Mas o legal é que a festa, mesmo que seja uma singela comemoração, marca uma passagem. É um ritual que faz com que aquele momento “dali em diante” tenha um ponto de partida oficial. Somos cheios de rituais e datas comemorativas: receber visitas para mostrar o bebê que nasceu, comemorar 1 ano de vida (mesmo que o aniversariante não entenda nada), a mãe que faz aquela balbúrdia constrangedora quando sua filha fica menstruada pela primeira vez, os 15 anos, a chegada da maioridade, natais, dias das mães, pais, crianças, namorados, etc. Podem ser datas comerciais e frutos de nossa cultura capitalista, mas podemos usá-las de uma forma marcante e bonita e não apenas como uma obrigação. Acredito que o casamento possa ser visto da mesma forma. A vida fica mais colorida quando celebramos os pequenos ritos de passagem. Seja com um banquete pra 500 pessoas, seja com um bolo com espumante pra meia dúzia de amigos.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Ainda bem que alguém comentou sobre o último item.

    Veja, eu morei junto 3 anos e poderia ter feito o mesmo com uma festa antes e com o status de “casado”. Ou seja, poderia ter casado antes. As diferenças são imaginárias, mas podemos usar essa luminosidade do casamento para aprofundar a relação do casal e mover aquela energia do outro que permanece intocada, aquela princesinha que sempre quis casar. Fora a questão social que aí sim faz diferença. É como se o casamento fosse mais “sólido” que o morar junto. Ilusão, claro, mas vivemos de ilusões.

    Não acho que a melhor parte do casamento como RELAÇÃO seja a festa (por isso o seu “Idiota” faz sentido, concordo), mas acho que a melhor parte do ato CASAMENTO (aquilo que diferencia morar junto de casar) seja, de fato, a celebração da união, isto é, a festa, o ritual, a cerimônia, com vínculo religioso ou não.

    Isso daria uma ótima discussão e já estou preparando um post sobre casamento.

    Sim, casar pra ter lua-de-mel e pra dizer “somos casados”. Por que haveria outro motivo? Essa é a única coisa que diferencia casamento de um simples “vamos levar seus móveis pra minha casa?”.

    O casamento, sinto muito, atualmente é uma idéia vazia. É um fantasma, um espectro, seu tempo passou. Ela só fazia sentido se houvesse o “para sempre” (ou a perspectiva, a ilusão, a esperança do “forever”).

    Como hoje não há tal esperança (50% dos casais se divorciam, só não lembro se isso é uma estatística brasileira ou mundial), impera a liquidez das relações, o que está nos levando a modelos mais interessantes de relação, ainda que sob o nome de “casamento”. Já vi o Contardo Calligaris afirmando coisa parecida (o cara teve uns 4 casamentos oficiais já).

    Hoje em dia o ato mais ousado é passar o resto da vida com alguém. É o maior desafio e a maior revolução. Nada careta. Mas pode ser também o ato mais estúpido. Morar junto idem: é um puta desafio mas pode não ser a opção mais sábia (por que não casar e morar em casas separadas?).

    A riqueza dos tempos atuais é o fato de que está tudo aberto. Nenhuma base sólida, nenhuma certeza. Pura abertura.

    (Na verdade, escrevi 9 dicas quando queria mesmo compartilhar só 4 que valem MUITO a pena: oh happy day, batom, elogio e desafio). Casar é o de menos.)

  • Xana

    ahh os conselhos…
    que maravilhosos estes conselhos!!

  • thanatos

    gostei…
    claro que meios habeis são mais conselhos que reflexões, mais marrie claire do que osho, mas também são bons.
    São que nem uns petelecos, as vezes, daqueles que se dá em quem está prestes a cair no sono…

    de alguns eu não gostei, claro, mas aí eu não uso :)
    cada casal é um casal, e não me atreveria a aplicar isso sem fazer disso uma coisa minha.. não é o gustavo que cata minha namorada afina..

    e o casamento.. acho que é válido sim, mesmo sem religião.
    eu conheço alguns casais que primeiro vão morar juntos, economizar nas contas, pq ficou sem ap e foi ficando… e vão ficando. A idéia é não deixar as coisas acontecerem sem um marco, algum dia, momento que vc possa olhar pra tras e lembrar

  • Débora Rangel

    Parabéns pelo post, é a priemira vez que estou comentando. Como escrevi a pouco no blog do Cafa, lé-lo é desesperador. O inverso acontece com você, quando leio fico cheia de esperança, de que há homens diferentes do Cafa.

    Sobre o post. A rotina, temos, claro, que de vez em quando surpreende-la, mais é inevitável convive-la, estou casada a quatro anos e saber conviver com a rotina é a chave, não confundindo com viver na rotina. Principalmente quando se tem filhos…

    Na verdade Gutti, eu não sou casada, moro junto, mais como deu para perceber não faz a menor diferença, pois nos consideramos casados. Mas, gostei bastante de seu comentário e talvez, quem sabe, não comemoro com amigos e família nosso aniversário de casamento.

    Afinal, vamos celebrar o amor.

    Sim, a do batom é boa, gostei, quem sabe um dia desses não faço com meu marido.

  • mauren

    Aprecio alguns rituais. Quando eu fui MORAR JUNTO eu chamei os amigos em uma “Cachaçada de Panela”. E logo nos reuniremos novamente para comemorar a data, assim espero.

    De resto, pouco tenho a declarar e muito sobre o que pensar. Tenho 28 anos e uma enteada de 15, com quem me relaciono muito bem.

    Mas devo dizer que considero a evolução textual bem distante do meu mundinho classe C. Nosso cotidiano (meu e do marido – é, eu chamo de marido) é bem distante de jantares em restaurantes de cozinha oriental ou presentinhos a cada tarefa cumprida, que aliás, parece treinamento de cachorro. De modo, que tentamos ao máximo tornar nossa rotina (bem caseira e restrita a passeios econômicos) em um cotidiano que é só nosso, mas também tentando separar o que é de cada um, como por exemplo a relação dele com a filha adolescente.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Mauren, eu também mal tenho grana, mas garanto que você pode jantar bem gastando pouco. É só saber procurar (o restaurant week, por exemplo, é uma ótima opção, 25 reais por um almoço completo não é um absurdo, né? é o que se gasta numa praça de alimentação de um shopping).

    Sobre as tarefas, o intuito é outro e não inclui gastar grana com presentes. No meio hábil 3 (jogo do encontro), falo mais sobre isso.

    Bom ver você por aqui. Seu blog é bem bom.

    Abs!

  • Mônica Longobardi

    Gustavo,
    Achei ótimos conselhos sobre rotina e relacionamento…demonstra que você é sensível e bem-humorado…simplesmente adorei…
    Abraços,
    Monica

  • Juliana

    Adorei os conselhos ainda mais agora que esotu prestes a tomar a decisão de ir morar junto…

  • Elias Seba Miranda

    Caro amigo, seus conselhos são excepcionais e mesmo tentando colocá-los em prática sei não. Já fui casado e já morei junto sempre faço a minha parte mas o outro……mas sempre tem uma coisa que no final dá errado. Tem quatro meses que estou sozinho e uma companheira faz uma falta dos diabos, há isso faz. Continue. Abraços. Elias

  • Ninha

    É Gu… celebrar a união sou completamente a favor… mas casar, rs, nunca mais!

    EU acho, pelo que vi no declínio do meu casamento, que as coisas têm que serem levadas BEM menos a sério… a pasta de dente amassada no meio deve ser SÓ uma pasta de dente amassada no meio…

    Meu minúsculos problemas eram semrpe transformados em tempestades… e ficávamos semanas sem nos falar… conto nos dedos quantas vezes fizemos amor… isso pq só aguentei um ano e meio.. depois desisti de insistir em alguém que nucna estava errado. Elogios? Quase nunca ouvia.. só defeitos… se eu pedia que ele citasse uma qualidade minha, ele pensava meia hora… quando respondia…

    Hoje curto minha solteirice… mas não solidão… beijo, saio e claro, curto minha filha, único presente dessa união. Além da maturidade adquirida, claro.

    Gostei muito do post, idéias que, ao meu ver, valeriam a pena de serem colocadas em prática!

    Bjs!!

  • §ylv!nh@

    Adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…

  • carol

    :)

  • Mara

    Simplesmente, adorei!!

  • Mel

    Moro junto, e essa decisão pra nós foi bem dosada, bem pensada, acreditamos nos sentimentos um do outro. Com apenas dois meses após o pedido de namoro dele para meus pais eu vim embora pra Salvador e faz 7 meses que moramos juntos, 4 em nosso apto alugado, tenho adorado cada dia. A questão é querer estar junto, unidos por um ideal comum. Essa foi nossa opção, acreditamos no casamento e estamos planejando, mas “morar junto” e “estar casado” não existe diferença quando temos planos em comum e ideais de vida iguais. Além disso, festa é importante, mas, mais importante é poder contar com companheirismo e cumplicidade, e ter quatro braços pra realizar as coisas da vida, do que dois separados.

    Adorei as dicas, vou realizar quase todas!!
    Parabéns pelo blog!!

  • Ana Vi

    Gostei muito do que escreveu vou tentar colocar em prática suas dicas. Pena que a 9 não vai dar! Hoje faz 1 ano que me juntei com meu namorado e tô adorando essa experiência.
    Ainda acredito no casamento, apesar de tudo, pois tenho em casa um exemplo de casamento saudável e duradouro. Os casamentos acabam hoje, justamente pq se tornou rotina a separação.
    É mais fácil seguir em frente do que tentar arrumar o que está errado, pois isso demanda tempo e dedicação. Hoje, todos querem soluções faceis e rápidas. Não estou dizendo que se separar seja uma coisa fácil, mas é menos desgastante do que conversar sobre o que está errado e tentar melhorar. “Sou assim e ninguém nem nada vai me mudar”.
    Beijos…

  • llllllllll

    adorei! mas e no caso de casais jovens/estudantes como o meu, em que se juntar sem se casar e a malhor solucao?

    mudei com meu namorado pra australia e estamos morando juntos, temos os dois menos que 25 anos e no comeco me pareceu a pior ideia de todas, mas nunca me senti tao bem……

    um beijao

  • Pryscila

    Parabéns Gustavo pela mensagem!! Amei, sorri muito ao ler tão envolventes palavras! Com certeza casar é um marco na vida de qualquer pessoa principalmente quando se sabe que é aquilo que se quer fazer, mas se não tiver certeza, medo, insegurança e mais tarde se descobrir que você fez o certo se casando, é melhor ainda! Meu casamento é de fim de semana, mas ainda assim cai um pouco na rotina, seguirei os conselhos…
    Obrigada!

  • Ariella

    Olá !

    Gostei bastante do texto, é interessante. Eu sinceramente, acredito no casamento. Afinal, conheço muitos casais felizes. Entendo que a maioria não dá certo, entretanto a maioria das pessoas não querem realmente compartilhar os fatores essenciais de um casamento: atenção. Quando existe atenção em cada detalhe sutil: uma palavra, um cumprimento, um gesto, um olhar, um toque, uma conversa, há uma interação muito além da fisica. As pessoas também são ligadas espiritualmente e essa é uma parte importante. Por exemplo, um casal com a mesma interação energética (do mesmo nível) terá grandes chances de sucesso. Mas, se um dos dois for de uma frequencia mais baixa isso vai gerar um desentendimento grande. Afinal, um vampiriza o outro energeticamente… Isso é baseado nos princípios da energia ki ou chi…

  • Marcella Melo

    Boa noite!

    Gostei mto de suas idéias e apoio sua última dica!
    Com certeza há uma diferença entre casar e acredito mais ainda nisso porque sei q existe uma benção e sucesso especial para aqueles que decidem tomar esta decisão!

    É claro que conviverem duas pessoas totalmente diferentes, de criações e culturas(muitas vezes) diferentes vai surgir mtos conflitos mas o que é lindo do amor é superar tudo que tente atrapalhar!

    Fica aqui meus parabéns por suas dicas Gitti, e torço que mais pessoas como você falem mais alto sobre idéias de sair da rotina e incentivos como os aqui escritos do que separações e o simples “morar junto”…

  • Paty

    Oi Gustavo…

    nossa, gostei muuuuuito das dicas, fiquei imaginando tudo. Com certeza irei propor algumas delas. Pena que vc jah eh casado.. encontrar homens que daum valor a isso eh muito dificil, rsrsrss… Feliz da sua esposa!!!!(que ela naum fique brava com a brincadeira ;)

    Bjinhos…
    Valeu.

  • Ana Helena

    O comentário do Eu ein foi muito grosseiro. Se não tem uma pessoa convivendo com ele ou ela não terá nunca. Idiota foi seu comentário pq quando a pessoa fala sobre a festa e a lua-de-mel é em sentido figurado, vc sabe o que isso significa?
    Agora perfeito mesmo foi o comentário da JU Dacoregio com o qual concordo. Ela captou tudo o que foi tentado passar aqui. Parábens!

