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3 atitudes essenciais para lidar com as tempestades do feminino

por Gustavo Gitti 20 February 2008 14 comentários



Como lidar com mulher com TPM“Antes, durante e depois do encontro com o feminino, sustente uma postura masculina. Para isso, sempre veja e se relacione com o feminino: com brilho, curvas e exuberância na natureza, artes e nas pessoas.

No exato momento em que você perder a visão do feminino, você estará identificado com ele e correrá o risco de enfrentar uma postura masculina vindo de fora, vindo de sua mulher. Como você não é uma mulher, essa energia masculina vai enfraquecer, deprimir você. Confusão, impotência e irritação serão efeitos inevitáveis.”

Esse é um trechinho do artigo que publiquei ontem na Cabana do Dr. Love. Devido ao compromisso com o grupo, tive de escolher o trecho mais téorico, menos prático, justo aquele que não diz quase nada e não cita quais são as 3 atitudes citadas no título… ;-)

A diferença entre publicar algo aqui e lá é bastante empolgante: na Cabana, logo após a leitura, muitos já querem sair praticando e rola uma discussão sobre como praticar isso em cada situação, com exemplos, relatos, etc.

Em um mês, a Cabana já conta com 89 membros, 136 tópicos e 1.289 posts, espalhados em relatos, discussões, artigos e práticas dedicadas à transformação dos participantes em homens livres e autênticos, confortáveis e abertos em qualquer situação, em casa no mundo, oferecendo suas habilidades a todos que encontrarem.

Cabana do Dr. LoveSe tiver interesse em conhecer mais, leia o post que escrevi sobre a Cabana. Se já quiser entrar, acesse a loja do Papo de Homem e realize o pagamento on-line via PagSeguro UOL. Sobre isso, escrevi:

Se fosse possível, faria tudo de graça, mas há 3 problemas nisso: o fórum teria uma quantidades de pessoas que fugiria ao nosso controle, infelizmente as pessoas não dariam tanto valor em estar ali e nós mesmos não arranjaríamos tanto tempo para responder questões, escrever e deixar a Cabana viva.

Outra coisa que está me deixando impressionado é a motivação dos que ali entram. Em vez de tarados sedentos por técnicas de sedução, estou vendo homens preocupados em construir uma relação saudável com sua nova namorada, outro com sua noiva (casal fora do Brasil), outro com sua esposa (casamento de quase uma década), outro com sua parceira que mora longe… Estou vendo solteiros preocupados em viver uma vida mais autêntica e autônoma, gente buscando por profundidade, querendo ser mais presente em cada ato.

Espero que esse projeto possa contribuir para que novas relações sejam tecidas com essa motivação transcendente. Menos apego, menos neurose, mais entendimento sobre a dinâmica entre o masculino e o feminino, mais lucidez, mais liberdade. A Cabana foi o jeito que o Dr. Love e eu encontramos para concentrar esse foco, dar uma regularidade para essas práticas e colocar a transformação como um compromisso que cada homem ali assume diante de todos.

Mulheres, se preparem… Estamos preparando um exército de guerreiros com coração de abismo. Quero ver vocês resistindo ao toque deles, quero só ver.

Perdi meu tempo.Você tem 12 anos?Tá frio hj, né?Quando sai o livro?Deu uma vontade de fumar... (Gostou do texto?)
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14 comentários »

  • João disse:

    “Mulheres, se preparem… Estamos preparando um exército de guerreiros com coração de abismo. Quero ver vocês resistindo ao toque deles, quero só ver.”

    Quero só ver, logo logo depois envio currículo de estagiário depois de tanto tempo dentro da cabana hahahahah

    abs Gustavo

  • Thiago disse:

    Eita viu. Não fosse pelos meus prejuízos de mais de 500 reais este mês, eu já estaria na cabana.

    Quebrou meu modem, teclado, celular, dois pneus do carro furaram…

    Putz, mais de 600, vou chorar :/

  • Eterna aprendiz disse:

    Olá Gitti,
    Não haverá nenhuma quebra do compromisso com o pessoal da cabana, se você nos der generosamente a contrapartida:diga-nos quais as três atitudes que uma mulher deve sustentar antes, durante e depois do encontro com o masculino.

  • Gustavo Gitti disse:

    Eterna, deal!!!

    Se bem que eu não tenho nada a dizer para mulheres, não… ;-)

    Mas vou tentar, ok? Sairá num post.

    Em resumo, que tal isso:

    1 (antes) - Seduza e fascine.

    2 (durante) - Não o deixe tocá-la.

    3 (depois) - Fale para suas amigas que ele é veado.

  • lillo disse:

    Gustavo, seria isso uma indireta ao meu comentário no post anterior?

  • Vanilda disse:

    Poxa…se esses 89 membros, usarem mais que um membro, já será excelente….hahaha

    As dicas para as mulheres…hummm, sua alma tá mais feminina que a minha…rsrsrs…

    Bjaum.

  • Dani disse:

    Que venham! Não temos medo e, dependendo, nenhuma intenção de resistir. :)

  • Gustavo Gitti disse:

    Lilo, procurei seu comentário e não vi o link para uma indireta. Diga aí qual é a indireta. Agora eu fiquei curioso!