  • Cássia

    Corrija-me se eu estiver enganada, mas ao ler a lista fiquei com a sensação de que o ponto em comum entre todos os itens é o “se divertir junto”. Compartilhar a vida com alguém com graça, amor e leveza, mesmo com todos os problemas que surgem pelo caminho. Construir uma história não é fácil, mas é tão tão tão bom. E sou completamente a favor dos rituais e que o “sim, eu aceito” seja declarado em meio a um sorriso nem que seja num banco de uma praça qualquer.

    Grande beijo.

  • Vinão

    Dicas bem criativas.

    Achei-as bem válidas, mas na medida de cada um ou de cada casal.

    Valeu

  • Lúcia

    ANTES DE MORAR JUNTO, CASAR????… Fala sério, foi o pior conselho… Destruiu totalmente o texto ao final…. A não ser q a idéia seja: Casem-se após 3 anos morando junto, pra verem se não vai durar apenas 3 meses!!

    Exatamente pq nenhuma lua-de-mel é eterna q devesse verificar MTO bem se vale ou não casar…. E qual o test-drive pra isso?? MORAR JUNTO!!

    E sinceramente…. Qm precisa de papel, contrato pra se amar, tá nas últimas, hein….

    E batom roxo???? Pelo amor… Se precisar desse “truquezinho”, pra pedir sexo ao parceiro, por vergonhinha, peça ao casal se matar, ao invés de morar junto, pq a intimidade aí tente ao negativo… ¬¬’

    Bato palmas pra idéia de ELOGIOS, CURSOS JUNTOS, Saídas gastronomicas planejadas….

    Mas acho q vc entrou beeeem em contradição no “ame a rotina” e “explore o inusitado”….. Mas vá lá….
    A semana do Desafio, talvez até funcione, mas sinceramente, 7 tarefas é só pra qm tem mto tempo livre… Mas ainda parece adestramento de cachorro…..

  • Jacqueline

    Olha Gitti

    Lindo demais, os sapos então! Minha mãe achou romântico.
    Mas para quem mora numa cidade média, onde não existe ninguém interessante – é o senso comum por aqui. Não é apenas minha opinião, aqui a crise é geral. (risos!) Um monte de garotas sozinhas… está coisa de compartilhar parece até ter sido esquecida!

  • Danny

    Bom…eu acho q morar junto sem uma celebracao muito sem graca…supoe-se q seja um passo importante na vida dos dois e como tal, deve ser celebrado; com uma festa ,ou um almoco(depende do bolso…)
    Pra mim, festa de casamento sempre tem uma atmosfera otima,os noivos,todos os seus parentes,com um so pensamento:”que de certo”; “que sejam felizes”, e muito bom…
    Eu sou casada segui todos os rituais, mas mesmo q eu fosse morar junto, jamais deixaria de comemorar…Quem teve “comemoracao de casamento” sabe do q estou falando…

  • Nana

    Acho que faltaram umas coisinhas importantes nessa lista. O pedido de desculpas e o perdão, o reconhecer o erro é uma delas. Driblar o orgulho e conseguir dizer ao outro: “DESCULPA, EU ERREI” tem um poder absurdo sobre um relacionamento. Não serve dizer só pra fazer o outro parar de reclamar ou pra não precisar ver uma cara emburrada do seu lado (a gente percebe qdo é sincero ou não). O casal passa a se colocar mais no lugar do outro, a refletir mesmo sobre o que diz e faz. Outra coisa é uma amizade forte entre os dois. É importante que o casal se divirta conversando sobre as coisas mais bobas, cultivar aquelas “piadas internas”, coisas “só nossas”, enfim, cumplicidade. E por último mas nem um pouco menos importante: acredito sim em casamento pra vida toda e acredito tb q começar um relacionamento pensando que pode acabar, que é careta, que o divórcio tá aí pra isso é quase certeza de fracasso. A vida a dois deve ser uma escolha, e séria. Por isso conheçam beeeem seus parceiros antes de juntar os trapinhos e conheçam muito bem o sentimento entre os dois. Assim as surpresas podem não ser sempre prazerosas mas serão mais interessantes e bem vindas. ;)

  • Arthur Felipe

    Belo post, Gustavo. O encontrei na home do Yahoo, e fiz questão de vir dar uma olhada.

    Eu e minha namorada discutimos isso de vez em qdo. Sim, nós somos jovens demais pra isso – eu tenho 23 e ela 17 -, mas eu penso nisso de tempos em tempos.
    Costumo brincar e dizer que fui feito “à moda antiga”. Sou o tipo de cara que quer se casar, ter uma família. Tiro por exemplo meus pais, que são casados há mais de 30 anos. Já a minha menina tem uma visão completamente diferente: talvez pelo exemplo do casamento de seus pais e dos pais de amigos que não foram pra frente, ela tem o estigma de que “casar-se é ruim”, e que eu combato de forma bem-humorada dizendo que, se tudo der certo, ela vai descobrir que nem é assim. Pelo menos, desde que começamos o nosso namoro, a flexibilidade tem se mostrado latente.
    Do mesmo modo, ela tb me trouxe idéias novas – eu achava a idéia de morar junto antes de casar um absurdo, mas, com alguma reflexão, mostrou-se uma idéia interessante, apesar de eu concordar com vc que uma comemoração deve ser feita sim, pq isso é um marco nas nossas vidas. Tb sou adepto das datas comemorativas. =)

    O “X” da questão reside na criatividade, na sintonia, na compreensão, na capacidade de inovarem juntos na relação, e não um pra cada lado. Essa idéia de fazer coisas juntos, de fazer cursos, de criar desafios, é extremamente motivadora… Juro que gostei da idéia. ;)

    []’s,
    Arthur Felipe.

    (E antes de acabar meu comentário… Me desculpe, mas eu não levaria minha namorada para uma casa de swing. A idéia de ter mais caras olhando pra ela e achando mesmo que eu a compartilharia realmente não desce na minha goela. Sou exclusivista, rs*…)

  • Ana Carolina

    Eu adoreeeeeeeeeeeeeeeeeeeeii !!!!
    Não sou casada, mas este é meu sonho… e tenho certeza de que tudo oq está aí é verdade e tem que ser colocado em prática, pois senão vira rotina mesmoo !!!!
    Os casais que dão certo hoje em dia, são os q se amam de verdade e que sempre estão inovando… para todo dia surgir um novo amor, mais forte e mais sincero!
    Beijoos =*

  • edu

    simpáticas palavras. Caí sem para-quedas, sem espírito para teclar, mas deixo um alô pela empatia provocada. Casar é bom, sim. abs.

  • Paola

    Na boa… é complicado falar de rotina de casamento porque todos nós já somos uma rotina viva cheio de manias e situações , que o que diferencia é que haverá outra pessoa que estará observando essa rotina, e diga-se de passagem, certamente com um olhar crítico assim como seremos criticados, pra depois passarmos a ter uma rotina meio “idêntica” que começa a passar desapercebida e estupidamente começamos a achar que algo está faltando… Claro! pararam as críticas certo? Errado. A diferença está no que o casal pensa sobre isso. Ninguém está preparado pra se ver nu frente ao outro dentro da sua própria rotina. Acho que idéias podem ter muitas,mas tudo depende do casal e da sintonia entre eles.
    Por experiência própria, fui morar junto primeiro pra depois casar. Tinha que saber se a gente combinava morando debaixo do mesmo teto. E se fazer valer pelo primeiro ano juntos debaixo do mesmo teto, eu tinha desistido. Sou muito impaciente pra algumas coisas. Mas ser tolerante e paciente, é o segredo. E isso tem que ser de ambas as partes e não desistir logo na primeira pedra que encontra, e nem achar que vai conseguir mudar o outro. A gente não muda ninguém. O máximos que conseguimos fazer é melhorar a si próprio.
    Namorar é uma coisa, dormir na casa do namorado é outra.
    Viver debaixo do mesmo teto é outra completamente diferente. Mas vale lembrar que a maturidade do casal conta muito pra dar certo seja casando ou morando junto.
    Casar no papel pra mim fez toda a diferença frente a sociedade. Pelo menos pras mulheres é. Passei a ter direitos imediatos que só morando junto eu não teria.
    Mas essa é a parte burocrática.
    Eu e meu marido, decidimos morar junto,porque compartilhávamos como ainda assim compartilhamos sonhos e desejos.Conseguimos caminhar lado a lado. Os dois sairam de relacionamentos tristes que nos fizeram sofrer muito. Então sabíamos o que não queríamos para nós por experiências anteriores. Isso fez toda a diferença pra não errar tanto, afinal ninguém é perfeito.
    Mas ainda acho que o segredo de ter dado certo até agora, é porque somos diferentes demais um do outro. Tipo a linha “os opostos se atraem”. E já estamos juntos há 6 anos. E compreender isso no parceiro(as diferenças) completa o que falta pra si mesmo. No meu caso valeu muito regado a muito respeito um pelo outro. Zelando pra que o relacionamento dê certo.
    Detalhe: sempre pensamos que ficaremos velhinhos juntos. Isso é mais que pra sempre né!
    Ah, já ia me esquecendo… batom roxo. Que nada!”Aquele” perfume faz toda a diferença!!! é só passar que o recado está dado.
    E detalhe pessoal!!! Sexo é bom, Sexo é ótimo. Mas zelem pela qualidade!!!! Quantidade sem qualidade não tá com nada!
    E é comprovado cientificamente que 70% de um relacionamento dar certo depende da sintonia sexual do casal. Do contrário… bau bau

  • Rejane

    Tirando o Swing que acho uma decisão corajosamente arriscada e pessoal (e olha que não sou nenhuma conservadora…) concordo em gênero número e grau com todo o resto.
    As pessoas estão a uma velocidade tão intensa, que esqueceram a prazerosa sensação de um por do sol na praia ou de uma pequena flor roubada no jardim do vizinho só pra agradar o seu amor. É como se todo mundo estivesse indo para o mesmo lugar (o almejado topo do sucesso) de forma cega, esquecendo o todo que também é formado por partes, pequenas áreas, pequenos espaços, atitudes, situações, pessoas e porque não dizer agradáveis rotinas que, se bem vividas, nos ligam ainda mais ao que e a quem realmente importa.
    Às vezes me pergunto aonde tudo isso vai dar. O que mais intriga nos casamentos é o jogo do “a culpa é sua”. Nosso casamento tá assim porque você isso ou aquilo. Acredito que há ações e reações pra tudo e outra: será que não é tão mais fácil cada um fazer o seu “esforcinho” e acabar de vez com esse lance de se ela não faz eu também não faço.
    Partindo da premissa de que o amor é doação, fica fácil entender porque o mundo tá tão virado. Hoje o EU impera e o egoísmo é mais acentuado a cada dia.
    Que pena… Pois o ser humano, por mais que não admita, não nasceu pra viver só.

  • Daniel

    Puts!

    Que divertido ler essas dicas. Ótimo me imaginar fazendo com alguém coisas assim e criando listas de 13 dicas pra casais, alguns meses depois de não morar juntos. ;)

    Gostei de todas dicas. Talvez eu mudásse um pouco o final da descrição da primeira, mas concordo com ela também. A última dica é algo que pensei muito no último relacionamento que vivi. Em uma de minhas respostas à sua entrevista da série ‘Homens sem segredos’ eu dizia algo como que eu participaria de qualquer cerimônia para confirmar o que sinto pela mulher que eu amásse. Isso foi um aprendizado importante pra quem não acredita em casamento.

    Hoje acredito no poder das ilusões, dos mitos.

    “Ilusão, claro, mas vivemos de ilusões.”
    Até no casamento civil (achei engraçado que as pessoas tenham comentado aqui da cerimônia religiosa e não da civil, legal) vejo valores. Afinal, assinamos contratos com parceiros de negócios, pagamos contas com dinheiro e tudo mais… Mesmo sendo tudo vacuidade. As formas são grandes mestres pra mostrar o que são.

    Grande abraço e parabéns por mais um primor de texto que diz o que não está escrito, que alcança o que não é objetivo aparente!

  • Daniel Marcelo Damaceno

    Maravilhosas dicas, as básicas porém maravilhosas! Mas antes de tudo seria mto bom se o casal aprendece a confiar no outro e enfrentar as dificuldades juntos, ouu simplesment, Bye Bye casamento. Nada é válido se não tiver a “inútil” base.

  • kenia

    bom eu moro junto do meu namorado…mas consideravelmente 100% meu marido…estamos juntos ha tres annos e ainda nos amamos muito
    entre nossos problemas e divergencias, nossas diferença, temos ki driblar tudo isso pra se viver harmoniosamente beem e felizes eh claro!!!mas concordo com relaçao ao que se diz casar de papel passado e tudo mais…pois eh obvio que muitas mulheres tem seus sonhos de casar e ter a festa ,etc e tal…mas que nada muda muito no dia a dia,pois o desafo de cada casal eh quando se casa ou se junta eh o dia a dia que sao nossos maiores desafios, compartilhar tudo, de conviver com as diferenças,o respeito, mas acima de tudo o amor!!!ai vem o maior desafio quando vem os filhos..mas eh a maior satisfaçao para um casal bem estruturado!!socialmente, mentalmente e fisicamente falando!!

  • maiza

    olha, eu acho esse comentario maravilhoso.eu morei com meu namorado a 5 anos com ele.