    Abs!

  • Eu disse:

    Meu noivo está na
    Cabana.
    Mas não vi melhores no comportamento dele!
    Aliás, só coleciono desgostos

  • Gustavo Gitti disse:

    “Eu”, acabei de enviar um email para você (bruninha@…, não vou divulgar aqui), mas retornou com o erro “user unknown”.

    Seu comment parece fake, mas se a história for verdadeira, me envie um email via contato deste blog ou no gmail (gustavodrums). Aí você me fala quem é o cara para eu localizá-lo na Cabana.

    Abraço!

  • Eterna aprendiz disse:

    Gitti,

    Veja o que Rainer Maria Rilke, um mestre consagrado na arte do amor disse:

    “jovens, principiantes em tudo, ainda não sabem amar, eles devem aprendê-lo. Com todo o seu ser, com todas as suas forças, concentrados junto ao coração solitário, tímido, aspirante, eles precisam aprender a amar. O tempo de aprendizado é sempre longo, um tempo de isolamento, e por isso o amor que dura a vida toda é estar só, é solidão intensa e profunda para aquele que ama. De início, o amor não é algo que significa fundir-se, ceder e unir-se ao outro (pois o que seria a união de algo não esclarecido e individual), amadurecer, tornar-se algo de si mesmo, tornar-se mundo para si mesmo em beneficio do outro; é um chamado grandioso e exigente, algo que o elege para realizar coisas incomensuráveis. É somente neste sentido, o da tarefa de trabalhar em si mesmos (“obedecer e martelar dia e noite”), que os jovens poderiam usar o amor que lhes é dado.”

    Amor para mim é, mais ou menos, o que Rilke disse.
    Aos 48 anos, sabendo-me principiante nesta barafunda, não vejo problema algum em aprender com você, por exemplo, que deve andar pelos 24.
    No entanto, tenho as minhas crenças e, não consigo deixar de pagar o preço que for para ver se elas se sustentarão, em outras palavras, não resisto a tentação de dar a cara a tapa, pois é só desta forma que consigo aprender alguma coisa.
    Portanto, lá vou eu: não duvido da capacidade sua e do Dr Love de ajudarem com brilhantismo os homens da cabana e, desta forma, acabarão ajudando também as mulheres que tiverem a felicidade de se encontrarem com eles.
    No entanto, acredito que na tal cabana o máximo que podem fazer é darem suporte para que eles se tornem esclarecidos e individuais (o que seria a união de algo não esclarecido e individual???).
    Obviamente, vocês irão tropeçar, errar, se confundir, se dar mal…nada disto tirará o mérito de vocês. Não devemos nos esquecer de que, se o que pretedem é algo parecido com o descrito por Rilke, a tarefa é grandiosa.
    Ops…visita chegando…vou parar…
    Antes, no entanto, preciso fazer-lhes um pedido: se estou confundindo alhos com bugalhos, avisem-me porque quero achar minha turma.

  • Amar Yasmine do AQUILIS disse:

    Senhor Gustavo, Saudações BDSM!
    *sorrindo*

    Conheci teu blog por indicação da minha filha e, confesso, estou encantada. Estou adorando cada post, me identificando com muita coisa encontrada aqui.

    Aprendi a amar através da prática do BDSM. O amor da entrega despojada ao outro, sem nada exigir ou esperar em troca. O amor sem barreiras e limites, que tudo faz para saber o outro feliz. O amor que ao invés de castrar os sonhos do parceiro, é cúmplice de cada um dos seus planos e torce para que ele esteja bem e tenha toddos os prazeres que desejar.

    Como bem disse o escritor Rubem Alves, no seu livro “O Retorno e Terno”, amar como num jogo de frescobol, onde os jogadores fazem tudo para o outro não errar e nunca como num jogo de tênis, onde jogadores só pensam em estratégias para, mais do que vencer, derrotar o outro.

    Adorei mesmo teu blog, tens agora mais uma leitora assídua. Queria saber se posso linka-lo no meu. Se não puder compreenderei, mesmo pq o assunto do meu as vezes é por demais fora do usual. De qualquer forma, te desejo constante sucesso. Parabéns!

    Amar Yasmine do AQUILIS

  • Gustavo Gitti disse:

    Eterna, é bem isso mesmo. Essa citação de Rilke (dentre outras várias) é algo recorrente para mim. Um livro que sempre carrego é uma coletânea (a melhor, na minha opinião) editada pela Martins Fontes.

    A Cabana é um espaço, só isso.

    O principal desse trecho de Rilke (além da visão de amor como encontro de solidões, que eu acho belíssimo) para mim é esse: “tornar-se mundo para si mesmo em beneficio do outro”.

    Amar, adoro esse livro do Rubem Alves. Tenho comigo desde os 16 anos. Linke à vontade, você é livre linkar e “deslinkar”. ;-) Interessante sua experiência com BDSM…

    Abraço!

  • Eterna aprendiz disse:

    Parabéns!!! Segundo Mandela, “Jogar pequeno não adianta. Não há nada de instrutivo em se encolher.”
    Considerem-me uma amiga e contem com minha força. Como vocês vão receber o pacote inteiro, contem, também, com uma confusãozinha básica, de vez em quando…

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