  • viviane

    adorei essas dicas,são maravilhosas!!

  • Sissie

    Depois de três anos sozinha, estou começando a me apaixonar por alguém. Sabe quando você vê a paixão, ou amor, chegando devagarzinho, tomando conta dos seus pensamentos, ações, do seu dia, dos seus sonhos?
    Esse texto trouxe uma certa esperança de que dessa vez possa ser melhor, mais gostoso.
    Me pareceu aquela coisa de queimar etapas: primeiro se ama com reservas aos defeitos ou atitudes incômodas, numa segunda fase se ama apesar deles e por fim se ama com todos eles, aprendendo-se a conviver de forma branda com esses “fatores limitantes”.
    São muito boas as idéias e cabe a cada um ajustar à sua realidade.
    Bjs.

  • Fabiano F

    Bom,

    Casar é um grande sonho, mas se estou com uma pessoa, que penso sim em casar, mas ela é súper-nervosa, ciumenta e impaciente? E ela sempre diz que vai mudar, mas sempre volta a ser a “velha” pessoa de antes, como fazer? Será mesmo que não é essa a pessoa certa pra mim? Digo isso, pois sempre nas brigas, imagino uma esposa assim: impaciente, nervosa e ciumenta!!!
    Abraços…

  • Paula

    Nada como começar o dia lendo algo legal!tenho 27anos e sou casada no civil, na verdade estamos juntos há 9 anos, mas entre trabalho,faculdade e filhos resolver nos unir há 3 no civil.Crescenos muito desde o casamento ,desde que resolvemos ficar juntos mesmo sob o mesmo teto!e a cada dia crescemos mais aprendendo a amar os defeitos um do outro!e a amá- lo a cada dia que levantamos juntos tomamos café,trocamos de roupa nos despedimos e nos encontramos pro almoço!como é bom ter alguem pra dividir pra somar ,multiplicar rir dos problemas da vida, inventar novas aventuras pra apimentar o dia a dia e no fim de tudo ser feliz na rotina da convivencia do amor! tenham um bom Dia com amor!

  • MAXI

    Bom dia.
    Esqueçam o casamento, se querem fugir da rotina, façam festas fiquem noivos e convidem a galera, um noivado por ano, não tem como cair na rotina. E não esqueçam de me convidar!
    Abraços.

  • nilson

    GOSTEI DAS DICAS APESAR DA ALGUMAS DELAS JA TER SIDO POR NÓS UTILIZADAS QUANDO EXISTE AMOR VERDADEIRO E UTILIZAMOS TODOS OS MEIO DE NÃO DIEXAR CAIR NA MONOTONIA VIVER JUNTOS SOMO REALMENTE MUITO FELIZ.PRIMEIO TEM QUE EXISTIR AMOR SEM AMOR NADA DA CERTO.

  • Emmanuelle Viana

    Menino…li teu texto, achado que era mulher!!…isto mostra que não observei o nome do autor.
    Mas gostei, muito bom!!
    Estar casado e vencer a rotina é um grande desafio, vou fazer 07 anos de casada, e este tem sido um dos meus problemas, vencer a rotina, pois tenho a vida corrida demais.
    Trabalho e estudo, e às vezes meu marido e eu nos distanciamos, por conta disto.
    Mas tem muitas idéias legais!
    Com certeza vou aproveitar.
    Obrigada.

  • Lila

    Olá, hoje to meio tristinha, exatamente por coisas do relacionamento, mas adorei o texto. Sonho com um casamento eterno, com alguem que eu ame e que me ame muito também. Acredito que pra ser feliz juntos é preciso antes de tudo amizade, respeito e admiração mútua. O essencial é que ambos queiram que dê certo, assim não medirão esforços pra tornar a convivência agradável.

  • Nati

    Adorei tudo.

    Incrível como o mesmo texto inspira opniões e reações diferentes nas pessoas.. Uns se sentiram como cachorros sendo adestrados, outros amantes livres, outros presos em seus proprios limites.. e o melhor, das mesmas palavras, do mesmo site, do memso texto!

    O melhor pra mim foi: “Veja algo luminoso na monstruosidade alheia” kkkkkkk

    Hoje com o bombardeio de padrões de beleza, ver que mesmo com uma barriguinha saliente seu amor morre de tesão em vc, por causa de suas coxas grossas, ou do seu colo é maravilhoso!!

    Uma dica que eu deixo que funciona com certeza é: SE TOQUEM… o toque, como carinho, massagem, pegar na mão, abraço, cafuné, qualquer coisa que os mantenham juntos, mantem o vínculo do casal.

    Estão conversando com alguém fiquem de mãos dadas, estão sentado um ao lado do outro se abracem. E claro não posso deixar de falar do beijo né.. que vai sumindo aos poucos na relação.

    Adorei as dicas Gitti.

    E a proposito a idéia do batom roxo é algo pra ficar inusitado o tesão.. mas claro, vc pode falar. “O querido, tem como vc levantar daí e vir aqui me comer??? ”

    AFf.. Cada coisa!

  • João Carlos

    Essa do swing pode ser perigoso…rsrs

  • @anarina

    Eu queria conhecer a Carolina Vianna pessoalmente! Adoro o modo como ela pensa!

    Gustavo, se você tivesse “casado”, acha que sua relação não teria chegado ao fim?

  • ivone

    gostei muito das dicas,mais acho que não funciona muito pra quem já passa o dia inteiro trabalhando com o marido.
    trabalho,casa,igreja e ainda estudar junto eu não aguento.
    mais valeu as dicas…tudo de bom pra vc e pra sua esposa!

  • Guilherme

    As dicas são até que boas, porém na prática são comos as dietas de revista de beleza, como por exemplo dietas a base de filé mingnon e postas de salmão grelhado com alcaparras frescas, lógico que se tem resultados mas por quanto tempo pode durar??????? será que é esse o ponto de um relacionamento a dois??, hoje as pessoas casam para os outros, mostrar o que nao tem ou que tem de mais, porém nao sabem nem quem está do lado realmente, o importante é companheirismo e que um casal busque forças no outro pois nós temos nossas fraquezas e o parceiro nos completa, minha força completa as fraquezas dela…. EU NÃO SOU GAY!!!!! só penso assim!!!! hahahah

  • Filipe wina

    Adorei o conselho , estes são chaves para casais
    Muito obrigadooooooo

  • Gustavo Gitti (autor)

    Estou muito feliz com tantos comentários ricos!!! Obrigado.

    Esse post passou a noite sendo divulgado na home do portal Yahoo! Brasil e está até agora: http://br.yahoo.com/

    Comentando alguns comentários…

    Lúcia, eu pensava (como você) que morar junto era um test drive para ver se “valia a pena” casar. Mas isso é como pensar que viver é um test drive para ver se vale a pena viver. Sobre a contradição entre “ame a rotina” e “explore o inusitado”, é isso mesmo e não tem contradição alguma: admiro os casais que sabem dançar com esse paradoxo, que não precisam do inusitado para se amar e que, por outro lado, não relaxam na rotina.

    @anarina, a resposta é não. Acho que se eu tivesse casado teria ocorrido os mesmos problemas, mas eu teria vivido 100% algumas coisas que vivi 50%. Mas foi delicioso, claro, principalmente algumas coisas que descrevi no post.

    Rejane, sobre o swing: não vejo risco algum em entrar numa casa de swing e não fazer nada, apenas ficar junto como se fica em um bar ou se comer como se faz na cama, a dois. O erótico da coisa não é tanto o clima de troca de casais e a atmosfera sexual, mas o fato de que o casal está junto em um ambiente inusitado, eles se unem pelo deslumbramento e estranhamento, eles são alienígenas juntos. Essas coisas aprofundam a relação, é como passar 2 dias em um país de guerra e voltar: estar junto em um ambiente não usual conecta ainda mais um ao outro.

    Paty, não sou casado. E não acho que seja difícil encontrar homens interessantes e atentos a tais questões. É que as mulheres atualmente cedem por pouco, EXIGEM pouco dos caras e isso cria um exército de marmanjos imbecis.

    Abração a todos!

  • Carol

    Adorei o post, nao concordo com tudo que voce disse mas é sempre valido saber as opinioes de otros.

    Moro na Espanha e aqui pela europa a ideia de morar junto é muito mais relax que no brasil. Pra gente (brasileiros) morar junto é coisa muito seria, muito pensada e todos (amigos, familia e voce mesmo) encaram essa relacao como um casamento.
    Por aqui voce mora junto porque o aluguel ta caro ou porque tem vontade de saber como seria. Pura praticidade.
    Aqui sim creio que o “casamento” marca o passo, a diferença de simplesmente morar junto de ser um casal com vontade de viver o famoso “até que a morte nos separe”.

  • FÊ RODRIGUES

    As dicas são muito criativas e simples… Normalmente eu não pensaria com este ponto de vista. O texto está muito bem escrito, e algumas vezes, engraçado. Fiquei com vontade de ser a “princesinha que sempre quis casar”, já que tenho 26 anos e sou a única da família que ainda não o fez.
    Beijos

  • Maria

    Olá,
    Achei super legal as dicas, até porque VÁRIAS delas nós já praticamos e realmente funcionam … conheço uma pessoa há 28 anos e há 25 anos a ter um relacionamento mais íntimo … ou seja “casamos”. Frequentemente reunimos nossos familiares e amigas/os, mas desejamos que em um desses encontros, realizemos um ritual para celebrar a nossa união (com direito a bolo, espumante, lembrancinha, etc, etc, etc. É uma relação onde o que conta só não é o tempo, mas o respeito, a disponibilidade interna de se dar a outra pessoa, o entusiasmo com as conquistas da companheira … enfim, uma série de desafios que vamos ultrapassando juntas há cada dia.
    Maria

  • Gustavo Gitti (autor)

    Carol, já ouvi isso também. Com várias mulheres aqui, se o homem diz que eles estão juntos por “praticidade” ou por “experimentação”, o cara apanha! Tem de ser por “amor”. ;-) Mas esquece-se que amor é também experimentação e logística.

    Se tiver tempo, depois me diz com o que não concorda. Tenho certeza que aprenderei algo contigo, mesmo com essa limitação aqui da web.

    Abração pra ti.

  • lu

    que lindo – amei cada dica. nota dez..como sempre.

  • borverk

    casem-se podia tirar fora da lista!!
    não precisa…

    na verdade… só o batom roxo era suficiente… hahah

    namorado da sra. dacoregio se fufu!! a dica 9 provavelmente vai em fontes maiores…

  • Cadu

    Achei careta e pessoal demais.

    Tô fora dessa sintonia aí. Leve o post para um psicólogo e veja o que ele consegue tirar da sua personalidade e da sua vida conjugal.

    =/

  • zek

    Bom vamos lá, eu sempre morri de medo de casar ( sim medo mesmo, pavor), a ideia de dividir o mesmo teto a vida toda, alguem me controlando, alguem impondo desejos e vontades sobre min, alguem que eu tenha que ” cuidar” ser o provedor enfim …. sempre me causou um certo pavor , aos poucos isso vem se dissolvendo, fato que caso em Dezembro do ano que vem (2009), aos poucos entendi que cada casal faz seu ritmo e sua vida…. agora lendo suas nove dicas achei legal, interessante, cruel ( a do chuveiro com ela tadinha rsrs) e enfim… acho que da para dar certo sim, ja estava convencido, mas o texto consolidou isso!!!!!

    PS: Eu faria a do chuveiro se ela quisesse que eu limpasse a casa toda rsrsrsr.

  • Débora Rangel

    Que bom Zek! Te desejo sorte e felicidades nesta nova fase de sua vida.

    Casar, viver junto, enfim, é muito bom. Você saber que tem aquela pessoa ali ao teu lado, pronta pra te apoiar em teus desafios, conquistas e derrotas. Aquela que é teu confidente, tanto que não ver a hora de voltar pra casa para contar sobre o seu dia. O dormir juntinhos, agarradinhos, independente se vão fazer amor ou não.

  • Bel

    Gutti,

    Gostei do post dessa semana…

    Eu namoro há oito anos (quase um casamento…rs) e acredito que o segredo do relacionamento a dois é poder rir de si mesmo e do outro e obviamente sem falar no respeito, no amor etc,etc,etc
    Quando agente consegue rir dos defeitos, das chatices, das briguinhas…temos uma chance maior de mantermos o relacionamento
    A ideia do batom é legal, no meu caso é um vestido que ele gosta muito…rs…enfim…é gostoso curtir o sua própria rotina.
    Também sou a favor do casamento, mas nao sou muito do tradicional, acredito que une mais o casal e que inicia-se um novo ciclo, mostando (para si mesmo) que nao apenas é mais uma etapa de tudo que se viveu ate determinado momento!!
    Parabéns mais uma vez pelo blog!!

    Beijão

  • Carol

    Oi Gitti,

    Bom, eu “moro junto” há um ano e meio. Parece meio louco mas fomos morar juntos uma semana depois de nos conhecermos (por falta de grana pois estavamos em londres e aí o aluguel é um absurdo). No início eu tive panico, me arrependi e pensei que nao ia funcionar mas, ta funcionando e a verdade é que foi uma das melhores decisoes que já tomamos.

    Nao concordo é muito forte, acho que poderiamos definir minha opiniao como “receio” ou “nao mexe em time que ta ganhando”.
    Te dou como exemplo o meu namorado (ainda nos chamamos assim). Na minha cabeça estamos casados mas quando digo isso ele so falta sair correndo, é uma coisa totalmente psicologica. Simplesmente pelo fato de nao ser oficial ele se sente melhor com a relacao, nao se sente cobrado ou forçado a nada e a verdade é que se amanha inventamos de casar acho que a coisa já nao funcionaria tao bem.
    Por isso nao sou tao a favor de casar. Como tudo na vida o melhor é analisar o SEU caso pois cada relacao tem suas caracteristicas.

    Um abraço e um super fim de semana!!!!

  • Mel

    Gostaria de comentar o “casar antes de morar junto”

    Entendo isso de maneira simbólica, e uma questão de formalizar a relação, principalmente entre o próprio casal (não importa de que forma), mas a atitude de viver juntos fica complicada quando simplesmente um dos dois passa a morar na casa do outro, leva umas mudas de roupa, e a situação vai se estabelecendo de forma não muito clara. De fato é necessário “casar” antes…

  • Johnny

    Gitti,

    Talvez tenha um pouco mais de experiência que você, pois já casei (fiquei casado por 15 anos) e depois namorei 6 anos e morei junto no ultimo ano do namoro por seis meses, quando tudo desandou.

    Acho a maior parte dos conselhos que você deu pura obra de literatura (de boa qualidade claro como sempre são os seus textos).

    De tudo que experimentei até hoje, na vida real, não há nada melhor do que namorar e amar muito uma determinada pessoa, mas depois cada um sempre voltando para sua casa em algum momento. Não digo que não seja possivel ficar dois dias na casa dela e depois ela fica uns três na sua casa, mas sempre cada um mantendo sua “base”, mantendo sua privacidade e seus momentos de introspecção e solidão sem necessariamente ter que compartilhar um monte de coisas muito desagradáveis.

    Há um monte de coisas pessoais que fazemos que só interessa a nós mesmos, e que não há nenhuma razão nem vantagem por compartilhar, muito pelo contrário. Se a essência do relacionamento entre duas pessoas que se amam é a emoção que sentem e o prazer de amar um ao outro não há porque poluir essa parte nobre da vida a dois com uma série de ” ruídos” que no final acabam fazendo uma enorme diferença para aumentar a tensão e não para aumentar o amor.

    Eu entendo que talvez você esteja querendo dar uma força para os amigos que vão morar juntos, mas seria muito melhor dizer a eles que continuem preservando a individualidade e sendo as pessoas que são e que procurem continuar compartilhando o que eles tem de melhor que é a afinidade a amizade e o amor e o prazer quando estão juntos.

    Infelizmente há uma enorme confusão entre algumas coisas que você colocou, como o fato de “legalizar” a relação para quem deseja ter filhos, “legitimar” a união perante os amigos e os meios sociais , para aqueles que não suportam enfrentar os cõdigos sociais ou as opiniões de terceiros seja na vizinhança, seja no emprego seja na família, há também aqueles que acreditam ainda que ” fazer votos em público ou em uma cerimônia oficial” vão transformar estes votos em fatos indissolúveis, ou mesmo que a festa de casamento vai dar maior comprometimento aos que assim se juntam.

    Para os que sabem da imprevisibilidade da vida e do imponderável no ser humano, basta lembrar da cena de CLOSER (muito bem comentado por você aliás), onde Natalie Portman deixa de amar Jude Law de um momento para outro e em um momento ela está na cama dele jurando amor eterno e no momento seguinte já está seguindo com as malas para o aeroporto.

    Eu aindo insisto. Casais que se amam… Casais de gente madura, adulta, que não depende de colo ou de aconchego “materno” da namorada ou de proteção “paterna” do namorado, e que tem capacidade financeira independente (ninguem deve casar-se por necessidade de compartilhar despesas, que certamente é o pior motivo de todos), NÃO MOREM JUNTOS

    Morar junto vai contaminar o amor, vai acabar com o tesão, e vai corroer lentamente e consistentemente o que há de mais bonito em um relacionamento, que é o fato de sempre “esperar” pelo encontro com a pessoa amada… sem precisar inventar nada, e sem precisar fazer literatura de auto ajuda (por mais bem feita que ele apossa ser feita)

    Um abraço

    Johnny

  • Mulher Solteira

    Será possível que ninguém comentou o seu ato falho no post???

    Ah… se ninguém comentou, também não vou comentar! :P

  • Gustavo Gitti (autor)

    Johnny, te agradeço MUITO pelo comentário. Puta atenção em escrever tanto para compartilhar sua experiência que certamente é infinitamente maior que a minha.

    Aqui no blog eu mostro um lado mais otimista, mas em 90% do tempo eu acho que morar junto é simplesmente UMA BELA MERDA.

    Eu deveria ter consultado você antes de escrever o texto, aí faríamos um post em conjunto: “1 dica para casais que querem morar junto”. “Dica número 1: Não morem juntos”. Lindo. Mas escrevi para aqueles que já moram, então pega mal falar que eles estão errados, saca?

    Bom, sobre o que você disse, eu concordo com TUDO (lembrando que eu, ao mesmo tempo, concordo com tudo o que eu mesmo escrevi também), menos com a generalização. Ainda que eu tivesse meus 70 anos e concluísse que morar junto é ruim de todo modo, eu NUNCA poderia dizer que isso é verdade em 100% dos casos, eu nunca invalidaria o outro modo de viver, algo que parece existir no seu discurso (ele invalida o morar junto).

    Acho ambas as experiências e certezas válidas, nenhuma é “errada”. Morar junto é apenas MAIS DIFÍCIL que morar separado, algo que só casais corajosos deveriam enfrentar. Mas tal coragem deve servir para algum aprofundamento da relação que é impossível em casas separadas. Caso contrário, morar junto seria DESNECESSÁRIO. E esta, precisamente esta, é a GRANDE questão em jogo aqui.

    Se você conseguir provar que morar junto é desnecessário, aí sim!!! Você consegue? Para tanto, terá de provar que morar junto não acrescenta nada na relação, nada que não possa surgir em casas diferentes. Eu já lhe adianto que os problemas que surgem a dois em uma mesma casa NÃO surgem em casas separadas, e essa constante relação com tais desafios acaba aprofundando a relação. Gostaria de ouvi-lo sobre isso.

    Minha visão atual diz que morar junto é uma BOSTA (como você bem descreveu, mata o tesão, bla bla bla) e é precisamente por isso que é ótimo quando um casal decide passar por essa experiência. Ou seja, o fato de ser ruim é precisamente a razão de ser bom.

    Se você conseguir provar que é morar junto é algo DESNECESSÁRIO (não inválido), tal opção se resumiria a uma saída logística e financeira, ponto, o que também é totalmente válido para inúmeros casais que não tem condições de se sustentar cada um no seu canto.

    Além disso, uma provocação: você diz que meu texto é pura literatura porque não deve ter feito o lance do “oh happy day”. Mas eu entendo você, relaxa.

    Quando for convencido por alguma deidade estonteante a morar junto com ela, não tenho dúvidas que você vai voltar aqui para reler esse post. Só me avise para eu mudar a dedicatória: “Dedicado a Johnny, homem corajoso que superou seu lado mimado de ter suas próprias coisas em sua própria casa com sua individualidade e tesão intocados”. ;-)

    Valeu, velho. Se possível, volte para continuarmos o papo.

    Abraço pra ti.

  • Gustavo Gitti (autor)

    Mulher solteira, diga qual o ato falho, vai… Me analise em público, explore minhas motivações inconscientes, me defina, me conheça, vai… hahaha

    Agora sério: diz aí, fiquei curioso, especialmente porque você não me conhece pessoalmente.

    Abs!

  • Bel

    Gosta de ser provocado, né Sr Gutti???

    Admiro isso….gosto de opniões divergentes, nos afirmam ou nos modificam!!
    Ta ai, gostei!

  • Alê

    O que mais tenho gostado por aqui é essa diversidade de comentários!
    O mais rico é compartilhar experiências pois é complicado generalizar. A questão no meu ponto de vista, está além desses rótulos e instituições e mais no quanto estamos realmente dispostos a nos doar pro outro. Isso pode acontecer em casas separadas, morando juntos, diante de um padre, de papel passado. Tudo depende da motivação com que fazemos essas escolhas, e acho que quanto mais motivados estivermos em nos preservar demais, procurando mais certezas, ou focados no que vai ser bom pra si apenas, maior a chance de dar merda. E talvez as relações estejam tão complicadas porque damos mais atenção a superfície do que a profundidade que um envolvimento tem.

    O que tem me cansado são os famosos “filósofos de botequim” vomitando regras, levantando bandeiras de verdades únicas, julgando, quando o que vejo mesmo é um monte de gente morrendo de medo de amar. E dá medo mesmo porque amar é uma tremenda transformação!
    Amar é uma puta ousadia, me convenço cada vez mais disso. Amar de verdade, se doando, sabendo tolerar, apreciando as imperfeições do outro. Amar com autenticidade, genuinamente, seja como for, buscando crescer para oferecer algo melhor pro outro, pro mundo.

    Eu me casei quando queria morar junto pq ele queria casar, era importante pra ele o ritual. Depois de muita resistência, topei e flexibilizamos pra ser de um jeito bacana pros dois. Desde então descobri a importância dos rituais. É como se parássemos o tempo para uma atenção aquela nova fase, compartilhar, acolher o outro. E isso pode ser de muitas maneiras. Casar é uma delas e foi muito bom porque eu não o fiz só pra mim ou para provar nada. Eu o fiz por nós dois. Deixei de lado minhas crenças sobre festas, papéis e etc por algo bem mais amplo que isso. E melhor, não precisei casar na Igreja, como eu temia! rs
    O casamento já acabou faz um tempo mas fico feliz de ter encarado o desafio. Aliás pra mim relações profundas são apenas potencializadores de tudo de bom e ruim que há em cada um, por isso é bem foda de lidar.

    Acho que se a gente se dispuser a arriscar um pouquinho por dia a amar mais vai poder olhar de uma forma bem autêntica para os “conselhos”, sejam do Gustavo, da Marie Claire ou do Osho.
    Caso contrário, é tudo bullshit.

    bjs!

    P.S: E se puder dar um conselho digo, experimentem!

  • P.

    Aiaiai quanta coisa me passou pela cabeça lendo tudo isso… O fato é que sou casada com tudo que tive direito: igreja, festa, formalidades. Era um sonho que eu tinha! Entrar de vestido de noiva na igreja! Foi muito bom, mas durou muito pouco. Ja morei junto com um ex namorado uns anos atras, e foi completamente diferente! Claro que eu sei que nao foi o fato de me casar de papel passado que atrapalhou tudo. Foi uma escolha errada mesmo. Da pessoa… Eu fico pensando, será que fiquei com trauma de casamento?? Faz somente 1 ano e 8 meses que estamos casados e já estamos conversando e acertando a separação. Me sinto muito fracassada! Parece que me casei ontem. Lembro da cerimônia, da festa, dos parentes e amigos felizes… E agora, eu tenho que conviver com um divórcio. Um casamento não envolve só os noivos, mas a familia inteira! Não paro de me imaginar saindo daqui e nunca mais ver ninguém. Isso dói. Mas ao mesmo tempo, isso é o que mais quero fazer! E logo! Não me separei antes por causa do “peso” da aliança, do papel passado. Talvez se só morassemos juntos, seria mais fácil. O casamento “pesa” muito mesmo! Mas estamos no caminho. Sei que pra ele também não está sendo fácil. Mas chega! Queremos ser feliz! O comentáio que a Ninha fez, parece muito com a minha relação. Algumas coisas, claro! Bom, estamos aqui, dividindo o mesmo teto, e nem um “bom dia” nos falamos! Dois estranhos solitários morando junto. Mas olha que no fundo, eu nao perdi as esperanças de dividir o mesmo teto com alguém viu… Ainda nao sei se na forma “casamento” ou “morar junto”, mas eu ainda quero acordar ao lado de aguém…
    muito bom o post Gu,
    bjs

  • Rejane

    Gitti,

    Fiquei desapontada em ler que você escreveu para o Johnny: “Eu deveria ter consultado você antes de escrever o texto, aí faríamos um post em conjunto: “1 dica para casais que querem morar junto”. “Dica número 1: Não morem juntos”. Lindo. Mas escrevi para aqueles que já moram, então pega mal falar que eles estão errados, saca?”

    Primeiro porque achei você bem autêntico e acreditava estar convicto em sua opinião. Depois porque não consigo acreditar que as pessoas sejam tão taxativas.

    Se pararmos pra pensar não há uma fórmula correta. Há casais que moram separados e são super felizes assim como há casais que moram juntos e não se imaginam sem o outro presente na sua vida em nenhum momento. Nesse último exemplo, recordo-me até do comentário de um amigo arquiteto que disse ter projetado um banheiro com dois vasos sanitários um de frente para o outro por exigência do casal, os mesmos nem nesse momento se separavam… Nossa fiquei chocada quando ouvi isso… Mas depois analisando a situação percebi que não há códigos estipulados de felicidade. Sabe aquela máxima de que “o que é bom pra você nem sempre será bom pra mim” pois é…

    Desculpe-me a sinceridade Johnny, mas talvez você não queira mais dividir o mesmo espaço com alguém por experiências negativas vividas no passado e também ainda não tenha encontrado uma pessoa que se encaixe com o seu estilo de vida cotidiana. É perfeitamente compreensivo. Todos nós temos um comportamento de defesa. Alguns até de fuga.

    Bom, mas não estou aqui para recriminar a vida de ninguém, nem a minha é exemplo! Apenas acho que devemos seguir aquilo que achamos conveniente para a NOSSA FELICIDADE, claro que seguindo algumas regras de padrão social, afinal ainda não podemos andar nu pela rua; porém, sem DEFINIRMOS o que de fato é CERTO ou ERRADO para a vida de alguém.

    No fim de tudo todo mundo só quer uma só coisa: SER FELIZ.

  • Deh

    Guitti,

    Engraçado que sempre ouvi um discurso careta da minha mãe que dizia exatamente a mesma coisa que vc fala no seu post só que forma bacana!
    Eu hoje com meus 26 anos, acredito que o amor só se vive em plenitude, por isso não acredito em experiência verdadeiras que acontecem pela metade, ou temem o futuro…
    Acredito na intensidade da celebração diária!
    Sempre bom passar aqui, um grande beijo

  • zek

    Vou fazer coro com a Rejane, eu tb achei contraditório, ja que seu post foi tão ” autentico”.

  • Carolina Vianna

    Ah, gente! Agora vou ter que defender o Gustavo! você não mudam de idéia nunca não!?

    Essa coisa de pensar igual todo dia é muita chata, ué! De repente ele mudou do dia pra noite. Pronto. Quem não é contraditório?

    Ou melhor, de repente ele acha tudo isso escrito acima, no post e no comentário. Ou não acha nada disso.

    Que saco.

    E realmente isso tudo importa pra alguém?

  • Carolina Vianna

    *Vocês

  • Thiago

    Eu não ia ler o post. Terminei um ‘relacionamento’, vi todos os meus planos (de morar juntos, inclusive) serem jogados no lixo e no mesmo dia vejo um post com esse título no Google Reader.. era demais..

    Mais de uma semana depois resolvi ler e.. excelente!

    A idéia 6.. como nunca pensei nisso? A idéia 3… genial!

    Elogiem-se! É difícil um casal se elogiar mesmo depois de muito tempo… É, é…

    O texto me deu pontadas, aqueles sonhos perdidos renasceram, mas ao mesmo tempo me revigorou.. Agora quero casar, com a primeira que aparecer pela frente. Hahaha

    Se pah, vou ler o texto dos Motéis a céu aberto.. quem sabe do motel não vou pra igreja? :D

  • Thiago

    Rejane, você ficou muito ‘ofendida’.. acredito que a experiência do Johnny é pessoal.. É uma opinião dele, normal..

    Eu prefiro morar junto, e a resposta do G.G. não me decepcionou.. ele disse que concorda com tudo o que escreveu, mas que acha que morar junto é uma BOSTA (opinião dele, não generalizou).

    Já eu, acho que é EXCELENTE. :D

  • Gustavo Gitti (autor)

    Thiago, eu não acho que morar junto seja uma BOSTA, eu estava só argumentando algo para aquele cara. E meu argumento foi: justamente porque é ruim é que é bom (fora tudo aquilo que é bom porque é MUITO bom, como dividir as coisas, jantar junto todo dia, ter aquela intimidade gostosa impossível em casas separadas). Eu falei sobre ter CORAGEM diante dos aspectos negativos que ele apresentou. A vida não tem de ser confortável, a vida tem de ser desafiadora.

    Se achasse uma bosta, não teria escrito o texto, oras. ;-)

    Abração pra ti.

  • Johnny

    Gitti, Rejane, Thiago e demais frequentadores do BLOG,

    Acho que esta resposta ficou um pouco longa para ser postada, portanto fique à vontade de editá-la e enxugá-la, suprimindo o que julgar necessário, pois como disse um escritor respondendo uma carta ao amigo (acho que foi Fernando Pessoa) “…desculpe minha resposta longa, mas não tive tempo para fazê-la mais curta…” (como escritor profissional e cuidadoso, sei que você entende bem o que quero dizer).

    Gosto muito deste seu BLOG e tenho grande afinidade com esse seu jeito e essa vontade que você demonstra de aprofundar e dissecar o seu “objeto de estudo”, em busca de uma resposta, mesmo tendo certeza que você sabe conscientemente que não existe resposta para o que todos nós homens que passam por aqui desejam fazer.
    Afinal nem o grande FREUD conseguiu responder: O que afinal as mulheres desejam?

    Entretanto, aproveitando que você me desafiou, venho tentar esclarecer um pouco mais minha opinião, para que não pareça que eu sou inflexível ou não acredito em outras soluções para relacionamento a dois que não seja “cada um na sua casa”… (apesar de ser a minha preferida).

    Obviamente, que não há como responder ao seu desafio. Não há como definir ou provar que seja absolutamente DESNECESSÁRIO morar junto. Também não quero que me entendam que estou julgando alguém ou alguma atitude, dizendo que aqueles que moram juntos estão errados. Quem sou eu? Não consegui até hoje nem ajustar minha própria vida, como teria a pretensão de julgar tantos que vivem juntos e se sentem bem assim como vários que neste mesmo texto acima testemunharam estar muito bem?

    Como já dizem os chineses em provérbio muito sábio, “antes de tentar sair por aí para arrumar o mundo, dê três voltas dentro do seu próprio quarto…”. Tenho limitações demais e fracassos demais para tentar julgar alguém. Posso apenas relatar o que vivi, que foi exatamente como abordei o tema, a nível pessoal, para tentar transmitir o que parece que eu aprendi com algumas experiências bastante doloridas…, aspecto aliás que o Thiago em seu ultimo post captou muito bem.

    Voltando ao desafio do seu post Gitti, quero afirmar que concordo com você novamente em quase tudo que você escreveu na réplica: “Acho ambas as experiências e certezas válidas, nenhuma é “errada”.Acho que em essência você captou o que eu quis dizer quando afirmou que morar junto é “MUITO MAIS DIFÍCIL”.

    Entretanto, ainda discordo de você que diz que a experiência de morar juntos “aprofunda o relacionamento” e que este aprofundamento “é impossível em casas separadas”. Se considerarmos que “aprofundar o relacionamento” significa participar de diversas intimidades individuais da vida diária de outra pessoa, sinceramente dispenso este tipo de “aprofundamento” apesar de entender que muita gente gosta de se aprofundar nesses assuntos.

    Quanto ao conhecimento mútuo, em termos de aconchego intelectual e respeito mútuo não acredito que seja absolutamente necessário morar juntos para melhorar neste quesito, mas também é apenas opinião pessoal, sem nenhum argumento mais forte de prova ou convencimento. Para dormir juntos, acordar juntos e jantar juntos e várias outras coisas muito agradáveis (ou nem tanto, dependendo da fase do relacionamento), basta ter vontade e estar em bom astral, ninguém precisa morar junto para fazer isso, basta ter vontade juntos (o que vira uma opção e não obrigação).

    Tem um livro que saiu recentemente do psiquiatra Adam Philips cujo título é “Louco para ser Normal”, onde ele diz que “… a pessoa sã acredita na ordem e no modelo como na melhor das hipóteses provisórios, como uma cura intencionalmente falsa para a mudança inevitável; e supõe que todas as histórias sobre ser salvo ou resgatado (tipo princesinha esperando pelo príncipe) são álibis pueris ou cálculos chantagistas…”

    Philips aborda que a maturidade e a sanidade vem junto com a capacidade de aceitarmos o mundo como ele é, caótico, incontrolável, imprevisível, assim como os relacionamentos também o são(…)“… relações não são o tipo de coisa em que podemos ser bons ou maus, em que podemos ter êxito ou fracassar, do mesmo modo como não podemos ser bons ou maus em ter cabelo ruivo, ou ser bem sucedidos ou fracassar em ter sorte….”

    Em um relacionamento (ainda segundo Philips), a vida é movida mais por sorte do que por julgamento, portanto as pessoas sãs vêem relações como coincidências, não como destinos.Aliás nada melhor para retratar que a vida está mais fora do nosso controle e que as relações são cada vez mais fluídas e mutantes, do que o livro já tão comentado em vários BLOGS de relacionamento “ O Amor líquido” de Zygmunt Baumann .

    Ainda sobre relações entre um casal, Philips destaca que: “…Na mistura e acasalamento de duas histórias em grande parte incognoscíveis (de dotação genética e experiência pessoal), a única certeza sã acerca de qualquer relação é que se trata de um experimento; e que nunca será claro para os participantes o que exatamente está sendo experimentado. (…) as chamadas relações nunca poderiam ser objeto de contrato, porque a sanidade é vivida segundo reconhecimentos, não segundo princípios e esses reconhecimentos nunca podem ser formalizados, porque suas conseqüências são na melhor das hipóteses ambíguas e numa hipótese melhor, indeterminadas.

    Mas voltando ao tema central de MORAR JUNTOS ou CASAS SEPARADAS, no meu segundo “casamento” (morei junto sem casar) e apesar de eu conceitualmente saber o que queria (morar separados) aconteceu exatamente o que o Gitti comentou (santa língua somada à larga experiência + conhecimento), ou seja, ela era uma DEUSA, que tinha planos não apenas de casar mas também de ter filhos e portanto, não concebia a possibilidade de manter um relacionamento com cada um vivendo na sua casa depois de 5 anos de “namoro”.Mesmo achando que conceitualmente não ia funcionar, eu acabei cedendo e aceitando morar juntos (como você previu)… E deu MERDA…

    MORAR junto é mesmo MUITO DIFÍCIL, mas eu entendo o seu raciocínio, de que talvez seja bom para ver se consolida mesmo o relacionamento ou separa de vez, ou seja, catalisa um processo de decisão de “para onde vai o relacionamento” terminar pode ser ruim, mas também pode ser muito bom. Tem também o aspecto que você destacou no ultimo post, sobre a forma como cada um prefere enfrentar a sua vida. Eu particularmente gosto mais de conforto emocional do que desafios e riscos de rupturas e dores. Mas entendo quem gosta mais de adrenalina…

    Mas também tem o aspecto da dinâmica do relacionamento e das expectativas pessoais e projeto de vida de cada um. Depois de um tempo, a dinâmica do relacionamento acaba não deixando muito espaço para algo muito diferente. Parece que todo relacionamento sofre de pressões externas e internas no sentido de sempre ter que escalar degraus e ir mudando de patamar (o mito da mudança constante para a mitológica “renovação”), mas o problema é saber quando mudar de patamar e o pior é quando ao invés de melhorar piora, acabando em uma ruptura frágil e muitas vezes irreconciliável.

    Queria também esclarecer o comentário da Rejane, pois quando ela fala que ao sugerir que o casal MORE SEPARADO, parece que desejo apenas me proteger,quando no fundo, desejo proteger a ESSÊNCIA do relacionamento, de uma ruptura por motivo fútil, ou seja o que desejo é proteger é a afinidade, o afeto, o companheirismo, o prazer de estar e compartilhar momentos bons juntos, enfim viver o melhor do amor, evitando que outras ocorrências que eu chamo de “ ruídos” no relacionamento destruam o que é bom.

    Um exemplo de ruído “aparentemente pequeno” foi citado em um dos posts pela NINHA, como apertar o tubo de pasta pelo meio e deixar sem tampa. Eu vivi dezenas de pequenos exemplos que somados tornam a vida insuportável, dezenas de outros hábitos pessoais que não precisam ser compartilhados e que desgastam o relacionamento no dia a dia e que só servem como uma pressão constante sobre a capacidade limite da tolerância e para testar se o amor suporta tudo isso…

    Acho praticamente impossível convencer uma mulher solteira, com 25 anos, que ainda mora na casa dos pais e acabou de se formar na faculdade, a abrir mão dos seus sonhos de casar ou nem mesmo morar com seu namorado, porque “ele” acredita que os ruídos e a rotina do dia a dia e os problemas e stress que o relacionamento vai sofrer por causa da convivência vão vencer no longo prazo o amor romântico e idílico que ela construiu na sua cabecinha assistindo Cinderela e Bela Adormecida… O ideal de amor Romântico ainda predomina na cabeça das pessoas. A visão de amor MODERNO é ainda rara.

    Quanto aos “casamentos que duram 30 anos e são um sucesso”, sem conhecer o lado escuro desses relacionamentos, ou mesmo a dinâmica que os sustenta. Em grande parte essas dinâmicas, ainda envolvem mulheres que são dependentes economicamente dos maridos, maridos que tem amantes fora do casamento mas não se separam porque é muito caro ou porque não é conveniente para eles, há também os que acham melhor manter as aparências para a família e para os filhos, quantas mulheres “aprisionadas” nesses casamentos de “ sucesso” de 30 anos existem? Quantas pessoas sem autodeterminação, acomodadas, que criam “ escapes” ou tomam anti-depressivos e lotam as clínicas psiquiátricas ? Sucesso assim? Não obrigado…

    Felizmente, a meu ver, a maior independência intelectual, emocional e financeira das pessoas tem levado a um comportamento de maior individualização e de maior autonomia que faz as pessoas mais exigentes. Há cada vez mais gente com mais clareza dos rumos e projetos de vida que pretende seguir, o que também acaba consequentemente tornando mais difícil a conjugação e cumplicidade de interesses que permita manter uma trajetória conjunta de longo prazo.

    Uma das coisas mais importantes da experiência em viver, como aliás bem colocou o Gitti, é que não existe “test drive” para a vida. E ao longo da vida, ao construir uma história, não somos apenas uma única pessoa desde o dia que temos consciência de nossa autonomia perante o mundo, mas sim, somos uma mistura e uma variedade de várias pessoas que vão mudando de acordo com as experiências vividas e com as circunstâncias, e manter um casamento por muitos anos (ou eternamente como desejam alguns aqui), implica em ser capaz de entender as mudanças que ocorrem conosco e com o nosso parceiro de modo a conseguir repactuar e manter atualizado esse relacionamento, para ser capaz de manter o equilíbrio entre interesses divergentes que quase sempre acabam gerando mais tensões e maiores possibilidades de ruptura do que de continuidade.

    Mas alguém disse bem… O problema são os outros (Sartre também disse algo parecido). Infelizmente ou felizmente o outro também vive e também se transforma, e este “outro” está totalmente fora do nosso controle e de um dia para outro pode achar que “acabou”. Lembro mais uma vez da Natalia Portman em “ CLOSER”.

    Portanto eu pergunto, voltando ao tema principal deste post que é MORAR JUNTOS ou MORAR SEPARADOS, se viver e ser e relacionar-se já é tão complicado no nível individual, para que inserir mais componentes e tornar mais complexo algo que sentimentalmente já é naturalmente difícil e complexo por si só? Mas a resposta, certamente como vários colocaram, está essencialmente no íntimo de cada casal e cada pessoa como indivíduo autônomo. Em resumo o que todos nós sabemos, é que relacionar-se é um experimento e não há uma fórmula.

    Finalmente, quanto à ultima provocação ou desafio do Gitti, não concordo que o fato de um homem ou mulher desejar ter suas próprias coisas, em sua própria casa, com sua individualidade e tesão intocados, faça deste homem ou mulher necessariamente um ser mais ou menos mimado. Tenho lido até o contrário. O conceito de individualidade no mundo moderno, onde atingimos uma determinada situação de auto-suficiência e sustentação de vida emocional e material independente de terceiros, tem mais a ver com a aquisição de um alto nível de maturidade. Ser mimado tem a ver com dependência e falta de autonomia, estes si, caracterizados como comportamentos imaturos.

    Ou seja a constituição e afirmação da individualidade, ao contrário de ser um ato de “menino mimado” tem muito mais a ver com a compreensão e encontro com um lugar no mundo, independentemente de apoiar a existência na divisão ou aconchego emocional de um terceiro. Amar a meu ver, para um ser maduro e adulto, não significa depender, nem se apoiar ou projetar no outro a possível realização pessoal.

    Dentro dessa minha visão pessoal, a construção da autonomia em um relacionamento amoroso, tem um fator importante e se resolve melhor a meu ver, através de vidas autônomas morando em casas separadas,

    Para terminar repito um pensamento do Gikovate, com quem concordo e que diz o seguinte : “…Entre amor de fusão e individualidade, opto pela segunda. Faço isso ciente de que ela implica a morte do amor romântico, a meu ver o grande vilão da história (…). Libertos do anseio de fusão (…) indivíduos podem seguir o seu caminho na direção da autonomia e da liberdade. Livram-se definitivamente da obsessão de procurar alguém de quem depender e que dependa deles. A dependência recíproca sempre foi buscada com o intuito de atenuar a sensação – inexorável – de desamparo. (…) O aconchego sempre foi a nossa primeira e mais grave dependência (…) não vejo grande diferença entre a dependência amorosa e a dependência que se estabelece com tantas outras drogas e situações (…) quando conseguimos amar livres da dependência afetiva, ganhamos muito em auto estima (…) pessoas livres e com boa auto-estima, quando estabelecem vínculos, fazem-no em função de afinidades (…) Acho que era o que eu tinha a dizer. Obrigado pela atenção e paciência.

    Johnny

  • Suzana

    Morar junto não é morar na mesma casa.
    Casar não é trocar alianças, assinar na linha pontinhada um papel igualzinho para 20 casais apertados na sala do cartório.
    Ter filhos não é procriar. Ser marido e mulher não é só figura jurídica. Dizer “desculpe” não deve ser ato falho. Dizer todo dia “Eu te amo” não pode ser uma maneira de você, repetindo a frase sem parar, acreditar naquilo que não é mais verdade.

    Desfiz um casamento de quase dez anos. Ele foi um namorado maravilhoso, um péssimo marido. Dez anos de uma solidão profunda, em que a pior conseqüência foi que eu esqueci como se ri. Esqueci como achar graça na vida, como dar uma gargalhada quando tudo está a caminho do cemitério, o carro fúnebre esperando, todo mundo de preto e o padre fazendo cara feia porque a missa vai atrasar. E eu não me decido se pérolas combinam ou se batatas fritas acompanham.

    Lembrei dos bilhetes apaixonados que eu costumada, teimosamente, espalhar pela casa, pelos bolsos das camisas, pela mochila, pela cama. Das festas de aniversário preparadas de surpresa, dos presentes sem motivo algum. Das comidas diferentes, das camisetas com os desenhos das crianças no Dia dos Pais. Dos partos solitários, dos beijos roubados que – esperança boba a minha – nunca me foram devolvidos.

    A vida economizando, a casa bonita que ficou guardada nas caixas de mudança e que dali jamais saíram. Aniversários de casamento como outro dia qualquer.

    Eu sinto falta somente de uma pessoa que me faça rir. Não precisa chamar meu corpo no meio da noite, não precisa levar minhas compras, acariciar meus cabelos, me ligar no meio do dia pra perguntar “Tá viva?”, fechar meus olhos para a dor ou me deixar ficar com o controle remoto.

    Só preciso, dessa lista toda, de alguém que me faça rir.

  • Ceres

    É inegável o quão gostosos são o teus textos Gustavo. Eu mesma estou a caminho do casamento, da forma mais tradicional possível.

    Compreendi que as dicas dadas no texto foram para quem já está casado ou morando junto, que seja. Entretanto, fiquei igualmente pensativa e satisfeita ao ler os comentários do Johnny, por que, apesar de baseados em experiências próprias, suas argumentações são consistentes, reais. Não acho necessário se fazer a prova que é desnecessário morar junto ou casar, até por que quem prova que é necessário?

    Parece contraditório, mas mesmo estando no caminho do altar, vou levar em alta consideração suas ponderações Johnny…

    Por fim, nossas escolhas, sofrem, claro, influência externa, mas ainda assim são nossas escolhas e, acredito que são feitas sempre na construção da felicidade!
    Então viva aos casados, que moram juntos, namorados…mais importante de tudo é aproeitar o melhor da relação!!!

    Gtande abraço!

  • Maíra

    Oi Suzana…
    Seu comentário me tocou… Eu vivi isso por 7 anos. A gente no fim não sabe mais nem que é ser-humano. Quando me separei fui aos poucos voltando a vida, processo este que ainda continua. Vão fazer dois anos e nunca me senti tão completa. Eu não tenho ninguém ainda, e na verdade no momento não me faz falta. Estou egoísta mesmo, me quero inteira para mim. Todos os mimos que ofereci a outrém, todas as delícias desperdiçadas, agora é tudo só meu. claro, sobra afeto materno suficiente pro meu filho, mas agora quem quer que vá um dia caminhar ao meu lado terá que me provar que pode também oferecer e que vai apreciar receber. E se ninguém quiser me fazer rir, oras, faço isso eu mesma, rindo de minhas trapalhadas, de minha seriedade, ou quando a inspiração leve me faltar, assisto uma comédia mesmo. Ou um filme de terror que vá me fazer rir do meu medo. Boa sorte para a gente.

    Johny, só uma coisinha:
    O intuíto do post nào era discutir se o melhor é morar junto ou separado. Essa foi a sua discussão, válida também. O post foi para fornecer dicas para quem mora junto no momento. Se bem que aquela dica de casar antes chegou tarde demais para os casais…

    Gustavo…
    Ah, vc já sabe o que eu acho das coisas que você escreve, mas vou elogiar de novo (claro, eu lí o post!):
    Delicioso. Faz a gente, no mínimo, ter esperança de um dia achar quem nos faça rir, como a Suzana precisa, ou desbravar o mundo comigo, como eu sonho.

    Um grande abraço pra todo mundo!

  • Angela(AD)

    Oi Gustavo!!

    Lindo esse post.Muito Bom mesmo!!
    CONGRATULATIONS!! AMAR é o importante, na mesma casa, fora dela, no jardim, na rua ..o importante é A M A R!!

    Agora, uma brincadeirinha..vc está arrancando literalmente as meninas lá do CAFA, hein? rsrsrsrsrsr….

    Bjs

  • Alê

    Johnny,

    Gostei muito da sua resposta, mesmo essa idéia de casas separadas sendo estranha pra mim, muito do que vc colocou desde o início me fez no mínimo, pensar. Mesmo assim não excluo morar em casas separadas como uma forma de viver o amor, pois como comentei, pra mim tudo começa na motivação, o resto é consequência…
    E já mudei de idéia tantas vezes na vida, que isso hoje pra mim é um privilégio, não mais incoerência.

    Suzana,

    Adorei seu primeiro parágrafo, concordo plenamente, essas formas não são as relações, defintivamente.
    Me tocou vc dividir o que passou, eu tb fiquei 10 anos com uma pessoa, mais namorando que casados e sofri pacá’s com o fim, mas como relatei, não me arrependo de nada. Foi dolorido e maravilhoso viver junto, casar, fazer festa, lua de mel, economias, dividir banheiro, cama, rotina e tudo mais. Isso não deveria perder o sentido depois do rompimento, afinal foi vivido, experimentado. Mas se vc está recém separada ainda é muito difícil ver assim. Posso te dizer que passada a faze “negra” vc vai rir de tudo isso como se fosse um filme e se cuidar de si mesma vai sorrir ainda mais sem que ninguém precise estar ao lado pra isso acontecer. Abrir o coração foi o que me fez voltar a brilhar. Parece que qdo se tem um vínculo mais forte, com o tempo vc carrega aquela experiência com o coração cheio, consistente, e passa a amar de outro jeito… Bom isso é a minha experiência, guardo com muito respeito as relações que vivi, tive a sorte de me relacionar com pessoas muito boas.

    Maíra,

    Adorei essa parte de desbravar o mundo! Não idealizo mais em alguém mas como gosto disso, ter companhia não seria nada mal!!

  • jazz

    confesso que nao li o texto… passo por aqui para dizer que estou com saudade desse blog ;) estou em um cyber cafe matando um pouquinho esse vicio que se chama internet. saudade da minha vida em terra… depois desta experiencia, juro que nunca mais passo tanto tempo dentro de um navio, enclausurada em meio a milhões de regras infames que me fazem repensar mil vezes sobre o verdadeiro valor da liberdade e de como as pessoas invejam as pessoas livres. beijos no rosto menino que admiro. eu poderia mandar um email, mas preferi vir aqui matar a saudade.

  • Bel

    Johnny,

    Acredito que a razao principal das pessoas ainda insistirem em morar juntas é a certeza de que o amor pode dar certo, independente da individualidade. Quem mora junto quer construir, somar, agregar e, apesar de muitas vezes não dá certo, correm este risco!

    Como seria uma vida com filhos nos quais os pais sao casados e moram em casas separadas? Quem acordaria de noite na hora que o bebe chorar? Quen vai ver a lição de casa? E quem vai dormir junto no frio?

    Todas as escolhas que fazemos ao longo do nosso caminho sempre nos trará aspectos positivos e negativos. vejamos: se por um lado é mais dificil morar junto pois vc tem um outro ser que pensa/age diferentemente de vc (necessitando jogo de cintura do casal), por outro vc tem a oportunidade de se conhecer (e oconhecer o outro) mais profundamente, podendo se tornar uma pessoa melhor.
    Quem disse que o dificil é o pior?
    Aprecio a individualidade e a liberdade. Acho que é essencial para que a relação continue dando certo ao longo do tempo.

    Ainda bem que nós somos diferentes, acredito que crescemos com os diferentes, nos faz pensar sobre nós mesmos e sobre o nosso papel/atitude.

    Acho que morar junto tem momentos que é uma MERDA (ai que vc cresce, aprende a dividir, compartilhar) e tem momentos de pura felicidade – e são estes momentos que valem a pena correr o risco!

    Acredito que há diversas formas de amar, a sua é uma delas. Desejo boa sorte para voce!!

  • Maíra

    Comentando o comentário da Bel… pensei exatamente nisso. Como mãe, tenho a mania de ver as coisas sob esta ótica, da construção de uma família, não apenas da relação a dois. Para quem não quer filhos, ou já os tem criado, esse modelo de casa separada pode até ser muito bom, concordo que pode ser uma das vias para se manter o equilíbrio da relaçào. Mas não é a única. Com o tanto de gente que já existe no mundo, não vejo mais a necessidade de seguirmos à risca o que supostamente Deus disse à Adão, aquela coisa de multiplicação. Sei lá, tenho umas teorias birutas de que todas essas outras manifestações de amar que envolvem o não procriar (necessidade de morar separado, homossexualismo) sejam, talvez, uma forma de controle de natalidade. E acho isso ótimo, de certa forma. Se só fossem ter filhos apenas as pessoas que realmente querem dedicar grande parte de sua vida à criação de outro ser, a qualidade de vida de todos seria muito melhor. Agora, se você quiser ter filho, muito complicado morar separado. Pra variar, a sobrecarga cairia nas costas femininas. Eu passei por momentos complicados, de estar ardendo em febre, com crise de enxaqueca, e ninguém para ajudar com o filho. E se fosse algo pior? Imagina, um bebê de dois meses sozinho, que tipo de coisa não pode acontecer?
    Sim, o Gustavo está certo também quando falar que a questào financeira pode ser sim, um dos motivos para um casal juntar os trapos. Classe média alta, elite pode se dar ao luxo de muita individualidade, pobre mesmo, não tem muito disso… Vive-se em favelas, com 6 ou mais pessoas dividindo o quarto, banheiro e cozinha. Sair disso pra morar com o/a companheiro/a, deve ser o céu. Isso não é o ideal a ser perseguido, mas não se pode negar que é a realidade de muita gente.
    O bom mesmo é que hoje existe a liberdade de se viver o amor como se entende que ele deve ser, como funciona para cada casal. Para alguns, casar no papel e ter banheiro com dois vasos sanitários pode ser a maior expressão de individualidade, sei lá. Talvez estejamos só caminhando nisso, e um dia nossas relaçòes conoscos mesmos vai ser tão bem resolvida, que a gente vai poder conviver com o outro de forma próxima sem criar ruídos. Por que nào creio que ruídos externos atrapalhem a relação a dois. O problema é com a gente mesmo. A relação é que faz ruídos na gente e daí a gente explode pro outro, com a pasta apertada no meio, com a toalha na cama, com a cara feia da TPM e tudo o mais.
    Viajei agora hein??
    Abraços.

  • Suzana

    Maíra;

    Eu já me separei tem mais de cinco anos, e depois disso só namorei uma vez. Tenho 42 anos e duas filhas pequenas. É impressionante como, à simples menção de “filhas”, aquele cara interessante que se aproximou rapidamente lembra de um compromisso urgente. Vivi essa cena vezes sem conta: sentada sozinha num restaurante, o interesse para a ser o outro lado do salão quando minhas filhas se aproximam. Mesmo que fique claro que sou divorciada.

    E, o mais engraçado, é que eu NÃO quero mais um marido. NÃO quero mais um homem dentro da minha casa. Quero um namorado para sair, para transar, para discutir um livro ou viajar num fim de semana. Pra conversar sobre tudo, sobre o raso e o fundo. Mas é impressionante como os homens acham que estou à procura de um “novo pai” para minhas filhas. Não, não estou; quero um novo homem para a Suzana – como diz a música, “pra chamar de meu”. Nem que seja pra fugir um dia e ir passear no Caminho do Bem-te-Vi e olhar o mar da Urca.

  • Rejane

    Guitti

    Confeço que é a primeira vez que faço comentários em seu post, e como esse já é o terceiro que faço me pergunto: O que de tão interessante nele me atraiu? Bom, acredito que esse tema, que além de polêmico e complexo, realmente chama a atenção das pessoas: “9 DICAS para casais que moram juntos”. As famosas DICAS… Gente, quem na vida não se sentiu tentado a escutar experiências de outras pessoas para extrair pra si algo de proveitoso? Pois é, como mortal, sou mais uma. E embora defenda a bandeira de que o exemplo dos outros quase nunca se encaixa com o seu modo de vida, ainda acho pouco provável se formar um conceito do que quer que seja nessa vida estando completamente só.

    Aliás, outro dia estava vendo um filme que não me recordo o nome, quando alguém perguntou para uma mulher: Porque as pessoas casam? E ela sabiamente respondeu: Por que precisam de uma testemunha ao longo de suas vidas.
    Acho que essa foi a melhor definição de CASAMETO pra mim… Uma trajetória de vida compartilhada, somada e dividida… Sim, dividida! E ao contrário do que muitos pensam, quando se está em casa separadas, não há nada disso. Essa sim é a meu ver a visão ilusoriamente romântica de um casal, pois vejo até como uma forma de “mascarar” a real perspectiva de personalidade do outro afinal “Ele(a) só terá o melhor de mim”, uma vez que só estamos juntos em momentos de felicidade.

    Uma coisa pra mim é clara: Ser SOLTEIRO é infinitamente mais fácil do que ser CASADO, e isso não é uma questão de gostar ou não de adrenalina, vai muito mais além. Casamento é afinidade, é troca, é também altruísmo, desprendimento. Implica sim numa dose diária de compreensão, de companheirismo, de afeto, obviamente também de “ruídos”, de “chatices”, do tal “tubo de creme dental” (coisas realmente pequenas) que não farão com que eles se esqueçam do que os juntou.

    Bom, não sei se sou a última romântica, apenas acho que não se tem uma relação verdadeira e completa sem estar de fato junto.

  • Rejane

    Só uma coisa esqueci de falar: o post chama muita a atenção também devido a maneira inteligente porém simplificada com que você aborda os assuntos do dia a dia. Sinto-me como se estivesse numa rodada de chop com amigos e isso é bem legal.

    As opniões das meninas mostram sinceridade e emoção, sentimentos mais facilmente expressados por nós mulheres, o que é muito bacana… Ver que não estamos mais na submissa posição de meras esposas ou namoradas, e sim de MULHERES, eu diria GRANDE MULHERES, com opniões próprias, que dirigem casas, empresas, cidades, estados; sem apagar o lado feminino e emotivo de ser.

    Poder trocar essas experiências e até reavaliar nossos relacionamentos e atitudes a partir do relato de outras pessoas… Isso só engrandesse mais o Post.

    Continuemos então com nossa busca por uma melhor qualidade de vida.

    Um grande abraço a todos.

  • Débora Rangel

    Boa Tarde pessoal,acho que este post já deu o que tinha que dar, não?!

    Espero que venha outro em breve, pois aprecio bastante os textos do Gitti.

  • Paula A.

    Sei que estou atrasadinha, mas…
    Preciso comentar que colocaria um décimo item: Nem sei que título daria, mas teria a ver com não se esquecer de como é ser apaixonado pelo outro… O que inclui, além dos elogios (item 8, essencial), o fato de não perder a paciência por qualquer bobagem (como a pasta de dentes apertada no meio, como alguém citou aí em cima). Quando se está apaixonado a paciência com erros bobinhos é máxima… por que não continuar assim… e dar mais risadas, em vez de criar clima ruim?
    O contrário disso me faz pensar em alguém que, consciente ou não, está treinando o outro para ser sua/seu esposa/marido perfeito. Adestrando com broncas, intolerância.

    Enfim…

    Johnny fala, fala, fala… cita, cita, cita… e não toca.
    É só mais um papagaio, amargo, repetindo teorias que a gente cansa de ouvir de gente que veste a camisa(ou escudo?)das feridas do passado.

  • Rejane

    Paula,

    10 pra você!!! Curta porém direta.

  • Ulisses Adirt

    Tudo ótimo… mas, nada superou a primeira dica. Amar a própria rotina é maravilhoso.

  • Gabriel

    Parabéns!
    um a mais, neh.
    foi um ótimo prato de boas vindas ao teu blog!
    abraço!

  • Adauto

    Muito bom, principalmente a idéia do batom! hahaha…

  • Rose Olive

    Mulheres se vocês se encantam com os Sapos pra que beijá-los?
    Os pretenços principes de hoje foram criados por rainhas despotas que só influenciaram negativamente os seus pimpolhos com ideias feministas que hoje fazem a grande parte de vocês gatas borralheiras sem fada madrinha.
    Saber escolher o sapo certo é difícil?
    Esperimentem ficar esperando os sapos coacharem ao seu redor com toda a disposição e depois partirem em fúria pois acham que vocês estão fedendo a caseirisse e domesticação que as donzelas exalam.
    Plim…

  • Luciana

    Adorei o post!… A idéia do batom já está na minha listinha de inovações! Muito criativo e parece ser altamente eficaz!…
    Gostei muito do que li, principalmente por partir de um homem. Nós, mulheres, não estamos acostumadas a ver homens assim, preocupados com esse tipo de assunto. Pra maioria deles, ou está bom ou não está. Parece que não existe o meio termo de tentar consertar o que já não funciona tão bem mais.
    Parabéns pelo post e pelo blog! Voltarei mais vezes…

  • Jazz

    Muito medo da dica: CASAMENTO. Adorei o batom roxo… mas acho que vou adotar o VERMELHO por combinar melhor com o tom de pele ;)

    Texto fofo de homenagem. Desculpa não ter lido antes, sacumé cyber café… (by the way, ainda estão apra inventar um no interior da amazônia que realmente tenha café!)

  • Vanessa

    caraca, essas dicas são demais!
    concordo em número, genero e grau!
    Fui casada, “juntada” tres anos, nos separamos e nem nos falamos mais.. uma das maiores frustações da minha vida. Foi em relacionamento de oito anos anos, cinco de namoro e tres de casamento. Ou seria “juntamento”?!
    Resconstitui minha vida, estou noiva há um ano e estou fazendo os preparativos para o religioso e civil. Não sei pq, mas meu coração me diz que agora sim, vai dar tudo certo. Pois além de nos amarmos muito, vamos oficializar nossa união conforme manda o figurino. Isso me faz sentir que var dar certo.. sei lá pq.. Intuição feminia talvez.
    Vc está coberto de razão.
    Adorei seu blog!
    Estou enviando por e-mail para ele essas nove dicas!
    Um bjo

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  • Nathanie

    Bom, o batom roxo é meio desnecessário quando se tem muita intimidade e o mínimo de charme.Nós mulheres sabemos como pedir sexo e não temos mais vergonha de fazer isso, não é meninas??? e depois, vai rolar uma espectativa do homem, ele vai achar que a gente vai passar o batom roxo toda hora e, sabemos, isso não vai acontecer.

    Também concordo quanto a rotina, não viveríamos bem sem ela… (no sentido em que ela pode ser utilizada para organizar nosso dia-a-dia e não no de cair na mesmisse)

    E quanto a casar também concordo… não pela festa, pela Igreja ou pelo papel, mas pelo momento em que um se compromete a pelo mesnos tentar fazer o outro feliz.

    Continuo te achando um homem de outro mundo…
    Beijos

  • Ingrid

    Muitas pessoas só irão entender o texto quando estiverem do lado de dentro da história, por enquanto vão achar palavras bonitas ou coisas idiotas….
    Sou casada a 04 meses e moro junto com meu marido a 01 ano e sim, tem diferença entre casar a morar junto, depois que se casa você se dedica a fazer aquilo dar certo, você se entrega, confia, cuida e isso é esencial pra relação dar certo.
    Tudo que você escreveu eu adorei, sei que mais tarde vou precisar dessas dicas e não terei medo nem vergonha de usar.
    Certíssimo e muito obrigada por dividir as dicas e experiência conosco

    Valeuzão
    Ingrid B Dutra

  • NYX

    Fui casado por 3 anos…eu acho que pra ter uma vida feliz a dois deve haver em primeiro lugar o respeito com reciprocidade, respeitar os limites de cada um, os costumes e principalmente a família e amigos.

  • Rafa

    Ótimas dicas! Mas dizer “você está linda ‘hoje’”, faz parecer que ela não é bonita nos demais dias.

  • Gustavo Gitti (autor)

    “Ótimas dicas! Mas dizer “você está linda ‘hoje’”, faz parecer que ela não é bonita nos demais dias.”

    Faz parecer para você, não para ela. Se quando você diz “você está linda hoje”, você não pensa “mas só hoje, porque você sempre foi feia”, por que ela pensaria isso?

    Mulher não faz contabilidade, cara. Isso é ruim porque suas ações maravilhosas do ano passado não valem muita coisa se você não estiver vivo e presente HOJE, mas é bom também: se você não a elogia há meses, começar agora faz o passado mudar. ;-)

    Mulher é uma coisa. Uma coisa.

  • Rafa

    Olá Gustavo! Eu não conhecia seu blog, achei no acaso, e depois disso já li um monte de coisas por aqui! O comentário eu nem pensava que haveria resposta, justamente por ser um post de alguns meses atrás.

    Agora continuando, eu fiz o comentário anterior porque isso já aconteceu comigo. Eu esperava a minha ex-namorada na sala e quando ela chegou eu soltei um “você está linda hoje”. Ela fechou a cara e me disse: não sou bonita nos demais dias? Não sou interessante nos demais dias? Puts, até conseguir explicar as coisas… Por isso eu prefiro hoje um “você é linda meu amor” ou similares.

    Quantas vezes acontece aquelas discursões, que quando você diz alguma coisa ela entende outra completamente e até explicar tudo dá aquele trabalhão? Eu so aconselho um pouco de cautela.

    Mulher é uma coisa. Concordo contigo. Elas reparam em tudo! Nos gestos que fazemos, no modo como falamos… Eu li num livro que a mulher quando analisa alguma coisa utiliza mais partes do cérebro que o homem. Por isso ela descobre com mais facilidade quem esta mentindo, quem esta enganando…

    Cara, valeu pela resposta. Até mais!

  • Lara

    Gostei do texto. Mas vou falar sbre o MORAR JUNTO OU SEPARADO.

    Eu acho mto interessante, muito mesmo a idéia de cada um morar em sua casa. Não vejo nada de estranho, não acho que tira a intensidade, não acho menos mágico de jeito nenhum!
    Já li mtos casos de pessoas (que podem bancar uma relação assim) que sustentaram suas relações felizes – de verdade – por longos anos. Casos até de casais que optaram por separar as casas para a relação não ruir, depois de anos de convivência sob o mesmo teto.
    Assim como existem desafios no casamento tradicional, que devem e podem (eu acredito nisso tbm ok) ser vencidos em nome do amor e que trazem crescimento para o casal, tbm existem desafios na relação “cada um na sua casa”, que tbm farão o casal evoluir e se transformar de alguma forma.
    Eu moro junto com o pai da minha filha. Agora nosso caminho está um pouco mais (ou mto mais..) limitado. Mas nós não descartamos a possibilidade de cada um ter seu teto, se houver condições. Do contrário, quem sabe uma casa em que cada um tenha seu quarto.
    Intimidade é um processo de alma pra alma. Nada tem a ver com as condições físicas da relação.
    E eu sou romântica, nem pra mais, nem pra menos. Adoro surpresinhas, arrebatamentos como qualquier mulher e quero uma relação profunda. Mas gostaria muito de testar um casamento em casa separada.. :)))

  • Gustavo Gitti (autor)

    Lara, que bom que você tocou nisso.

    Eu estou preparando um outro texto só sobre isso: casais unidos em casas separadas. ;-)

    Em minha próxima relação eu vou experimentar isso pois estou cada vez mais precisando de um tempo para minhas coisas. E, com mulher em casa, não adianta: ela sempre acha que estamos escolhendo o computador, o zafu, os projetos em vez dela. Trabalhar em casa é estar presente sem estar presente e isso realmente faz mal para algumas mulheres (que acabam se sentindo sozinhas, por exemplo).

    Já que não é para estar presente, é melhor não estar presente fisicamente. Mas isso ainda não testei, vamos ver.

    Quando rolar pra ti, manda um relato pra gente!

  • Arianna

    MUITO BOM!! Adorei, principalmente a idéia no. 3!! Vou tentar! :)

  • gabriela

    bem !!!!
    eu sou a do tipo que vai “se juntar”, mas eu adorei e me identifiquei muito com o item de número 9 pois nao temos mt paciÊncia para cerimônias e com todo respeito para quem goste, mas vamos fazer uma festinha pra comemorar esse momento tao importante para nós,sou do RJ e ele tambem vamos comemomar com uma boa roda de samba.
    felicidades a todos

  • Atre l Conversa Atrevida

    ah…eu acho que deviam ser 10.

    Tenham cada um o seu banheiro.
    Amor não combina com odores intestinais… E mulher precisa de espaço pra pendurar suas calcinhas, usar o secador e homem pra fazer a barba, pra ler o jornal no vaso…

    já espaço pros CREMES isso hoje ta praticamente igual…rs

    Abraço

  • Mari

    Adorei os conselhos, depois de 15 anos morando juntos resolvemos nos casar. já estamos casados há 3 anos com direito a lua-de-mel.

  • Luiz Nery

    Estou namorando há 5 anos, e “morando junto” praticamente o tempo inteiro. Há um ano estamos oficialmente MORANDO JUNTOS e é impressionante como muda realmente o relacionamento.

    Eu entendo o lado do “Casem” e acho que é relevante sim, mas recomendo a todos que me perguntam que morem sim juntos antes de casar. Justamente por “cair na pior parte do casamento sem aproveitar a melhor”. É melhor decidir realmente “assinar o papel”, e tomar essa decisão com a intenção de que seja SIM pela vida inteira já tendo como base o lado ruim, e não as fantasias da vida de namoro com cada um no seu canto.

    Conheci o blog meio por engano anteontem, na base do link dentro do link, e fiquei muito feliz por isso, parabéns, o feed já está assinado.

  • Liana

    Seu blog são trezentos blogs dentro do mesmo blog… ai, que louco isso, rs…

    Eu vinha escrever um cometário sobre o texto principal, ai li tanta coisa no caminho até aqui que já esqueci completamente o que ia dizer, kkkk…

    Além de cupido, você é um sucesso como estimulante de comunicação, hehe.

  • Ruben Zevallos Jr.

    É verdade que a vida de casado não é tão simples como a de namorar… existe uma grande diferença de 4 anos de namoro e 1 ano de casados… a coisa mudou completamente de figura. Procurar ter o cuidado com a rotina

  • Adia

    eu e meu esposo lemos juntos e adoramos e vms colocar em pratica

  • elaine peraola

    adoreiiii

    enviei esse post pro meu (ainda) namorado.. ele amou… ele me deu o tal baton roxo.. mas como nao somos casados.. eu passo o baton, tiro uma foto da boca e mando no celular dele.. adoreiiiii

    todas as dicas são 10!

  • val

    aabens vou seguir o conselho muito obrigada agora tenho que mosta paa ele ne???????

  • cristina

    Gitti,acho que o jhony deve revê seu conceitos,mora juntos,casar,juntos mais em ksas separadas,tanto faz,deve haver cumplicidade,respeito,saber ouvir,pra ser ouvida,olhar pra se,p/os propios erros, antes de apontar o do parceiro,as pessoas devem por na cabeça que a parte do momento que vc casa-se ou mora junto tanto faz,vc nao é mais um só,sao duas pessoas com ideias e pensamentos diferente,se vc é individualista,nao tem,carinho nem quer bem ao parceiro,por favor ,nao va morar juntos,viva só mesmo.
    morei junto com o meu marido,que é assim que o chamos durante 6 anos,mais sempre nos demos muito bem,na cama,eu acredito que a mulher deve ser o pilar da casa e da relaçao,mulher com equilibrio consegui tudo,fui a esposa, a dona de casa, a amiga e a amante,sempre tentei ser a MULHER,perfeita,nunca o chamei pra vim embora de uma festa,nunca fiquei de cara feia na frente de seus amigos,só pq brigamos,e jamais ficamos sem nos falar dias pro qualquer que seja o motivo,entao,nao tem motivos pra ele ter o que dizer,é digo uma coisa,fazer amor no balheiro em cima da mesa e onde de vontade é o que realmente tira o casal de chegar perto de qualquer rotina,ligar pra combinar de chegar em casa cedo pra namorar,trocar caricias é essencial,trocar mensagens ,euforicas,e provocante,e tudo de bom…entao gitti,a mulher tem de ser sabia,como diz as indianas elas tem que deixar o homem achar que ele manda ,mais tem de fazer com que elas deem o ponto final.depois de 6 anos ,vamos nos casar,e por Deus, nossa vida segual e maravilhosa,tezao depende só um do outro do parceiro,e o que conclui um amor verdadeiro e duradoudo,é cumplicidade,nao só amor ,mais tudo.

    ..mensagen que deixo a todos.somos pessoas diferentes com ideia diferenetes,se vc ama alguem ,ame e respeite a ame,como ela é,isso é amor isso é parceria,esteja correto ou errado dê apoio,nao jugue,nem tente muda-lo pois ninguem muda ninguem,as pessoas mudam quando querem mudar por se proprio,geralmente quando quebra a cara,nao precisa se desgastar dando conselhos avisando o que vai acontecer, e depois dizer eu te avisei, Amor verdadeiro é,faça o que fizer,decida o que decidir,eu estou a seu lado pra lhe apoiar.como amor de mae.de Deus por nos.a essencia da vida a dois e respeito e cumplicidade,nem tudo meu marido precisa saber,mais se ele sabe que nao vou condena-lo nem jogar pedra ,sabe que pode sempre contar comigo, e isso sim traz a uniao perfeita,e o que vem junto,sexo,distraçao conviencia,tudo,
    é tudo bom de mais.

  • Vladik

    Boas dicas. Aliás, temos um ótimo programa que rola na GNT chamado “Inspetores do Sexo” onde nos dá dicas como essas.
    Mas parabéns pela dias! Eu já usei algumas e apimentou o relacionamento, apesar de hoje estar solteiro, foi válido!

  • luzitisa kinkadi

    ainda nao leio bem bem isto mais gostei de conseillo

  • Entrevista sobre divórcio, separação, apatia, abandono e outros arredores do fim | Não Dois, Não Um: Um blog sobre relacionamentos lúcidos

    [...] prolongar a paixão inicial, “apimentar a relação”. Focar no próprio relacionamento, usar a criatividade, explorar fantasias, viajar junto; tudo isso funciona, claro, mas não dá para manter tal frescor [...]

  • tizini

    tenho muita vontade de casar apenas porque não posso fazer tudo o que eu quero ….eu quero ser feliz vivendo o meu amor mas não estou conseguindo pois meus pais me p?endem e me proibem de ficar junto dele não tenho condições financeiras mas se eu tivese eu casava na primeira oportunidade pra viver o meu amor sem precisar pedir nada pra ninguém….sei que vou sofrer no começo, mas depois as coisa se acertam,,,eu só quero é viver o meu amor e não só ficar perto…por que é isso que esta acontecendo…..

  • Red

    Acho que o que pode ser mais chato num relacionamento é mesmo o estar preso a clichês. O melhor do casamento é a festa? Nossa…Acho que o melhor é sentir o prazer de, mesmo com a imperfeiçao sua e a do outro, vc ser capaz de não pensar so no sua felicidade o tempo todo e felicitar o outro. Sentir feliz por fazer pelo outro. Esse é o maior desafio e o maior sabor. Fora isso, vira mesmo teatro de segunda categoria. Onde as mulheres assumem o papel de mocinha( sem sal) e os homens lobos com coleirinhas( que as mocinhas cismam em colocar neles). Chatinho.
    Concordo com o reinventar mas de forma mais livre sem pré formataçao.
    Afinal, somos humanos e não personagens de filmes americanos.

  • Grasiane

    Boa tarde!!!
    ótimas dicas…
    Sou casada a 1 ano e quase 2 meses, tenho 27 anos e meu marido 22.
    Pelo que vejo, ñ vamos dizer todos, mas boa parte dos q vão “morar junto”, tem medo de um casamento, eles experimetam para ver “se dá certo”, e o amor não tem? a impressão q eles entram já pensando em não dar certo!!!Se tem amor, vai dar certo sim e se não deu paciencia, casando ou não, vão ter que dividir tudo depois, e os outros falarão igual…e casando vc está mostrando o quanto ama, o quanto quer ser abençoado por amigos, familiares e Deus(para quem acredita)pq esconder e ter medo dessa parte…devemos anunciar e mostrar que quer viver para sempre ao lado dessa pessoa com as bençãos de todos.

  • Renata D´Carpe

    Olá!
    Fiz a proposta da Semana do desafio ao meu esposo, e estamos fazendo!
    Está sendo ÓTIMO!!!
    A vida da gente é um corre corre intenso, muitas vezes pareça que estamos nadando contra a maré, porque são muitas as dificuldades a enfrentar, muitas batalhas e uma das coisas que acaba pesando, é a tal da rotina, esse bichinho roedor que entra e sem pedir licença, se instala e custa a sair…
    Está sendo muito gostoso essa brincadeira, estamos nos divertindo, nos curtindo, nos percebendo..
    As tarefas que propus até então foram:
    - 1ª tarefa: Pedir para 10 pessoas enviar um e-mail pra mim declarando o amor dele até ás 13hs.
    - 2ª tarefa: Fotografar durante o dia, algo que retratasse os sentimentos dele, revelar a foto, a partir da imagem escrever um texto relacionado ao sentimento que tem por mim e me entregar à noite com uma rosa amarela.
    - 3ª tarefa [ a de hoje ]: Baseado no texto que ele escreveu [ficou lindo demais] compor uma música e tocá-la após nosso jantar.

    Que outros casais curtam a idéia e se permitam ser felizes sem deixar a rotina estragar as coisas…
    Um beijo!

  • Elisabeth

    Bom dia,

    Adorei as dicas……

  • Márcio almeida

    Olá uma crita a fazer, ficou muito artificial poderia ser melhor, tipo se vc tá fazendo essas dicas e para que as pessoas de fora vejam e faça para o seu proximo, vc empoe como se fosse para vc, exemplo:“envie um SMS a cada hora para mim”, “visite de surpresa a minha mãe”.
    obs. dicas são boas, melhor ainda e de que sabe do assunto.
    Abr.
    Márcio almeida